Questões de EFAF Português
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Questão 8369383
PUC-RS PUCRS 2008 1 FaseU FBP 2008TEXTO 3
Leia atentamente.
Com a forma verbal “vão meter”, a personagem expressa sua incredulidade diante de um fato apresentado, no texto, como provável.
O sentido da palavra “aqui” pode ser inferido pelo contexto, a partir da observação da sequência de quadros na tira.
O sentimento da personagem é enfatizado, em sua fala, pela entonação da palavra “tudo”, graficamente diferenciada.
O “me” tem o valor de um pronome possessivo.
Não está explícito, no texto, o agente da ação futura a que a personagem faz referência.
Pela análise das afirmativas, é possível concluir que estão corretas apenas:
Questão 8369382
PUC-RS PUCRS 2008 1 FaseU FBP 2008TEXTO 2
Os adolescentes (07) usam a web como uma espécie de laboratório social, para testar limites do relacionamento. A estudante paulista L.S.B., (02) 15 anos, (02) assídua no Orkut e no MSN, (02) diz ter maior intimidade com o computador do que com os pais. "Quando estou dando uma bronca, prefiro falar pessoalmente, mas tem coisas que só consigo digitar”, (01) diz. As novidades não dizem respeito apenas a relacionamentos (09) e troca de informações - mas, também, (03) a velocidade (10). A antropóloga Anne Kirah observou (04) que a maior dificuldade dos imigrantes (isto é, aquelas pessoas (12) nascidas quando o telefone tinha disco e que, em caso de urgência, enviavam telegramas) (05) é entrar em sintonia com o ritmo atual e acelerado da sociedade on-line. Para os jovens, (06) (08) que não conheceram outra vida, (06) isso é perfeitamente natural. A tecnologia abriu uma porta para que as pessoas (13) possam estar em contato permanente umas com as outras e para que tenham acesso ininterrupto à informação. Ainda é cedo para conhecer os efeitos a longo prazo (11) da cultura da comunicação. O modelo é espetacular, e seus benefícios para a difusão do conhecimento são evidentes. Em contrapartida, a conexão permanente parece estar reduzindo o tempo disponível para simplesmente sentar e pensar.
(Veja Especial TECNOLOGIA - agosto, 2007)
Responder à questão com base nas afirmativas sobre o valor sintático e semântico das palavras no texto.
Em “Os adolescentes” (07) e “os jovens” (08), os termos em destaque não especificam os substantivos que os acompanham.
Em “não dizem respeito apenas a relacionamentos” (09) , a substituição da palavra destacada por “amizades” exigiria o emprego de acento indicativo de crase.
Em “a velocidade” (10) e “a longo prazo” (11), as palavras em destaque têm valor gramatical equivalente.
As expressões “aquelas pessoas” (12) e “as pessoas” (13) referem-se ao mesmo conjunto de seres.
Pela análise das afirmativas, é possível concluir que estão corretas apenas:
Questão 8369377
PUC-RS PUCRS 2008 1 FaseU FBP 2008TEXTO 1
Estamos na sociedade da informação. Somos autênticos informívoros, (01) necessitamos de informação para sobreviver, como necessitamos de alimento (02), calor ou contato social. Nas ciências da comunicação, considera-se que informação é tudo aquilo que reduz a incerteza de um sistema. Nesse sentido, todos nós nos alimentamos de informação que nos permite não apenas (06) prever como também (06) controlar os acontecimentos de nosso meio. Previsão e controle são duas das funções fundamentais da aprendizagem, inclusive nos organismos mais simples. Na vida social, a informação é ainda mais essencial porque (07) os fenômenos que nos rodeiam são complexos e cambiantes e, portanto, (07) ainda mais incertos do que os que afetam os outros seres vivos. A incerteza é ainda maior na sociedade atual, como consequência da descentração do conhecimento e dos vertiginosos ritmos de mudança em todos os setores da vida. Um traço característico de nossa cultura da aprendizagem é que, em vez de (08) ter de buscar ativamente a informação com que alimentar nossa ânsia de previsão e controle, estamos sendo abarrotados, superalimentados de informação, na maioria das vezes em formato fast food (03). Sofremos uma certa obesidade (04) informativa, consequência de uma dieta (05) pouco equilibrada.
Juan Ignácio Pozo. Aprendizes e mestres. (Fragmento.)
Sobre o modo como se relacionam as ideias no texto, é correto afirmar:
() A comparação é um dos recursos empregados pelo autor no início do texto.
() As expressões “não apenas ... como também” (06) relacionam argumentos contrários entre si.
() Na frase (07), as palavras “porque” e “portanto” introduzem, respectivamente, uma causa e uma conclusão.
() A expressão “em vez de” (08) pode ser substituída por “não obstante”, sem que se modifique o sentido do texto.
Questão 8369325
UNITAU UNITAU 2008 1 FaseU Medicina (1) 2008Médicos parados
A greve de médicos que por três meses paralisou os hospitais públicos de Alagoas é sintoma de problemas graves na gestão do SUS. O caso, embora tenha atingido o paroxismo no Estado nordestino, não é exclusividade daquela região.
Como os médicos ganham mal, precisam acumular dois ou três empregos. O problema é que, na maioria dos casos, o patrão é o mesmo (o poder público). Se o profissional recebesse mais, poderia dedicar-se a uma única unidade de saúde, tornando-se mais presente e evitando deslocamentos que, em certas cidades, significam horas perdidas.
Como os salários são baixos, profissionais dão-se ao direito, muitas vezes com a conivência de chefias, de fazer arranjos heterodoxos, como ausentar-se por várias horas ou mesmo "dividir" os plantões com o colega. O resultado é que, onde deveria haver dois médicos, só há um. A eficiência do sistema cai à metade.
Para tapar buracos nas escalas, o poder público passa a oferecer adicionais para quem se dispõe a atender em áreas de maior visibilidade política, como os ambulatórios de especialidades conhecidos como AMAs na cidade de São Paulo. Ao fazê-lo, por vezes induz médicos que atendiam em setores estratégicos, como os prontos-socorros de um hospital de referência, a trocar seu emprego estressante por uma função mais cômoda. É um caso raro de autoconcorrência predatória.
Portanto, antes de qualquer discussão sobre a necessidade de injetar dinheiro no sistema, é preciso definir uma política salarial para os profissionais de saúde. A proposta do governo federal de alterar o regime jurídico de hospitais para permitir a criação de fundações estatais de direito privado é um bom começo. Daria liberdade aos gestores, permitindo-lhes pagar mais aos médicos e cobrar-lhes mais. Essa é uma tarefa que, por sua complexidade e pelo gigantismo do sistema, vai levar tempo e enfrentar muita resistência.
Assinale a alternativa cujo termo destacado é um pronome demonstrativo.(Folha de S. Paulo, 28 ago. 2007)
Questão 8369324
UNITAU UNITAU 2008 1 FaseU Medicina (1) 2008Médicos parados
A greve de médicos que por três meses paralisou os hospitais públicos de Alagoas é sintoma de problemas graves na gestão do SUS. O caso, embora tenha atingido o paroxismo no Estado nordestino, não é exclusividade daquela região.
Como os médicos ganham mal, precisam acumular dois ou três empregos. O problema é que, na maioria dos casos, o patrão é o mesmo (o poder público). Se o profissional recebesse mais, poderia dedicar-se a uma única unidade de saúde, tornando-se mais presente e evitando deslocamentos que, em certas cidades, significam horas perdidas.
Como os salários são baixos, profissionais dão-se ao direito, muitas vezes com a conivência de chefias, de fazer arranjos heterodoxos, como ausentar-se por várias horas ou mesmo "dividir" os plantões com o colega. O resultado é que, onde deveria haver dois médicos, só há um. A eficiência do sistema cai à metade.
Para tapar buracos nas escalas, o poder público passa a oferecer adicionais para quem se dispõe a atender em áreas de maior visibilidade política, como os ambulatórios de especialidades conhecidos como AMAs na cidade de São Paulo. Ao fazê-lo, por vezes induz médicos que atendiam em setores estratégicos, como os prontos-socorros de um hospital de referência, a trocar seu emprego estressante por uma função mais cômoda. É um caso raro de autoconcorrência predatória.
Portanto, antes de qualquer discussão sobre a necessidade de injetar dinheiro no sistema, é preciso definir uma política salarial para os profissionais de saúde. A proposta do governo federal de alterar o regime jurídico de hospitais para permitir a criação de fundações estatais de direito privado é um bom começo. Daria liberdade aos gestores, permitindo-lhes pagar mais aos médicos e cobrar-lhes mais. Essa é uma tarefa que, por sua complexidade e pelo gigantismo do sistema, vai levar tempo e enfrentar muita resistência.
(Folha de S. Paulo, 28 ago. 2007)
Seguem frases do texto com orações iniciadas pela conjunção “como”:
“Como os médicos ganham mal, precisam acumular dois ou três empregos.”
“Como os salários são baixos, profissionais dão-se ao direito, muitas vezes com a conivência de chefias, de fazer arranjos heterodoxos, como ausentar-se por várias horas ou mesmo “dividir" os plantões com o colega.”
“... profissionais dão-se ao direito, muitas vezes com a conivência de chefias, de fazer arranjos heterodoxos, como ausentar-se por várias horas ou mesmo "dividir" os plantões com o colega.”
Tais conjunções assumem um valor de causa:
Questão 8369323
UNITAU UNITAU 2008 1 FaseU Medicina (1) 2008Médicos parados
A greve de médicos que por três meses paralisou os hospitais públicos de Alagoas é sintoma de problemas graves na gestão do SUS. O caso, embora tenha atingido o paroxismo no Estado nordestino, não é exclusividade daquela região.
Como os médicos ganham mal, precisam acumular dois ou três empregos. O problema é que, na maioria dos casos, o patrão é o mesmo (o poder público). Se o profissional recebesse mais, poderia dedicar-se a uma única unidade de saúde, tornando-se mais presente e evitando deslocamentos que, em certas cidades, significam horas perdidas.
Como os salários são baixos, profissionais dão-se ao direito, muitas vezes com a conivência de chefias, de fazer arranjos heterodoxos, como ausentar-se por várias horas ou mesmo "dividir" os plantões com o colega. O resultado é que, onde deveria haver dois médicos, só há um. A eficiência do sistema cai à metade.
Para tapar buracos nas escalas, o poder público passa a oferecer adicionais para quem se dispõe a atender em áreas de maior visibilidade política, como os ambulatórios de especialidades conhecidos como AMAs na cidade de São Paulo. Ao fazê-lo, por vezes induz médicos que atendiam em setores estratégicos, como os prontos-socorros de um hospital de referência, a trocar seu emprego estressante por uma função mais cômoda. É um caso raro de autoconcorrência predatória.
Portanto, antes de qualquer discussão sobre a necessidade de injetar dinheiro no sistema, é preciso definir uma política salarial para os profissionais de saúde. A proposta do governo federal de alterar o regime jurídico de hospitais para permitir a criação de fundações estatais de direito privado é um bom começo. Daria liberdade aos gestores, permitindo-lhes pagar mais aos médicos e cobrar-lhes mais. Essa é uma tarefa que, por sua complexidade e pelo gigantismo do sistema, vai levar tempo e enfrentar muita resistência.
Assinale a alternativa cujo conteúdo não pode ser inferido do texto.(Folha de S. Paulo, 28 ago. 2007)
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