Questões de EFAF Português
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Questão 8368304
COTIL COTIL 2009 1 FaseU Gerais (1) 2009O Colégio Técnico de Limeira (COTIL), da Universidade Estadual de Campinas, foi criado pela Lei Estadual nº 7.655, de 28 de dezembro de 1962, e sua instalação foi em 24 de abril de 1967, dia em que se comemora seu aniversário. Inicialmente recebeu o nome de Colégio Técnico e Industrial de Limeira, tendo como sua mantenedora a Universidade Estadual de Campinas, sendo Reitor o saudoso Professor Zeferino Vaz. O primeiro Diretor foi o Professor Manoel da Silva, permanecendo no cargo até 1971, quando assumiu o Professor Antonio Prince Rodrigues, que, à frente do Colégio até 1986, consolidou a sua implantação. O Professor Paulo Sérgio Saran, eleito em 2002 e reeleito em 2006, é o atual Diretor Geral.
O COTIL oferece Ensino Médio, preparando os alunos também para o vestibular, com a excelência UNICAMP. Obteve o primeiro lugar no ENEM (das escolas públicas) nos últimos anos, pois incentiva o raciocínio e a capacidade de aprender.
Atualmente, forma técnicos em Construção Civil, Enfermagem, Geomática, Informática, Mecânica e Qualidade e Produtividade.
Tem em seu quadro 90 professores, 30 funcionários e 1.500 alunos.
O COTIL também oferece cursos de extensão e de especialização, visando conduzir ao permanente desenvolvimento do aperfeiçoamento profissional.
O COTIL mantém cursos no período diurno e no noturno, com 600 vagas, atendendo à comunidade e região. O número de candidatos tem aumentado a cada ano, numa busca de melhores condições de formação técnica.
O objetivo geral do COTIL é proporcionar ao educando formação necessária para o desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de autorrealização, preparação para o trabalho e exercício consciente da cidadania.
A missão do COTIL é desenvolver as competências do educando para que se torne um cidadão capaz de superar, de forma crítica, ética e criativa, os desafios do mundo globalizado, interagindo com segurança na sociedade.
Nos últimos anos, foram feitos significativos investimentos no Ensino Médio, com a implementação dos Simulados de Avaliação, Simulados do ENEM, Simulados de Redação, Simulados de Vestibulares (SimVest) e Simpósios de Orientação e Oportunidades Profissionais.
Os cursos técnicos também receberam grandes investimentos, com a modernização dos laboratórios e revisão e atualização dos Planos de Cursos.
O COTIL investe no potencial artístico do aluno. O COTIL ARTE, seu maior evento artístico-cultural, alcançou repercussão regional, está incluído no calendário de eventos oficiais da cidade por lei aprovada pela Câmara Municipal, de autoria do Vereador Professor Farid Zaine, e realiza sua premiação no Teatro Vitória.
É nossa meta continuar expandindo o número de vagas, criando cursos, formando cidadãos responsáveis e promovendo educação profissional para atender à sociedade, a fim de que o educando participe do mercado de trabalho da cidade, da região e do país.
Questão 8368205
CN CN 2008 1 FaseU Demais 2009Assinale a opção em que a concordância verbal está correta.
Questão 8368204
CN CN 2008 1 FaseU Demais 2009As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar-comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem ação diante dos problemas. Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve-se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importantes que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queira escrever romances de fundo social. Leiam-se, então, livros do gênero que se pretendem explorar, verificando neles o que funciona e o que não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [...] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [...]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar ideias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leiamo-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais ideias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura.
Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência ou se poderia ser dispensado da trama. A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas – os nossos leitores – também terão.
FERRAZ, Geraldo Galvão. Revista Língua Portuguesa, ano III, n. 28, 2008 (adaptado).
Leia o trecho a seguir.
"... a forma com que ele escreve..." ( §)
Assinale a opção que apresenta a locução pronominal relativa que substitui corretamente a que foi destacada no trecho acima.
Questão 8368202
CN CN 2008 1 FaseU Demais 2009Assinale a opção correta, de acordo com a variedade padrão da língua, em relação ao emprego do pronome oblíquo átono.
Questão 8368201
CN CN 2008 1 FaseU Demais 2009As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar-comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem ação diante dos problemas. Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve-se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importantes que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queira escrever romances de fundo social. Leiam-se, então, livros do gênero que se pretendem explorar, verificando neles o que funciona e o que não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [...] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [...]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar ideias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leiamo-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais ideias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura.
Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência ou se poderia ser dispensado da trama. A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas – os nossos leitores – também terão.
Assinale a opção que contém um significado diferente para o termo destacado em "O escritor iniciante, por mais talento que tenha..." (2º §)FERRAZ, Geraldo Galvão. Revista Língua Portuguesa, ano III, n. 28, 2008 (adaptado).
Questão 8368200
CN CN 2008 1 FaseU Demais 2009As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar-comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem ação diante dos problemas. Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve-se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importantes que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queira escrever romances de fundo social. Leiam-se, então, livros do gênero que se pretendem explorar, verificando neles o que funciona e o que não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [...] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [...]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar ideias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leiamo-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais ideias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura.
Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência ou se poderia ser dispensado da trama. A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas – os nossos leitores – também terão.
Em relação ao emprego do pronome destacado, assinale a opção correta.FERRAZ, Geraldo Galvão. Revista Língua Portuguesa, ano III, n. 28, 2008 (adaptado).
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