Questões de EFAF Português - Sintaxe
1.422 Questões
Questão 10 10738188
SENAI 1°Ano - CGE 2132 2017/1Considere estas frases.
I. Houveram notícias ruins a seu respeito.
II. A multidão, na rua, manifestavam grande descontentamento.
III. Faz muitos dias que encontrei Teresa.
As regras de concordância verbal foram respeitadas apenas em
Questão 20 10738111
SENAI 1ºAno - CGE 2133 2017/1Leia as frases.
I. Karen está namorando com o Eduardo.
II. Os filhos devem obedecer os pais.
III. Os médicos assistiram os doentes.
IV. O smartphone que eu sonho já foi lançado no Brasil.
V. Nós sempre aspiramos uma vida mais decente.
As regras de regência verbal foram respeitadas apenas em
Questão 14 10738102
SENAI 1ºAno - CGE 2133 2017/1Leia as frases:
I. Não estava adaptado com a nova rotina acadêmica.
II. Aquele ator era avesso à entrevista.
III. Sua atitude é incompatível ao nosso regulamento.
IV. Obedeceram às ordens do presidente.
V. O médico assistiu aos feridos no local do acidente.
As orações em conformidade com as regras-padrão de regência verbo-nominal são apenas
Questão 3 10737968
SENAI 1ºAno - CGE 2133 2017/1Considere as seguintes frases, observando os verbos grifados.
I. É mais de 15 quilômetros até a escola. (O verbo ser, quando indica distância, mantém-se no singular.)
II. Fazem dois anos que fiz esta viagem. (O verbo fazer, quando indica tempo decorrido, concorda com o numeral.)
III. Passaram muitas lembranças em minha cabeça ao ver este local. (O verbo passar flexiona-se no plural porque concorda com o sujeito posposto.)
IV. Havia muitas vagas para este cargo. (O verbo haver, no sentido de existir, não tem sujeito e vai para o singular.)
As frases e as respectivas regras de concordância verbal corretas estão indicadas na alternativa
Questão 6 10726037
CMSM 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2017Leia o texto "Cidadania que não tem idade" para responder ao item.
TEXTO
Cidadania que não tem idade
Projeto Salva-Vidas Mirim capacita criançada a se prevenir e agir em casos de afogamentos

Foto: Fernando Ramos/Agência RBS.
E quem disse que salvar vidas é tarefa exclusiva de gente grande?
Ontem, adolescentes e crianças participaram de mais um dia de atividades do Projeto Salva-vidas Mirim, no Balneário Municipal de Nova Palma. A iniciativa é do Corpo de Bombeiros, por meio da equipe da Operação Golfinho, em parceria com o Centro de Referência
[5] de Assistência Social (CRAS) da prefeitura de Nova Palma.
Cerca de 80 crianças do município tiveram a oportunidade de curtir uma manhã de verão de aprendizado para lembrar pela vida toda. Jordana Felipe Flores, 12 anos, confirma:
- Pretendo ser atleta, e tudo o que aprendo aqui vou aproveitar para o futuro adianta a menina.
[10] Já Carlos Alberto Prado, 10 anos, quer retribuir tudo o que aprendeu no projeto.
- Aprendi a nadar com os bombeiros e decidi que também serei salva-vidas. Além de divertido, ajudamos os outros em casos de perigo, fazemos amigos e ensinamos a importância de ser responsável - enfatiza o menino.
Atuando há dez anos na Operação Golfinho, nos balneários da região, o sargento João
[15] Inácio da Fonseca Montardo, 48 anos, que se aposenta no ano que vem, é mestre em dar aulas de responsabilidade e cidadania à gurizada e aos adultos. Montardo ressalta que o contato com o público infantil traz retornos pessoais e profissionais.
- Sentirei saudades. Eles me enchem de alegria e são a base da conscientização para evitar afogamentos. [...]
Fonte: http://diariosdetailers.com.In/n/esticia/2014/02/cidadania-que-nao-tem-idade-4411459.html Acesso em: 20 a 2017. Adaptado
Leia as afirmações abaixo sobre o texto "Cidadania que não tem idade".
I -Os travessões, utilizados nestes períodos: "- Aprendi a nadar com os bombeiros e decidi que também serei salva-vidas." (linha 11); "- Sentirei saudades." (linha 18), sinalizam a presença do discurso direto.
II - O vocábulo "enfatiza" (linha 13) pode ser substituído por "destaca" sem alteração de sentido.
III - No período: "Eles me enchem de alegria e são a base da conscientização para evitar afogamentos." (linhas 18-19), o vocábulo em destaque está substituindo o substantivo "adultos" (linha 16).
IV - As expressões "Atuando há dez anos" (linha 14), "nos balneários da região" (linha 14), "no ano que vem" (linha 15) exprimem ideia de tempo.
Está(ão) correta(s):
Questão 10 10619882
COTIL 1° Ano 2017Textos para a questão
Posto, logo existo, de Martha Medeiros
Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em saturação social, inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do The New York Times que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido pelo Facebook, Twitter e agregados, e que hoje ele se vê diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou alguns desses hábitos digitais “que estão me comendo vivo”.
Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de software que restringem o acesso à web e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra. Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu cogito, ergo sum, pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo.
Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercadas não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.
Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento – numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o real pelo virtual, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização. Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, sua turma de amigos se comunica assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas para fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!
O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muitos jovens sem noção, que se deixam fotografar portanto armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre, desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser “ninguém” para se tornarem “alguém”, mesmo que alguém medíocre.
Casos avulsos, extremos, mas estão aí, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem aí.
(MEDEIROS, Martha. “Posto, logo existo”. O Globo: 25/03/2012.)
“Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha...” (último parágrafo)
Nesse período, ocorre erro de regência, pois preferível exige a preposição a, não de.
A frase que apresenta erro de regência, levando-se em consideração o padrão formal, é:
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