Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 14 170583
CEFET MG 2010A questão refere-se ao livro Corda bamba, de Lygia Bojunga
Assinale V ou F:
( ) O menino Quico representa um elo entre o mundo infantojuvenil urbano e o mundo circense.
( ) Foguinho e Mulher Barbada planejam abandonar o circo e viver de modo comum na Bahia.
( ) Dona Maria Cecília Mendonça de Melo simboliza a ordem matriarcal, revelando rigor e preconceito.
( ) Marcelo e Márcia são castigados, pois quiseram romper com os padrões sociais vigentes.
A seqüência obtida é
Questão 12 170581
CEFET MG 2010A questão refere-se ao livro Corda bamba, de Lygia Bojunga
O processo de sonho vivenciado pela protagonista é identificado em:
Questão 11 170580
CEFET MG 2010A questão refere-se ao livro Corda bamba, de Lygia Bojunga
NÃO se pode afirmar a respeito da obra que a(o), as(os)
Questão 10 170579
CEFET MG 2010A questão refere-se aos textos II e III.
Texto II
Oração do Milho (fragmento)
Senhor, nada valho.
Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das
lavouras pobres.
Meu grão, perdido por acaso,
nasce e cresce na terra descuidada.
Ponho folhas e haste, e se me ajudares, Senhor,
mesmo planta de acaso, solitária,
dou espigas e devolvo em muitos grãos
o grão perdido inicial, salvo por milagre,
que a terra fecundou.
Sou a planta primária da lavoura.
Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo
e de mim não se faz o pão dado nos altares.
Sou apenas o alimento forte e substancial dos que
trabalham a terra, onde não vinga o trigo nobre.
Sou de origem obscura e de ascendência pobre,
Alimento de rústicos e animais do jugo.
(...)
Sou o cacarejo alegre das poedeiras à volta dos seus ninhos
Sou a pobreza vegetal agradecida a Vós, Senhor,
que me fizestes necessário e humilde.
Sou o milho.
CORALINA, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. 9ª. ed. Mariana/SP: Global Editora, 1985.
Texto III
Poema do milho (fragmento)
Milho...
Plantado nos quintais.
Talhões fechados pelas roças.
Entremeado nas lavouras.
Baliza marcante nas divisas.
Milho verde. Milho seco.
Bem granado, cor de ouro.
Alvo. Às vezes vareia,
- espiga roxa, vermelha, salpintada.
(...)
Milho empaiolado...
Abastança tranqüila
do rato,
do caruncho,
do cupim.
Palha de milho para o colchão.
Jogada pelos pastos.
Mascada pelo gado.
Trançada em fundos de cadeiras.
Queimada nas coivaras.
Leve mortalha de cigarros.
Balaio de milho trocado com o vizinho
No tempo da planta.
"- Não se planta, nos sítios, semente da mesma terra".
CORALINA, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. 9ª. ed. Mariana/SP: Global Editora, 1985.
Considere as afirmativas a seguir:
I - A voz poética do texto II faz alusão a cerimônias religiosas.
II - A autora, no final do texto III, utiliza-se da epígrafe como recurso intertextual.
III- O diálogo entre os dois poemas revela a intertextualidade denominada paráfrase.
IV- Os objetos artesanais presentes no texto III simbolizam o trabalho metalingüístico.
Estão corretos os itens
Questão 9 170578
CEFET MG 2010A questão refere-se ao fragmento de poema a seguir.
Texto II
Oração do Milho (fragmento)
Senhor, nada valho.
Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das
lavouras pobres.
Meu grão, perdido por acaso,
nasce e cresce na terra descuidada.
Ponho folhas e haste, e se me ajudares, Senhor,
mesmo planta de acaso, solitária,
dou espigas e devolvo em muitos grãos
o grão perdido inicial, salvo por milagre,
que a terra fecundou.
Sou a planta primária da lavoura.
Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo
e de mim não se faz o pão dado nos altares.
Sou apenas o alimento forte e substancial dos que
trabalham a terra, onde não vinga o trigo nobre.
Sou de origem obscura e de ascendência pobre,
Alimento de rústicos e animais do jugo.
(...)
Sou o cacarejo alegre das poedeiras à volta dos seus ninhos
Sou a pobreza vegetal agradecida a Vós, Senhor,
que me fizestes necessário e humilde.
Sou o milho.
CORALINA, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. 9ª. ed. Mariana/SP: Global Editora, 1985.
Em relação a esse poema, é Correto afirmar que o
Questão 8 170577
CEFET MG 2010A questão refere-se ao fragmento de poema a seguir.
Texto II
Oração do Milho (fragmento)
Senhor, nada valho.
Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das
lavouras pobres.
Meu grão, perdido por acaso,
nasce e cresce na terra descuidada.
Ponho folhas e haste, e se me ajudares, Senhor,
mesmo planta de acaso, solitária,
dou espigas e devolvo em muitos grãos
o grão perdido inicial, salvo por milagre,
que a terra fecundou.
Sou a planta primária da lavoura.
Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo
e de mim não se faz o pão dado nos altares.
Sou apenas o alimento forte e substancial dos que
trabalham a terra, onde não vinga o trigo nobre.
Sou de origem obscura e de ascendência pobre,
Alimento de rústicos e animais do jugo.
(...)
Sou o cacarejo alegre das poedeiras à volta dos seus ninhos
Sou a pobreza vegetal agradecida a Vós, Senhor,
que me fizestes necessário e humilde.
Sou o milho.
CORALINA, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. 9ª. ed. Mariana/SP: Global Editora, 1985.
A respeito desse poema, é INCORRETO afirmar que a
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