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Questão 8945997
ETECSP ETECSP 2010 2 FaseU Gerais (2) 2010A diferença entre criticar e dar um feedback
Aprender a fazer e a receber críticas é complicado. Se interpretarmos como ataque qualquer comentário que não seja agradável, descartaremos qualquer coisa útil que o crítico possa ter a nos dizer. Mas levar toda crítica a sério também não é benéfico. A crítica não construtiva, além de acusatória, pode fazer julgamentos, rotular, pregar sermões, dar aula de moral e até ridicularizar. Já o feedback, termo em inglês que pode ser traduzido por “dar um retorno ou discutir a situação”, se concentra em oferecer informações concretas para motivar a pessoa que as recebe a rever seus comportamentos.
A crítica, se malfeita, frequentemente inclui ordens e ultimatos, fazendo com que a pessoa que a ouve fique na defensiva, o que compromete seu desempenho. No processo de feedback, ao contrário, o que se espera é que a pessoa perceba as vantagens de promover mudanças em sua maneira de ser. Um exemplo pode ser dado por Darren Gurney, treinador de equipes de beisebol, que descobriu que é mais produtivo pedir que o jogador analise o que poderia ter feito melhor durante a partida do que apenas apontar seus erros.
Especialistas dizem que, na hora da crítica, o primeiro passo é ouvir com calma o que é dito, em segundo lugar é importante determinar o que é válido ou não, pois algumas críticas não têm fundamento e, por último, devemos reconhecer a necessidade de mudanças e buscar o auto aperfeiçoamento.
De acordo com o texto, é correto afirmar queTUGEND, Alina. The New York Times, 5 out. 2009 (adaptado).
Questão 8945989
ETECSP ETECSP 2010 2 FaseU Gerais 2010Assinale a alternativa gramaticalmente correta.
Questão 8945987
ETECSP ETECSP 2010 2 FaseU Gerais 2010Leia o texto.
No Brasil, as grandes metrópoles promovem e concentram as mais variadas e ousadas construções, no entanto não são todos os cidadãos que se beneficiam das riquezas trazidas por essas transformações.
Agora identifique, entre o(s) trecho(s) das canções a seguir, aquele(s) que comprova(m) a crítica expressa pelo texto.
Trecho I
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
(Construção, Chico Buarque)
Trecho II
Era uma casa veia
Um palacete assobradado
Foi aqui, seu moço,
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construímos nossa maloca
Mas um dia
Nois nem pode se alembrá
Veio os home cas ferramentas
O dono mandou derrubá
(Saudosa Maloca, Adoniran Barbosa)
Trecho III
Como é que faz pra lavar a roupa?
Vai na fonte, vai na fonte
Como é que faz pra raiar o dia?
No horizonte, no horizonte
Este lugar é uma maravilha
Mas como é que faz pra sair da ilha?
Pela ponte, pela ponte
(A Ponte, Lenine)
Comprova(m) a ideia do texto apresentado, o(s) trecho(s)
Questão 8945981
ETECSP ETECSP 2010 1 FaseU Gerais (1) 2010Da utilidade dos animais
Terceiro dia de aula. Na sala, estampas coloridas mostram animais de todos os feitios. É preciso querer bem a eles, diz a professora, com um sorriso que envolve toda a fauna, protegendo-a. Eles têm direito à vida como nós e além disso são muito úteis. Todos ajudam.
— Aquele cabeludo ali, professora, também ajuda?
— Aquele ali é o texugo, se você quiser pintar a parede de seu quarto, escolha pincel de texugo. Parece que é ótimo. E também fornece pelo para os pincéis de barba. Arturzinho objetou que, no futuro, pretende usar barbeador elétrico. Além do mais, não gostaria de pelar o texugo, uma vez que devemos gostar dele, mas a professora já explicava a utilidade da tartaruga-marinha.
— A tartaruga, meu Deus, é de uma utilidade que vocês não calculam. Comem-se os ovos e toma-se a sopa: uma de-lí-cia! O casco serve para fabricar pentes, cigarreiras, tanta coisa... O biguá é engraçado.
— Engraçado, como? Biguá.

— É uma ave que apanha peixe pra gente.
— Apanha e entrega, professora?
— Não é bem assim. Você bota um anel no pescoço dele, e o biguá pega o peixe, mas não pode engolir. Então você tira o peixe da goela do biguá.
— Bobo que ele é.
— Não. É útil. Ai de nós se não fossem os animais que nos ajudam de todas as maneiras. Por isso que eu digo: devemos amar os animais e não maltratá-los de jeito nenhum. Entendeu, Ricardo?
— Entendi. A gente deve amar, respeitar, pelar e comer os animais, e aproveitar bem o pelo, o couro e os ossos.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1981. v. 4 (adaptado).
Os verbos de elocução são aqueles que introduzem as falas das personagens, como aparece em: "Por isso eu digo: devemos amar os animais e não maltratá-los de jeito nenhum".
Sabendo disso, assinale a alternativa em que os verbos de elocução completam, correta e respectivamente, as situações apresentadas.
O técnico, nervoso e descontrolado, ____________ para o time:
— Joguem com mais garra, seus preguiçosos!
Para não perturbar o bebê que dormia, a mãe ___________ à filha maior:
— Vamos sair do quarto sem fazer barulho...
Desesperado pelo medo de perder o emprego, o rapaz ___________ ao chefe:
— Por favor, reconsidere sua decisão.
Questão 8945978
ETECSP ETECSP 2010 1 FaseU Gerais (1) 2010Da utilidade dos animais
Terceiro dia de aula. Na sala, estampas coloridas mostram animais de todos os feitios. É preciso querer bem a eles, diz a professora, com um sorriso que envolve toda a fauna, protegendo-a. Eles têm direito à vida como nós e além disso são muito úteis. Todos ajudam.
— Aquele cabeludo ali, professora, também ajuda?
— Aquele ali é o texugo, se você quiser pintar a parede de seu quarto, escolha pincel de texugo. Parece que é ótimo. E também fornece pelo para os pincéis de barba. Arturzinho objetou que, no futuro, pretende usar barbeador elétrico. Além do mais, não gostaria de pelar o texugo, uma vez que devemos gostar dele, mas a professora já explicava a utilidade da tartaruga-marinha.
— A tartaruga, meu Deus, é de uma utilidade que vocês não calculam. Comem-se os ovos e toma-se a sopa: uma de-lí-cia! O casco serve para fabricar pentes, cigarreiras, tanta coisa... O biguá é engraçado.
— Engraçado, como? Biguá.

— É uma ave que apanha peixe pra gente.
— Apanha e entrega, professora?
— Não é bem assim. Você bota um anel no pescoço dele, e o biguá pega o peixe, mas não pode engolir. Então você tira o peixe da goela do biguá.
— Bobo que ele é.
— Não. É útil. Ai de nós se não fossem os animais que nos ajudam de todas as maneiras. Por isso que eu digo: devemos amar os animais e não maltratá-los de jeito nenhum. Entendeu, Ricardo?
— Entendi. A gente deve amar, respeitar, pelar e comer os animais, e aproveitar bem o pelo, o couro e os ossos.
Interpretando o trecho "... se você quiser pintar a parede de seu quarto, escolha pincel de texugo. Parece que é ótimo", os verbos destacados evidenciam, respectivamente, as ideias deANDRADE, Carlos Drummond de. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1981. v. 4 (adaptado).
Questão 8945977
ETECSP ETECSP 2010 1 FaseU Gerais (1) 2010Da utilidade dos animais
Terceiro dia de aula. Na sala, estampas coloridas mostram animais de todos os feitios. É preciso querer bem a eles, diz a professora, com um sorriso que envolve toda a fauna, protegendo-a. Eles têm direito à vida como nós e além disso são muito úteis. Todos ajudam.
— Aquele cabeludo ali, professora, também ajuda?
— Aquele ali é o texugo, se você quiser pintar a parede de seu quarto, escolha pincel de texugo. Parece que é ótimo. E também fornece pelo para os pincéis de barba. Arturzinho objetou que, no futuro, pretende usar barbeador elétrico. Além do mais, não gostaria de pelar o texugo, uma vez que devemos gostar dele, mas a professora já explicava a utilidade da tartaruga-marinha.
— A tartaruga, meu Deus, é de uma utilidade que vocês não calculam. Comem-se os ovos e toma-se a sopa: uma de-lí-cia! O casco serve para fabricar pentes, cigarreiras, tanta coisa... O biguá é engraçado.
— Engraçado, como? Biguá.

— É uma ave que apanha peixe pra gente.
— Apanha e entrega, professora?
— Não é bem assim. Você bota um anel no pescoço dele, e o biguá pega o peixe, mas não pode engolir. Então você tira o peixe da goela do biguá.
— Bobo que ele é.
— Não. É útil. Ai de nós se não fossem os animais que nos ajudam de todas as maneiras. Por isso que eu digo: devemos amar os animais e não maltratá-los de jeito nenhum. Entendeu, Ricardo?
— Entendi. A gente deve amar, respeitar, pelar e comer os animais, e aproveitar bem o pelo, o couro e os ossos.
Pela leitura do texto, é correto afirmar que o autorANDRADE, Carlos Drummond de. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1981. v. 4 (adaptado).
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