Questões de EFAF Português
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Questão 9607878
EEAR EEAR 2010 1 FaseU GeraisCFS 2010Ladrões
“Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eriteu a conquistar a Índia, e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim: Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador" Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres. (...) O ladrão que furta para comer, não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno. Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco, estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam. Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar: Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos! Ditosa Grécia que tinha tal pregador! E mais ditosas as outras nações, se nelas não padecera a justiça as mesmas afrontas. Quantas vezes se viu em Roma ir a enforcar um ladrão por ter roubado um carneiro; e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado uma província. E quantos ladrões teriam enforcado estes mesmos ladrões triunfantes"”
Há no texto exemplos que ilustram a comparação entre os ladrões quanto ao poder que possuem. Assinale a alternativa em que isso não ocorre.Pe. Antônio Vieira
Questão 9607877
EEAR EEAR 2010 1 FaseU GeraisCFS 2010Ladrões
“Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eriteu a conquistar a Índia, e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim: Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador" Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres. (...) O ladrão que furta para comer, não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno. Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco, estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam. Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar: Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos! Ditosa Grécia que tinha tal pregador! E mais ditosas as outras nações, se nelas não padecera a justiça as mesmas afrontas. Quantas vezes se viu em Roma ir a enforcar um ladrão por ter roubado um carneiro; e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado uma província. E quantos ladrões teriam enforcado estes mesmos ladrões triunfantes"”
O texto, escrito no século , trata de um problemaPe. Antônio Vieira
Questão 9607876
EEAR EEAR 2010 1 FaseU GeraisCFS 2010Ladrões
“Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eriteu a conquistar a Índia, e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim: Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador" Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres. (...) O ladrão que furta para comer, não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno. Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco, estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam. Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar: Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos! Ditosa Grécia que tinha tal pregador! E mais ditosas as outras nações, se nelas não padecera a justiça as mesmas afrontas. Quantas vezes se viu em Roma ir a enforcar um ladrão por ter roubado um carneiro; e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado uma província. E quantos ladrões teriam enforcado estes mesmos ladrões triunfantes"”
Pe. Antônio Vieira
Leia:
“os que não só vão, mas levam [ao inferno], de que eu trato, são outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera” (ref. 1)
Quanto ao trecho acima, pode-se dizer a respeito dos ladrões que
Questão 8946001
ETECSP ETECSP 2010 2 FaseU Gerais (2) 2010Considere as frases:
Para mim, receber críticas é difícil.
Pediu para mim explicar calmamente o que eu pretendia fazer.
Ele sempre dedicou a mim um carinho especial.
O pronome mim está empregado corretamente em
Questão 8946000
ETECSP ETECSP 2010 2 FaseU Gerais (2) 2010Considere a tirinha:

WALKER, Mort. O Estado de S.Paulo, 28 ago. 2009.
Pela leitura, pode-se concluir que a esposa do general
Questão 8945998
ETECSP ETECSP 2010 2 FaseU Gerais (2) 2010A diferença entre criticar e dar um feedback
Aprender a fazer e a receber críticas é complicado. Se interpretarmos como ataque qualquer comentário que não seja agradável, descartaremos qualquer coisa útil que o crítico possa ter a nos dizer. Mas levar toda crítica a sério também não é benéfico. A crítica não construtiva, além de acusatória, pode fazer julgamentos, rotular, pregar sermões, dar aula de moral e até ridicularizar. Já o feedback, termo em inglês que pode ser traduzido por “dar um retorno ou discutir a situação”, se concentra em oferecer informações concretas para motivar a pessoa que as recebe a rever seus comportamentos.
A crítica, se malfeita, frequentemente inclui ordens e ultimatos, fazendo com que a pessoa que a ouve fique na defensiva, o que compromete seu desempenho. No processo de feedback, ao contrário, o que se espera é que a pessoa perceba as vantagens de promover mudanças em sua maneira de ser. Um exemplo pode ser dado por Darren Gurney, treinador de equipes de beisebol, que descobriu que é mais produtivo pedir que o jogador analise o que poderia ter feito melhor durante a partida do que apenas apontar seus erros.
Especialistas dizem que, na hora da crítica, o primeiro passo é ouvir com calma o que é dito, em segundo lugar é importante determinar o que é válido ou não, pois algumas críticas não têm fundamento e, por último, devemos reconhecer a necessidade de mudanças e buscar o auto aperfeiçoamento.
TUGEND, Alina. The New York Times, 5 out. 2009 (adaptado).
Considere este trecho:
Já o feedback, termo em inglês que pode ser traduzido por "dar um retorno ou discutir a situação", se concentra em oferecer informações concretas para motivar a pessoa que as recebe a rever seus comportamentos.
De acordo com a leitura, entende-se o adjetivo "concretas" por informações que
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