Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 9607900
EEAR EEAR 2010 1 FaseU GeraisCFS 2010Assinale a alternativa em que as duas palavras dispensam acentuação gráfica.
Questão 9607899
EEAR EEAR 2010 1 FaseU GeraisCFS 2010Coloque C (certo) ou E (errado) para a classificação dos termos destacados nas orações abaixo. A seguir assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A saudade do amigo levou-a às lágrimas. (objeto indireto)
( ) Quero que tu me aqueças neste inverno. (objeto direto)
( ) O tema da peça não agradou aos atores. (objeto indireto)
( ) O astro glorioso segue a eterna estrada. (objeto direto)
Questão 9607896
EEAR EEAR 2010 1 FaseU GeraisCFS 2010Leia:
“ Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo:
Minha vó
Meu avô Totônio
Tomásia
Rosa.
Onde estão todos eles?”
Passando-se do verso para a prosa, assinale a alternativa correta quanto ao emprego da vírgula, conforme a norma culta.
Questão 9607888
EEAR EEAR 2010 1 FaseU GeraisCFS 2010Em qual alternativa o termo destacado classifica-se como agente da passiva?
Questão 9607880
EEAR EEAR 2010 1 FaseU GeraisCFS 2010Observe:
A curta existência de Álvares de Azevedo, um legítimo representante do Mal do Século, não permitiu que houvesse uma edição de sua obra em vida.
A maior parte das histórias de Joaquim Manuel de Macedo é ambientada no Rio de Janeiro, e nelas os heróis e as heroínas enfrentam obstáculos para a realização amorosa.
Castro Alves, a voz mais importante da terceira geração romântica, não apenas defendeu os escravos, mas também escreveu versos expressivos.
Constituem períodos compostos por coordenação:
Questão 9607879
EEAR EEAR 2010 1 FaseU GeraisCFS 2010Ladrões
“Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eriteu a conquistar a Índia, e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim: Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador" Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres. (...) O ladrão que furta para comer, não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões de maior calibre e de mais alta esfera; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento distingue muito bem São Basílio Magno. Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco, estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam. Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar: Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos! Ditosa Grécia que tinha tal pregador! E mais ditosas as outras nações, se nelas não padecera a justiça as mesmas afrontas. Quantas vezes se viu em Roma ir a enforcar um ladrão por ter roubado um carneiro; e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado uma província. E quantos ladrões teriam enforcado estes mesmos ladrões triunfantes"”
No texto, enforcam (ref. 2) é uma atitude que se referePe. Antônio Vieira
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