Questões de EFAF Português - Gramática
1.745 Questões
Questão 10 295719
IFRR 2018Para responder à questão, leia a charge abaixo:

Sobre a interpretação e o contexto da tirinha, é possível afirmar que:
Questão 34 294454
IFRS 2018INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
O outro
[01] Ele queria muito ser eleito. Não: ele precisava muito ser eleito. Estava atrás de um emprego
[02] que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores –
[03] além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria.
[04] O problema era arrumar votos. Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um
[05] apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda. Mas o pior não era isso. O pior que combinava
[06] um visual péssimo – baixinho, gordinho, careca – com uma congênita inabilidade para falar em
[07] público. Em desespero, resolveu procurar um marqueteiro. Estava disposto a gastar uma boa gran
[08] desde que pudesse adquirir uma nova imagem, uma imagem capaz de garantir a eleição.
[09] O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não
[10] se fizeram esperar. Em poucas semanas o candidato era outro. Mais magro, mais alto (saltos
[11] especiais) com uma bela peruca, parecia agora um galã de novela. Além disso, transformara-se num
[12] fantástico orador, um orador capaz de galvanizar o público com uma única frase.
[13] Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos. O que representou um duplo alívio: de
[14] um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com
[15] saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o
[16] caracterizava.
[17] E aí começaram as surpresas desagradáveis. Quando foi tomar posse, ninguém o reconheceu.
[18] Mas como? Então era aquele tipo charmoso, magnético, da tevê e dos cartazes? Era ele sim, como o
[19] comprovou, mostrando a identidade.
[20] Não foi a única contrariedade. Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia
[21] falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas. Bom mesmo, concluiu c
[22] amargura, era o Outro, aquele que o marqueteiro tinha inventado. Aquele sim, podia fazer uma
[23] grande carreira, chegando quem sabe à Presidência.
[24] Mas onde estava o Outro? Só uma pessoa poderia ajudá-lo nessa busca, o marqueteiro. Só
[25] que o marqueteiro tinha sumido. Com o dinheiro ganho nas eleições resolvera passar dois anos em
[26] alguma praia do Caribe
[27] Todas as noites o vereador sonha com o Outro. Vê-o na Câmara, discursando, empolgan
[28] multidões. Mas não sabe o que fazer para encontrá-lo. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia
[29] acontecer. E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto
[30] – para sempre.
In: SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano. São Paulo: Gaia, 2006.
Considere as seguintes possibilidades de reescrita para o quarto parágrafo do texto.
I - Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos, o que representou um duplo alívio. De um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o caracterizava.
II - Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos! O que representou um duplo alívio: de um lado, conquistava o cargo tão sonhado; de outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o caracterizava.
III - Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos. O que representou, um duplo alívio: de um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com saltos especiais e a dieta, e também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso, que o caracterizava.
Quais estão corretas, levando-se em consideração a pontuação?
Questão 33 294453
IFRS 2018INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
O outro
[01] Ele queria muito ser eleito. Não: ele precisava muito ser eleito. Estava atrás de um emprego
[02] que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores –
[03] além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria.
[04] O problema era arrumar votos. Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um
[05] apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda. Mas o pior não era isso. O pior que combinava
[06] um visual péssimo – baixinho, gordinho, careca – com uma congênita inabilidade para falar em
[07] público. Em desespero, resolveu procurar um marqueteiro. Estava disposto a gastar uma boa gran
[08] desde que pudesse adquirir uma nova imagem, uma imagem capaz de garantir a eleição.
[09] O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não
[10] se fizeram esperar. Em poucas semanas o candidato era outro. Mais magro, mais alto (saltos
[11] especiais) com uma bela peruca, parecia agora um galã de novela. Além disso, transformara-se num
[12] fantástico orador, um orador capaz de galvanizar o público com uma única frase.
[13] Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos. O que representou um duplo alívio: de
[14] um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com
[15] saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o
[16] caracterizava.
[17] E aí começaram as surpresas desagradáveis. Quando foi tomar posse, ninguém o reconheceu.
[18] Mas como? Então era aquele tipo charmoso, magnético, da tevê e dos cartazes? Era ele sim, como o
[19] comprovou, mostrando a identidade.
[20] Não foi a única contrariedade. Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia
[21] falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas. Bom mesmo, concluiu c
[22] amargura, era o Outro, aquele que o marqueteiro tinha inventado. Aquele sim, podia fazer uma
[23] grande carreira, chegando quem sabe à Presidência.
[24] Mas onde estava o Outro? Só uma pessoa poderia ajudá-lo nessa busca, o marqueteiro. Só
[25] que o marqueteiro tinha sumido. Com o dinheiro ganho nas eleições resolvera passar dois anos em
[26] alguma praia do Caribe
[27] Todas as noites o vereador sonha com o Outro. Vê-o na Câmara, discursando, empolgan
[28] multidões. Mas não sabe o que fazer para encontrá-lo. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia
[29] acontecer. E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto
[30] – para sempre.
In: SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano. São Paulo: Gaia, 2006.
Em algumas passagens, o texto apresenta uma linguagem de caráter coloquial. Assinale a alternativa que contém duas palavras ou expressões que cumprem essa função no texto.
Questão 32 294451
IFRS 2018INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
O outro
[01] Ele queria muito ser eleito. Não: ele precisava muito ser eleito. Estava atrás de um emprego
[02] que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores –
[03] além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria.
[04] O problema era arrumar votos. Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um
[05] apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda. Mas o pior não era isso. O pior que combinava
[06] um visual péssimo – baixinho, gordinho, careca – com uma congênita inabilidade para falar em
[07] público. Em desespero, resolveu procurar um marqueteiro. Estava disposto a gastar uma boa gran
[08] desde que pudesse adquirir uma nova imagem, uma imagem capaz de garantir a eleição.
[09] O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não
[10] se fizeram esperar. Em poucas semanas o candidato era outro. Mais magro, mais alto (saltos
[11] especiais) com uma bela peruca, parecia agora um galã de novela. Além disso, transformara-se num
[12] fantástico orador, um orador capaz de galvanizar o público com uma única frase.
[13] Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos. O que representou um duplo alívio: de
[14] um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com
[15] saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o
[16] caracterizava.
[17] E aí começaram as surpresas desagradáveis. Quando foi tomar posse, ninguém o reconheceu.
[18] Mas como? Então era aquele tipo charmoso, magnético, da tevê e dos cartazes? Era ele sim, como o
[19] comprovou, mostrando a identidade.
[20] Não foi a única contrariedade. Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia
[21] falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas. Bom mesmo, concluiu c
[22] amargura, era o Outro, aquele que o marqueteiro tinha inventado. Aquele sim, podia fazer uma
[23] grande carreira, chegando quem sabe à Presidência.
[24] Mas onde estava o Outro? Só uma pessoa poderia ajudá-lo nessa busca, o marqueteiro. Só
[25] que o marqueteiro tinha sumido. Com o dinheiro ganho nas eleições resolvera passar dois anos em
[26] alguma praia do Caribe
[27] Todas as noites o vereador sonha com o Outro. Vê-o na Câmara, discursando, empolgan
[28] multidões. Mas não sabe o que fazer para encontrá-lo. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia
[29] acontecer. E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto
[30] – para sempre.
In: SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano. São Paulo: Gaia, 2006.
Considere as seguintes propostas de substituição de palavras do texto.
I - “pitoresco” (l. 05) por “famoso”.
II - “congênita” (l. 06) por “inata”.
III - “contrariedade” (l. 20) por “dificuldade”.
Quais propostas estão corretas e são contextualmente adequadas?
Questão 4 11835695
Pref. de São Paulo 9º Ano 2017/1Irresistíveis ao olfato, mas proibidos para o paladar
Presentes em relatos escritos e gravuras, o sabonete, bem diferente do que temos hoje, já na Antiguidade foi indicado pelos magos para o banho purificador que lava a alma.
No Império Romano, era muito usado durante o famoso banho público que, na realidade, servia como tempero a inúmeras discussões sociais.
E ao contrário do que muitos pensam, no Brasil os índios eram muito limpos, já que se banhavam duas a três vezes por dia, surpreendendo os “visitantes” europeus. (...)
Faça você sabonetes artesanais em forma de doce. São Paulo, SP: Conexão/ Minuano, 2016 (adaptado).
As aspas foram utilizadas no texto como efeito de sentido para
Questão 7 11810199
Pref. de São Paulo 7º Ano 2017/1Livros que poderiam ter finais diferentes
Sabe aquele livro que você amou, mas se pudesse daria um final diferente pra ele? A Atrê pensa igualzinho a você! Por isso, selecionou 1 história que não teve um desfecho como gostaríamos e pensamos em um final diferente para ele. Olha só! Atenção: essa matéria contém SPOILERS!
Como Eu Era Antes de Você - Jojo Moyes
Fala sério: é impossível não se apaixonar pela relação entre os protagonistas Louisa Clark e Will Traynor. Os dois se aproximam após a girl se tornar cuidadora de Will, que ficou tetraplégico após um acidente. Ok, nós entendemos o final do livro e os motivos para a decisão de Will, mas praticamente 99,99% dos leitores gostariam que o boy mudasse de ideia para viver ao lado da doce e divertida Clark. Concordam?
Disponível em: http://atrevida.uol.com.br/divirta-se/se-liga/5-livros-que-poderiam-ter-finais-diferentes/12165. Acesso em : 24 abr. 2017 (adaptado).
Passagens do texto como “ sabe aquele livro que você amou”, “fala sério”, revelam um locutor que faz uso da linguagem predominantemente
06
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