Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 8366890
PUC-RS PUCRS 2011 1 FaseU FBP 2011

(JAGUAR. Atila, você é bárbaro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968. p. 166-167.)

(JAGUAR. Atila, você é bárbaro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968. p. 166-167.)
Responda, analisando a veracidade das afirmativas abaixo.
A obsolescência das armas utilizadas pelo homem levam-no a um final trágico.
As armas apresentam-se em gradação ascendente quanto ao seu poder letal.
O militarismo, simbolizado pelos uniformes que os personagens vestem, é a causa principal do desfecho presente no cartum.
A vestimenta dos personagens ilustra cronologicamente o desenrolar dos fatos apresentados.
Os itens 2 a 5 do cartum apresentam o homem como o responsável pelas ações bélicas, enquanto nos itens 6 a 10 essa responsabilidade é atribuída apenas aos armamentos.
Conclui-se que a alternativa que apresenta a numeração correspondente às afirmativas corretas é:
Questão 8366889
PUC-RS PUCRS 2011 1 FaseU FBP 2011
Não vai dar certo
Outro dia, (06) dois cientistas americanos apresentaram um pedido ao Serviço de Marcas e Patentes dos Estados Unidos para registrar uma criatura que estão produzindo em laboratório. A tal criatura (01)(07) seria uma mistura de homem com animal. Não se sabe direito que animal é este, mas deram a entender que tanto pode ser um macaco como um camundongo.
É fácil imaginar (03) um homem-macaco. Afinal, todos nós, no passado, já protagonizamos essa dobradinha. (08) E nem faz tanto tempo. Conheço gente que ainda se lembra de quando o avô desceu da árvore. (...) Já cruzamento de um homem com um camundongo é mais difícil de visualizar. (04) O único parâmetro conhecido é o Mickey, o rato mais bem-sucedido da história. Em cima dele, construiu-se um império que é, na verdade, uma ratoeira humana (...). (02)
A ideia de cruzar artificialmente seres humanos com animais não é nova. Já foi imaginada no começo do século pelo inglês H. G. Wells, em A Ilha do Dr. Moreau e, nos anos 50, pelo americano James Clavell, em A Mosca da Cabeça Branca. Ambas as histórias renderam vários filmes. Em todos eles, a parte humana levou um baita prejuízo. No filme do homem que virou mosca, o pobre Vincent Price ficou desesperado porque, com seu corpinho (09) de mosca, não conseguia chamar a atenção de sua mulher, para que esta o fizesse voltar ao normal. E olhe que ele foi o cientista que resolveu fazer a experiência.
Boa ideia. O ideal seria se os dois cientistas se oferecessem como cobaias de suas experiências. Um cruzaria o outro com o macaco. E o outro cruzaria o um (05) com o camundongo.
Ruy Castro. Manchete. 19 abr. 1998. (Adaptado.)
Se as expressões “Outro dia” (06), “A tal criatura” (07), “dobradinha” (08) e “corpinho” (09), características da linguagem coloquial, fossem substituídas por expressões do português culto formal, sem alteração básica no significado, seria correto utilizar, respectivamente,
Não vai dar certo
Outro dia, (06) dois cientistas americanos apresentaram um pedido ao Serviço de Marcas e Patentes dos Estados Unidos para registrar uma criatura que estão produzindo em laboratório. A tal criatura (01)(07) seria uma mistura de homem com animal. Não se sabe direito que animal é este, mas deram a entender que tanto pode ser um macaco como um camundongo.
É fácil imaginar (03) um homem-macaco. Afinal, todos nós, no passado, já protagonizamos essa dobradinha. (08) E nem faz tanto tempo. Conheço gente que ainda se lembra de quando o avô desceu da árvore. (...) Já cruzamento de um homem com um camundongo é mais difícil de visualizar. (04) O único parâmetro conhecido é o Mickey, o rato mais bem-sucedido da história. Em cima dele, construiu-se um império que é, na verdade, uma ratoeira humana (...). (02)
A ideia de cruzar artificialmente seres humanos com animais não é nova. Já foi imaginada no começo do século pelo inglês H. G. Wells, em A Ilha do Dr. Moreau e, nos anos 50, pelo americano James Clavell, em A Mosca da Cabeça Branca. Ambas as histórias renderam vários filmes. Em todos eles, a parte humana levou um baita prejuízo. No filme do homem que virou mosca, o pobre Vincent Price ficou desesperado porque, com seu corpinho (09) de mosca, não conseguia chamar a atenção de sua mulher, para que esta o fizesse voltar ao normal. E olhe que ele foi o cientista que resolveu fazer a experiência.
Boa ideia. O ideal seria se os dois cientistas se oferecessem como cobaias de suas experiências. Um cruzaria o outro com o macaco. E o outro cruzaria o um (05) com o camundongo.
Ruy Castro. Manchete. 19 abr. 1998. (Adaptado.)
Questão 8366888
PUC-RS PUCRS 2011 1 FaseU FBP 2011
Não vai dar certo
Outro dia, (06) dois cientistas americanos apresentaram um pedido ao Serviço de Marcas e Patentes dos Estados Unidos para registrar uma criatura que estão produzindo em laboratório. A tal criatura (01)(07) seria uma mistura de homem com animal. Não se sabe direito que animal é este, mas deram a entender que tanto pode ser um macaco como um camundongo.
É fácil imaginar (03) um homem-macaco. Afinal, todos nós, no passado, já protagonizamos essa dobradinha. (08) E nem faz tanto tempo. Conheço gente que ainda se lembra de quando o avô desceu da árvore. (...) Já cruzamento de um homem com um camundongo é mais difícil de visualizar. (04) O único parâmetro conhecido é o Mickey, o rato mais bem-sucedido da história. Em cima dele, construiu-se um império que é, na verdade, uma ratoeira humana (...). (02)
A ideia de cruzar artificialmente seres humanos com animais não é nova. Já foi imaginada no começo do século pelo inglês H. G. Wells, em A Ilha do Dr. Moreau e, nos anos 50, pelo americano James Clavell, em A Mosca da Cabeça Branca. Ambas as histórias renderam vários filmes. Em todos eles, a parte humana levou um baita prejuízo. No filme do homem que virou mosca, o pobre Vincent Price ficou desesperado porque, com seu corpinho (09) de mosca, não conseguia chamar a atenção de sua mulher, para que esta o fizesse voltar ao normal. E olhe que ele foi o cientista que resolveu fazer a experiência.
Boa ideia. O ideal seria se os dois cientistas se oferecessem como cobaias de suas experiências. Um cruzaria o outro com o macaco. E o outro cruzaria o um (05) com o camundongo.
Ruy Castro. Manchete. 19 abr. 1998. (Adaptado.)
Quanto às expressões utilizadas no texto, é incorreto afirmar que:
Não vai dar certo
Outro dia, (06) dois cientistas americanos apresentaram um pedido ao Serviço de Marcas e Patentes dos Estados Unidos para registrar uma criatura que estão produzindo em laboratório. A tal criatura (01)(07) seria uma mistura de homem com animal. Não se sabe direito que animal é este, mas deram a entender que tanto pode ser um macaco como um camundongo.
É fácil imaginar (03) um homem-macaco. Afinal, todos nós, no passado, já protagonizamos essa dobradinha. (08) E nem faz tanto tempo. Conheço gente que ainda se lembra de quando o avô desceu da árvore. (...) Já cruzamento de um homem com um camundongo é mais difícil de visualizar. (04) O único parâmetro conhecido é o Mickey, o rato mais bem-sucedido da história. Em cima dele, construiu-se um império que é, na verdade, uma ratoeira humana (...). (02)
A ideia de cruzar artificialmente seres humanos com animais não é nova. Já foi imaginada no começo do século pelo inglês H. G. Wells, em A Ilha do Dr. Moreau e, nos anos 50, pelo americano James Clavell, em A Mosca da Cabeça Branca. Ambas as histórias renderam vários filmes. Em todos eles, a parte humana levou um baita prejuízo. No filme do homem que virou mosca, o pobre Vincent Price ficou desesperado porque, com seu corpinho (09) de mosca, não conseguia chamar a atenção de sua mulher, para que esta o fizesse voltar ao normal. E olhe que ele foi o cientista que resolveu fazer a experiência.
Boa ideia. O ideal seria se os dois cientistas se oferecessem como cobaias de suas experiências. Um cruzaria o outro com o macaco. E o outro cruzaria o um (05) com o camundongo.
Ruy Castro. Manchete. 19 abr. 1998. (Adaptado.)
Questão 8366887
PUC-RS PUCRS 2011 1 FaseU FBP 2011
Não vai dar certo
Outro dia, (06) dois cientistas americanos apresentaram um pedido ao Serviço de Marcas e Patentes dos Estados Unidos para registrar uma criatura que estão produzindo em laboratório. A tal criatura (01)(07) seria uma mistura de homem com animal. Não se sabe direito que animal é este, mas deram a entender que tanto pode ser um macaco como um camundongo.
É fácil imaginar (03) um homem-macaco. Afinal, todos nós, no passado, já protagonizamos essa dobradinha. (08) E nem faz tanto tempo. Conheço gente que ainda se lembra de quando o avô desceu da árvore. (...) Já cruzamento de um homem com um camundongo é mais difícil de visualizar. (04) O único parâmetro conhecido é o Mickey, o rato mais bem-sucedido da história. Em cima dele, construiu-se um império que é, na verdade, uma ratoeira humana (...). (02)
A ideia de cruzar artificialmente seres humanos com animais não é nova. Já foi imaginada no começo do século pelo inglês H. G. Wells, em A Ilha do Dr. Moreau e, nos anos 50, pelo americano James Clavell, em A Mosca da Cabeça Branca. Ambas as histórias renderam vários filmes. Em todos eles, a parte humana levou um baita prejuízo. No filme do homem que virou mosca, o pobre Vincent Price ficou desesperado porque, com seu corpinho (09) de mosca, não conseguia chamar a atenção de sua mulher, para que esta o fizesse voltar ao normal. E olhe que ele foi o cientista que resolveu fazer a experiência.
Boa ideia. O ideal seria se os dois cientistas se oferecessem como cobaias de suas experiências. Um cruzaria o outro com o macaco. E o outro cruzaria o um (05) com o camundongo.
Ruy Castro. Manchete. 19 abr. 1998. (Adaptado.)
Com relação à experiência referida no texto, as informações permitem ao leitor conhecer
Não vai dar certo
Outro dia, (06) dois cientistas americanos apresentaram um pedido ao Serviço de Marcas e Patentes dos Estados Unidos para registrar uma criatura que estão produzindo em laboratório. A tal criatura (01)(07) seria uma mistura de homem com animal. Não se sabe direito que animal é este, mas deram a entender que tanto pode ser um macaco como um camundongo.
É fácil imaginar (03) um homem-macaco. Afinal, todos nós, no passado, já protagonizamos essa dobradinha. (08) E nem faz tanto tempo. Conheço gente que ainda se lembra de quando o avô desceu da árvore. (...) Já cruzamento de um homem com um camundongo é mais difícil de visualizar. (04) O único parâmetro conhecido é o Mickey, o rato mais bem-sucedido da história. Em cima dele, construiu-se um império que é, na verdade, uma ratoeira humana (...). (02)
A ideia de cruzar artificialmente seres humanos com animais não é nova. Já foi imaginada no começo do século pelo inglês H. G. Wells, em A Ilha do Dr. Moreau e, nos anos 50, pelo americano James Clavell, em A Mosca da Cabeça Branca. Ambas as histórias renderam vários filmes. Em todos eles, a parte humana levou um baita prejuízo. No filme do homem que virou mosca, o pobre Vincent Price ficou desesperado porque, com seu corpinho (09) de mosca, não conseguia chamar a atenção de sua mulher, para que esta o fizesse voltar ao normal. E olhe que ele foi o cientista que resolveu fazer a experiência.
Boa ideia. O ideal seria se os dois cientistas se oferecessem como cobaias de suas experiências. Um cruzaria o outro com o macaco. E o outro cruzaria o um (05) com o camundongo.
Ruy Castro. Manchete. 19 abr. 1998. (Adaptado.)
Questão 8366867
EPCAR EPCAR 2011 1 FaseU MATPOR 2011Texto II
A literatura da era digit@l
A internet tem sido um veículo de extrema importância para a divulgação dos escritores das novas gerações, assim (04) como dos autores de épocas em que os únicos meios de acesso à leitura eram o livro e os jornais. Hoje, com todo o advento da tecnologia, os leitores de diversas faixas etárias e de qualquer parte do mundo podem acessar e fazer o download gratuito de uma infinidade de livros, usando o site de buscas Google. Pesquisas recentes indicam que o número de obras literárias de poesia e ficção tem crescido consideravelmente dentro do espaço cibernético nos últimos anos (13). Vários escritores têm preferido publicar seus textos ou livros virtualmente a ter que enfrentar os critérios e a seleção (09), muitas vezes injusta, das editoras. Portanto, a internet tem se tornado um espaço facilitador que acaba por redimensionar a literatura em todo o mundo (12).
O espaço cibernético proporcionou também a aproximação do escritor com seu leitor. Há menos de quinze anos, o escritor era um completo desconhecido (10). Comprávamos um livro e o líamos sem grandes possibilidades de contato com o autor. Hoje, ao lermos um livro impresso ou digitalizado, podemos encontrar sites e blogs que trazem mais informações sobre o autor e seus processos de escrita, entrevistas, curiosidades sobre personagens e todo tipo de informação que puder advir da obra em questão. Vários desses endereços virtuais disponibilizam até mesmo (03) o e-mail do autor, de forma que seus leitores podem estabelecer contato com ele através de mensagens que muitas vezes são respondidas num tom cordial.
O escritor atual está mais próximo de seu leitor. A geração literária brasileira que vem se destacando no mercado editorial da última década, como Luís Ruffato, 35 Cíntia Moscovich, Marcelino Freire, Santiago Nazarian, Daniel Galera, Simone Campos, Nélson de Oliveira, e muitos outros, tem permitido que o leitor possa ingressar no “mundo do autor” e conhecer o dia a dia do escritor através de seus blogs e sites. Além disso, (05) há sites e portais especializados em literatura, como o Portal Literal, Literatura e Arte _ Cronópios, Rascunho, Releituras e outros, repletos de informações sobre literatura e entrevistas com uma ampla variedade de autores. Nos dias atuais, não basta publicar a obra, é preciso também publicar o autor (06). E grande parte dessa acessibilidade à figura do escritor tem sido proporcionada pela internet.
(...)
Muitos questionamentos acerca da resistência dos livros em relação à internet são constantemente elaborados, tanto por leitores comuns quanto por especialistas de várias áreas. O que já sabemos é que mesmo com (01) o desaparecimento do livro sendo alardeado há muitos anos, desde que obras digitalizadas começaram a aparecer na internet, as obras impressas não sumiram das editoras nem das livrarias. Pelo contrário, o número de editoras tem crescido consideravelmente no Brasil (11).
As vantagens que o advento da internet ofereceu ao ressurgimento dos livros nessa era de tecnologia e modernização não são poucas. Contudo, não podemos afirmar que se lê menos hoje do que há décadas. É possível que se leia de forma diferente. Agora há mais informações, textos mais diversificados, o leitor pode escolher e selecionar o que realmente quer ler. Claro que há aqueles que não dispensam os livros, as páginas, o cheiro, a história no papel impresso. Não podemos negar que é excitante possuir um livro nas mãos e lê-lo (08). Mas também, por outro lado (02), não podemos duvidar que a internet nos possibilita a leitura de livros (07) que não poderiam chegar às nossas mãos a não ser por ela.
(Revista Conhecimento Prático. Março/2010.p.24-28.)
Leia com atenção o fragmento a seguir.
“Pesquisas recentes indicam que o número de obras literárias de poesia e ficção tem crescido consideravelmente dentro do espaço cibernético nos últimos anos. ” (13)
Sobre esse fragmento, só NÃO se pode afirmar que:
Questão 8366866
EPCAR EPCAR 2011 1 FaseU MATPOR 2011Texto II
Assinale a alternativa em que a substituição proposta mantém o significado original e a correção gramatical.A literatura da era digit@l
A internet tem sido um veículo de extrema importância para a divulgação dos escritores das novas gerações, assim (04) como dos autores de épocas em que os únicos meios de acesso à leitura eram o livro e os jornais. Hoje, com todo o advento da tecnologia, os leitores de diversas faixas etárias e de qualquer parte do mundo podem acessar e fazer o download gratuito de uma infinidade de livros, usando o site de buscas Google. Pesquisas recentes indicam que o número de obras literárias de poesia e ficção tem crescido consideravelmente dentro do espaço cibernético nos últimos anos (13). Vários escritores têm preferido publicar seus textos ou livros virtualmente a ter que enfrentar os critérios e a seleção (09), muitas vezes injusta, das editoras. Portanto, a internet tem se tornado um espaço facilitador que acaba por redimensionar a literatura em todo o mundo (12).
O espaço cibernético proporcionou também a aproximação do escritor com seu leitor. Há menos de quinze anos, o escritor era um completo desconhecido (10). Comprávamos um livro e o líamos sem grandes possibilidades de contato com o autor. Hoje, ao lermos um livro impresso ou digitalizado, podemos encontrar sites e blogs que trazem mais informações sobre o autor e seus processos de escrita, entrevistas, curiosidades sobre personagens e todo tipo de informação que puder advir da obra em questão. Vários desses endereços virtuais disponibilizam até mesmo (03) o e-mail do autor, de forma que seus leitores podem estabelecer contato com ele através de mensagens que muitas vezes são respondidas num tom cordial.
O escritor atual está mais próximo de seu leitor. A geração literária brasileira que vem se destacando no mercado editorial da última década, como Luís Ruffato, 35 Cíntia Moscovich, Marcelino Freire, Santiago Nazarian, Daniel Galera, Simone Campos, Nélson de Oliveira, e muitos outros, tem permitido que o leitor possa ingressar no “mundo do autor” e conhecer o dia a dia do escritor através de seus blogs e sites. Além disso, (05) há sites e portais especializados em literatura, como o Portal Literal, Literatura e Arte _ Cronópios, Rascunho, Releituras e outros, repletos de informações sobre literatura e entrevistas com uma ampla variedade de autores. Nos dias atuais, não basta publicar a obra, é preciso também publicar o autor (06). E grande parte dessa acessibilidade à figura do escritor tem sido proporcionada pela internet.
(...)
Muitos questionamentos acerca da resistência dos livros em relação à internet são constantemente elaborados, tanto por leitores comuns quanto por especialistas de várias áreas. O que já sabemos é que mesmo com (01) o desaparecimento do livro sendo alardeado há muitos anos, desde que obras digitalizadas começaram a aparecer na internet, as obras impressas não sumiram das editoras nem das livrarias. Pelo contrário, o número de editoras tem crescido consideravelmente no Brasil (11).
As vantagens que o advento da internet ofereceu ao ressurgimento dos livros nessa era de tecnologia e modernização não são poucas. Contudo, não podemos afirmar que se lê menos hoje do que há décadas. É possível que se leia de forma diferente. Agora há mais informações, textos mais diversificados, o leitor pode escolher e selecionar o que realmente quer ler. Claro que há aqueles que não dispensam os livros, as páginas, o cheiro, a história no papel impresso. Não podemos negar que é excitante possuir um livro nas mãos e lê-lo (08). Mas também, por outro lado (02), não podemos duvidar que a internet nos possibilita a leitura de livros (07) que não poderiam chegar às nossas mãos a não ser por ela.
(Revista Conhecimento Prático. Março/2010.p.24-28.)
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