Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 8367330
ANA POR 9AF 008 ANA005 2011Leia o texto abaixo.
Fazer chacrinha
Márcio Cotrim
Os leitores não tão jovens sabem muito bem quem foi o Chacrinha, que marcou época com seu conhecido programa de TV Cassino do Chacrinha, líder de audiência durante anos. O animador, Abelardo Barbosa, fazia misérias no palco: jogava bacalhau na plateia, produtos de maquiagem e outras bugigangas, inclusive dinheiro em espécie, com a moldura de lindas garotas chamadas "chacretes". O prefixo do programa caiu no gosto popular: "Ô Terezinha, ô Terezinha, é um sucesso o Cassino do Chacrinha""Fazer chacrinha" virou sinônimo de bagunça festiva. Mas de onde vem a palavra chacrinha? Embora pareça ser o diminutivo de chácara, pequena propriedade rural, é mais correto relacioná-la ao sânscrito chakra, "roda", daí formar uma rodinha de pessoas para falar de algum assunto, para fofocar ou bater um papo animado. [...]
Língua Portuguesa. Ano III, n. 26. 2007. "Adaptado: Reforma Ortográfica".
A expressão "caiu no gosto popular" tem o sentido de
Questão 8367329
ANA POR 9AF 008 ANA005 2011Leia o texto abaixo
Formular perguntas sobre o cotidiano
Entender não significa apenas reconhecer o assunto, mas desenvolver uma relação entre os seus saberes e as informações externas ao próprio assunto.
Ler o mundo, decifrá-lo e reconstruí-lo, é ideal para o desenvolvimento não só dos textos, mas também da vida. O ser humano deveria ter um olhar atento para o que o rodeia, de forma a comparar, relacionar e inferir sobre suas leituras, filmes, papos entre amigos, revistas de qualidade e trazer tudo isso para seu universo pessoal.
Infelizmente, a fase dos porquês ficou isolada em nossa infância e deixamos de indagar sobre os mistérios da vida. Questionar é o início da aprendizagem, (...)
Se o mundo onde nos encontramos não nos dá respostas, procuramos em outros mundos, em outros meios, mas, se nos calamos, tornamo-nos mudos intelectualmente.
Formular perguntas sobre os vários fatos de nosso cotidiano e buscar respostas nas mais diversas fontes ideológicas, culturais e filosóficas é crucial, pois são essas informações que irão fundamentar o texto.
Língua Portuguesa - Especial Redação. São Paulo: Editora Segmento, 2008. p. 43 (P090327A9_SUP))
O autor desse texto defende a ideia
Questão 8367327
ANA POR 9AF 008 ANA005 2011Leia o texto abaixo.
Eu, etiqueta
Em minha calça está grudado um nome
que não é meu de batismo ou de cartório,
um nome... estranho.
(...)
minha gravata e cinto e escova e pente,
meu copo, minha xícara,
minha toalha de banho e sabonete,
meu isso, meu aquilo,
desde a cabeça ao bico dos sapatos,
são mensagens,
letras falantes,
gritos visuais,
ordens de uso, abuso, reincidência,
costume, hábito, premência,
indispensabilidade,
e fazem de mim homem-anúncio itinerante,
escravizado da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
seja negar minha identidade,
trocá-la por mil, açambarcando
todas as marcas registradas,
(...)
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é coisa.
Eu sou a coisa, coisamente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Corpo, Rio de Janeiro: Record, 1984.
Pela leitura desse texto, pode-se afirmar que o poeta (eu-lírico) sente-se
Questão 8367326
ANA POR 9AF 008 ANA002 2011
O que torna o texto engraçado é que
Questão 8367244
MACK MACK 2011 2Gerais 2011
A falta de recato (2) com a própria intimidade, revelada sem pejo (5) em algumas páginas da internet, nas telas do “Big Brother” e nas traseiras de automóveis, onde (1) se veem grudadas figurinhas representativas da composição da família proprietária, constitui, em um primeiro olhar, exercício de direito à autoexposição.
Pondero (7), para a reflexão do leitor, que o abuso desse direito à imagem escancarada poderá levar à supressão do direito fundamental à privacidade, abrindo espaço para a ditadura do monitoramento oficial ilimitado.
É, contudo (4), no exagerado exercício individual do direito de abrir mão da privacidade que mora (8) o problema. Se considero normal informar ao estranho que vai à traseira do meu carro que somos cinco em casa, como poderei exigir da loja da esquina a manutenção em segredo do cadastro que lá (3) preenchi" Por que o fiscal do Imposto de Renda deveria se privar de vasculhar minha conta corrente se tuito (6) a todos os que me “seguem” o quanto gastei no final de ano em determinado shopping"
(Adaptado de Roberto Soares Garcia, Folha de S. Paulo, 27/02/2011)
A falta de recato (2) com a própria intimidade, revelada sem pejo (5) em algumas páginas da internet, nas telas do “Big Brother” e nas traseiras de automóveis, onde (1) se veem grudadas figurinhas representativas da composição da família proprietária, constitui, em um primeiro olhar, exercício de direito à autoexposição.
Pondero (7), para a reflexão do leitor, que o abuso desse direito à imagem escancarada poderá levar à supressão do direito fundamental à privacidade, abrindo espaço para a ditadura do monitoramento oficial ilimitado.
É, contudo (4), no exagerado exercício individual do direito de abrir mão da privacidade que mora (8) o problema. Se considero normal informar ao estranho que vai à traseira do meu carro que somos cinco em casa, como poderei exigir da loja da esquina a manutenção em segredo do cadastro que lá (3) preenchi" Por que o fiscal do Imposto de Renda deveria se privar de vasculhar minha conta corrente se tuito (6) a todos os que me “seguem” o quanto gastei no final de ano em determinado shopping"
(Adaptado de Roberto Soares Garcia, Folha de S. Paulo, 27/02/2011)
Considere as seguintes afirmações:
O texto caracteriza-se como relato pessoal, com teor fortemente subjetivo, com verbos no passado, tendo por objetivo relatar uma situação particular vivida por seu autor.
O texto segue o estilo da crônica, sendo curto e leve, em linguagem informal, com objetivo principal de entreter o leitor por meio do uso destacado de humor.
O texto é um artigo de opinião persuasivo, em que seu autor se posiciona criticamente, defendendo uma tese por meio de argumentos que conduzem o leitor para uma conclusão.
Assinale:
Questão 8367242
MACK MACK 2011 1Gerais (2) 2011
Fala-se muito a respeito da importância do estado de ânimo e da personalidade do professor na facilitação do processo de aprendizagem na sala de aula. Além do salário, o reconhecimento da pessoa do mestre por parte da comunidade é muito importante. Se ele sair da sombra, se for conhecido, isso alavancará a sua autoestima, sem a qual o entusiasmo inexiste. Professor é a profissão na qual o entusiasmo é indispensável. A fé na importância da tarefa que ele desempenha depende de reconhecimento e de certa notoriedade, talvez mais do que entre outros profissionais.
(Adaptado de Anna Veronica Mautner)
Depreende-se corretamente do texto que:
Fala-se muito a respeito da importância do estado de ânimo e da personalidade do professor na facilitação do processo de aprendizagem na sala de aula. Além do salário, o reconhecimento da pessoa do mestre por parte da comunidade é muito importante. Se ele sair da sombra, se for conhecido, isso alavancará a sua autoestima, sem a qual o entusiasmo inexiste. Professor é a profissão na qual o entusiasmo é indispensável. A fé na importância da tarefa que ele desempenha depende de reconhecimento e de certa notoriedade, talvez mais do que entre outros profissionais.
(Adaptado de Anna Veronica Mautner)
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