Questões de EFAF Português
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Questão 11 166961
IFRN 2012Segundo a definição dada pela UNESCO, o analfabeto funcional
Questão 8 166958
IFRN 2012Leia o trecho a seguir e responda à questão.
Se incluirmos, nesse quadro, os analfabetos funcionais, a situação seria ainda mais negra.
O uso da palavra negra no trecho é considerado politicamente incorreto. Para isso ser evitado, poderíamos substituir essa palavra por
Questão 7 166956
IFRN 2012Outra dificuldade citada por ele é o fato de o poder público não poder obrigar a população analfabeta a voltar para a escola. “Na faixa etária de zero a 17 anos, isso pode ser feito, pois a criança ou o jovem está sob o pátrio poder dos responsáveis”.
No trecho, as aspas foram utilizadas para
Questão 6 166955
IFRN 2012Outra dificuldade citada por ele é o fato de o poder público não poder obrigar a população analfabeta a voltar para a escola. “Na faixa etária de zero a 17 anos, isso pode ser feito, pois a criança ou o jovem está sob o pátrio poder dos responsáveis”.
O vocábulo isso, em negrito e sublinhado no trecho, refere-se
Questão 5 166954
IFRN 2012Leia o trecho a seguir e responda a questão.
Outra dificuldade citada por ele é o fato de o poder público não poder obrigar a população analfabeta a voltar para a escola. “Na faixa etária de zero a 17 anos, isso pode ser feito, pois a criança ou o jovem está sob o pátrio poder dos responsáveis”.
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a classificação gramatical das palavras em negrito.
Questão 4 166953
IFRN 2012TEXTO
Taxa de analfabetismo no Brasil ainda é preocupante
Nesta década, o índice caiu apenas 0,5%.
Apesar dos quase R$ 3 bilhões investidos pelo governo federal na alfabetização de adultos e de a erradicação do analfabetismo ser meta do Plano Nacional de Educação, foram poucos os analfabetos que aprenderam a ler e escrever entre 2000 e 2010, diz Antônio Gois, com base nos dados do Censo 2010, em reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo.
No total da população de 15 anos ou mais, a proporção de iletrados caiu de 13,6% para 9,6%. Essa redução, no entanto, ocorreu principalmente entre crianças e jovens. Entre os brasileiros que começaram a década passada entre 20 e 49 anos, os avanços foram residuais. Em 2000, esse grupo tinha taxa de analfabetismo de 10%. Dez anos depois, portanto, com idades de 30 a 59 anos, essa geração terminou a década com uma proporção de 9,5% de analfabetos, queda de 0,5 pontos percentuais.

Fonte: http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/?s=analfabetos
Para Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a queda residual não deve levar a sociedade a desistir de alfabetizar os adultos. “É direito constitucional. Além disso, é investimento que também impacta a qualidade da educação dos mais jovens, pois o pai com melhor escolaridade tem melhores condições de ajudar o filho na escola”.
Para o Ministro da Educação Fernando Haddad, a maior dificuldade na alfabetização de adultos hoje é sua concentração no meio rural. Segundo ele, o problema não está na oferta, mas na falta de demanda por parte de uma população ocupada principalmente em atividades agrícolas. “Se considerarmos apenas a população de 15 a 59 anos nas cidades, a taxa de analfabetismo é de cerca de 5%. No meio rural, essa proporção se aproxima de 20%.”
Outra dificuldade citada por ele é o fato de o poder público não poder obrigar a população analfabeta a voltar para a escola. “Na faixa etária de zero a 17 anos, isso pode ser feito, pois a criança ou o jovem está sob o pátrio poder dos responsáveis. A partir de 18, você pode oferecer as vagas, mas não tem como obrigar a matrícula”. Isso, no entanto, não desobriga o Estado de, em nome da cidadania, continuar investindo em programas de alfabetização de adultos.
A maioria dos analfabetos do país está no Nordeste, que concentra 53,3% (7,43 milhões) do total de brasileiros que não sabem nem ler nem escrever. Esse percentual é maior do que em 2000, quando era de 51,4%. O Nordeste também tem o Estado na pior situação: 24,3% dos habitantes de Alagoas (537 mil em 2,21 milhões) são analfabetos. Em 2000, eram 33,4%. Alagoas também concentra a maior taxa de analfabetos na zona rural (38,6% da população rural com 15 anos ou mais não sabe ler nem escrever).

A situação do analfabetismo entre os mais jovens, no Brasil, continua preocupante. Na faixa entre 10 e 29 anos, o percentual é de 3,22%, e sobe para 3,91% entre os 10 e os 14 anos, o que significa que a escola está ensinando a ler muito tarde e muito mal.
Esse “muito mal” traz implícito que esses jovens e adultos são quase analfabetos absolutos, ou seja, são capazes apenas de decodificar um bilhete com meia dúzia de palavras simples. Se incluirmos, nesse quadro, os analfabetos funcionais, a situação seria ainda mais negra.
A UNESCO define analfabeto funcional como aquele que sabe escrever seu próprio nome, sabe ler e escrever frases simples, efetuar cálculos básicos, porém é incapaz de interpretar o que lê e de usar a leitura e a escrita em atividades cotidianas, impossibilitando seu desenvolvimento pessoal e profissional. Ou seja, o analfabeto funcional não consegue extrair o sentido das palavras, colocar ideias no papel por meio da escrita, nem sabe fazer operações matemáticas mais elaboradas.
(Texto escrito para esta avaliação a partir dos sites http://fernandonogueiracosta.files.wordpress.com/2 011/05/analfabetismo-no-brasil.png; http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.as p?artigo=700; e http://vidaeducacao.com.br/?p=1201
Leia o trecho a seguir, retirado do Texto, para responder à questão.
“Além disso, é investimento que também impacta a qualidade da educação dos mais jovens, pois o pai com melhor escolaridade tem melhores condições de ajudar o filho na escola”.
Pode-se substituir, sem prejuízo de sentido, a palavra “pois” por
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