Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 19 166969
IFRN 2012TEXTO
O Analfabeto Político
Bertolt Brecht
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Disponível em . Acesso em 31 out. 2011.
O Texto utiliza-se da
Questão 17 166967
IFRN 2012TEXTO
Ler devia ser proibido... Comece a ler HOJE
LER PODE TORNAR O HOMEM PERIGOSAMENTE HUMANO
"[...] A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.”
Muito interessante essa leitura, né? Pois é! Nesse trecho, está escrita a mais pura verdade, pois a leitura liberta da alienação da ideologia imposta pelo sistema, então, podemos chegar à conclusão de que ler é realmente perigoso, mas muito mais perigosa é a alienação de quem sequer sabe ler, e bem pior é quem sabe ler, mas não sabe o poder que as palavras têm não sabendo interpretá-las.
Beeeijos e até mais!!!
Blog de Sheizy Andrade. Disponível em <http://sheizyandrade.blogspot.com/2010_04_01_archive.html>. Acesso em 18 out. de 2011.
Considere o seguinte trecho do Texto para responder à questão.
[...] bem pior é quem sabe ler, mas não sabe o poder que as palavras têm não sabendo interpretá-las.
Assinale a opção em que o sentido do provérbio mais se aproxima da ideia contida no trecho destacado.
Questão 15 166965
IFRN 2012TEXTO
Ler devia ser proibido... Comece a ler HOJE
LER PODE TORNAR O HOMEM PERIGOSAMENTE HUMANO
"[...] A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.”
Muito interessante essa leitura, né? Pois é! Nesse trecho, está escrita a mais pura verdade, pois a leitura liberta da alienação da ideologia imposta pelo sistema, então, podemos chegar à conclusão de que ler é realmente perigoso, mas muito mais perigosa é a alienação de quem sequer sabe ler, e bem pior é quem sabe ler, mas não sabe o poder que as palavras têm não sabendo interpretá-las.
Beeeijos e até mais!!!
Blog de Sheizy Andrade. Disponível em <http://sheizyandrade.blogspot.com/2010_04_01_archive.html>. Acesso em 18 out. de 2011.
No título do Texto, a expressão “Comece a ler HOJE” tem como objetivo principal
Questão 14 166964
IFRN 2012TEXTO
Taxa de analfabetismo no Brasil ainda é preocupante
Nesta década, o índice caiu apenas 0,5%.
Apesar dos quase R$ 3 bilhões investidos pelo governo federal na alfabetização de adultos e de a erradicação do analfabetismo ser meta do Plano Nacional de Educação, foram poucos os analfabetos que aprenderam a ler e escrever entre 2000 e 2010, diz Antônio Gois, com base nos dados do Censo 2010, em reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo.
No total da população de 15 anos ou mais, a proporção de iletrados caiu de 13,6% para 9,6%. Essa redução, no entanto, ocorreu principalmente entre crianças e jovens. Entre os brasileiros que começaram a década passada entre 20 e 49 anos, os avanços foram residuais. Em 2000, esse grupo tinha taxa de analfabetismo de 10%. Dez anos depois, portanto, com idades de 30 a 59 anos, essa geração terminou a década com uma proporção de 9,5% de analfabetos, queda de 0,5 pontos percentuais.

Fonte: http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/?s=analfabetos
Para Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a queda residual não deve levar a sociedade a desistir de alfabetizar os adultos. “É direito constitucional. Além disso, é investimento que também impacta a qualidade da educação dos mais jovens, pois o pai com melhor escolaridade tem melhores condições de ajudar o filho na escola”.
Para o Ministro da Educação Fernando Haddad, a maior dificuldade na alfabetização de adultos hoje é sua concentração no meio rural. Segundo ele, o problema não está na oferta, mas na falta de demanda por parte de uma população ocupada principalmente em atividades agrícolas. “Se considerarmos apenas a população de 15 a 59 anos nas cidades, a taxa de analfabetismo é de cerca de 5%. No meio rural, essa proporção se aproxima de 20%.”
Outra dificuldade citada por ele é o fato de o poder público não poder obrigar a população analfabeta a voltar para a escola. “Na faixa etária de zero a 17 anos, isso pode ser feito, pois a criança ou o jovem está sob o pátrio poder dos responsáveis. A partir de 18, você pode oferecer as vagas, mas não tem como obrigar a matrícula”. Isso, no entanto, não desobriga o Estado de, em nome da cidadania, continuar investindo em programas de alfabetização de adultos.
A maioria dos analfabetos do país está no Nordeste, que concentra 53,3% (7,43 milhões) do total de brasileiros que não sabem nem ler nem escrever. Esse percentual é maior do que em 2000, quando era de 51,4%. O Nordeste também tem o Estado na pior situação: 24,3% dos habitantes de Alagoas (537 mil em 2,21 milhões) são analfabetos. Em 2000, eram 33,4%. Alagoas também concentra a maior taxa de analfabetos na zona rural (38,6% da população rural com 15 anos ou mais não sabe ler nem escrever).

A situação do analfabetismo entre os mais jovens, no Brasil, continua preocupante. Na faixa entre 10 e 29 anos, o percentual é de 3,22%, e sobe para 3,91% entre os 10 e os 14 anos, o que significa que a escola está ensinando a ler muito tarde e muito mal.
Esse “muito mal” traz implícito que esses jovens e adultos são quase analfabetos absolutos, ou seja, são capazes apenas de decodificar um bilhete com meia dúzia de palavras simples. Se incluirmos, nesse quadro, os analfabetos funcionais, a situação seria ainda mais negra.
A UNESCO define analfabeto funcional como aquele que sabe escrever seu próprio nome, sabe ler e escrever frases simples, efetuar cálculos básicos, porém é incapaz de interpretar o que lê e de usar a leitura e a escrita em atividades cotidianas, impossibilitando seu desenvolvimento pessoal e profissional. Ou seja, o analfabeto funcional não consegue extrair o sentido das palavras, colocar ideias no papel por meio da escrita, nem sabe fazer operações matemáticas mais elaboradas.
(Texto escrito para esta avaliação a partir dos sites http://fernandonogueiracosta.files.wordpress.com/2 011/05/analfabetismo-no-brasil.png; http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.as p?artigo=700; e http://vidaeducacao.com.br/?p=1201
A leitura dos elementos verbais e não verbais presentes na charge que integra o Texto permite afirmar que
I. as roupas remendadas, os pés descalços e a fala da mãe denunciam que a educação de qualidade não é oferecida às famílias mais pobres.
II. a presença dos três filhos (na barriga, no colo e ao lado da mãe) e a fala da criança mais velha é uma crítica à falta de controle da natalidade.
III. o bebê magro e desnudo, os cabelos da mãe e a cor do menino mais velho denunciam que educação de qualidade é mais acessível aos brancos
Questão 13 166963
IFRN 2012TEXTO
Taxa de analfabetismo no Brasil ainda é preocupante
Nesta década, o índice caiu apenas 0,5%.
Apesar dos quase R$ 3 bilhões investidos pelo governo federal na alfabetização de adultos e de a erradicação do analfabetismo ser meta do Plano Nacional de Educação, foram poucos os analfabetos que aprenderam a ler e escrever entre 2000 e 2010, diz Antônio Gois, com base nos dados do Censo 2010, em reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo.
No total da população de 15 anos ou mais, a proporção de iletrados caiu de 13,6% para 9,6%. Essa redução, no entanto, ocorreu principalmente entre crianças e jovens. Entre os brasileiros que começaram a década passada entre 20 e 49 anos, os avanços foram residuais. Em 2000, esse grupo tinha taxa de analfabetismo de 10%. Dez anos depois, portanto, com idades de 30 a 59 anos, essa geração terminou a década com uma proporção de 9,5% de analfabetos, queda de 0,5 pontos percentuais.

Fonte: http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/?s=analfabetos
Para Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a queda residual não deve levar a sociedade a desistir de alfabetizar os adultos. “É direito constitucional. Além disso, é investimento que também impacta a qualidade da educação dos mais jovens, pois o pai com melhor escolaridade tem melhores condições de ajudar o filho na escola”.
Para o Ministro da Educação Fernando Haddad, a maior dificuldade na alfabetização de adultos hoje é sua concentração no meio rural. Segundo ele, o problema não está na oferta, mas na falta de demanda por parte de uma população ocupada principalmente em atividades agrícolas. “Se considerarmos apenas a população de 15 a 59 anos nas cidades, a taxa de analfabetismo é de cerca de 5%. No meio rural, essa proporção se aproxima de 20%.”
Outra dificuldade citada por ele é o fato de o poder público não poder obrigar a população analfabeta a voltar para a escola. “Na faixa etária de zero a 17 anos, isso pode ser feito, pois a criança ou o jovem está sob o pátrio poder dos responsáveis. A partir de 18, você pode oferecer as vagas, mas não tem como obrigar a matrícula”. Isso, no entanto, não desobriga o Estado de, em nome da cidadania, continuar investindo em programas de alfabetização de adultos.
A maioria dos analfabetos do país está no Nordeste, que concentra 53,3% (7,43 milhões) do total de brasileiros que não sabem nem ler nem escrever. Esse percentual é maior do que em 2000, quando era de 51,4%. O Nordeste também tem o Estado na pior situação: 24,3% dos habitantes de Alagoas (537 mil em 2,21 milhões) são analfabetos. Em 2000, eram 33,4%. Alagoas também concentra a maior taxa de analfabetos na zona rural (38,6% da população rural com 15 anos ou mais não sabe ler nem escrever).

A situação do analfabetismo entre os mais jovens, no Brasil, continua preocupante. Na faixa entre 10 e 29 anos, o percentual é de 3,22%, e sobe para 3,91% entre os 10 e os 14 anos, o que significa que a escola está ensinando a ler muito tarde e muito mal.
Esse “muito mal” traz implícito que esses jovens e adultos são quase analfabetos absolutos, ou seja, são capazes apenas de decodificar um bilhete com meia dúzia de palavras simples. Se incluirmos, nesse quadro, os analfabetos funcionais, a situação seria ainda mais negra.
A UNESCO define analfabeto funcional como aquele que sabe escrever seu próprio nome, sabe ler e escrever frases simples, efetuar cálculos básicos, porém é incapaz de interpretar o que lê e de usar a leitura e a escrita em atividades cotidianas, impossibilitando seu desenvolvimento pessoal e profissional. Ou seja, o analfabeto funcional não consegue extrair o sentido das palavras, colocar ideias no papel por meio da escrita, nem sabe fazer operações matemáticas mais elaboradas.
(Texto escrito para esta avaliação a partir dos sites http://fernandonogueiracosta.files.wordpress.com/2 011/05/analfabetismo-no-brasil.png; http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.as p?artigo=700; e http://vidaeducacao.com.br/?p=1201
A charge que integra a Texto tem como principal intenção comunicativa
Questão 12 166962
IFRN 2012Na frase “Nesta década, o índice caiu apenas 0,5%”, o termo sublinhado expressa que o autor
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)