Questões de EFAF Português
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Questão 4 433859
IFAL 2012Texto
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Paraí-ba (Céceu)
Pê - a - pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte, do caboclo forte
Do homem disposto esperando chover
Da gente que canta com água nos olhos
Chorando e sorrindo, querendo viver
Do sertão torrado, do gado magrinho
Do açude sequinho, do céu tão azul
Do velho sentado num banquinho velho
Comendo com gosto um prato de angu
Acende o cachimbo, dá uma tragada
Não sabe de nada da vida do sul
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte que tem seu progresso
Que manda sucesso pra todo país
Que sente a presença da mãe natureza
Que vê a riqueza nascer da raiz
Que acredita em Deus, também no pecado
Que faz do roçado a sua oração
E ainda confia no seu semelhante
E vai sempre avante em busca do pão
O pão que é nosso, que garante a vida
Terrinha querida do meu coração
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a - bá
Paraíba
(Em: Ramalho, Zé. Duetos. BMG. São Paulo, 2004. CD-ROM.)
Considerando-se a linguagem e a estrutura do texto, é possível enquadrá-lo no gênero:
Questão 3 433857
IFAL 2012Texto
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Paraí-ba (Céceu)
Pê - a - pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte, do caboclo forte
Do homem disposto esperando chover
Da gente que canta com água nos olhos
Chorando e sorrindo, querendo viver
Do sertão torrado, do gado magrinho
Do açude sequinho, do céu tão azul
Do velho sentado num banquinho velho
Comendo com gosto um prato de angu
Acende o cachimbo, dá uma tragada
Não sabe de nada da vida do sul
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte que tem seu progresso
Que manda sucesso pra todo país
Que sente a presença da mãe natureza
Que vê a riqueza nascer da raiz
Que acredita em Deus, também no pecado
Que faz do roçado a sua oração
E ainda confia no seu semelhante
E vai sempre avante em busca do pão
O pão que é nosso, que garante a vida
Terrinha querida do meu coração
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a - bá
Paraíba
(Em: Ramalho, Zé. Duetos. BMG. São Paulo, 2004. CD-ROM.)
Podemos tirar algumas conclusões sobre o texto Paraí-ba, exceto que
Questão 2 433856
IFAL 2012Texto
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Paraí-ba (Céceu)
Pê - a - pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte, do caboclo forte
Do homem disposto esperando chover
Da gente que canta com água nos olhos
Chorando e sorrindo, querendo viver
Do sertão torrado, do gado magrinho
Do açude sequinho, do céu tão azul
Do velho sentado num banquinho velho
Comendo com gosto um prato de angu
Acende o cachimbo, dá uma tragada
Não sabe de nada da vida do sul
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte que tem seu progresso
Que manda sucesso pra todo país
Que sente a presença da mãe natureza
Que vê a riqueza nascer da raiz
Que acredita em Deus, também no pecado
Que faz do roçado a sua oração
E ainda confia no seu semelhante
E vai sempre avante em busca do pão
O pão que é nosso, que garante a vida
Terrinha querida do meu coração
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a - bá
Paraíba
(Em: Ramalho, Zé. Duetos. BMG. São Paulo, 2004. CD-ROM.)
Podemos concluir do texto Paraí-ba que
Questão 10 419445
IFSul - Rio-Grandense 2012/2Leia, com o máximo empenho de compreensão, o texto seguinte para responder à questão.
Velha e louca
[1] Pode falar que eu não ligo,
[2] Agora, amigo,
[3] Eu tô em outra,
[4] Eu tô ficando velha,
[5] Eu tô ficando louca.
[6] Pode avisar qu'eu não vou,
[7] Oh oh oh...
[8] Eu tô na estrada,
[9] Eu nunca sei da hora,
[10] Eu nunca sei de nada.
[11] Nem vem tirar
[12] Meu riso frouxo com algum conselho
[13] Que hoje eu passei batom vermelho,
[14] Eu tenho tido a alegria como dom
[15] Em cada canto eu vejo o lado bom.
[16] Pode falar qu'eu nem ligo,
[17] Agora eu sigo
[18] O meu nariz,
[19] Respiro fundo e canto
[20] Mesmo que um tanto rouca.
[21] Pode falar, não importa
[22] O que eu tenho de torta,
[23] Eu tenho de feliz,
[24] Eu vou cambaleando
[25] De perna bamba e solta
Mallu Magalhães in “Pitanga”, cd gravado no estúdio El Rocha, em São Paulo, SP, entre maio e julho de 2011.
Nos versos 6 e 16, encontra-se um fenônemo linguístico (qu’eu) denominado elisão. A utilização desse recurso, no texto, obedece a critérios de
Questão 9 419444
IFSul - Rio-Grandense 2012/2Leia, com o máximo empenho de compreensão, o texto seguinte para responder à questão.
Velha e louca
[1] Pode falar que eu não ligo,
[2] Agora, amigo,
[3] Eu tô em outra,
[4] Eu tô ficando velha,
[5] Eu tô ficando louca.
[6] Pode avisar qu'eu não vou,
[7] Oh oh oh...
[8] Eu tô na estrada,
[9] Eu nunca sei da hora,
[10] Eu nunca sei de nada.
[11] Nem vem tirar
[12] Meu riso frouxo com algum conselho
[13] Que hoje eu passei batom vermelho,
[14] Eu tenho tido a alegria como dom
[15] Em cada canto eu vejo o lado bom.
[16] Pode falar qu'eu nem ligo,
[17] Agora eu sigo
[18] O meu nariz,
[19] Respiro fundo e canto
[20] Mesmo que um tanto rouca.
[21] Pode falar, não importa
[22] O que eu tenho de torta,
[23] Eu tenho de feliz,
[24] Eu vou cambaleando
[25] De perna bamba e solta
Mallu Magalhães in “Pitanga”, cd gravado no estúdio El Rocha, em São Paulo, SP, entre maio e julho de 2011.
A relação de sentido estabelecida entre os versos 22 e 25, evidencia que a voz poética está
Questão 8 419443
IFSul - Rio-Grandense 2012/2Leia, com o máximo empenho de compreensão, o texto seguinte para responder à questão.
Velha e louca
[1] Pode falar que eu não ligo,
[2] Agora, amigo,
[3] Eu tô em outra,
[4] Eu tô ficando velha,
[5] Eu tô ficando louca.
[6] Pode avisar qu'eu não vou,
[7] Oh oh oh...
[8] Eu tô na estrada,
[9] Eu nunca sei da hora,
[10] Eu nunca sei de nada.
[11] Nem vem tirar
[12] Meu riso frouxo com algum conselho
[13] Que hoje eu passei batom vermelho,
[14] Eu tenho tido a alegria como dom
[15] Em cada canto eu vejo o lado bom.
[16] Pode falar qu'eu nem ligo,
[17] Agora eu sigo
[18] O meu nariz,
[19] Respiro fundo e canto
[20] Mesmo que um tanto rouca.
[21] Pode falar, não importa
[22] O que eu tenho de torta,
[23] Eu tenho de feliz,
[24] Eu vou cambaleando
[25] De perna bamba e solta
Mallu Magalhães in “Pitanga”, cd gravado no estúdio El Rocha, em São Paulo, SP, entre maio e julho de 2011.
Na Língua Portuguesa, o verbo tirar tem vários significados. No verso 11, ele foi utilizado com sentido de
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