Questões de EFAF Português
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Questão 14 618477
CTI (UNIFICADO) 2012Leia o texto para responder à questão.
Os cursos técnicos ou profissionalizantes têm ganhado cada vez mais popularidade entre os brasileiros. Elaborados para capacitar as pessoas com base prática e teórica em diferentes ramos, os cursos têm público composto por quem busca acelerar o aprendizado de uma profissão e a entrada no mercado de trabalho.
Novas vagas são abertas diariamente pelas empresas brasileiras, mas elas ainda estão carentes de mão de obra qualificada. Por isso, muitas companhias firmam parcerias com escolas para capacitar seus profissionais.
Uma das vantagens é terminar os estudos já com uma profissão, antes mesmo de cursar uma faculdade.
Os cursos técnicos foram criados por Getúlio Vargas, na década de 1930, e vêm demonstrando grande crescimento. Segundo o Censo escolar de 2010, perto de um milhão e meio de alunos estão matriculados no ensino profissional, distribuídos por vários setores, chamados de eixos tecnológicos.
(Veja São Paulo, 05.10.2011. Adaptado)
Considere os trechos.
Elaborados para capacitar as pessoas com base prática e teórica...
Por isso, muitas companhias firmam parcerias com escolas...
Segundo a norma padrão, substituindo-se as palavras destacadas por pronomes, tem-se, respectivamente:
Questão 11 618456
CTI (UNIFICADO) 2012A tirinha de Mafalda, do cartunista argentino Quino, serve de base para a questão.

Para analisar as afirmações, leia a frase do 2.º quadrinho: Se todo mundo diz que a vida é a melhor escola!... (...) a gente não aprende tudo na vida? O que é que tem de ruim a escola da vida?
I. O antônimo de melhor e o de ruim são, respectivamente, pior e bom.
II. As expressões todo mundo e tudo exprimem um sentido de amplitude.
III. Segundo as regras gramaticais, em – (...) a gente não aprende tudo na vida? – substituindo-se a gente por nós, a frase se mantém correta, sem alterar a concordância do verbo.
Está correto, apenas, o que se afirma em
Questão 10 618454
CTI (UNIFICADO) 2012A tirinha de Mafalda, do cartunista argentino Quino, serve de base para a questão.

A intenção do autor é que o humor seja resultado da
Questão 8 618438
CTI (UNIFICADO) 2012Leia o texto para responder à questão.
O português de bengala
O título pode levar o leitor a se enganar, se ele pensa que o remete a alguma anedota preconceituosa. Ele se refere à língua portuguesa.
A língua falada no Brasil anda trôpega, porque se abusa de expressões que não são necessárias para a construção de sentido da frase. Servem apenas de bengala para quem fala, no intuito de ganhar um tempinho para encaminhar melhor sua ideia ou para manter o passo.
Não me refiro aos cacoetes individuais que marcam o falante, como o do tio de um jornalista que, de tanto encaixar a palavra “porém”, ganhou o apelido carinhoso de “meu tio adversativo”.
Refiro-me às muletas coletivas. Àquelas falas que andam de bengala por aí. Um exemplo é o “sabia?”. Na dramaturgia fácil das telenovelas, aparece vinte vezes a cada capítulo. Os mais novos vão copiando os mais velhos, sabia?
Há bengalas que entram no início da frase, como o “então”. Sem quê nem pra quê, como se a pessoa retomasse uma fala que não houve, alonga-se um “então”, depois de um silêncio: “Então... não sei ainda se vou fazer pedagogia”. Ou a bengala explicativa – “O que acontece?” – que precede uma explicação, uma justificativa, mas não é necessária.
Bastante comuns são o emprego do pronome (ele, ela), sem a menor função na frase. “A prefeitura ela demora muitos dias para expedir uma guia.” E o da preposição “em”, também inútil: “Somos em quatro”.
Esse fato linguístico não é uma característica da atualidade. Há registros, datados de 1900, contra quem pontuava as frases com um “entende?”. Com essa expressão, o falante pretende induzir o interlocutor a compreender o que é claro.
Usam-se muitas outras expressões como penduricalhos nas frases: “tipo assim”, “não é verdade?”.
Uma fala simples pode se transformar, facilmente, em:
– Então...Não sei ainda se vou fazer pedagogia. O que acontece? É complicado lidar com criança, sabia? A criança ela exige muito, tipo assim, não sabe fazer as coisas sozinha, entende? Fico na dúvida, não é verdade?
Prefiro a língua mais enxuta e exata. Entende?
(Ivan Ângelo. Veja São Paulo, 05.10.2011. Adaptado)
Considere a seguinte frase do 5.º parágrafo.
Ou a bengala explicativa – “O que acontece?” – que precede uma explicação, uma justificativa, mas não é necessária.
A palavra mas exprime a ideia de
Questão 7 618436
CTI (UNIFICADO) 2012Leia o texto para responder à questão.
O português de bengala
O título pode levar o leitor a se enganar, se ele pensa que o remete a alguma anedota preconceituosa. Ele se refere à língua portuguesa.
A língua falada no Brasil anda trôpega, porque se abusa de expressões que não são necessárias para a construção de sentido da frase. Servem apenas de bengala para quem fala, no intuito de ganhar um tempinho para encaminhar melhor sua ideia ou para manter o passo.
Não me refiro aos cacoetes individuais que marcam o falante, como o do tio de um jornalista que, de tanto encaixar a palavra “porém”, ganhou o apelido carinhoso de “meu tio adversativo”.
Refiro-me às muletas coletivas. Àquelas falas que andam de bengala por aí. Um exemplo é o “sabia?”. Na dramaturgia fácil das telenovelas, aparece vinte vezes a cada capítulo. Os mais novos vão copiando os mais velhos, sabia?
Há bengalas que entram no início da frase, como o “então”. Sem quê nem pra quê, como se a pessoa retomasse uma fala que não houve, alonga-se um “então”, depois de um silêncio: “Então... não sei ainda se vou fazer pedagogia”. Ou a bengala explicativa – “O que acontece?” – que precede uma explicação, uma justificativa, mas não é necessária.
Bastante comuns são o emprego do pronome (ele, ela), sem a menor função na frase. “A prefeitura ela demora muitos dias para expedir uma guia.” E o da preposição “em”, também inútil: “Somos em quatro”.
Esse fato linguístico não é uma característica da atualidade. Há registros, datados de 1900, contra quem pontuava as frases com um “entende?”. Com essa expressão, o falante pretende induzir o interlocutor a compreender o que é claro.
Usam-se muitas outras expressões como penduricalhos nas frases: “tipo assim”, “não é verdade?”.
Uma fala simples pode se transformar, facilmente, em:
– Então...Não sei ainda se vou fazer pedagogia. O que acontece? É complicado lidar com criança, sabia? A criança ela exige muito, tipo assim, não sabe fazer as coisas sozinha, entende? Fico na dúvida, não é verdade?
Prefiro a língua mais enxuta e exata. Entende?
(Ivan Ângelo. Veja São Paulo, 05.10.2011. Adaptado)
Em – Usam-se muitas outras expressões… – (8.º parágrafo), o sujeito da frase é
Questão 6 618422
CTI (UNIFICADO) 2012Leia o texto para responder à questão.
O português de bengala
O título pode levar o leitor a se enganar, se ele pensa que o remete a alguma anedota preconceituosa. Ele se refere à língua portuguesa.
A língua falada no Brasil anda trôpega, porque se abusa de expressões que não são necessárias para a construção de sentido da frase. Servem apenas de bengala para quem fala, no intuito de ganhar um tempinho para encaminhar melhor sua ideia ou para manter o passo.
Não me refiro aos cacoetes individuais que marcam o falante, como o do tio de um jornalista que, de tanto encaixar a palavra “porém”, ganhou o apelido carinhoso de “meu tio adversativo”.
Refiro-me às muletas coletivas. Àquelas falas que andam de bengala por aí. Um exemplo é o “sabia?”. Na dramaturgia fácil das telenovelas, aparece vinte vezes a cada capítulo. Os mais novos vão copiando os mais velhos, sabia?
Há bengalas que entram no início da frase, como o “então”. Sem quê nem pra quê, como se a pessoa retomasse uma fala que não houve, alonga-se um “então”, depois de um silêncio: “Então... não sei ainda se vou fazer pedagogia”. Ou a bengala explicativa – “O que acontece?” – que precede uma explicação, uma justificativa, mas não é necessária.
Bastante comuns são o emprego do pronome (ele, ela), sem a menor função na frase. “A prefeitura ela demora muitos dias para expedir uma guia.” E o da preposição “em”, também inútil: “Somos em quatro”.
Esse fato linguístico não é uma característica da atualidade. Há registros, datados de 1900, contra quem pontuava as frases com um “entende?”. Com essa expressão, o falante pretende induzir o interlocutor a compreender o que é claro.
Usam-se muitas outras expressões como penduricalhos nas frases: “tipo assim”, “não é verdade?”.
Uma fala simples pode se transformar, facilmente, em:
– Então...Não sei ainda se vou fazer pedagogia. O que acontece? É complicado lidar com criança, sabia? A criança ela exige muito, tipo assim, não sabe fazer as coisas sozinha, entende? Fico na dúvida, não é verdade?
Prefiro a língua mais enxuta e exata. Entende?
(Ivan Ângelo. Veja São Paulo, 05.10.2011. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o adjetivo, em destaque, apresenta a mesma forma de gênero que o da frase do 3.º parágrafo: Não me refiro aos cacoetes individuais que marcam o falante …
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