Questões de EFAF Português
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Questão 8365892
CN CN 2011 1 FaseU Demais 2012
Geração Y
Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais, impacientes, preocupados consigo mesmos e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo. São interessados em construir um mundo melhor e, em pouco tempo, vão tomar conta do planeta. Eis algumas outras de suas características: só fazem o que gostam; não conseguem passar mais de três meses no mesmo trabalho. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer.
Com vinte e poucos anos, esses jovens são os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos, provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos.
A novidade é que esse "umbiguismo" não é, necessariamente, negativo. Dizem que esses jovens estão aptos a desenvolver a autorrealização, algo que, ate hoje, foi apenas um conceito. Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando agir de acordo com seus próprios interesses, estão levando a sociedade a um novo estágio, que será muito diferente do que conhecemos.
No trabalho, é comum os recém-contratados pularem de um emprego para o outro, tratarem os superiores como colegas de turma ou baterem a porta quando não são reconhecidos. Não são revoltados e têm valores éticos muito fortes; priorizam o aprendizado e as relações humanas. Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas.
Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente. Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas.
Para alguns, são indivíduos multitarefas: ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os desafios, constantes. É mais ou menos como se os nascidos nas duas últimas décadas fossem um celular de última geração.
(Revista Galileu (Adaptado))
Assinale a opção em que a mudança de pontuação altera o sentido original.
Geração Y
Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais, impacientes, preocupados consigo mesmos e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo. São interessados em construir um mundo melhor e, em pouco tempo, vão tomar conta do planeta. Eis algumas outras de suas características: só fazem o que gostam; não conseguem passar mais de três meses no mesmo trabalho. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer.
Com vinte e poucos anos, esses jovens são os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos, provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos.
A novidade é que esse "umbiguismo" não é, necessariamente, negativo. Dizem que esses jovens estão aptos a desenvolver a autorrealização, algo que, ate hoje, foi apenas um conceito. Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando agir de acordo com seus próprios interesses, estão levando a sociedade a um novo estágio, que será muito diferente do que conhecemos.
No trabalho, é comum os recém-contratados pularem de um emprego para o outro, tratarem os superiores como colegas de turma ou baterem a porta quando não são reconhecidos. Não são revoltados e têm valores éticos muito fortes; priorizam o aprendizado e as relações humanas. Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas.
Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente. Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas.
Para alguns, são indivíduos multitarefas: ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os desafios, constantes. É mais ou menos como se os nascidos nas duas últimas décadas fossem um celular de última geração.
(Revista Galileu (Adaptado))
Questão 8365889
CN CN 2011 1 FaseU Demais 2012
Geração Y
Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais, impacientes, preocupados consigo mesmos e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo. São interessados em construir um mundo melhor e, em pouco tempo, vão tomar conta do planeta. Eis algumas outras de suas características: só fazem o que gostam; não conseguem passar mais de três meses no mesmo trabalho. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer.
Com vinte e poucos anos, esses jovens são os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos, provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos.
A novidade é que esse "umbiguismo" não é, necessariamente, negativo. Dizem que esses jovens estão aptos a desenvolver a autorrealização, algo que, ate hoje, foi apenas um conceito. Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando agir de acordo com seus próprios interesses, estão levando a sociedade a um novo estágio, que será muito diferente do que conhecemos.
No trabalho, é comum os recém-contratados pularem de um emprego para o outro, tratarem os superiores como colegas de turma ou baterem a porta quando não são reconhecidos. Não são revoltados e têm valores éticos muito fortes; priorizam o aprendizado e as relações humanas. Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas.
Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente. Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas.
Para alguns, são indivíduos multitarefas: ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os desafios, constantes. É mais ou menos como se os nascidos nas duas últimas décadas fossem um celular de última geração.
(Revista Galileu (Adaptado))
Em qual das opções aparece uma vírgula que marca a omissão de uma palavra?
Geração Y
Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais, impacientes, preocupados consigo mesmos e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo. São interessados em construir um mundo melhor e, em pouco tempo, vão tomar conta do planeta. Eis algumas outras de suas características: só fazem o que gostam; não conseguem passar mais de três meses no mesmo trabalho. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer.
Com vinte e poucos anos, esses jovens são os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos, provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos.
A novidade é que esse "umbiguismo" não é, necessariamente, negativo. Dizem que esses jovens estão aptos a desenvolver a autorrealização, algo que, ate hoje, foi apenas um conceito. Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando agir de acordo com seus próprios interesses, estão levando a sociedade a um novo estágio, que será muito diferente do que conhecemos.
No trabalho, é comum os recém-contratados pularem de um emprego para o outro, tratarem os superiores como colegas de turma ou baterem a porta quando não são reconhecidos. Não são revoltados e têm valores éticos muito fortes; priorizam o aprendizado e as relações humanas. Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas.
Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente. Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas.
Para alguns, são indivíduos multitarefas: ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os desafios, constantes. É mais ou menos como se os nascidos nas duas últimas décadas fossem um celular de última geração.
(Revista Galileu (Adaptado))
Questão 8365882
COTUCA COTUCA 2012 1 FaseU Gerais 2012Observe os dois textos apresentados a seguir.
Texto 1
Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da nação brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.(Oswald de Andrade)
Glossário:Caucasiano: adjetivo que descreve pessoas de pele branca, especialmente as de origem europeia.
Texto 2
(Folha de São Paulo, Ilustríssima, 17/07/11)
A comparação entre o poema (Texto 1) e o cartum (Texto 2) mostra que:
O enfoque do primeiro texto é o racismo e o uso da linguagem por falantes de diferentes classes sociais e o segundo se restringe ao racismo.
A mensagem transmitida pelo poema condiciona a aprendizagem da língua padrão ao ensino acadêmico e não vê com simpatia outros tipos de desempenho.
Na mensagem transmitida pelo cartum, a língua formal, que, pelo critério gramatical, é a modalidade considerada correta, presta-se à expressão de postura eticamente incorreta.
A palavra “negro”, considerada afrontosa, tem uso politicamente incorreto no texto 1.
No cartum, o uso do termo “afrodescendente”, supostamente correto, prestou-se a acobertar o racismo, não a combatê-lo.
Estão corretos os enunciados:
Questão 8365881
COTUCA COTUCA 2012 1 FaseU Gerais 2012Leia:
Vício na fala
Para dizerem milho dizem mio
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados.(Oswald de Andrade)
A leitura adequada do poema de Oswald de Andrade leva à compreensão das seguintes ideias:
Convicção de que não há preconceito contra os falantes que não seguem as regras da língua padrão.
Negação das regras gramaticais, atitude peculiar a todos os escritores modernos.
Valorização, através da literatura, de uma posição de respeito pela variante linguística que foge à norma padrão.
Propósito de registrar a existência de diferenças sociais entre os que falam “teiado” e “telhado”.
Demonstração de que, no uso da língua, vale tudo, desde que se cumpra o objetivo principal, que é a comunicação oral e escrita.
Considerando o fato de existirem variedades linguísticas, assinale a alternativa que contém as interpretações corretas:
Questão 8365815
COTIL COTIL 2012 1 FaseU Gerais 2012O cérebro eletrônico
Quando o computador foi inventado, em – aliás, eu também fui inventado em –, pesava toneladas. Imagine o tamanho. E não se chamava computador. O nome da engenhoca era ’cérebro eletrônico’. Era um invento assustador. Ficava dentro de uma espécie de armazém, tinha rolos de fitas imensos, fazia um barulho danado. Parecia um monstro. Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas (a guerra tinha acabado havia um ano): ’até o final do século, teremos computadores que pesarão apenas tonelada’.
Pois o século terminou, e hoje ele pesa quilinhos. E passou a se chamar ’micro’. E continua emagrecendo. E, ao contrário do que previa o Gilberto Gil em , na música ’Cérebro Eletrônico’, ele já fala. Não só fala como às vezes duvida de você e – acintosamente – pergunta: ’Você tem certeza de que quer fazer isso ou aquilo?’
Uns anos depois, lá pelos anos , na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. Tirou de um sujeito e colocou em outro. O cara não viveu muito tempo, não. Mas a coisa foi evoluindo e hoje qualquer clínica ali na esquina tá fazendo transplante baratinho, baratinho. Transplantam tudo hoje em dia. Menos a inteligência e a alma (se é que existe mesmo). A miss Brasil do ano passado tinha feito operações plásticas. Assim, até eu, minha senhora. E agora começaram a transplantar com órgãos artificiais. ’Matéria plástica, que coisa elástica, que coisa drástica’, como já reclamavam o Ari Toledo e o Carlinhos Lyra nos mesmos anos , numa música chamada ’Subdesenvolvido’.
E você deve estar perguntando: aonde é que este cara quer chegar?
Quero chegar no chip. Que, segundo o Houaiss, é uma ’pequena lâmina miniaturizada (em geral de silício), usada na construção de transistores, díodos ou outros semicondutores, capaz de realizar diversas funções mais ou menos complexas’. Estão colocando chips dentro do nosso corpo. Ou seja, pedaços de computadores, nacos de cérebros eletrônicos.
Ou seja, talvez até o final deste século (ou menos, muito menos), a gente não vá mais precisar dos computadores. Nós vamos ser um computador ambulante. Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos" Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo" Os americanos terão mais bits que os sul-americanos" O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas" A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais? [...]
Pode-se dizer que o autor escreve um texto que pertence ao gênero:PRATA, Mário. O cérebro eletrônico. Época, 20 fev. 2009.
Questão 8365811
COTIL COTIL 2012 1 FaseU Gerais 2012O cérebro eletrônico
Quando o computador foi inventado, em – aliás, eu também fui inventado em –, pesava toneladas. Imagine o tamanho. E não se chamava computador. O nome da engenhoca era ’cérebro eletrônico’. Era um invento assustador. Ficava dentro de uma espécie de armazém, tinha rolos de fitas imensos, fazia um barulho danado. Parecia um monstro. Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas (a guerra tinha acabado havia um ano): ’até o final do século, teremos computadores que pesarão apenas tonelada’.
Pois o século terminou, e hoje ele pesa quilinhos. E passou a se chamar ’micro’. E continua emagrecendo. E, ao contrário do que previa o Gilberto Gil em , na música ’Cérebro Eletrônico’, ele já fala. Não só fala como às vezes duvida de você e – acintosamente – pergunta: ’Você tem certeza de que quer fazer isso ou aquilo?’
Uns anos depois, lá pelos anos , na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. Tirou de um sujeito e colocou em outro. O cara não viveu muito tempo, não. Mas a coisa foi evoluindo e hoje qualquer clínica ali na esquina tá fazendo transplante baratinho, baratinho. Transplantam tudo hoje em dia. Menos a inteligência e a alma (se é que existe mesmo). A miss Brasil do ano passado tinha feito operações plásticas. Assim, até eu, minha senhora. E agora começaram a transplantar com órgãos artificiais. ’Matéria plástica, que coisa elástica, que coisa drástica’, como já reclamavam o Ari Toledo e o Carlinhos Lyra nos mesmos anos , numa música chamada ’Subdesenvolvido’.
E você deve estar perguntando: aonde é que este cara quer chegar?
Quero chegar no chip. Que, segundo o Houaiss, é uma ’pequena lâmina miniaturizada (em geral de silício), usada na construção de transistores, díodos ou outros semicondutores, capaz de realizar diversas funções mais ou menos complexas’. Estão colocando chips dentro do nosso corpo. Ou seja, pedaços de computadores, nacos de cérebros eletrônicos.
Ou seja, talvez até o final deste século (ou menos, muito menos), a gente não vá mais precisar dos computadores. Nós vamos ser um computador ambulante. Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos" Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo" Os americanos terão mais bits que os sul-americanos" O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas" A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais? [...]
PRATA, Mário. O cérebro eletrônico. Época, 20 fev. 2009.
Leia com atenção o fragmento a seguir:
‘Uns vinte anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. ’
Sobre esse fragmento, é incorreto afirmar que:
06
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