Questões de EFAF Português - Gramática
1.745 Questões
Questão 8 10535108
SENAI 1° Ano - CGE 2143 2018/1O trecho abaixo se refere à questão.
(...)
Em 1946, na ____ de mudanças, ganhamos uma nova Constituição, que proibia a ____ racial. No entanto ____ nem sempre um ato legal muda a realidade: apesar de negado, no ____ o preconceito continuava a fazer suas vítimas. (...)
Fonte: TUCCI, M. L. C. O racismo na história do Brasil. São Paulo: Ática, 1994.
De acordo com as regras de ortografia e pontuação da Língua Portuguesa, as lacunas são preenchidas, respectivamente, com
Questão 6 10535087
SENAI 1° Ano - CGE 2143 2018/1Analise o quadro a seguir.
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As letras em destaque nas palavras do quadro constituem, respectivamente,
Questão 4 10535066
SENAI 1° Ano - CGE 2143 2018/1Analise a separação silábica das palavras a seguir.
I. correspondência = cor-res-pon-dên-cia
II. inserir = in-se-rir
III. inicial = i-ni-cial
IV. exibição = e-xi-bi-ção
A separação silábica está correta apenas em
Questão 2 10535002
SENAI 1° Ano - CGE 2143 2018/1Analise o quadro a seguir.
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Em relação ao número de sílabas e à posição da sílaba tônica, as palavras do quadro são, respectivamente,
Questão 78 10531852
ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2018Fui ver titia e ela continua insatisfeita com o poder aquisitivo do cruzeiro. Sabe muito bem que a inflação diminui, sabe muito bem que o produto bruto aumenta, mas acha que isso tudo, infelizmente, está custando a chegar no supermercado. Diz que o problema é o custo do aluguel, o custo do feijão, da carne e do arroz. O resto, realmente, não interessa. Olhei para titia, com meus olhos sábios, e não pude deixar de sorrir com tristeza – o problema dela é que não consegue abandonar essa medíocre mania de querer simplificar a economia.
FERNANDES, M. 30 anos de mim mesmo. Rio de Janeiro: Desiderata, 2006.
A realidade social vivida pelas personagens, no texto, adquire expressividade pelo olhar de um narrador
Questão 15 10530197
SENAI 1° Ano - CGE 2152 2018/2O texto abaixo se refere à questão.
A excelente dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. Vinha da escravidão, fora senhora de escravos – e daquelas ferozes, amigas de ouvir cantar o bolo e estalar o bacalhau. Nunca se afizera ao regime novo – essa indecência de negro igual a branco e qualquer coisinha: a polícia! “Qualquer coisinha”: uma mucama assada ao forno porque se engraçou dela o senhor; uma novena (nove dias) de relho (chicote) porque disse: “Como é ruim, a sinhá...” (...)
Fonte: LOBATO, M. Negrinha. In: MORICONI, Í. Os cem melhores contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva. 2009.
No trecho em destaque, há o emprego da
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