Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 10 401189
IFSulDeMinas 2013
De acordo com o texto, assinale a única alternativa INCORRETA.
Questão 6 401178
IFSulDeMinas 2013Observe as frases:
I. O estudo traz anualmente um balanço com números e reflexões sobre as questões ambientais.
II. As empresas que já têm essa visão sustentável determinaram mudanças profundas em sua cultura organizacional.
III. O meio ambiente é destruído porque para produzir tantos bens é preciso usar cada vez mais recursos naturais.
IV. Ou seja, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agressão ao meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro.
As palavras grifadas retomam, respectivamente, os termos:
Questão 5 401177
IFSulDeMinas 2013De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, que entrou em vigor em 2009, a palavra “ideia” não recebe mais acento gráfico. Assinale a opção em que as palavras perderam o acento pelo mesmo motivo que a palavra “idéia”:
Questão 2 401169
IFSulDeMinas 2013TEXTO
Consumismo versus sustentabilidade
Muito se fala sobre ajudar o planeta cuidando do meio ambiente, não jogando lixo nas ruas e reciclando materiais. Mas o que muita gente ainda não percebeu é que o consumo exagerado e a busca por bens de consumo, tão importantes para a sociedade, especialmente pela ótica cultural, podem prejudicar, e muito, o planeta.
O Instituto Akatu pelo Consumo Consciente apresentou na semana passada a edição em português do relatório Estado do Mundo – 2010, de autoria do Worldwatch Institute (WWI). O estudo traz anualmente um balanço com números e reflexões sobre as questões ambientais. Neste ano, o tema é a mudança no consumo, sob a ótica da economia, negócios, educação, mídia e movimentos sociais. Nele aparecem os problemas causados pela "falta de sustentabilidade" dos nossos hábitos de consumo.
De acordo com o estudo, as pessoas no mundo todo consumiram US$ 30,5 trilhões em bens e serviços, 28% a mais do que há dez anos. Além das despesas com itens básicos, como comida e moradia, a população gasta mais em bens de consumo conforme o aumento da renda. Somente em 2008, foram vendidos no mundo 68 milhões de veículos, 85 milhões de refrigeradores, 297 milhões de computadores e 1,2 bilhão de telefones celulares.
O meio ambiente é destruído porque para produzir tantos bens é preciso usar cada vez mais recursos naturais. Entre 1950 e 2005, a produção de metais cresceu seis vezes, o consumo de petróleo subiu oito vezes e o de gás natural, 14 vezes. Atualmente, um europeu consome em média 43 quilos em recursos naturais diariamente - enquanto um americano consome 88 quilos, mais do que o próprio peso.
O estudo mostrou ainda que, nos âmbitos social e empresarial, a compreensão e a adoção de práticas de sustentabilidade são limitadas, porque mudar uma organização costuma ser um processo ainda mais longo do que o da mudança pessoal. As empresas que já têm essa visão sustentável determinaram mudanças profundas em sua cultura organizacional. A sustentabilidade tem papel fundamental como um conjunto de valores que integram a prosperidade econômica, a gestão ambiental e a responsabilidade social, ou seja: lucro, planeta e pessoas.
A conclusão do estudo é que, para ‘salvar o Planeta’ do consumo desenfreado, todos os aspectos da educação terão de ser pautados pela sustentabilidade. Hábitos, valores e preferências desde a infância. A ideia é que quanto mais a sustentabilidade puder estar integrada aos sistemas escolares atuais, maior será o número de pessoas que internalizarão os ensinamentos da sustentabilidade. Dessa forma, as ideias, os valores e os hábitos se tornarão "naturais". A partir de então, a educação funcionará como ferramenta poderosa para criar sociedades sustentáveis.
Por Larissa Alvarez
Disponível em http://vilamulher.terra.com.br/consumismo-versus-sustentabilidade-13-1-49 52.html. Acesso em 21/10/2012
A partir da leitura do texto, podemos concluir que:
Questão 24 171862
SESC 2013
O Brasil padece de muitos problemas, mas o setor da agropecuária tem feito a lição de casa. O estado de Mato Grosso está no auge da safra da soja. Em uma das propriedades, os tratores seguem logo atrás das colhedeiras plantando em uma operação quase que simultânea. Na poeira da colheita, faz-se o plantio de uma nova safra. Essa maneira de cultivo vem servindo de exemplo pelo mundo. Enquanto que em outros lugares o normal é ter uma safra por ano, o Brasil está na segunda e chegando à terceira safra anual.
O plantio direto é o divisor de águas da agricultura brasileira na opinião de Decio Gazzoni, pesquisador da Embrapa.
No sistema tradicional de cultivo, todo ano o agricultor tem que fazer uma nova aração. Assim, o solo fica exposto por um longo período, até que a cultura a ser plantada se estabeleça na terra. Depois do arado, o costume é passar a grade e a lâmina niveladora. Assim, o terreno fica todo remexido, escarificado, frágil e sem nenhuma proteção. No plantio direto, o preparo do solo acontece uma única vez. Depois, o terreno fica sempre coberto.
Darci Ferrarin é um entusiasta do plantio direto e explora quatro mil hectares de grãos no município de Sorriso.
Cada palmo cultivado na propriedade tem uma grossa camada de palha, uma cobertura que se formou com a sucessão de lavouras. No momento, a colheita é a da soja. A máquina engole os pés inteiros das plantas, separa os grãos e tritura o resto. As folhas e as ramas viram palha que é pulverizada de volta para o chão. Imediatamente, sobre os restos da soja, as plantadeiras depositam as sementes de milho, iniciando outro ciclo de produção.
“Quando começamos o plantio, nós usávamos na faixa de 600 quilos de fertilizante por hectare. Com o decorrer do tempo e com a formação de tanta palhada e matéria orgânica, reduzimos em 50% o consumo de fertilizante químico. Além da economia, nós estamos produzindo muito mais do que naquela época”, avalia Ferrarin.
Outro exemplo é relatado pelo produtor Herbert Bartz, do município de Rolândia, no norte do Paraná. Pioneiro na experiência de plantar em clima tropical, Bartz lembra que, por volta 1970, a erosão era tanta que ameaçava inviabilizar a agricultura brasileira.
Para Bartz, a proposta do sistema de rotação de safras para o plantio direto evita a armadilha da monocultura. Em uma vez é plantada a soja e na outra, o milho. Depois, repete a soja. Depois, o trigo. E assim por diante. A estratégia de rotação de culturas permite que combinações que não eram imaginadas há trinta ou quarenta anos.
No começo dos anos 70, um campo ocupado por uma lavoura de milho, por exemplo, dava uma média de 1,9 mil quilos. Hoje, nesse mesmo campo de milho, a produção é de seis mil quilos, em média. A soja dava mil quilos em média por hectare. Hoje, passa dos 3,3 mil quilos. O que quer dizer que a produção por hectare mais do que triplicou.
Com isso, a safra nacional deu um salto. Em 1972, foram 30 milhões de toneladas. Em 2011, chegou 160 milhões de toneladas. No histórico da evolução do Brasil como grande potência agropecuária, o volume de grãos cresce e o de hectares permanece estável. O Brasil produz cada vez mais praticamente na mesma área.
Texto adaptado de Plantio direto contribui para aumento da produção brasileira de grãos In http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/05/ plantio-direto-contribui-para-aumento-da-producao-brasileira-de-graos.html Acesso em 20 de maio de 2012.
Identifique a classe de palavras dos vocábulos destacados no modelo a seguir.
No plantio direto, o preparo do solo acontece uma única vez
Marque a única opção em que as palavras ou expressões destacadas possuem, respectivamente, as mesmas classes do modelo.

Questão 21 171859
SESC 2013
O zoneamento urbano é respeitado apenas em três cidades do Vale do Itajaí, (Blumenau, Gaspar e Rio do Sul). Diante disso, um fato importante emerge das discussões sobre causas e efeitos das enchentes de 1983. As opiniões de pesquisadores coincidem num ponto: que não faz sentido atribuir a catástrofe unicamente à mudança climática. Tudo indica que existe uma tentativa deliberada de “naturalizar” a catástrofe, atribuindo-a a fatores que estão fora do alcance dos governos estadual e federal, para, dessa maneira, eximir esses governos da sua responsabilidade. Para os cientistas, é evidente que, até certo ponto, a catástrofe deve ser atribuída à falta de decisão e autoridade dos respectivos governos. E não é provável que isso mude, concluem os pesquisadores.
Texto adaptado de ENCHENTES URBANAS NO VALE DO ITAJAI, BRASIL -25 ANOS DA ENCHENTE-CATÁSTROFE DE 1983. FRAGA, Nilson Cesar – FAE-UFPR-UNICURITIBA, Brasil In http://egal2009.easyplanners.info/area07/7165_FRAGA_NC.pdf Acesso em 15 de maio de 2012.
Da leitura do texto, é CORRETO afirmar que:
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