Questões de EFAF Português
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Questão 9 618236
CTI (UNIFICADO) 2013Leia o texto para responder à questão.
Professores têm medo de aluno só se ligar nos tablets
Para Myriam Tricate, diretora do colégio Magno, não dá para ignorar o que acontece fora dos muros da escola. “A partir do momento em que a tecnologia se torna próxima da nossa vida, temos que abraçá-la.”
Mas ninguém sabe direito como fazê-lo. No Bandeirantes, que tem 50 iPads para uso em classe, professores se reúnem quinzenalmente para trocar ideias de atividades e pensar em como lidar com as novidades. Sílvia Vampré, coordenadora de tecnologia educacional do colégio, conta que uma das principais preocupações dos educadores é perder o controle sobre os alunos. Eles perguntam-se o que terão de fazer para continuar sendo foco das atenções quando cada aluno tiver um tablet nas mãos. Para Sílvia, é necessário que as atividades sejam envolventes e enriqueçam o ensino.
O professor Claudemir Belintane, da Faculdade de Educação da USP, tem opinião parecida e alerta: “Não podemos achar que as crianças vão aprender mais só porque estão mais envolvidas com os efeitos tecnológicos”. Segundo ele, para construir conhecimento, o aluno deve deixar de prestar atenção só a formas e movimentos dos tablets e se ligar no conteúdo.
(Disponível em: www1.folha.uol.com.br/folhinha/1160235-professores- -tem-medo-de-aluno-so-se-ligar-nos-tablets.shtml Acesso em: 05.10.2012. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Questão 8 618233
CTI (UNIFICADO) 2013Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto a seguir, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Ontem, por causa de problemas técnicos, nós não ______ utilizar tablets em sala de aula.
Questão 6 618230
CTI (UNIFICADO) 2013Leia o texto para responder à questão.
Alunos se empolgam com o uso do tablet na escola
Há mais de dois mil anos, pessoas usavam lápis feito de bambu para aprender a escrever sobre uma placa de argila mole.
Hoje, a novidade que chega às escolas tem o mesmo formato de placa, ou melhor, de tablete. Mas agora pode-se escrever com o dedo, já que possui tela sensível ao toque. É preciso dizer o que é?!
Desde 2010, os tablets ganham espaço nas salas de aula, ao lado de livros e cadernos. Em algumas escolas, começaram a fazer parte da lista de materiais obrigatórios. Luca Amaral, 12 anos, conta que, no colégio onde estuda, em São Paulo, os professores de geografia bolaram uma espécie de caça ao tesouro.
Em dupla, os alunos usaram um tablet fornecido pela escola para acessar o Google Maps. Digitaram ali coordenadas geográficas (dados para achar lugares no mapa), que os levaram a locais do colégio onde havia peças de quebra-cabeça escondidas. Juntas, formaram um QR Code (tipo de código), lido com o tablet. Finalmente, apareceu uma foto da Estação da Luz, porque os alunos estavam estudando ferrovias.
Atividade parecida foi desenvolvida em um outro colégio em São Paulo. Em equipe, estudantes escanearam com o tablet QR Codes espalhados pela escola. Cada um mostrava um problema matemático, que eles tinham de resolver para passar de etapa. No final, deviam apresentar os cálculos que os haviam levado às respostas. “Esse tipo de projeto é mais divertido. De tanto que é legal, a gente tem vontade de aprender”, disse o aluno Omar Hassan, 12 anos.
(Disponível em: www1.folha.uol.com.br/folhinha/1160217-alunos-se-empolgam-com-o-uso-do-tablet-na-escola.shtml Acesso em: 05.10.2012. Adaptado)
Em – ... pode-se escrever com o dedo, já que possui tela sensível ao toque. –, sem alterar o sentido do texto, o termo em destaque pode ser substituído por:
Questão 5 618228
CTI (UNIFICADO) 2013Leia o texto para responder à questão.
Alunos se empolgam com o uso do tablet na escola
Há mais de dois mil anos, pessoas usavam lápis feito de bambu para aprender a escrever sobre uma placa de argila mole.
Hoje, a novidade que chega às escolas tem o mesmo formato de placa, ou melhor, de tablete. Mas agora pode-se escrever com o dedo, já que possui tela sensível ao toque. É preciso dizer o que é?!
Desde 2010, os tablets ganham espaço nas salas de aula, ao lado de livros e cadernos. Em algumas escolas, começaram a fazer parte da lista de materiais obrigatórios. Luca Amaral, 12 anos, conta que, no colégio onde estuda, em São Paulo, os professores de geografia bolaram uma espécie de caça ao tesouro.
Em dupla, os alunos usaram um tablet fornecido pela escola para acessar o Google Maps. Digitaram ali coordenadas geográficas (dados para achar lugares no mapa), que os levaram a locais do colégio onde havia peças de quebra-cabeça escondidas. Juntas, formaram um QR Code (tipo de código), lido com o tablet. Finalmente, apareceu uma foto da Estação da Luz, porque os alunos estavam estudando ferrovias.
Atividade parecida foi desenvolvida em um outro colégio em São Paulo. Em equipe, estudantes escanearam com o tablet QR Codes espalhados pela escola. Cada um mostrava um problema matemático, que eles tinham de resolver para passar de etapa. No final, deviam apresentar os cálculos que os haviam levado às respostas. “Esse tipo de projeto é mais divertido. De tanto que é legal, a gente tem vontade de aprender”, disse o aluno Omar Hassan, 12 anos.
(Disponível em: www1.folha.uol.com.br/folhinha/1160217-alunos-se-empolgam-com-o-uso-do-tablet-na-escola.shtml Acesso em: 05.10.2012. Adaptado)
Sem alterar o sentido do texto e de acordo com a norma- -padrão da língua portuguesa, na frase – Há mais de dois mil anos... –, o termo em destaque pode ser substituído por:
Questão 2 618219
CTI (UNIFICADO) 2013Observe a tirinha para responder à questão.

(Disponível em:http://omeninomaluquinho.educacional.com.br/PaginaTirinha/PaginaAnterior.asp?da=02092012 Acesso em: 26.09.2012)
Em – ... senão, ele vai ficar pedindo pra eu tirar coisas de dentro da minha panelinha! –, sem alterar o sentido do texto, a palavra em destaque pode ser substituída por:
Questão 8 482075
IFNMG 2013O poema a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, serve de base para responder a questão. Leia-o atentamente.
EU ETIQUETA
[1] Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome... estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
[5] Que jamais pus na boca, nessa vida,
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei
[10] Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
[15] Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete,
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
[20] São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, permanência,
[25] Indispensabilidade,
E fazem de mim homem-anúncio itinerante,
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
[30] Seja negar minha identidade,
Trocá-la por mil, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
[35] Eu que antes era e me sabia
Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solitário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
[40] Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer principalmente.)
E nisto me comparo, tiro glória
[45] De minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
Para anunciar, para vender
Em bares festas praias pérgulas piscinas,
[50] E bem à vista exibo esta etiqueta
Global no corpo que desiste
De ser veste e sandália de uma essência
Tão viva, independente,
Que moda ou suborno algum a compromete.
[55] Onde terei jogado fora
Meu gosto e capacidade de escolher,
Minhas idiossincrasias tão pessoais,
Tão minhas que no rosto se espelhavam
E cada gesto, cada olhar
[60] Cada vinco da roupa
Sou gravado de forma universal,
Saio da estamparia, não de casa,
Da vitrine me tiram, recolocam,
Objeto pulsante mas objeto
[65] Que se oferece como signo dos outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mas artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem.
[70] Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.
Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond. Corpo. Rio de Janeiro: Record, 1984. pp.85-87.
A partir da leitura do texto, pode-se afirmar que:
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