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Questão 8365092
ESPM ESPM 2013 1 FaseU Gerais 2013Assinale o item em que o par de prefixos grifados não possua equivalência de significado:
Questão 8365088
EPCAR EPCAR 2013 1 FaseU MATPOR 2013
A Felicidade
Tristeza não tem fim felicidade sim.
A felicidade é como a pluma
que o vento vai levando pelo ar,
voa tão leve, mas tem a vida breve
precisa que haja vento sem parar.
A felicidade do pobre
parece a grande ilusão do carnaval
a gente trabalha o ano inteiro
por um momento de sonho
pra fazer a fantasia
de rei ou de pirata ou jardineira
pra tudo se acabar na quarta-feira.
A felicidade é como a gota de orvalho
numa pétala de flor,
brilha tranquila
depois de leve oscila
e cai como uma lágrima de amor.
A minha felicidade
está sonhando nos olhos
da minha namorada
É como esta noite, passando,
passando em busca da madrugada
Fale baixo por favor
pra que ela acorde
alegre com o dia
oferecendo beijos de amor.
MORAES, Vinicius e JOBIM, Tom. As mais belas serestas brasileiras. 9ª ed. Belo Horizonte: Barvalle Indústria Gráfica Ltda, 1989.
Sobre o texto, pode-se afirmar que:
A Felicidade
Tristeza não tem fim felicidade sim.
A felicidade é como a pluma
que o vento vai levando pelo ar,
voa tão leve, mas tem a vida breve
precisa que haja vento sem parar.
A felicidade do pobre
parece a grande ilusão do carnaval
a gente trabalha o ano inteiro
por um momento de sonho
pra fazer a fantasia
de rei ou de pirata ou jardineira
pra tudo se acabar na quarta-feira.
A felicidade é como a gota de orvalho
numa pétala de flor,
brilha tranquila
depois de leve oscila
e cai como uma lágrima de amor.
A minha felicidade
está sonhando nos olhos
da minha namorada
É como esta noite, passando,
passando em busca da madrugada
Fale baixo por favor
pra que ela acorde
alegre com o dia
oferecendo beijos de amor.
MORAES, Vinicius e JOBIM, Tom. As mais belas serestas brasileiras. 9ª ed. Belo Horizonte: Barvalle Indústria Gráfica Ltda, 1989.
Questão 8365081
EPCAR EPCAR 2013 1 FaseU MATPOR 2013
Você reconhece quando chega a felicidade?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. (35)Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial36), depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E (37)forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento(38) e frustração.
(15)Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega"(16) Sabe que está sendo feliz naquele momento" Espere um pouco antes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença" Bem, descrever a felicidade não é fácil. (01)Ela é muito recatada(02). Não fica ali posando para foto, sabe" Mas um Manual de Reconhecimento da felicidade diria mais ou menos o seguinte: (17)ela é mansa. Não faz barulho(18). Ao mesmo tempo é farta. (25)Quando chega, ocupa um espaço danado(26). Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. (33)(19)Se chamar a atenção, não é ela(34). É euforia. Alegria(20). (03)A licenciosidade de uma noite de Carnaval(04). (05)Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade(06).
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela o faz dormir melhor. (39)E olha, vou lhe contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade(40). As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. (21)Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade(22). É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
(41)É temperamental a felicidade(42). Não vem por qualquer coisa. E para ficar então... hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta" Será que você sabe mesmo quando está feliz"
Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
(23) Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista(24). Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: (31)“Nossa, como eu fui feliz naquela época!”(32) Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. (27)Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado(28). Por isso aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. (07)Um episódio isolado feliz — como quatro dias de Carnaval(08), por exemplo — não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. (29)Não dura para sempre, mas dura um tempinho(30). Gosta de uma certa estabilidade, [...] Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. (13)Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo(14).
Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. (11)Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela(12). E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. (09)Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade(10) do que jamais fui em qualquer tempo.
PADRÃO, Ana Paula. Revista ISTOÉ. 2206, de 22 fev. 2012. (Adaptado.)
Leia atentamente o 3º parágrafo e, a seguir, assinale a alternativa que está correta.
Você reconhece quando chega a felicidade?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. (35)Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial36), depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E (37)forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento(38) e frustração.
(15)Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega"(16) Sabe que está sendo feliz naquele momento" Espere um pouco antes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença" Bem, descrever a felicidade não é fácil. (01)Ela é muito recatada(02). Não fica ali posando para foto, sabe" Mas um Manual de Reconhecimento da felicidade diria mais ou menos o seguinte: (17)ela é mansa. Não faz barulho(18). Ao mesmo tempo é farta. (25)Quando chega, ocupa um espaço danado(26). Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. (33)(19)Se chamar a atenção, não é ela(34). É euforia. Alegria(20). (03)A licenciosidade de uma noite de Carnaval(04). (05)Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade(06).
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela o faz dormir melhor. (39)E olha, vou lhe contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade(40). As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. (21)Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade(22). É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
(41)É temperamental a felicidade(42). Não vem por qualquer coisa. E para ficar então... hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta" Será que você sabe mesmo quando está feliz"
Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
(23) Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista(24). Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: (31)“Nossa, como eu fui feliz naquela época!”(32) Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. (27)Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado(28). Por isso aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. (07)Um episódio isolado feliz — como quatro dias de Carnaval(08), por exemplo — não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. (29)Não dura para sempre, mas dura um tempinho(30). Gosta de uma certa estabilidade, [...] Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. (13)Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo(14).
Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. (11)Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela(12). E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. (09)Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade(10) do que jamais fui em qualquer tempo.
PADRÃO, Ana Paula. Revista ISTOÉ. 2206, de 22 fev. 2012. (Adaptado.)
Questão 8365079
EPCAR EPCAR 2013 1 FaseU MATPOR 2013
Você reconhece quando chega a felicidade?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. (35)Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial36), depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E (37)forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento(38) e frustração.
(15)Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega"(16) Sabe que está sendo feliz naquele momento" Espere um pouco antes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença" Bem, descrever a felicidade não é fácil. (01)Ela é muito recatada(02). Não fica ali posando para foto, sabe" Mas um Manual de Reconhecimento da felicidade diria mais ou menos o seguinte: (17)ela é mansa. Não faz barulho(18). Ao mesmo tempo é farta. (25)Quando chega, ocupa um espaço danado(26). Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. (33)(19)Se chamar a atenção, não é ela(34). É euforia. Alegria(20). (03)A licenciosidade de uma noite de Carnaval(04). (05)Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade(06).
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela o faz dormir melhor. (39)E olha, vou lhe contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade(40). As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. (21)Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade(22). É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
(41)É temperamental a felicidade(42). Não vem por qualquer coisa. E para ficar então... hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta" Será que você sabe mesmo quando está feliz"
Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
(23) Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista(24). Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: (31)“Nossa, como eu fui feliz naquela época!”(32) Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. (27)Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado(28). Por isso aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. (07)Um episódio isolado feliz — como quatro dias de Carnaval(08), por exemplo — não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. (29)Não dura para sempre, mas dura um tempinho(30). Gosta de uma certa estabilidade, [...] Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. (13)Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo(14).
Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. (11)Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela(12). E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. (09)Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade(10) do que jamais fui em qualquer tempo.
PADRÃO, Ana Paula. Revista ISTOÉ. 2206, de 22 fev. 2012. (Adaptado.)
O texto é, predominantemente,
Você reconhece quando chega a felicidade?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. (35)Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial36), depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E (37)forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento(38) e frustração.
(15)Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega"(16) Sabe que está sendo feliz naquele momento" Espere um pouco antes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença" Bem, descrever a felicidade não é fácil. (01)Ela é muito recatada(02). Não fica ali posando para foto, sabe" Mas um Manual de Reconhecimento da felicidade diria mais ou menos o seguinte: (17)ela é mansa. Não faz barulho(18). Ao mesmo tempo é farta. (25)Quando chega, ocupa um espaço danado(26). Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. (33)(19)Se chamar a atenção, não é ela(34). É euforia. Alegria(20). (03)A licenciosidade de uma noite de Carnaval(04). (05)Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade(06).
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela o faz dormir melhor. (39)E olha, vou lhe contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade(40). As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. (21)Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade(22). É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
(41)É temperamental a felicidade(42). Não vem por qualquer coisa. E para ficar então... hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta" Será que você sabe mesmo quando está feliz"
Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
(23) Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista(24). Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: (31)“Nossa, como eu fui feliz naquela época!”(32) Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. (27)Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado(28). Por isso aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. (07)Um episódio isolado feliz — como quatro dias de Carnaval(08), por exemplo — não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. (29)Não dura para sempre, mas dura um tempinho(30). Gosta de uma certa estabilidade, [...] Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. (13)Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo(14).
Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. (11)Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela(12). E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. (09)Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade(10) do que jamais fui em qualquer tempo.
PADRÃO, Ana Paula. Revista ISTOÉ. 2206, de 22 fev. 2012. (Adaptado.)
Questão 8365073
COTIL COTIL 2013 1 FaseU Gerais 2013Lição sobre a água
António Gedeão
Este líquido é água.
Quando pura
é inodora, insípida e incolor.
Reduzida a vapor,
sob tensão e a alta temperatura,
move os êmbolos das máquinas que, por isso,
se denominam máquinas de vapor.
É um bom dissolvente.
Embora com exceções mas de um modo geral,
dissolve tudo bem, ácidos, bases e sais.
Congela a zero graus centesimais
e ferve a 100, quando à pressão normal.
Foi neste líquido que numa noite cálida de Verão
sob um luar gomoso e branco de camélia,
apareceu a boiar o cadáver de Ofélia
com um nenúfar na mão.
"Ofélia” (1851-2) é a obra mais famosa do pintor inglês John Everett Millais
Glossário:
Cálido: quente, ardente.
Camélia: flor branca.
Êmbolo: cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc.
Gomoso: derivado de goma (seiva translúcida e viscosa de alguns vegetais).
Nenúfar: espécie de planta aquática.
Ofélia: personagem criada por Shakespeare, a qual, enlouquecida de dor, morre afogada ao descobrir seu pai morto por Hamlet, o homem amado.
Indique a alternativa que interpreta incorretamente o poema de António Gedeão.Questão 8365072
COTIL COTIL 2013 1 FaseU Gerais 2013Lição sobre a água
António Gedeão
Este líquido é água.
Quando pura
é inodora, insípida e incolor.
Reduzida a vapor,
sob tensão e a alta temperatura,
move os êmbolos das máquinas que, por isso,
se denominam máquinas de vapor.
É um bom dissolvente.
Embora com exceções mas de um modo geral,
dissolve tudo bem, ácidos, bases e sais.
Congela a zero graus centesimais
e ferve a 100, quando à pressão normal.
Foi neste líquido que numa noite cálida de Verão
sob um luar gomoso e branco de camélia,
apareceu a boiar o cadáver de Ofélia
com um nenúfar na mão.
"Ofélia” (1851-2) é a obra mais famosa do pintor inglês John Everett Millais
Glossário:
Cálido: quente, ardente.
Camélia: flor branca.
Êmbolo: cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc.
Gomoso: derivado de goma (seiva translúcida e viscosa de alguns vegetais).
Nenúfar: espécie de planta aquática.
Ofélia: personagem criada por Shakespeare, a qual, enlouquecida de dor, morre afogada ao descobrir seu pai morto por Hamlet, o homem amado.
Assinale a opção incorreta.06
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