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Questão 8365640
ANA POR 9AF 008 ANA003 2013
Alunos da UnB aprovam adoção de cotas sociais
A Lei de Cotas para estudantes de baixa renda, negros e índios divide opiniões entre os alunos da Universidade de Brasília (UnB). A lei reserva metade das vagas nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio para os três grupos.
A regra beneficia estudantes que cursaram o ensino fundamental em escolas públicas, segundo o decreto que regulamenta a lei, publicado nesta segunda-feira 15 no Diário Oficial da União.
Na UnB, a maioria dos estudantes ouvidos pela Agência Brasil disse ser favorável a esta política pública. Pedro Célestin, do curso de ciência da computação, elogiou a lei. Para ele, é uma inovação positiva e “mais inteligente” do que outras medidas adotadas até agora.
“A reserva de cotas sociais é mais inteligente do que as cotas raciais”, acrescentou Célestin. “Elas [as novas regras] fazem mais sentido diante da realidade brasileira”, observou.
O aluno de física, Régis Matheus, discordou de Célestin. “Antes de reservar vagas nas universidades, o governo deveria investir no ensino fundamental e médio. Como o ensino público está inferior, os cotistas passarão por muitas dificuldades na universidade”, alertou ele.
O estudante de biologia Ivo Carlos defende que os alunos egressos de escolas públicas devem ter seu lugar garantido dentro das universidades públicas. “Eles são menos favorecidos”, defendeu Ivo. Para Ivan Carlos, aluno de letras-português, divergiu dessa ideia. “Sou contra. Não acho justo. A lei deveria ser para pessoas de baixa renda, em situação socioeconômica vulnerável. Há estudantes de colégio público que têm condição financeira”, disse.
Estudantes estrangeiros também participam da discussão sobre as cotas. O guineense Mouamar Dinis Siqueira, que cursa graduação em letras-português, avalia como positivo o novo sistema de cotas. “Não concordo com as cotas só para negros. É um preconceito. A cota tem que ser para todo brasileiro de baixa renda”, disse Mouamar.
Matéria originalmente publicada na Agência Brasil, em 15/10/2012, pelo repórter Gabriel Palma Disponível em http://www.cartacapital.com.br/sociedade/alunos-da-unb-aprovam-adocao-de-cotas-sociais/ acessado em 07 de novembro de 2012.
A finalidade principal do texto é
Alunos da UnB aprovam adoção de cotas sociais
A Lei de Cotas para estudantes de baixa renda, negros e índios divide opiniões entre os alunos da Universidade de Brasília (UnB). A lei reserva metade das vagas nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio para os três grupos.
A regra beneficia estudantes que cursaram o ensino fundamental em escolas públicas, segundo o decreto que regulamenta a lei, publicado nesta segunda-feira 15 no Diário Oficial da União.
Na UnB, a maioria dos estudantes ouvidos pela Agência Brasil disse ser favorável a esta política pública. Pedro Célestin, do curso de ciência da computação, elogiou a lei. Para ele, é uma inovação positiva e “mais inteligente” do que outras medidas adotadas até agora.
“A reserva de cotas sociais é mais inteligente do que as cotas raciais”, acrescentou Célestin. “Elas [as novas regras] fazem mais sentido diante da realidade brasileira”, observou.
O aluno de física, Régis Matheus, discordou de Célestin. “Antes de reservar vagas nas universidades, o governo deveria investir no ensino fundamental e médio. Como o ensino público está inferior, os cotistas passarão por muitas dificuldades na universidade”, alertou ele.
O estudante de biologia Ivo Carlos defende que os alunos egressos de escolas públicas devem ter seu lugar garantido dentro das universidades públicas. “Eles são menos favorecidos”, defendeu Ivo. Para Ivan Carlos, aluno de letras-português, divergiu dessa ideia. “Sou contra. Não acho justo. A lei deveria ser para pessoas de baixa renda, em situação socioeconômica vulnerável. Há estudantes de colégio público que têm condição financeira”, disse.
Estudantes estrangeiros também participam da discussão sobre as cotas. O guineense Mouamar Dinis Siqueira, que cursa graduação em letras-português, avalia como positivo o novo sistema de cotas. “Não concordo com as cotas só para negros. É um preconceito. A cota tem que ser para todo brasileiro de baixa renda”, disse Mouamar.
Matéria originalmente publicada na Agência Brasil, em 15/10/2012, pelo repórter Gabriel Palma Disponível em http://www.cartacapital.com.br/sociedade/alunos-da-unb-aprovam-adocao-de-cotas-sociais/ acessado em 07 de novembro de 2012.
Questão 8365639
ANA POR 9AF 008 ANA003 2013
Alunos da UnB aprovam adoção de cotas sociais
A Lei de Cotas para estudantes de baixa renda, negros e índios divide opiniões entre os alunos da Universidade de Brasília (UnB). A lei reserva metade das vagas nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio para os três grupos.
A regra beneficia estudantes que cursaram o ensino fundamental em escolas públicas, segundo o decreto que regulamenta a lei, publicado nesta segunda-feira 15 no Diário Oficial da União.
Na UnB, a maioria dos estudantes ouvidos pela Agência Brasil disse ser favorável a esta política pública. Pedro Célestin, do curso de ciência da computação, elogiou a lei. Para ele, é uma inovação positiva e “mais inteligente” do que outras medidas adotadas até agora.
“A reserva de cotas sociais é mais inteligente do que as cotas raciais”, acrescentou Célestin. “Elas [as novas regras] fazem mais sentido diante da realidade brasileira”, observou.
O aluno de física, Régis Matheus, discordou de Célestin. “Antes de reservar vagas nas universidades, o governo deveria investir no ensino fundamental e médio. Como o ensino público está inferior, os cotistas passarão por muitas dificuldades na universidade”, alertou ele.
O estudante de biologia Ivo Carlos defende que os alunos egressos de escolas públicas devem ter seu lugar garantido dentro das universidades públicas. “Eles são menos favorecidos”, defendeu Ivo. Para Ivan Carlos, aluno de letras-português, divergiu dessa ideia. “Sou contra. Não acho justo. A lei deveria ser para pessoas de baixa renda, em situação socioeconômica vulnerável. Há estudantes de colégio público que têm condição financeira”, disse.
Estudantes estrangeiros também participam da discussão sobre as cotas. O guineense Mouamar Dinis Siqueira, que cursa graduação em letras-português, avalia como positivo o novo sistema de cotas. “Não concordo com as cotas só para negros. É um preconceito. A cota tem que ser para todo brasileiro de baixa renda”, disse Mouamar.
Matéria originalmente publicada na Agência Brasil, em 15/10/2012, pelo repórter Gabriel Palma Disponível em http://www.cartacapital.com.br/sociedade/alunos-da-unb-aprovam-adocao-de-cotas-sociais/ acessado em 07 de novembro de 2012.
No texto, a frase que expressa um fato é
Alunos da UnB aprovam adoção de cotas sociais
A Lei de Cotas para estudantes de baixa renda, negros e índios divide opiniões entre os alunos da Universidade de Brasília (UnB). A lei reserva metade das vagas nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio para os três grupos.
A regra beneficia estudantes que cursaram o ensino fundamental em escolas públicas, segundo o decreto que regulamenta a lei, publicado nesta segunda-feira 15 no Diário Oficial da União.
Na UnB, a maioria dos estudantes ouvidos pela Agência Brasil disse ser favorável a esta política pública. Pedro Célestin, do curso de ciência da computação, elogiou a lei. Para ele, é uma inovação positiva e “mais inteligente” do que outras medidas adotadas até agora.
“A reserva de cotas sociais é mais inteligente do que as cotas raciais”, acrescentou Célestin. “Elas [as novas regras] fazem mais sentido diante da realidade brasileira”, observou.
O aluno de física, Régis Matheus, discordou de Célestin. “Antes de reservar vagas nas universidades, o governo deveria investir no ensino fundamental e médio. Como o ensino público está inferior, os cotistas passarão por muitas dificuldades na universidade”, alertou ele.
O estudante de biologia Ivo Carlos defende que os alunos egressos de escolas públicas devem ter seu lugar garantido dentro das universidades públicas. “Eles são menos favorecidos”, defendeu Ivo. Para Ivan Carlos, aluno de letras-português, divergiu dessa ideia. “Sou contra. Não acho justo. A lei deveria ser para pessoas de baixa renda, em situação socioeconômica vulnerável. Há estudantes de colégio público que têm condição financeira”, disse.
Estudantes estrangeiros também participam da discussão sobre as cotas. O guineense Mouamar Dinis Siqueira, que cursa graduação em letras-português, avalia como positivo o novo sistema de cotas. “Não concordo com as cotas só para negros. É um preconceito. A cota tem que ser para todo brasileiro de baixa renda”, disse Mouamar.
Matéria originalmente publicada na Agência Brasil, em 15/10/2012, pelo repórter Gabriel Palma Disponível em http://www.cartacapital.com.br/sociedade/alunos-da-unb-aprovam-adocao-de-cotas-sociais/ acessado em 07 de novembro de 2012.
Questão 8365638
ANA POR 9AF 008 ANA003 2013
Alunos da UnB aprovam adoção de cotas sociais
A Lei de Cotas para estudantes de baixa renda, negros e índios divide opiniões entre os alunos da Universidade de Brasília (UnB). A lei reserva metade das vagas nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio para os três grupos.
A regra beneficia estudantes que cursaram o ensino fundamental em escolas públicas, segundo o decreto que regulamenta a lei, publicado nesta segunda-feira 15 no Diário Oficial da União.
Na UnB, a maioria dos estudantes ouvidos pela Agência Brasil disse ser favorável a esta política pública. Pedro Célestin, do curso de ciência da computação, elogiou a lei. Para ele, é uma inovação positiva e “mais inteligente” do que outras medidas adotadas até agora.
“A reserva de cotas sociais é mais inteligente do que as cotas raciais”, acrescentou Célestin. “Elas [as novas regras] fazem mais sentido diante da realidade brasileira”, observou.
O aluno de física, Régis Matheus, discordou de Célestin. “Antes de reservar vagas nas universidades, o governo deveria investir no ensino fundamental e médio. Como o ensino público está inferior, os cotistas passarão por muitas dificuldades na universidade”, alertou ele.
O estudante de biologia Ivo Carlos defende que os alunos egressos de escolas públicas devem ter seu lugar garantido dentro das universidades públicas. “Eles são menos favorecidos”, defendeu Ivo. Para Ivan Carlos, aluno de letras-português, divergiu dessa ideia. “Sou contra. Não acho justo. A lei deveria ser para pessoas de baixa renda, em situação socioeconômica vulnerável. Há estudantes de colégio público que têm condição financeira”, disse.
Estudantes estrangeiros também participam da discussão sobre as cotas. O guineense Mouamar Dinis Siqueira, que cursa graduação em letras-português, avalia como positivo o novo sistema de cotas. “Não concordo com as cotas só para negros. É um preconceito. A cota tem que ser para todo brasileiro de baixa renda”, disse Mouamar.
Matéria originalmente publicada na Agência Brasil, em 15/10/2012, pelo repórter Gabriel Palma Disponível em http://www.cartacapital.com.br/sociedade/alunos-da-unb-aprovam-adocao-de-cotas-sociais/ acessado em 07 de novembro de 2012.
A maioria dos estudantes entrevistados na reportagem
Alunos da UnB aprovam adoção de cotas sociais
A Lei de Cotas para estudantes de baixa renda, negros e índios divide opiniões entre os alunos da Universidade de Brasília (UnB). A lei reserva metade das vagas nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio para os três grupos.
A regra beneficia estudantes que cursaram o ensino fundamental em escolas públicas, segundo o decreto que regulamenta a lei, publicado nesta segunda-feira 15 no Diário Oficial da União.
Na UnB, a maioria dos estudantes ouvidos pela Agência Brasil disse ser favorável a esta política pública. Pedro Célestin, do curso de ciência da computação, elogiou a lei. Para ele, é uma inovação positiva e “mais inteligente” do que outras medidas adotadas até agora.
“A reserva de cotas sociais é mais inteligente do que as cotas raciais”, acrescentou Célestin. “Elas [as novas regras] fazem mais sentido diante da realidade brasileira”, observou.
O aluno de física, Régis Matheus, discordou de Célestin. “Antes de reservar vagas nas universidades, o governo deveria investir no ensino fundamental e médio. Como o ensino público está inferior, os cotistas passarão por muitas dificuldades na universidade”, alertou ele.
O estudante de biologia Ivo Carlos defende que os alunos egressos de escolas públicas devem ter seu lugar garantido dentro das universidades públicas. “Eles são menos favorecidos”, defendeu Ivo. Para Ivan Carlos, aluno de letras-português, divergiu dessa ideia. “Sou contra. Não acho justo. A lei deveria ser para pessoas de baixa renda, em situação socioeconômica vulnerável. Há estudantes de colégio público que têm condição financeira”, disse.
Estudantes estrangeiros também participam da discussão sobre as cotas. O guineense Mouamar Dinis Siqueira, que cursa graduação em letras-português, avalia como positivo o novo sistema de cotas. “Não concordo com as cotas só para negros. É um preconceito. A cota tem que ser para todo brasileiro de baixa renda”, disse Mouamar.
Matéria originalmente publicada na Agência Brasil, em 15/10/2012, pelo repórter Gabriel Palma Disponível em http://www.cartacapital.com.br/sociedade/alunos-da-unb-aprovam-adocao-de-cotas-sociais/ acessado em 07 de novembro de 2012.
Questão 8365637
ANA POR 9AF 008 ANA003 2013Leia os textos abaixo e, a seguir, responda ao item
TEXTO 1

Disponível em http://dukechargista.com.br/ acessado em 05 de novembro de 2012.
TEXTO 2

Disponível em http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=33336, acessado em 30 de outubro de 2012.
A declaração do segundo texto que CONTRADIZ a ideia expressa no primeiro éQuestão 8365636
ANA POR 9AF 008 ANA003 2013Leia os textos abaixo e, a seguir, responda ao item
TEXTO 1

Disponível em http://dukechargista.com.br/ acessado em 05 de novembro de 2012.
TEXTO 2

Disponível em http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=33336, acessado em 30 de outubro de 2012.
A ideia central do texto 1 éQuestão 8365635
ANA POR 9AF 008 ANA003 2013Leia o texto abaixo e, a seguir, responda o item
O narrador do texto utiliza uma linguagem predominantementeO Lavador de Pedra
Manoel de Barros
A gente morava no patrimônio de Pedra Lisa. Pedra Lisa era um arruado de 13 casas e o rio por detrás. Pelo arruado passavam comitivas de boiadeiros e muitos andarilhos. Meu avô botou uma Venda no arruado. Vendia toucinho, freios, arroz, rapadura e tais. Os mantimentos que os boiadeiros compravam de passagem. Atrás da Venda estava o rio. E uma pedra que aforava no meio do rio. Meu avô, de tardezinha, ia lavar a pedra onde as garças pousavam e cacaravam. Na pedra não crescia nem musgo. Porque o cuspe das garças tem um ácido que mata no nascedouro qualquer espécie de planta. Meu avô ganhou o desnome de Lavador de Pedra. Porque toda tarde ele ia lavar aquela pedra.
A Venda ficou no tempo abandonada. Que nem uma cama ficasse abandonada. É que os boiadeiros agora faziam atalhos por outras estradas. A Venda por isso ficou no abandono de morrer. Pelo arruado só passavam agora os andarilhos. E os andarilhos paravam sempre para uma prosa com o meu avô. E para dividir a vianda que a mãe mandava para ele. Agora o avô morava na porta da Venda, debaixo de um pé de jatobá. Dali ele via os meninos rodando arcos de barril ao modo que bicicleta. Via os meninos em cavalo de pau correndo ao modo que montados em ema. Via os meninos que jogavam bola de meia ao modo que de couro. E corriam velozes pelo arruado ao modo que tivessem comido canela de cachorro. Tudo isso mais os passarinhos e os andarilhos era a paisagem do meu avô. Chegou que ele disse uma vez: Os andarilhos, as crianças e os passarinhos têm o dom de ser poesia. Dom de ser poesia é muito bom!
Memórias inventadas: a infância. São Paulo: Planeta do Brasil,2003
06
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