Questões de EFAF Português
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Questão 6 10796802
Concursos PREF DE CATARINA 2013Complete as lacunas com “X” ou “S”.
E__tender, e___tensão, e__tenso, mi__to, ju__tapor.
Questão 15 10796389
Concursos Pref de Paraíso do Norte 2013Assinale a única alternativa em que o acento indicativo de crase foi usado adequadamente.
Questão 8 10794751
Concursos P.M. Serrana 2013/2Em qual alternativa o predicado é nominal?
Questão 4 10787363
Concursos P.M. Palminópolis 2013Complete as lacunas com as letras s, ss, sc, c, conforme o caso, e marque a alternativa correspondente:
conde__a, so__ego, a__esso, a__ensão, a__imétrico.
Questão 1 10786860
Concursos P.M. Palminópolis 2013Empregue as letras s e z, conforme o caso, e complete as lacunas das palavras abaixo. A seguir, marque a alternativa correta:
A__edume, assa__, estili__ar, insensate__, indi__creto
Questão 25 10784041
Liceu-SP 2013Leia o editorial de Hélio Schwartsman para responder à questão:
O BULLYING
SÃO PAULO — O bullying é por vezes um problema real que exige medidas drásticas. Assim, é positivo que a Justiça esteja prestando atenção ao fenômeno e já tenha até condenado alguns adolescentes à prestação de serviços comunitários, como mostrou a Folha na edição de domingo. Para conviver bem em sociedade, precisamos aprender a respeitar certos limites de agressividade no trato com terceiros.
O mundo, porém, é um lugar mais complexo e multifacetado do que querem as narrativas de que nos valemos para dar sentido às coisas. Declarar guerra ao bullying e propugnar por uma política de tolerância zero funciona mais como slogan publicitário que como remédio eficaz.
De acordo com a psicóloga Helene Guldberg, da Opend University de Londres, há uma histeria em torno do tema que já pode estar produzindo mais mal do que bem (vale frisar aqui que ela fala primordialmente da realidade anglo-saxônica, onde as campanhas contra o bullying são muito mais intensas e existem há bem mais tempo que no Brasil).
Segundo Guldberg, é perfeitamente saudável que um jovem não goste de um de seus colegas e expresse esse sentimento. Isso ocorre o tempo todo entre adultos e não é um problema. Crianças precisam aprender a lidar com inimizades, rejeições e agressividades, com as quais terão que conviver ao longo dos anos. Ela cita trabalhos sugestivos de que ter um inimigo na infância pode, na verdade, até fazer bem para o adulto.
Não se trata, é claro, de abandonar a garotada à própria sorte e deixar que a seleção darwiniana opere livremente nos playgrounds, elegendo os sobreviventes. Precisamos, porém, ser honestos para reconhecer que as dinâmicas do relacionamento entre jovens não podem ser resumidas numa luta das vítimas boazinhas contra agressores malvados. A intervenção de adultos cristalizando esses rótulos pode até mesmo revelar-se um tiro pela culatra.
SCHUARTSMAN, Hélio. O Bullying. Folha de São Paulo, São Paulo, p. 1, 01 maio 2012.
A figura de linguagem presente em “(…) Assim, é positivo que a Justiça esteja prestando atenção ao fenômeno e já tenha até condenado alguns adolescentes à prestação de serviços comunitários” recebe o nome de
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