Questões de EFAF Português
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Questão 7 620264
COTIL 1° Ano 2014Texto para a questão


Assinale a alternativa cujas palavras completam, correta, respectivamente e sem alteração de sentido, o texto a seguir.
Mafalda quer saber com quantos anos as pessoas envelhecem, ________ , ao formular uma resposta, a mãe refere-se à importância de se manter o espírito jovem como forma de manter-se bem. __________a menina aceite a resposta, ela não se dá por convencida, _________ questiona a idade com que o espírito também pode envelhecer.
Questão 6 620258
COTIL 1° Ano 2014Texto para a questão


Segundo o contexto, só não se pode aceitar que Mafalda use o termo maquiagem com o sentido de indicar uma ação cujo objetivo seja o de
Questão 5 620256
COTIL 1° Ano 2014Texto para a questão
JOVENS E VELHOS - Nelson Rodrigues
Às vezes, eu quero pensar que o jovem é uma figura antiga, obsoleta, espectral. Outras vezes, acontecem coisas que provam exatamente o contrário. O jovem está vivo, talvez mais vivo do que nunca.
Ontem, dizia-me um amigo:
— Meu filho toma droga! Você entende? Droga!
Ele falava, como se o filho fosse o único num mundo imaculado. Sabe, mas esquece, que no mesmo momento, no mundo inteiro, outros filhos, outros sobrinhos, outros netos, também tomam drogas e se autodestroem.
(...)
Comecei dizendo:
— O defeito do jovem é o velho. Ou pluralizando: são os velhos que, no momento, em toda parte e em qualquer idioma, corrompem os jovens.
(...)
Falo dos que erguem a cínica bandeira da imaturidade. Nem se pense que a idealização da imaturidade começa nos jornais, nas universidades, nas rádios, nas TVs, nos sermões. Não. Começa em casa.
O moço começa a ter razão na altura da primeira chupeta e quase no berçário. Eu gostaria de saber qual teria sido o primeiro pai, mãe, ou tia, ou avó, ou cunhada, que inaugurou o Poder Jovem. O Poder Jovem é, portanto, anterior a si mesmo. Começa a exercitar a sua ferocidade muito antes, ainda na infância profunda. Há por aí toda uma geração de pequeninos possessos. São garotinhos de quatro, cinco anos, de uma intensa malignidade. Um dia, a família achou que a criança está certa quando mete a mão na cara da mãe, do pai, tia ou avó.
Outro dia, eu próprio vi uma cena admirável. Uma garotinha de cinco anos foi impedida de fazer não sei o quê. Como uma pequenina fera, investiu contra o pai, às caneladas. Desatinada, a mãe vai apanhar a menina e a carrega no colo. E então, acontece isto: a filha mete-lhe a mão na cara. Sempre digo que precisamos tirar o som da bofetada. Uma bofetada muda seria menos ultrajante. Mas a bofetada da garotinha estalou na cara materna. (Até hoje, não entendi como aquele pingo de gente foi capaz de bater com uma violência adulta.)
Fiquei olhando. Mas o episódio familiar não parou aí. A mãe, agarrada à filhinha, soluçava:
— Coitadinha! Coitadinha!
Tias se arremessavam. A menina passou de colo em colo. Numa das vezes, chutou o seio de uma tia e meteu a mão na cara da seguinte; e na imediata, cuspiu na boca. Foi um horror.
Eis o que eu queria dizer: imagino que a origem do Poder Jovem estará numa bofetada consentida, de filha em mãe, ou de filho em pai. Hoje, o adolescente tem uma sensação de onipotência. O homem maduro tem, por vezes, um olhar estrábico de pavor. Sim, o homem maduro traz o medo no coração. Se alguém gritar: — Olha o rapaz! — uma dona de casa ou pai de família sairá correndo e pulando os muros da covardia. O jovem, não e nunca (...)
Leia os fragmentos retirados do texto e marque a alternativa correta que completa o trecho.
Há por aí toda uma geração de pequeninos possessos.
Desatinada, a mãe vai apanhar a menina e a carrega no colo.
Uma bofetada muda seria menos ultrajante.
Os três termos em negrito são classificados como ....... e são sinônimos, respectivamente, de ........, .........., .......... .
Questão 3 620252
COTIL 1° Ano 2014Texto para a questão
JOVENS E VELHOS - Nelson Rodrigues
Às vezes, eu quero pensar que o jovem é uma figura antiga, obsoleta, espectral. Outras vezes, acontecem coisas que provam exatamente o contrário. O jovem está vivo, talvez mais vivo do que nunca.
Ontem, dizia-me um amigo:
— Meu filho toma droga! Você entende? Droga!
Ele falava, como se o filho fosse o único num mundo imaculado. Sabe, mas esquece, que no mesmo momento, no mundo inteiro, outros filhos, outros sobrinhos, outros netos, também tomam drogas e se autodestroem.
(...)
Comecei dizendo:
— O defeito do jovem é o velho. Ou pluralizando: são os velhos que, no momento, em toda parte e em qualquer idioma, corrompem os jovens.
(...)
Falo dos que erguem a cínica bandeira da imaturidade. Nem se pense que a idealização da imaturidade começa nos jornais, nas universidades, nas rádios, nas TVs, nos sermões. Não. Começa em casa.
O moço começa a ter razão na altura da primeira chupeta e quase no berçário. Eu gostaria de saber qual teria sido o primeiro pai, mãe, ou tia, ou avó, ou cunhada, que inaugurou o Poder Jovem. O Poder Jovem é, portanto, anterior a si mesmo. Começa a exercitar a sua ferocidade muito antes, ainda na infância profunda. Há por aí toda uma geração de pequeninos possessos. São garotinhos de quatro, cinco anos, de uma intensa malignidade. Um dia, a família achou que a criança está certa quando mete a mão na cara da mãe, do pai, tia ou avó.
Outro dia, eu próprio vi uma cena admirável. Uma garotinha de cinco anos foi impedida de fazer não sei o quê. Como uma pequenina fera, investiu contra o pai, às caneladas. Desatinada, a mãe vai apanhar a menina e a carrega no colo. E então, acontece isto: a filha mete-lhe a mão na cara. Sempre digo que precisamos tirar o som da bofetada. Uma bofetada muda seria menos ultrajante. Mas a bofetada da garotinha estalou na cara materna. (Até hoje, não entendi como aquele pingo de gente foi capaz de bater com uma violência adulta.)
Fiquei olhando. Mas o episódio familiar não parou aí. A mãe, agarrada à filhinha, soluçava:
— Coitadinha! Coitadinha!
Tias se arremessavam. A menina passou de colo em colo. Numa das vezes, chutou o seio de uma tia e meteu a mão na cara da seguinte; e na imediata, cuspiu na boca. Foi um horror.
Eis o que eu queria dizer: imagino que a origem do Poder Jovem estará numa bofetada consentida, de filha em mãe, ou de filho em pai. Hoje, o adolescente tem uma sensação de onipotência. O homem maduro tem, por vezes, um olhar estrábico de pavor. Sim, o homem maduro traz o medo no coração. Se alguém gritar: — Olha o rapaz! — uma dona de casa ou pai de família sairá correndo e pulando os muros da covardia. O jovem, não e nunca (...)
O trecho “O moço começa a ter razão na altura da primeira chupeta e quase no berçário” sugere que
Questão 2 620248
COTIL 1° Ano 2014Texto para a questão
JOVENS E VELHOS - Nelson Rodrigues
Às vezes, eu quero pensar que o jovem é uma figura antiga, obsoleta, espectral. Outras vezes, acontecem coisas que provam exatamente o contrário. O jovem está vivo, talvez mais vivo do que nunca.
Ontem, dizia-me um amigo:
— Meu filho toma droga! Você entende? Droga!
Ele falava, como se o filho fosse o único num mundo imaculado. Sabe, mas esquece, que no mesmo momento, no mundo inteiro, outros filhos, outros sobrinhos, outros netos, também tomam drogas e se autodestroem.
(...)
Comecei dizendo:
— O defeito do jovem é o velho. Ou pluralizando: são os velhos que, no momento, em toda parte e em qualquer idioma, corrompem os jovens.
(...)
Falo dos que erguem a cínica bandeira da imaturidade. Nem se pense que a idealização da imaturidade começa nos jornais, nas universidades, nas rádios, nas TVs, nos sermões. Não. Começa em casa.
O moço começa a ter razão na altura da primeira chupeta e quase no berçário. Eu gostaria de saber qual teria sido o primeiro pai, mãe, ou tia, ou avó, ou cunhada, que inaugurou o Poder Jovem. O Poder Jovem é, portanto, anterior a si mesmo. Começa a exercitar a sua ferocidade muito antes, ainda na infância profunda. Há por aí toda uma geração de pequeninos possessos. São garotinhos de quatro, cinco anos, de uma intensa malignidade. Um dia, a família achou que a criança está certa quando mete a mão na cara da mãe, do pai, tia ou avó.
Outro dia, eu próprio vi uma cena admirável. Uma garotinha de cinco anos foi impedida de fazer não sei o quê. Como uma pequenina fera, investiu contra o pai, às caneladas. Desatinada, a mãe vai apanhar a menina e a carrega no colo. E então, acontece isto: a filha mete-lhe a mão na cara. Sempre digo que precisamos tirar o som da bofetada. Uma bofetada muda seria menos ultrajante. Mas a bofetada da garotinha estalou na cara materna. (Até hoje, não entendi como aquele pingo de gente foi capaz de bater com uma violência adulta.)
Fiquei olhando. Mas o episódio familiar não parou aí. A mãe, agarrada à filhinha, soluçava:
— Coitadinha! Coitadinha!
Tias se arremessavam. A menina passou de colo em colo. Numa das vezes, chutou o seio de uma tia e meteu a mão na cara da seguinte; e na imediata, cuspiu na boca. Foi um horror.
Eis o que eu queria dizer: imagino que a origem do Poder Jovem estará numa bofetada consentida, de filha em mãe, ou de filho em pai. Hoje, o adolescente tem uma sensação de onipotência. O homem maduro tem, por vezes, um olhar estrábico de pavor. Sim, o homem maduro traz o medo no coração. Se alguém gritar: — Olha o rapaz! — uma dona de casa ou pai de família sairá correndo e pulando os muros da covardia. O jovem, não e nunca (...)
Com base no texto, complete com (V) para verdadeiro e (F) para falso. Em seguida, marque a resposta que contém a sequência correta.
( ) “Às vezes, eu quero pensar que o jovem é uma figura antiga...” (linha 1) - a palavra “jovem” não é classificada como adjetivo na oração.
( ) “Ou pluralizando: são os velhos...” (linha 10) - o verbo “pluralizando” é derivado do singular.
( ) “Falo dos que erguem a cínica bandeira da imaturidade” (linha 12) - “imaturidade” é uma palavra derivada por prefixação e sufixação, assim como “berçário” e “malignidade”.
( ) “... e na imediata, cuspiu na boca” (linha 33) - O verbo “cuspir” é empregado de forma diferente na linguagem coloquial, assim como a palavra “privilégio”.
Questão 1 620229
COTIL 1° Ano 2014Texto para a questão
JOVENS E VELHOS - Nelson Rodrigues
Às vezes, eu quero pensar que o jovem é uma figura antiga, obsoleta, espectral. Outras vezes, acontecem coisas que provam exatamente o contrário. O jovem está vivo, talvez mais vivo do que nunca.
Ontem, dizia-me um amigo:
— Meu filho toma droga! Você entende? Droga!
Ele falava, como se o filho fosse o único num mundo imaculado. Sabe, mas esquece, que no mesmo momento, no mundo inteiro, outros filhos, outros sobrinhos, outros netos, também tomam drogas e se autodestroem.
(...)
Comecei dizendo:
— O defeito do jovem é o velho. Ou pluralizando: são os velhos que, no momento, em toda parte e em qualquer idioma, corrompem os jovens.
(...)
Falo dos que erguem a cínica bandeira da imaturidade. Nem se pense que a idealização da imaturidade começa nos jornais, nas universidades, nas rádios, nas TVs, nos sermões. Não. Começa em casa.
O moço começa a ter razão na altura da primeira chupeta e quase no berçário. Eu gostaria de saber qual teria sido o primeiro pai, mãe, ou tia, ou avó, ou cunhada, que inaugurou o Poder Jovem. O Poder Jovem é, portanto, anterior a si mesmo. Começa a exercitar a sua ferocidade muito antes, ainda na infância profunda. Há por aí toda uma geração de pequeninos possessos. São garotinhos de quatro, cinco anos, de uma intensa malignidade. Um dia, a família achou que a criança está certa quando mete a mão na cara da mãe, do pai, tia ou avó.
Outro dia, eu próprio vi uma cena admirável. Uma garotinha de cinco anos foi impedida de fazer não sei o quê. Como uma pequenina fera, investiu contra o pai, às caneladas. Desatinada, a mãe vai apanhar a menina e a carrega no colo. E então, acontece isto: a filha mete-lhe a mão na cara. Sempre digo que precisamos tirar o som da bofetada. Uma bofetada muda seria menos ultrajante. Mas a bofetada da garotinha estalou na cara materna. (Até hoje, não entendi como aquele pingo de gente foi capaz de bater com uma violência adulta.)
Fiquei olhando. Mas o episódio familiar não parou aí. A mãe, agarrada à filhinha, soluçava:
— Coitadinha! Coitadinha!
Tias se arremessavam. A menina passou de colo em colo. Numa das vezes, chutou o seio de uma tia e meteu a mão na cara da seguinte; e na imediata, cuspiu na boca. Foi um horror.
Eis o que eu queria dizer: imagino que a origem do Poder Jovem estará numa bofetada consentida, de filha em mãe, ou de filho em pai. Hoje, o adolescente tem uma sensação de onipotência. O homem maduro tem, por vezes, um olhar estrábico de pavor. Sim, o homem maduro traz o medo no coração. Se alguém gritar: — Olha o rapaz! — uma dona de casa ou pai de família sairá correndo e pulando os muros da covardia. O jovem, não e nunca (...)
Segundo o autor, a explicação para os defeitos da juventude está
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