Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 36 167150
IFBA 2015TEXTO 4
SETE ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO ATRAVÉS DA MÍDIA
1) Distraia o público: o elemento primordial do controle social é desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
2) Crie problemas, depois ofereça soluções.
3) Use a estratégia da gradação: para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos.
4) Utilize o aspecto emocional muito mais do que a reflexão.
5) Mantenha o público na ignorância e na mediocridade: faça com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.
6) Estimule o público a ser complacente na mediocridade: faça-o achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.
7) Reforce a revolta pela autoculpabilidade: faça o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços.
Noam Chomsky (Linguística em MIT). Disponível em: < h t t p : / / w w w . f o r u m s e c u l o 2 1 . c o m . b r / p a g i n a s / 0 3 1 3 _sec_21_(pag.10).pdf>. Acesso em: 03 out 2014. Texto adaptado.
Em relação à frase abaixo, é correto afirmar:
“Crie problemas, depois ofereça soluções.”
Questão 35 167149
IFBA 2015
TEXTO
SETE ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO ATRAVÉS DA MÍDIA
1) Distraia o público: o elemento primordial do controle social é desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
2) Crie problemas, depois ofereça soluções.
3) Use a estratégia da gradação: para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos.
4) Utilize o aspecto emocional muito mais do que a reflexão.
5) Mantenha o público na ignorância e na mediocridade: faça com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.
6) Estimule o público a ser complacente na mediocridade: faça-o achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.
7) Reforce a revolta pela autoculpabilidade: faça o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços.
Noam Chomsky (Linguística em MIT). Disponível em: h t t p : / / w w w . f o r u m s e c u l o 2 1 . c o m . b r / p a g i n a s / 0 3 1 3 _sec_21_(pag.10).pdf. Acesso em: 03 out 2014. Texto adaptado.
Com relação ao texto, é correto afirmar:
Questão 34 167148
IFBA 2015TEXTO 4
SETE ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO ATRAVÉS DA MÍDIA
1) Distraia o público: o elemento primordial do controle social é desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
2) Crie problemas, depois ofereça soluções.
3) Use a estratégia da gradação: para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos.
4) Utilize o aspecto emocional muito mais do que a reflexão.
5) Mantenha o público na ignorância e na mediocridade: faça com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.
6) Estimule o público a ser complacente na mediocridade: faça-o achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.
7) Reforce a revolta pela autoculpabilidade: faça o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços.
Noam Chomsky (Linguística em MIT). Disponível em: < h t t p : / / w w w . f o r u m s e c u l o 2 1 . c o m . b r / p a g i n a s / 0 3 1 3 _sec_21_(pag.10).pdf>. Acesso em: 03 out 2014. Texto adaptado.
Considerando as estratégias expostas no texto 4, analise as informações abaixo.
I. Usar a emotividade é uma forma estratégica de a mídia manipular o público.
II. Influenciar, abruptamente, é a forma mais eficaz de controle social e mais comum de manipulação midiática.
III. Por ser mais emotiva do que reflexiva, a mídia torna o ser humano consciente de sua incapacidade de compreender e manipular as tecnologias.
De acordo com a análise das proposições, a alternativa verdadeira é:
Questão 32 167146
IFBA 2015
Sobre a tirinha, marque a alternativa CORRETA:
Questão 31 167145
IFBA 2015TEXTO 2
Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro: de outro galo
[5] que apanhe o grito de um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzam
os fios de sol de seus gritos de galo
para que a manhã, desde uma teia tênue,
[10] se vá tecendo, entre todos os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
[15] A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que, tecido, se eleva por si: luz balão.
NETO, João Cabral de Melo. Tecendo a manhã. Disponível em: http://www.recantodasletras.com.br. Acesso em: 25 de setembro de 2014.(Adaptado)
A partir da compreensão do poema, pode-se inferir dos recursos linguístico-textuais que:
Questão 28 167142
IFBA 2015TEXTO
1 Nós, Mulheres Negras, de diferentes níveis
socioculturais e etnias, fomos sequestradas do
continente Africano e trazidas para o Brasil,
numa viagem insalubre e violenta, para sermos
5 escravizadas e resistimos. Deixamos de ser
Mulheres para nos tornarmos “peças”, com aval da
Religião de outrem e resistimos. Outro nome de
batismo, outra religião, outra língua, outra cultura nos
foram fixados. Trabalhos extenuantes e castigos
10 perversos passaram a fazer parte do nosso cotidiano.
Nossos corpos foram mutilados, nossos rostos
deturpados por homens e, muitas vezes, por
mulheres outras, ciumentas ou inseguras diante de
nós. Resistimos. [...]
15 Acompanhávamos a Ciência que comprovava a
supremacia branca, bem como todo o processo de
construção do Racismo, que nos dizia feias, sem
inteligência, ignorantes, Mulheres de “cabelo ruim”.
Passamos a nos torturar pessoalmente, alisando
20 nossos cabelos com pente-quente. Tínhamos então
“cabelo bom”. Resistimos. Participamos de muitos
atos de resistência, tínhamos sempre informações
relevantes e acesso ao opressor (à opressora) afinal,
muitas de nós circulavam pelas casas-grandes.
25 Lideramos lutas, participamos da organização de
Kilombos - ao lado de homens negros, indígenas e
brancos (as) pobres.
Vimos nossos homens sem ocupação e, de alguma
forma, agradecíamos aos nossos Orixás por
30 podermos seguir trabalhando de maneira a garantir o
sustento de nossas famílias. Então nos tornamos
quituteiras, doceiras, cozinheiras, babás, tornamo-
nos Empregadas Domésticas, um tipo de
escravizada com salário simbólico e, por mais de um
35 século, como negras livres “quase da família”,
seguimos sem acompanhar o crescimento de nossos
(as) filhos (as), pois não tínhamos direitos em nossa
profissão, tínhamos, sim, deveres com a casa, com
filhos (as), com a alimentação e bem-estar da outra
40 família, tal qual acontecia no período da Escravidão e
resistimos.
Assistimos a nossas patroas reivindicarem pelo
direito ao respeito, à educação, à igualdade de
oportunidades e ao trabalho. Estranhávamos esta
45 reivindicação, parecia dissonante que outra
s Mulheres quisessem realmente trabalhar como nós.
Ingenuidade... Logo percebemos que, entre
Mulheres que buscavam direitos, se fazia diferença
entre Mulheres e Mulheres Negras e resistimos.
50 Ficamos felizes com o direito ao voto alcançado por
Mulheres em 1932, mas o nosso direito ao voto só
viria em 1988 afinal, ainda éramos analfabetas, a
carga horária do trabalho doméstico e o Racismo
seguiam impedindo que nós estudássemos.
55 Resistimos.[...] nós, Empregadas Domésticas,
deixamos de ser escravizadas. Deixamos de ser
“quase da família”, para nos tornarmos cidadãs,
cidadãs com direitos, direitos trabalhistas.
Assistimos agora à resistência de patroas e
60 patrões, que não se envergonham em mostrar a cara
ao manifestar a indignação diante de nossos direitos.
Sim, direitos porque os deveres e as submissões nós
conhecemos há séculos. Anós, Mulheres Negras (“ou
quase negras de tão pobres”), Empregadas
65 Domésticas ou não resta seguir resistindo na busca
pela igualdade de oportunidade e pelo respeito,
sempre com a dignidade e força de nossos ancestrais.
ANIBAL, Viviane. Empregada doméstica. Disponível em: . Acesso em: 24 de setembro de 2014. (Adaptado)
Apartir da leitura do texto 1, marque a alternativa que apresenta a ideia central do mesmo:
06
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