Questões de EFAF Português
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Questão 10 381898
IFSC 2015/2Texto
A mais grácil criatura
Adão vivia nu e feliz no jardim do Éden. Um dia, Adão sentiu-se muito macambúzio e sorumbático e não sabia por quê. Inopinadamente a moedinha caiu – Plink! Adão notou que cada bichinho tinha o par de cada bichinho: o jacaré tinha a jacaroa; o veado tinha a veada; o antílope tinha a antílopa e assim por diante, mas Adão não tinha a companheira de Adão. Adão decidiu, portanto, pedir a Deus que confeccionasse uma companheira para Adão.
- Ó Deus! Por que Adão não tem uma companheira para Adão?
Deus disse tonitruantemente como é do estilo de Deus:
- Farei para Adão, ó Adão, a mais bela, a mais grácil, a mais desejável criatura cujos delicados pezinhos já pisaram a relva macia. Mas a confecção da criatura custará a Adão um olho, um braço e uma perna!
Ao que Adão respondeu:
- Ah, pega leve, Deus. Vê aí o que dá pra fazer com uma costela.

Disponível em: www.fotolog.com/virtus/1516903. Acesso em: 10 mar. 2015.
Pela leitura, você deve ter percebido que o texto não está escrito de acordo com a norma culta da língua, dando a impressão de que quem o escreveu o fez propositalmente.
Assinale a alternativa CORRETA.
Questão 9 381893
IFSC 2015/2Texto
A mais grácil criatura
Adão vivia nu e feliz no jardim do Éden. Um dia, Adão sentiu-se muito macambúzio e sorumbático e não sabia por quê. Inopinadamente a moedinha caiu – Plink! Adão notou que cada bichinho tinha o par de cada bichinho: o jacaré tinha a jacaroa; o veado tinha a veada; o antílope tinha a antílopa e assim por diante, mas Adão não tinha a companheira de Adão. Adão decidiu, portanto, pedir a Deus que confeccionasse uma companheira para Adão.
- Ó Deus! Por que Adão não tem uma companheira para Adão?
Deus disse tonitruantemente como é do estilo de Deus:
- Farei para Adão, ó Adão, a mais bela, a mais grácil, a mais desejável criatura cujos delicados pezinhos já pisaram a relva macia. Mas a confecção da criatura custará a Adão um olho, um braço e uma perna!
Ao que Adão respondeu:
- Ah, pega leve, Deus. Vê aí o que dá pra fazer com uma costela.

Disponível em: www.fotolog.com/virtus/1516903. Acesso em: 10 mar. 2015.
Pela leitura, você deve ter percebido que o texto não está escrito de acordo com a norma culta da língua, dando a impressão de que quem o escreveu o fez propositalmente.
Leia, analise as frases que seguem e indique com S os períodos simples e, com C, os períodos compostos.
I. ( )“Adão vivia nu e feliz no jardim do Éden.”
II. ( )“Um dia, Adão sentiu-se muito macambúzio e sorumbático e não sabia por quê.”
III. ( )“Por que Adão não tem uma companheira para Adão?”
IV. ( )“Deus disse tonitruantemente como é do estilo de Deus.”
V. ( )“Vê aí o que dá pra fazer com uma costela...”
Assinale a alternativa CORRETA que contempla a sequência dos períodos I a V, respectivamente.
Questão 8 381885
IFSC 2015/2Texto
A mais grácil criatura
Adão vivia nu e feliz no jardim do Éden. Um dia, Adão sentiu-se muito macambúzio e sorumbático e não sabia por quê. Inopinadamente a moedinha caiu – Plink! Adão notou que cada bichinho tinha o par de cada bichinho: o jacaré tinha a jacaroa; o veado tinha a veada; o antílope tinha a antílopa e assim por diante, mas Adão não tinha a companheira de Adão. Adão decidiu, portanto, pedir a Deus que confeccionasse uma companheira para Adão.
- Ó Deus! Por que Adão não tem uma companheira para Adão?
Deus disse tonitruantemente como é do estilo de Deus:
- Farei para Adão, ó Adão, a mais bela, a mais grácil, a mais desejável criatura cujos delicados pezinhos já pisaram a relva macia. Mas a confecção da criatura custará a Adão um olho, um braço e uma perna!
Ao que Adão respondeu:
- Ah, pega leve, Deus. Vê aí o que dá pra fazer com uma costela.

Disponível em: www.fotolog.com/virtus/1516903. Acesso em: 10 mar. 2015.
Pela leitura, você deve ter percebido que o texto não está escrito de acordo com a norma culta da língua, dando a impressão de que quem o escreveu o fez propositalmente.
A língua portuguesa possui recursos para se evitarem repetições desnecessárias e criar conexão entre os termos e orações. Dessa forma, uma possibilidade de reescritura do primeiro parágrafo seria:
Adão vivia nu e feliz no jardim do Éden. Um dia, sentiu-se muito macambúzio e sorumbático e não sabia por quê. Inopinadamente a moedinha caiu – Plink! Ele notou que cada bichinho tinha o seu par: o jacaré tinha a jacaroa; o veado, a veada; o antílope, a antílopa e assim por diante, mas ele próprio não tinha sua companheira. Adão decidiu, portanto, pedir a Deus que lhe confeccionasse uma companheira
Leia as afirmativas que seguem, compare esse trecho reescrito com o texto e assinale a resposta CORRETA.
Questão 7 381867
IFSC 2015/2Texto
A mais grácil criatura
Adão vivia nu e feliz no jardim do Éden. Um dia, Adão sentiu-se muito macambúzio e sorumbático e não sabia por quê. Inopinadamente a moedinha caiu – Plink! Adão notou que cada bichinho tinha o par de cada bichinho: o jacaré tinha a jacaroa; o veado tinha a veada; o antílope tinha a antílopa e assim por diante, mas Adão não tinha a companheira de Adão. Adão decidiu, portanto, pedir a Deus que confeccionasse uma companheira para Adão.
- Ó Deus! Por que Adão não tem uma companheira para Adão?
Deus disse tonitruantemente como é do estilo de Deus:
- Farei para Adão, ó Adão, a mais bela, a mais grácil, a mais desejável criatura cujos delicados pezinhos já pisaram a relva macia. Mas a confecção da criatura custará a Adão um olho, um braço e uma perna!
Ao que Adão respondeu:
- Ah, pega leve, Deus. Vê aí o que dá pra fazer com uma costela.

Disponível em: www.fotolog.com/virtus/1516903. Acesso em: 10 mar. 2015.
Pela leitura, você deve ter percebido que o texto não está escrito de acordo com a norma culta da língua, dando a impressão de que quem o escreveu o fez propositalmente.
De acordo com as afirmativas feitas sobre o texto, assinale a resposta CORRETA.
Questão 25 171721
SESC 2015Leia a tirinha:

A respeito da mensagem que pode ser depreendida com a leitura da tirinha, marque a alternativa correta.
Questão 22 171718
SESC 2015Feijoada teve origem no século XIX com base em cozido feito por portugueses
Ideia de que a refeição foi criada por escravos não é verdadeira. Costume de comer às quartas e sábados pode ter vindo de hotéis cariocas.
(Giovana Sanchez, do G1, em São Paulo)
“Mulher / Você vai fritar / Um montão de torresmo pra acompanhar / Arroz branco, farofa e a malagueta / A laranja-bahia ou da seleta / Joga o paio, carne seca, toucinho no caldeirão / E vamos botar água no feijão.”
A letra da música “Feijoada Completa”, de Chico Buarque de Holanda, dá a receita de um dos pratos mais típicos do país: a mistura de feijão preto, pedaços de carne de porco, arroz, couve e farofa. A feijoada apareceu por volta do fim do século XIX e logo ganhou a mesa de boa parte da população brasileira, adquirindo depois diversas versões, em diferentes regiões do país. O leitor já deve ter ouvido a história de que sua origem vem dos escravos, que misturavam os restos das carnes dadas pelos senhores com a farofa.
No entanto, os registros históricos contam outra versão. “O mito modernista é de que os escravos foram uma fonte importante da culinária brasileira. Tenho minhas dúvidas, pois onde não há liberdade não há desenvolvimento culinário. Eles comiam uma ração, determinada pelos senhores, cujo traço fundamental era ser barato”, explicou ao G1 Carlos Alberto Dória, doutor em sociologia e autor de “Formação da Culinária Brasileira”, entre outros.
A mais provável origem do prato é o cozido europeu, que já fazia a mistura de tipos de carnes. Os portugueses reproduziram a receita usando o feijão preto, que era uma base importante da alimentação no Brasil da época. “A tradição europeia do cozido foi provavelmente adaptada, criando a feijoada, que passou a ser servida para camadas mais gerais da população”, explica o professor da USP e especialista em história da alimentação Henrique Carneiro. “O que chamamos ‘feijoada’ é uma solução europeia elaborada no Brasil. [...] A feijoada, simples ou completa, é o primeiro prato brasileiro em geral”, escreveu Câmara Cascudo no livro “História da alimentação no Brasil”. Então, por que se ouve tanto a história de que a feijoada foi criada por escravos? Dória responde que “a simbologia é de um prato miscigenado, como se a nossa culinária fosse fruto de ‘contribuições’ de índios, negros e brancos. O papel desse mito é apagar da nossa memória de nação as relações de dominação que presidiram o conjunto: o branco senhor, o negro escravo, o índio massacrado. Na feijoada, se esquece de tudo isso, não é?” (...)
http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias - Acesso em 02/06/2014.
Releia o fragmento que se segue:
Então, por que se ouve tanto a história de que a feijoada foi criada por escravos? Dória responde que “a simbologia é de um prato miscigenado, como se a nossa culinária fosse fruto de ‘contribuições’ de índios, negros e brancos. O papel desse mito é apagar da nossa memória de nação as relações de dominação que presidiram o conjunto: o branco senhor, o negro escravo, o índio massacrado. Na feijoada, se esquece tudo isso, não é?”
No parágrafo em destaque, o autor usa a expressão “desse mito” para fazer referência ao fato de que:
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