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Questão 8363313
ETECSP ETECSP 2015 1 FaseU Gerais 2015
A canção Vilarejo foi composta por Marisa Monte, Carlinhos Brown, Arnaldo Antunes e Pedro Baby.
Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraíso se mudou para lá
Por cima das casas, cal
Frutas em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonho semeando o mundo real
Toda gente cabe lá
Palestina, Shangri-lá
(...)
Lá o tempo espera
Lá é primavera
Portas e janelas ficam sempre abertas
Pra sorte entrar
Em todas as mesas, pão
Flores enfeitando
Os caminhos, os vestidos, os destinos
E essa canção
Tem um verdadeiro amor
Para quando você for
(...)
(Disponível em: http://tinyurl.com/muth987. Acesso em: 01 set. 2014.)
Podemos afirmar que o trecho apresentado é, predominantemente,
A canção Vilarejo foi composta por Marisa Monte, Carlinhos Brown, Arnaldo Antunes e Pedro Baby.
Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraíso se mudou para lá
Por cima das casas, cal
Frutas em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonho semeando o mundo real
Toda gente cabe lá
Palestina, Shangri-lá
(...)
Lá o tempo espera
Lá é primavera
Portas e janelas ficam sempre abertas
Pra sorte entrar
Em todas as mesas, pão
Flores enfeitando
Os caminhos, os vestidos, os destinos
E essa canção
Tem um verdadeiro amor
Para quando você for
(...)
(Disponível em: http://tinyurl.com/muth987. Acesso em: 01 set. 2014.)
Questão 8363104
COTUCA COTUCA 2015 1 FaseU Gerais 2015
Frankenstein é a história de uma das criaturas mais famosas do mundo. A ambição dos experimentos do Dr. Victor Frankenstein permitiu que ele conseguisse cientificamente dar vida a um corpo feito de partes de mortos, roubadas de túmulos. A criatura do Dr. Frankenstein consegue fugir, dando início a uma busca do criador por sua criatura e da criatura por seu criador. Leia a seguir um trecho em que o cientista avista o monstro com vida pela primeira vez.
A noite caiu e, quando eu mal podia ver as montanhas escuras, experimentei uma tristeza ainda maior. Aquele quadro parecia um vasto e sombrio cenário do mal, e eu previa de longe que estava destinado a me tornar o mais desgraçado dos seres humanos. [...] A tempestade parecia aproximar-se rapidamente. [...] Ela chegava: o céu estava nublado e logo senti grandes e esparsos pingos da chuva, cuja violência aumentava rápido.
Deixei o lugar onde estava e continuei a caminhar, embora a escuridão e a tempestade aumentassem a cada minuto e os trovões estalassem com um ruído aterrador por sobre minha cabeça. [...] Os vívidos clarões dos relâmpagos me ofuscavam, iluminando o lago, fazendo-o parecer um extenso lençol de fogo; depois tudo mergulhava em trevas, até que os olhos se acomodavam de novo. [...]
Percebi, na sombra, um vulto que se esgueirava detrás de um grupo de árvores perto de mim. Parei, e fiquei olhando atentamente; não podia haver engano. O clarão de um relâmpago iluminou a figura e revelou perfeitamente sua forma. Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida.
(Adaptado de SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução de Mécio Araujo Jorge Honkins. Porto Alegre, Pocket L&PM, 2001)
Os adjetivos são palavras que apresentam características dos seres, objetos ou sentimentos, por isso são muito usados na construção de descrições. Os seguintes adjetivos contribuem para a composição do ambiente descrito por Victor Frankenstein:
Frankenstein é a história de uma das criaturas mais famosas do mundo. A ambição dos experimentos do Dr. Victor Frankenstein permitiu que ele conseguisse cientificamente dar vida a um corpo feito de partes de mortos, roubadas de túmulos. A criatura do Dr. Frankenstein consegue fugir, dando início a uma busca do criador por sua criatura e da criatura por seu criador. Leia a seguir um trecho em que o cientista avista o monstro com vida pela primeira vez.
A noite caiu e, quando eu mal podia ver as montanhas escuras, experimentei uma tristeza ainda maior. Aquele quadro parecia um vasto e sombrio cenário do mal, e eu previa de longe que estava destinado a me tornar o mais desgraçado dos seres humanos. [...] A tempestade parecia aproximar-se rapidamente. [...] Ela chegava: o céu estava nublado e logo senti grandes e esparsos pingos da chuva, cuja violência aumentava rápido.
Deixei o lugar onde estava e continuei a caminhar, embora a escuridão e a tempestade aumentassem a cada minuto e os trovões estalassem com um ruído aterrador por sobre minha cabeça. [...] Os vívidos clarões dos relâmpagos me ofuscavam, iluminando o lago, fazendo-o parecer um extenso lençol de fogo; depois tudo mergulhava em trevas, até que os olhos se acomodavam de novo. [...]
Percebi, na sombra, um vulto que se esgueirava detrás de um grupo de árvores perto de mim. Parei, e fiquei olhando atentamente; não podia haver engano. O clarão de um relâmpago iluminou a figura e revelou perfeitamente sua forma. Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida.
(Adaptado de SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução de Mécio Araujo Jorge Honkins. Porto Alegre, Pocket L&PM, 2001)
Questão 8363102
COTUCA COTUCA 2015 1 FaseU Gerais 2015
Frankenstein é a história de uma das criaturas mais famosas do mundo. A ambição dos experimentos do Dr. Victor Frankenstein permitiu que ele conseguisse cientificamente dar vida a um corpo feito de partes de mortos, roubadas de túmulos. A criatura do Dr. Frankenstein consegue fugir, dando início a uma busca do criador por sua criatura e da criatura por seu criador. Leia a seguir um trecho em que o cientista avista o monstro com vida pela primeira vez.
A noite caiu e, quando eu mal podia ver as montanhas escuras, experimentei uma tristeza ainda maior. Aquele quadro parecia um vasto e sombrio cenário do mal, e eu previa de longe que estava destinado a me tornar o mais desgraçado dos seres humanos. [...] A tempestade parecia aproximar-se rapidamente. [...] Ela chegava: o céu estava nublado e logo senti grandes e esparsos pingos da chuva, cuja violência aumentava rápido.
Deixei o lugar onde estava e continuei a caminhar, embora a escuridão e a tempestade aumentassem a cada minuto e os trovões estalassem com um ruído aterrador por sobre minha cabeça. [...] Os vívidos clarões dos relâmpagos me ofuscavam, iluminando o lago, fazendo-o parecer um extenso lençol de fogo; depois tudo mergulhava em trevas, até que os olhos se acomodavam de novo. [...]
Percebi, na sombra, um vulto que se esgueirava detrás de um grupo de árvores perto de mim. Parei, e fiquei olhando atentamente; não podia haver engano. O clarão de um relâmpago iluminou a figura e revelou perfeitamente sua forma. Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida.
(Adaptado de SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução de Mécio Araujo Jorge Honkins. Porto Alegre, Pocket L&PM, 2001)
O trecho apresenta muitas descrições que contribuem para a narrativa porque:
Frankenstein é a história de uma das criaturas mais famosas do mundo. A ambição dos experimentos do Dr. Victor Frankenstein permitiu que ele conseguisse cientificamente dar vida a um corpo feito de partes de mortos, roubadas de túmulos. A criatura do Dr. Frankenstein consegue fugir, dando início a uma busca do criador por sua criatura e da criatura por seu criador. Leia a seguir um trecho em que o cientista avista o monstro com vida pela primeira vez.
A noite caiu e, quando eu mal podia ver as montanhas escuras, experimentei uma tristeza ainda maior. Aquele quadro parecia um vasto e sombrio cenário do mal, e eu previa de longe que estava destinado a me tornar o mais desgraçado dos seres humanos. [...] A tempestade parecia aproximar-se rapidamente. [...] Ela chegava: o céu estava nublado e logo senti grandes e esparsos pingos da chuva, cuja violência aumentava rápido.
Deixei o lugar onde estava e continuei a caminhar, embora a escuridão e a tempestade aumentassem a cada minuto e os trovões estalassem com um ruído aterrador por sobre minha cabeça. [...] Os vívidos clarões dos relâmpagos me ofuscavam, iluminando o lago, fazendo-o parecer um extenso lençol de fogo; depois tudo mergulhava em trevas, até que os olhos se acomodavam de novo. [...]
Percebi, na sombra, um vulto que se esgueirava detrás de um grupo de árvores perto de mim. Parei, e fiquei olhando atentamente; não podia haver engano. O clarão de um relâmpago iluminou a figura e revelou perfeitamente sua forma. Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida.
(Adaptado de SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução de Mécio Araujo Jorge Honkins. Porto Alegre, Pocket L&PM, 2001)
Questão 8363016
COTIL COTIL 2015 1 FaseU Gerais 2015
Obtém-se o efeito de humor no penúltimo quadrinho, pois:(Quino. Toda Mafalda. São Paulo, Martins Fontes, 2000.)
Questão 8363015
COTIL COTIL 2015 1 FaseU Gerais 2015
(Quino. Toda Mafalda. São Paulo, Martins Fontes, 2000.)
Observe a última fala de Mafalda: “É bom ver que você se preocupa com uma coisa tão importante...”
Se substituirmos o pronome pelo pronome , como fica corretamente o período?
Questão 8363007
COTIL COTIL 2015 1 FaseU Gerais 2015Ser patriota
Amar a pátria é, para muitos brasileiros, saber cantar o Hino Nacional quando a bandeira é hasteada. É idolatrar o símbolo do país e assistir respeitosamente aos desfiles nas ruas. Mas e depois do 7 de setembro, onde fica o amor ao país" Onde está o patriotismo" Ah, sim... Sua manifestação fica restrita às vitórias brasileiras nos eventos esportivos mundiais: Olimpíadas, Copas do Mundo... e só.
É claro que isso não é regra, não se pode generalizar. No entanto, é comum as pessoas esquecerem que vivemos neste país todos os dias. Somos brasileiros sempre, com os dissabores e orgulho que pertencer a este país acarreta. (...) O patriotismo, além de um sentimento, é também um comportamento. Ele é modelado por meio de algumas práticas; uma delas é a educação. Essa, quando bem trabalhada, permite ao estudante conhecer características do seu país. Permite ao estudante buscar modificar o que acredita que deve ser modificado e conservar o que precisa ser conservado. Dessa forma, surgem gradativamente os sentimentos de amor e preocupação com o país.
Ser patriota é sobretudo amar! Amar a sua terra, com seu cheiro característico; beber o seu chá preferido ou beber um café quente, olhando pela vidraça a geada branca na relva; é estar no calor do verão, olhar um copo com água gelada e sorver cada gole como se fosse o último; é sentir o cheiro da cozinha onde você prepara seus alimentos com aquele tempero que você conhece, muitas vezes, desde a infância. Com certeza, no mundo todo, ainda que procuremos, não encontraremos nada igual. Os aniversários, as baladas, os amores, o vinho compartilhado com os amigos, as músicas, o folclore, os grupos escolares, a igreja com os sermões do padre, do pastor ou do rabino, nos induzindo a refletir sobre a vida. Os micos que já pagamos ou fizemos outros pagarem. A verdadeira vida é constituída de coisas simples e que nos fazem bem quando lembramos. Logo, quando amamos de fato tudo isso, somos patriotas.
(fonte:http://www.adjorisc.com.br/jornais/asemana/coluna-pensando-bem-paula/ser-patriota-1.1340968#.U8UGN_ldU8s)
“...sentir o cheiro da cozinha onde você prepara seus alimentos.” (3º parágrafo).
Esse trecho pode ser reescrito, sem alteração de sentido e mantendo-se gramaticalmente correto, conforme a resposta:
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