Questões de EFAF Português
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Questão 8363940
CFN CFN 2015 1 FaseU Gerais 2015TEXTO 2
FIRMAMENTO
O que é que eu vou fazer agora
Se o teu sol não brilhar por mim?
Num céu de estrelas multicoloridas
Existe uma que eu não colori
Forte, sorte na vida, filhos feitos de
amor
Todo verbo que é forte
Se conjuga no tempo
Perto, longe, o que for
Você não sai da minha cabeça
E minha mente voa
Você não sai, não sai, não sai, não
sai...
Entre o céu e o firmamento
Não há ressentimento
Cada um ocupando o seu lugar
Não sai, não sai, não sai, não sai, não
sai...
O que é que eu vou...
Entre o céu e o firmamento
Existem mais coisas do que julga
O nosso próprio pensar
Que vagam como o vento
E aquele sentimento de amor eterno
Entre o céu e o firmamento
Existem mais coisas do que julga
O nosso próprio entendimento
Que vagam pelo tempo
Com aquele juramento de amor eterno
(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)
Considere os versos:
Entre o céu e o firmamento
Não há ressentimento” (ref. 6)
Assinale a opção em que a palavra substitui o termo destacado sem alterar o sentido do texto.
Questão 8363939
CFN CFN 2015 1 FaseU Gerais 2015TEXTO 2
FIRMAMENTO
O que é que eu vou fazer agora
Se o teu sol não brilhar por mim?
Num céu de estrelas multicoloridas
Existe uma que eu não colori
Forte, sorte na vida, filhos feitos de
amor
Todo verbo que é forte
Se conjuga no tempo
Perto, longe, o que for
Você não sai da minha cabeça
E minha mente voa
Você não sai, não sai, não sai, não
sai...
Entre o céu e o firmamento
Não há ressentimento
Cada um ocupando o seu lugar
Não sai, não sai, não sai, não sai, não
sai...
O que é que eu vou...
Entre o céu e o firmamento
Existem mais coisas do que julga
O nosso próprio pensar
Que vagam como o vento
E aquele sentimento de amor eterno
Entre o céu e o firmamento
Existem mais coisas do que julga
O nosso próprio entendimento
Que vagam pelo tempo
Com aquele juramento de amor eterno
(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)
No verso:
“Todo verbo que é forte” (ref. 5), temos um predicado
Questão 8363937
CFN CFN 2015 1 FaseU Gerais 2015TEXTO 2
FIRMAMENTO
O que é que eu vou fazer agora
Se o teu sol não brilhar por mim?
Num céu de estrelas multicoloridas
Existe uma que eu não colori
Forte, sorte na vida, filhos feitos de
amor
Todo verbo que é forte
Se conjuga no tempo
Perto, longe, o que for
Você não sai da minha cabeça
E minha mente voa
Você não sai, não sai, não sai, não
sai...
Entre o céu e o firmamento
Não há ressentimento
Cada um ocupando o seu lugar
Não sai, não sai, não sai, não sai, não
sai...
O que é que eu vou...
Entre o céu e o firmamento
Existem mais coisas do que julga
O nosso próprio pensar
Que vagam como o vento
E aquele sentimento de amor eterno
Entre o céu e o firmamento
Existem mais coisas do que julga
O nosso próprio entendimento
Que vagam pelo tempo
Com aquele juramento de amor eterno
Assinale a opção que corresponde à figura de linguagem utilizada pelo autor no verso “E minha mente voa” (ref. 3).(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)
Questão 8363936
CFN CFN 2015 1 FaseU Gerais 2015TEXTO 2
FIRMAMENTO
O que é que eu vou fazer agora
Se o teu sol não brilhar por mim?
Num céu de estrelas multicoloridas
Existe uma que eu não colori
Forte, sorte na vida, filhos feitos de
amor
Todo verbo que é forte
Se conjuga no tempo
Perto, longe, o que for
Você não sai da minha cabeça
E minha mente voa
Você não sai, não sai, não sai, não
sai...
Entre o céu e o firmamento
Não há ressentimento
Cada um ocupando o seu lugar
Não sai, não sai, não sai, não sai, não
sai...
O que é que eu vou...
Entre o céu e o firmamento
Existem mais coisas do que julga
O nosso próprio pensar
Que vagam como o vento
E aquele sentimento de amor eterno
Entre o céu e o firmamento
Existem mais coisas do que julga
O nosso próprio entendimento
Que vagam pelo tempo
Com aquele juramento de amor eterno
Assinale a opção cujo termo apresentado rege a mesma preposição que a destacada em “Que vagam pelo tempo” (ref. 2).(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)
Questão 8363935
CFN CFN 2015 1 FaseU Gerais 2015TEXTO 2
FIRMAMENTO
O que é que eu vou fazer agora
Se o teu sol não brilhar por mim?
Num céu de estrelas multicoloridas
Existe uma que eu não colori
Forte, sorte na vida, filhos feitos de
amor
Todo verbo que é forte
Se conjuga no tempo
Perto, longe, o que for
Você não sai da minha cabeça
E minha mente voa
Você não sai, não sai, não sai, não
sai...
Entre o céu e o firmamento
Não há ressentimento
Cada um ocupando o seu lugar
Não sai, não sai, não sai, não sai, não
sai...
O que é que eu vou...
Entre o céu e o firmamento
Existem mais coisas do que julga
O nosso próprio pensar
Que vagam como o vento
E aquele sentimento de amor eterno
Entre o céu e o firmamento
Existem mais coisas do que julga
O nosso próprio entendimento
Que vagam pelo tempo
Com aquele juramento de amor eterno
(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)
Considere os versos abaixo:
“O que é que eu vou fazer agora
Se o teu sol não brilhar por mim?
Num céu de estrelas multicoloridas
Existe uma que eu não colori” (ref. 1)
Assinale a opção em que os verbos destacados estão conjugados, respectivamente, no
Questão 8363934
CFN CFN 2015 1 FaseU Gerais 2015TEXTO I
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? — perguntou
— Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê?
— Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola.
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê?
— Nada, não.
O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “Legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
Com a leitura do texto, pode-se depreender que oVERISSIMO, Luis Fernando. In: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se Ler na Escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 41-42.
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