Questões de EFAF Português - Sintaxe
1.422 Questões
Questão 8367416
COTUCA COTUCA 2010 1 FaseU Gerais 2010Somente uma das redações abaixo está correta quanto ao emprego dos verbos; selecione-a.
Questão 8367372
CN CN 2009 1 FaseU Demais 2010Eles blogam. E você?
Após o surgimento da rede mundial de computadores, no início da década de , testemunhamos uma revolução nas tecnologias de comunicação instantânea. Nós, que nascemos em um mundo anterior à internet, aprendemos a viver no universo constituído por coisas palpáveis: casas, máquinas, roupas etc. O contato se estabelecia entre seres humanos reais por meios "físicos”: cartas, telefonemas, encontros.
Em um mundo concreto, a escola não poderia ser diferente: livros, giz, carteiras, quadro-negro, mural. Esse espaço é ainda hoje definido por uma série de símbolos de um tempo passado e tem se mantido relativamente inalterado desde o século XIX. Os alunos atuais, porém, são nativos digitais. Em outras palavras: nasceram em um mundo no qual já existiam computadores, internet, telefone celular, tocadores de MP3, videogames, programas de comunicação instantânea (MSN, Google Talk etc.) e muitas outras ferramentas da era digital. Seu mundo é definido por coisas imateriais: imagens, dados e sons que trafegam e são armazenados no espaço virtual.
Um dos aspectos mais sedutores do ciberespaço é o seu poder de articulação social. Foi no fim da década de que os usuários da Internet descobriram uma ferramenta facilitadora da interação escrita entre diferentes pessoas conectadas em uma rede virtual: os weblogs, que logo ficaram conhecidos como blogs. O termo é formado pelas palavras web (rede, em inglês) e log (registro, anotação diária). A velocidade de reprodução da blogosfera é assustadora: mil novos blogs por dia, blog por semana.
O blog se caracteriza por apresentar as observações pessoais de seu "dono" (o criador do blog) sobre temas que variam de acordo com os interesses do blogueiro e também de acordo com o tipo de blog. As possibilidades são infinitas: há blogs pessoais, políticos, culturais, esportivos, jornalísticos, de humor etc.
Os textos que o blogueiro insere no blog são chamados de posts. Em português, o termo já deu origem a um verbo, "postar", que significa "escrever uma entrada em um blog". Os posts são cronológicos, porém apresentados em ordem inversa: sempre do mais recente para o mais antigo. Os internautas que visitam um blog podem fazer comentários aos posts.
Justamente porque facilitam a comunicação e permitem a interação entre usuários de todas as partes, os blogs são interessantes ferramentas pedagógicas. Se a escola é o espaço preferencial para a construção do conhecimento, nada mais lógico do que levar os blogs para a sala de aula, porque eles têm como vocação a produção de conteúdo. Por que não criar um blog de uma turma, do qual participem todos os alunos, para comentar temas atuais, para debater questões polêmicas, para criar um contexto real em que o texto escrito surja como algo natural?
Na blogosfera, informação é poder. E os jovens sabem disso, porque conhecem o ciberespaço. O entusiasmo pela criação de um blog coletivo certamente será acompanhado pelo desejo de transformá-lo em ponto de parada obrigatória para os leitores que vagam no universo virtual. E esse desejo será um motivador muito importante. Para conquistar leitores, os autores de um blog precisam não só ter o que dizer, mas, também, saber como dizer o que querem, escolher imagens instigantes, criar títulos provocadores.
Uma vez criado o blog da turma, as possibilidades pedagógicas a ele associadas multiplicam-se. Para gerar conteúdo consistente é necessário pesquisar, considerar diferentes pontos de vista sobre temas polêmicos, avaliar a necessidade de ilustrar determinados conceitos com imagens, definir critérios para a moderação dos comentários, escolher os temas preferenciais a serem abordados etc. Todos esses procedimentos estão na base da construção de conhecimento. Outro aspecto muito importante é que os jovens, em uma situação rara no espaço escolar, vão constatar que, nesse caso, quem domina o conhecimento são eles. Pela primeira vez não precisarão virar "analógicos" para se adaptar ao universo da sala de aula. Eu blogo. Eles blogam. E você?
Assinale a opção que apresenta a possibilidade de mais de uma concordância, a partir do termo destacado.ABAURRE, Maria Luiza. Revista Carta na Escola (adaptado).
Questão 6 418888
IFSul - Rio-Grandense 2010/2Leia o texto para responder à questão,
Texto
Para que serve a poesia?
[1] Neste dia, 21 de Março, dá-se por terminado o Inverno e inaugura-se a Primavera. É
[2] um dia de simbologias várias que remetem para promessas de renascimento. É também o dia
[3] mundial da poesia. Esta justaposição pode sugerir que a poesia está em renascimento, ou
[4] melhor, em constante renascimento. Contudo, esta sugestão não convive bem com uma
[5] pergunta que se insinua por aí: para que serve a poesia?
(Disponível em http://dererummundi.blog spot.com/2007/03/para-que-serve-poesia HTML. Acesso em: 21.03.2010.)
A palavra “contudo” (linha 4), quanto à classificação gramatical, é uma conjunção coordenativa
Questão 46 171511
ETEC 2010/1Da utilidade dos animais

Terceiro dia de aula. Na sala, estampas coloridas mostram animais de todos os feitios. É preciso querer bem a eles, diz a professora, com um sorriso que envolve toda a fauna, protegendo-a. Eles têm direito à vida como nós e além disso são muito úteis. Todos ajudam.
− Aquele cabeludo ali, professora, também ajuda?
− Aquele ali é o texugo, se você quiser pintar a parede de seu quarto, escolha pincel de texugo. Parece que é ótimo.
E também fornece pelo para os pincéis de barba.
Arturzinho objetou que, no futuro, pretende usar barbeador elétrico. Além do mais, não gostaria de pelar o texugo, uma vez que devemos gostar dele, mas a professora já explicava a utilidade da tartaruga-marinha.
− A tartaruga, meu Deus, é de uma utilidade que vocês não calculam. Comem-se os ovos e toma-se a sopa: uma de-lí-cia! O casco serve para fabricar pentes, cigarreiras, tanta coisa... O biguá é engraçado.
− Engraçado, como?
− É uma ave que apanha peixe pra gente.
− Apanha e entrega, professora?
− Não é bem assim. Você bota um anel no pescoço dele, e o biguá pega o peixe, mas não pode engolir. Então você tira o peixe da goela do biguá.
− Bobo que ele é.
− Não. É útil. Ai de nós se não fossem os animais que nos ajudam de todas as maneiras. Por isso que eu digo: devemos amar os animais e não maltratá-los de jeito nenhum. Entendeu, Ricardo?
− Entendi. A gente deve amar, respeitar, pelar e comer os animais, e aproveitar bem o pelo, o couro e os ossos.
(Carlos Drummond de Andrade. Para Gostar de Ler. Vol.4. São Paulo: Editora Ática, 1981. Adaptado)
Interpretando o trecho − ... se você quiser pintar a parede de seu quarto, escolha pincel de texugo. Parece que é ótimo. − os verbos destacados evidenciam, respectivamente, as ideias de
Questão 15 170584
CEFET MG 2010A questão refere-se ao livro Corda bamba, de Lygia Bojunga
"Botou o fone no gancho e virou pro homem atrás dela: – O senhor, por acaso, tem uma ficha para me emprestar?" (pág.45)
O trecho acima foi transposto corretamente para o discurso indireto em:
Questão 61 10873515
IFSP 2009A questão baseiam-se nos versos de Márion de Andrade.
A meditação sobre o Tietê
Água do meu Tietê,
Onde me queres levar?
– Rio que entras pela terra
E que me afastas do mar...
É noite. E tudo é noite. Debaixo do arco admirável
Da Ponte das Bandeiras o rio
Murmura num banzeiro de água pesada e oliosa.
É noite e tudo é noite. Uma ronda de sombras,
Soturnas sombras, enchem de noite de tão vasta
O peito do rio, que é como si a noite fosse água,
Água noturna, noite líquida, afogando de apreensões
As altas torres do meu coração exausto. (...)
Observe os versos:
Água do meu Tietê,
Onde me queres levar?
A expressão Água do meu Tietê funciona como
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