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Questão 13 166714
IFRN 2016TEXTO
Pobre e faminto, Zimbábue quer saber por que um leão vale mais que humanos
O Zimbábue quer saber por que a morte de um leão comove tanto o mundo enquanto milhares de pessoas no país sequer têm o que comer. Esse é o sentimento do país após a enorme repercussão do assassinato do leão Cecil, caçado por um dentista norte-americano.
“Sim, é cruel. Mas não entendo essa história toda. Tem tantos problemas mais urgentes no Zimbábue, passamos por falta de água, não temos eletricidade, não temos emprego… E as pessoas fazem esse barulho todo por um leão?”, desabafou uma moradora de Harare, capital local, ao site New Zimbabwe.
Alheio ao leão, o Zimbábue é um dos países mais pobres do mundo. Por lá, nada menos do que 72,3% da população vive abaixo da linha da pobreza, com expectativa de vida de apenas 52,7 anos. De acordo com moradores do país, Cecil tinha uma vida que pelo menos três quartos dos zimbabuanos nunca nem sonharão ter.
“Sinceramente, estou chocado com toda a atenção dada à morte do leão Cecil, enquanto meu país tem problemas bem mais graves e urgentes. Quando um leão é morto, o Zimbábue é manchete dos jornais do mundo inteiro. Um pouco de respeito, por favor. Desde quando os leões se tornaram mais importantes que os seres humanos?”, questiona o radialista local Eric Knight.
Além da revolta por conta da atenção dada ao leão em detrimento aos problemas locais, causa incômodo na população o nome do animal. Cecil é associado ao colonizador britânico Cecil John Rhodes, magnata dos diamantes que fez fortuna explorando minas locais. Ainda é debatido o fato de, todos os anos, muitos zimbabuanos serem vítimas de ataques de animais silvestres sem que ninguém dê atenção.
Depois de toda a repercussão da morte de Cecil, os moradores do Zimbábue clamam por atenção para seus maiores problemas e para o fato de ser, ali, um dos países mais pobres do mundo. O governo local, porém, não parece estar muito preocupado: atualmente, se move, diplomaticamente, para julgar em seu território o caçador e faz da caça aos caçadores a prioridade nacional — independentemente de fome, de sede ou de pobreza da população.
Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2015. (Texto adaptado para fins pedagógicos).
Com o título do Texto, o autor objetiva
Questão 12 166713
IFRN 2016TEXTO
Pobre e faminto, Zimbábue quer saber por que um leão vale mais que humanos
O Zimbábue quer saber por que a morte de um leão comove tanto o mundo enquanto milhares de pessoas no país sequer têm o que comer. Esse é o sentimento do país após a enorme repercussão do assassinato do leão Cecil, caçado por um dentista norte-americano.
“Sim, é cruel. Mas não entendo essa história toda. Tem tantos problemas mais urgentes no Zimbábue, passamos por falta de água, não temos eletricidade, não temos emprego… E as pessoas fazem esse barulho todo por um leão?”, desabafou uma moradora de Harare, capital local, ao site New Zimbabwe.
Alheio ao leão, o Zimbábue é um dos países mais pobres do mundo. Por lá, nada menos do que 72,3% da população vive abaixo da linha da pobreza, com expectativa de vida de apenas 52,7 anos. De acordo com moradores do país, Cecil tinha uma vida que pelo menos três quartos dos zimbabuanos nunca nem sonharão ter.
“Sinceramente, estou chocado com toda a atenção dada à morte do leão Cecil, enquanto meu país tem problemas bem mais graves e urgentes. Quando um leão é morto, o Zimbábue é manchete dos jornais do mundo inteiro. Um pouco de respeito, por favor. Desde quando os leões se tornaram mais importantes que os seres humanos?”, questiona o radialista local Eric Knight.
Além da revolta por conta da atenção dada ao leão em detrimento aos problemas locais, causa incômodo na população o nome do animal. Cecil é associado ao colonizador britânico Cecil John Rhodes, magnata dos diamantes que fez fortuna explorando minas locais. Ainda é debatido o fato de, todos os anos, muitos zimbabuanos serem vítimas de ataques de animais silvestres sem que ninguém dê atenção.
Depois de toda a repercussão da morte de Cecil, os moradores do Zimbábue clamam por atenção para seus maiores problemas e para o fato de ser, ali, um dos países mais pobres do mundo. O governo local, porém, não parece estar muito preocupado: atualmente, se move, diplomaticamente, para julgar em seu território o caçador e faz da caça aos caçadores a prioridade nacional — independentemente de fome, de sede ou de pobreza da população.
Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2015. (Texto adaptado para fins pedagógicos).
A leitura do Texto permite afirmar que os
Questão 8 166708
IFRN 2016TEXTO
Bichos - Martha Follain
ABANDONO DE ANIMAIS

“Somos sempre nós que abandonamos os cães, na natural ingratidão com que sacrificamos as melhores afeições aos interesses e conveniências. Não tenho notícia de cachorro que se houvesse, de vontade própria, separado do dono, abandonando o amigo por mais negra que fosse a miséria que com ele partilhasse. O homem é diferente. É a criatura que mais depressa e com a maior facilidade esquece as amizades. A natureza humana é muito ordinária. E ainda há gente que emprega a palavra “cão” como insulto, como injúria!” - Vivaldo Coaracy (1882-1967: engenheiro, jornalista e escritor brasileiro).
As desculpas são as mais esfarrapadas possíveis, e não há nada mais vil, abjeto, hediondo e infame. O fato é que é inaceitável o abandono de animais domésticos, nativos ou exóticos – não há desculpas. Não escapam nem os animais de circo, pois os proprietários desses espaços, que exploram animais, alegam dificuldades financeiras para alimentar os cativos e os abandonam nas ruas. Também é grande o número de abandono de animais sazonais ou da “moda”, como coelhos e minicoelhos – comercializados por ocasião da Páscoa – e animais nativos e exóticos (cobras, iguanas, tartarugas etc.) que, depois de crescerem, tornam-se um “estorvo”. O abandono de animais é uma grave e covarde violação dos direitos dos animais.
Há uma estatística da Associação Protetora de Animais São Francisco de Assis (Apasfa), de 2008, que coloca o abandono como pior nos meses das férias escolares. No período de dezembro a janeiro, a quantidade de animais abandonados cresce em média de 1.000 %, com 50 denúncias diárias de maus tratos e abandono em todo o território nacional. Durante os outros meses do ano, a média de denúncia é de 5 animais ao mês. Isso porque as famílias viajam e não têm com quem deixar o animalzinho. Absurdamente, preferem abandoná- lo.
Por força da Lei nº 12.916/08, que proíbe a matança indiscriminada de cães e gatos, o centro de zoonoses, os canis municipais e congêneres do estado de São Paulo não recolhem nem sacrificam mais animais. Dessa forma, a população de animais, em situação de rua, cresce. No entanto, não há uma pesquisa oficial que indique precisamente o número de animais em situação de abandono.
Estima-se que há 200.000 cães e gatos em São Paulo capital. Há outras fontes que afirmam estar esse número em torno de 1 milhão. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a Secretaria Municipal de Saúde confirma que não se sabe precisar o número de animais em situação de rua atualmente em São Paulo. No Rio de Janeiro, de acordo com Nini Bandeira, Assessora da Diretoria da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), cerca de 40 animais, entre cães e gatos, são abandonados por dia naquela cidade. “O abandono é muito grande. Além dos que são deixados aqui na Suipa, nós ainda fazemos o resgate de animais atropelados nas ruas, que variam de 8 a 10 diariamente. Aqui eles são cuidados e preparados para a futura adoção”. Muitos desses animais abandonados à sorte ainda são filhotes e a vida deles é, em média, de 2 anos.
Os motivos alegados para o abandono de animais são de estarrecer. São banais e sem sentido. Essa estatística é da revista veterinária Journal of Applied Animal Welfare Science, de acordo com pesquisa feita nos EUA, em 12 abrigos, envolvendo 1.984 cães e 1.286 gatos. As somas passam de 100% porque um criminoso pode ter alegado mais de um motivo para abandonar seu animal (Revista da Folha, de 7 de janeiro de 2007).

No site da Associação de Proteção aos Animais de Caxambu, há o seguinte alerta: “Caso você veja ou saiba de maus tratos cometidos contra qualquer tipo de animal, não pense duas vezes, vá à Delegacia de Polícia mais próxima para lavrar Boletim de Ocorrência. Abandono e maus tratos a animais é crime. A denúncia de maus tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e o Art. 164 do Código Penal prevê o crime de abandono de animais para aqueles que introduzirem ou deixarem animais em propriedade alheia, sem consentimento de quem de direito, desde que o fato resulte prejuízo. Segundo a legislação, a pena prevista pelo Art. 32 da Lei de Crimes Ambientais é de detenção, de 3 meses a 1 ano, e multa; e a pena prevista pelo Art. 164 do Código Penal é de detenção, de 15 (quinze) dias a 6 (seis) meses, ou multa. Para o caso de denúncia, é importante levar com você uma cópia da Lei (no caso, a 9.605/98) e do Art. 32 porque, em geral, as autoridades policiais não têm conhecimento dessa legislação. Leve também o Art. 319 do Código Penal, caso a autoridade se recuse a abrir o Boletim de Ocorrência. Afinal de contas, estamos no Brasil e, se os próprios cidadãos deste país sofrem com o descaso de muitas autoridades, imagine os animais!”
Disponível em: http://www.anda.jor.br/16/09/2014/abandono-animais. Acesso em: 15 set. 2015. (Texto adaptado para fins pedagógicos).
O trecho a seguir deve ser utilizado para responder a questão
Estima-se que há 200.000 cães e gatos em São Paulo capital. Há outras fontes que afirmam estar esse número em torno de 1 milhão.
Assinale a opção que reescreve, de acordo com a modalidade formal escrita e no futuro do pretérito do modo indicativo, a sentença destacada no trecho.
Questão 3 166703
IFRN 2016TEXTO
Bichos - Martha Follain
ABANDONO DE ANIMAIS

“Somos sempre nós que abandonamos os cães, na natural ingratidão com que sacrificamos as melhores afeições aos interesses e conveniências. Não tenho notícia de cachorro que se houvesse, de vontade própria, separado do dono, abandonando o amigo por mais negra que fosse a miséria que com ele partilhasse. O homem é diferente. É a criatura que mais depressa e com a maior facilidade esquece as amizades. A natureza humana é muito ordinária. E ainda há gente que emprega a palavra “cão” como insulto, como injúria!” - Vivaldo Coaracy (1882-1967: engenheiro, jornalista e escritor brasileiro).
As desculpas são as mais esfarrapadas possíveis, e não há nada mais vil, abjeto, hediondo e infame. O fato é que é inaceitável o abandono de animais domésticos, nativos ou exóticos – não há desculpas. Não escapam nem os animais de circo, pois os proprietários desses espaços, que exploram animais, alegam dificuldades financeiras para alimentar os cativos e os abandonam nas ruas. Também é grande o número de abandono de animais sazonais ou da “moda”, como coelhos e minicoelhos – comercializados por ocasião da Páscoa – e animais nativos e exóticos (cobras, iguanas, tartarugas etc.) que, depois de crescerem, tornam-se um “estorvo”. O abandono de animais é uma grave e covarde violação dos direitos dos animais.
Há uma estatística da Associação Protetora de Animais São Francisco de Assis (Apasfa), de 2008, que coloca o abandono como pior nos meses das férias escolares. No período de dezembro a janeiro, a quantidade de animais abandonados cresce em média de 1.000 %, com 50 denúncias diárias de maus tratos e abandono em todo o território nacional. Durante os outros meses do ano, a média de denúncia é de 5 animais ao mês. Isso porque as famílias viajam e não têm com quem deixar o animalzinho. Absurdamente, preferem abandoná- lo.
Por força da Lei nº 12.916/08, que proíbe a matança indiscriminada de cães e gatos, o centro de zoonoses, os canis municipais e congêneres do estado de São Paulo não recolhem nem sacrificam mais animais. Dessa forma, a população de animais, em situação de rua, cresce. No entanto, não há uma pesquisa oficial que indique precisamente o número de animais em situação de abandono.
Estima-se que há 200.000 cães e gatos em São Paulo capital. Há outras fontes que afirmam estar esse número em torno de 1 milhão. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a Secretaria Municipal de Saúde confirma que não se sabe precisar o número de animais em situação de rua atualmente em São Paulo. No Rio de Janeiro, de acordo com Nini Bandeira, Assessora da Diretoria da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), cerca de 40 animais, entre cães e gatos, são abandonados por dia naquela cidade. “O abandono é muito grande. Além dos que são deixados aqui na Suipa, nós ainda fazemos o resgate de animais atropelados nas ruas, que variam de 8 a 10 diariamente. Aqui eles são cuidados e preparados para a futura adoção”. Muitos desses animais abandonados à sorte ainda são filhotes e a vida deles é, em média, de 2 anos.
Os motivos alegados para o abandono de animais são de estarrecer. São banais e sem sentido. Essa estatística é da revista veterinária Journal of Applied Animal Welfare Science, de acordo com pesquisa feita nos EUA, em 12 abrigos, envolvendo 1.984 cães e 1.286 gatos. As somas passam de 100% porque um criminoso pode ter alegado mais de um motivo para abandonar seu animal (Revista da Folha, de 7 de janeiro de 2007).

No site da Associação de Proteção aos Animais de Caxambu, há o seguinte alerta: “Caso você veja ou saiba de maus tratos cometidos contra qualquer tipo de animal, não pense duas vezes, vá à Delegacia de Polícia mais próxima para lavrar Boletim de Ocorrência. Abandono e maus tratos a animais é crime. A denúncia de maus tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e o Art. 164 do Código Penal prevê o crime de abandono de animais para aqueles que introduzirem ou deixarem animais em propriedade alheia, sem consentimento de quem de direito, desde que o fato resulte prejuízo. Segundo a legislação, a pena prevista pelo Art. 32 da Lei de Crimes Ambientais é de detenção, de 3 meses a 1 ano, e multa; e a pena prevista pelo Art. 164 do Código Penal é de detenção, de 15 (quinze) dias a 6 (seis) meses, ou multa. Para o caso de denúncia, é importante levar com você uma cópia da Lei (no caso, a 9.605/98) e do Art. 32 porque, em geral, as autoridades policiais não têm conhecimento dessa legislação. Leve também o Art. 319 do Código Penal, caso a autoridade se recuse a abrir o Boletim de Ocorrência. Afinal de contas, estamos no Brasil e, se os próprios cidadãos deste país sofrem com o descaso de muitas autoridades, imagine os animais!”
Disponível em: http://www.anda.jor.br/16/09/2014/abandono-animais. Acesso em: 15 set. 2015. (Texto adaptado para fins pedagógicos).
Os vocábulos vil, abjeto, hediondo e infame, destacados no primeiro parágrafo do Texto, são
Questão 1 166701
IFRN 2016TEXTO
Bichos - Martha Follain
ABANDONO DE ANIMAIS

“Somos sempre nós que abandonamos os cães, na natural ingratidão com que sacrificamos as melhores afeições aos interesses e conveniências. Não tenho notícia de cachorro que se houvesse, de vontade própria, separado do dono, abandonando o amigo por mais negra que fosse a miséria que com ele partilhasse. O homem é diferente. É a criatura que mais depressa e com a maior facilidade esquece as amizades. A natureza humana é muito ordinária. E ainda há gente que emprega a palavra “cão” como insulto, como injúria!” - Vivaldo Coaracy (1882-1967: engenheiro, jornalista e escritor brasileiro).
As desculpas são as mais esfarrapadas possíveis, e não há nada mais vil, abjeto, hediondo e infame. O fato é que é inaceitável o abandono de animais domésticos, nativos ou exóticos – não há desculpas. Não escapam nem os animais de circo, pois os proprietários desses espaços, que exploram animais, alegam dificuldades financeiras para alimentar os cativos e os abandonam nas ruas. Também é grande o número de abandono de animais sazonais ou da “moda”, como coelhos e minicoelhos – comercializados por ocasião da Páscoa – e animais nativos e exóticos (cobras, iguanas, tartarugas etc.) que, depois de crescerem, tornam-se um “estorvo”. O abandono de animais é uma grave e covarde violação dos direitos dos animais.
Há uma estatística da Associação Protetora de Animais São Francisco de Assis (Apasfa), de 2008, que coloca o abandono como pior nos meses das férias escolares. No período de dezembro a janeiro, a quantidade de animais abandonados cresce em média de 1.000 %, com 50 denúncias diárias de maus tratos e abandono em todo o território nacional. Durante os outros meses do ano, a média de denúncia é de 5 animais ao mês. Isso porque as famílias viajam e não têm com quem deixar o animalzinho. Absurdamente, preferem abandoná- lo.
Por força da Lei nº 12.916/08, que proíbe a matança indiscriminada de cães e gatos, o centro de zoonoses, os canis municipais e congêneres do estado de São Paulo não recolhem nem sacrificam mais animais. Dessa forma, a população de animais, em situação de rua, cresce. No entanto, não há uma pesquisa oficial que indique precisamente o número de animais em situação de abandono.
Estima-se que há 200.000 cães e gatos em São Paulo capital. Há outras fontes que afirmam estar esse número em torno de 1 milhão. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a Secretaria Municipal de Saúde confirma que não se sabe precisar o número de animais em situação de rua atualmente em São Paulo. No Rio de Janeiro, de acordo com Nini Bandeira, Assessora da Diretoria da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), cerca de 40 animais, entre cães e gatos, são abandonados por dia naquela cidade. “O abandono é muito grande. Além dos que são deixados aqui na Suipa, nós ainda fazemos o resgate de animais atropelados nas ruas, que variam de 8 a 10 diariamente. Aqui eles são cuidados e preparados para a futura adoção”. Muitos desses animais abandonados à sorte ainda são filhotes e a vida deles é, em média, de 2 anos.
Os motivos alegados para o abandono de animais são de estarrecer. São banais e sem sentido. Essa estatística é da revista veterinária Journal of Applied Animal Welfare Science, de acordo com pesquisa feita nos EUA, em 12 abrigos, envolvendo 1.984 cães e 1.286 gatos. As somas passam de 100% porque um criminoso pode ter alegado mais de um motivo para abandonar seu animal (Revista da Folha, de 7 de janeiro de 2007).

No site da Associação de Proteção aos Animais de Caxambu, há o seguinte alerta: “Caso você veja ou saiba de maus tratos cometidos contra qualquer tipo de animal, não pense duas vezes, vá à Delegacia de Polícia mais próxima para lavrar Boletim de Ocorrência. Abandono e maus tratos a animais é crime. A denúncia de maus tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e o Art. 164 do Código Penal prevê o crime de abandono de animais para aqueles que introduzirem ou deixarem animais em propriedade alheia, sem consentimento de quem de direito, desde que o fato resulte prejuízo. Segundo a legislação, a pena prevista pelo Art. 32 da Lei de Crimes Ambientais é de detenção, de 3 meses a 1 ano, e multa; e a pena prevista pelo Art. 164 do Código Penal é de detenção, de 15 (quinze) dias a 6 (seis) meses, ou multa. Para o caso de denúncia, é importante levar com você uma cópia da Lei (no caso, a 9.605/98) e do Art. 32 porque, em geral, as autoridades policiais não têm conhecimento dessa legislação. Leve também o Art. 319 do Código Penal, caso a autoridade se recuse a abrir o Boletim de Ocorrência. Afinal de contas, estamos no Brasil e, se os próprios cidadãos deste país sofrem com o descaso de muitas autoridades, imagine os animais!”
Disponível em: http://www.anda.jor.br/16/09/2014/abandono-animais. Acesso em: 15 set. 2015. (Texto adaptado para fins pedagógicos).
O Texto tem como objetivo principal
Questão 21 166447
IFRR 2016Questão 21 - Resolvendo a expressão numérica 22 + 32 – 40 . 5, temos como solução:
06
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