Questões de EFAF Português - Gramática
1.745 Questões
Questão 17 10655451
CMPA 6° Ano - Provas de Matemática e Língua Portuguesa 2021Texto

Disponível em: https://www.instagram.com/p/CRFA0kAlPT3/?utm_medium=tumblr. (Acesso em 17 ago 2021)
Entre as falas de Anésia e as de sua amiga, há uma diferença de pontuação. Enquanto as frases da primeira se encerram por ponto-final, as frases da segunda se encerram por interrogação e exclamação.
Considerando isso, marque a alternativa correta:
Questão 11 10623701
Colégio Embraer 2021Leia ao texto para responder à questão.
Um falso médico que atuava em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Engenho Novo, Zona Norte do Rio, foi desmascarado após escrever receita médica com erro de português e não saber usar o sistema eletrônico de prescrição de medicamentos. Aleksandro Gueivara foi contratado como plantonista pela Organização Social Viva Rio. Chamaram a atenção de colegas erros cometidos por ele, que escreveu “potacio”.
(https://g1.globo.com. Adaptado)
Em uma mensagem hipotética do médico para o paciente, está em conformidade com a norma ortográfica do português o seguinte texto:
Questão 9 10423935
CMT 2021Quando falamos em “escrever certo”, estamos dizendo que a pessoa escreve de acordo com as regras gramaticais. Isso acontece em praticamente todas as línguas escritas. Dominar a escrita correta (ortografia) exige, por exemplo, leitura para fixar as palavras.
Assinale a opção que não apresenta palavra escrita em desacordo com as normas da Língua Portuguesa.
Questão 38 6308583
CN 2° Dia 2021A Doença de Huntington (DH) é uma doença neurodegenerativa do cérebro, herdada geneticamente (de caráter autossômico dominante), que se caracteriza pela perda da coordenação motora, alterações psiquiátricas, déficit cognitivo e demência progressiva. A DH é causada pela mutação no gene de uma proteína que todos possuímos, a huntingtina. A DH atinge homens e mulheres e, de modo geral, os primeiros sintomas aparecem lenta e gradualmente entre os 30 e 50 anos, mas pode atingir também crianças e idosos. Apesar de não haver cura para a DH no momento, alguns tratamentos ajudam a controlar os sintomas e a melhorar a qualidade de vida daqueles que possuem a doença.
Adaptado de Revista Neurociências, 2011, 19 (4): 724-734.
Considere o heredograma abaixo para uma família que possui indivíduos que apresentam a DH e assinale a opção correta.

Questão 7 6308129
CN 2° Dia 2021Texto
Nunca imaginei um dia
Até alguns anos atrás, eu costumava dizer frases como “eu jamais vou fazer isso” ou “nem morta eu faço aquilo”, limitando minhas possibilidades de descoberta e emoção. Não é fácil libertar-se do manual de instruções que nos autoimpomos. Às vezes, leva-se uma vida inteira, e nem assim conseguimos viabilizar esse projeto. Por sorte, minha ficha caiu há tempo.
Começou quando iniciei um relacionamento com alguém completamente diferente de mim, diferente a um ponto radical mesmo: ele, por si só, foi meu primeiro “nunca imaginei um dia”. Feitos para ficarem a dois planetas de distância um do outro. Mas o amor não respeita a lógica, e eu, que sempre me senti tão confortável num mundo planejado, inaugurei a instabilidade emocional na minha vida. Prendi a respiração e dei um belo mergulho.
A partir daí, comecei a fazer coisas que nunca havia feito. Mergulhar, aliás, foi uma delas. Sempre respeitosa com o mar e chata para molhar os cabelos, afundei em busca de tartarugas gigantes e peixes coloridos no mar de Fernando de Noronha. Traumatizada com cavalos (por causa de um equino que quase me levou ao chão quando eu tinha oito anos), participei da minha primeira cavalgada depois dos 40, em São Francisco de Paula. Roqueira convicta e avessa a pagode, assisti a um show'do Zeca Pagodinho na Lapa. Para ver o Ronaldo Fenômeno jogar ao vivo, me infiltrei na torcida do Olímpico num -jogo entre Grêmio e Corinthians, mesmo sendo colorada.
Meu paladar deixou de ser monótono: comecei aprovar alimentos que nunca havia provado antes. E muitas outras coisas vetadas por causa do “medo do ridículo” receberam alvará de soltura. O ridículo deixou de existir na minha vida.
Não deixei de ser eu. Apenas abri o leque, me permitindo ser um “eu” mais amplo. E sinto que é um caminho sem volta.
Um mês atrás participei de outro capítulo da série “Nunca imaginei um dia”. Viajei numa excursão, eu que sempre rejeitei essa modalidade turística. Sigo preferindo viajar a dois ou sozinha, mas foi uma experiência fascinante, ainda mais que a viagem não tinha como destino um país do circuito Elizabeth Arden (Paris- Londres-Nova York), mas um país africano, muçulmano e desértico. Aliás, o deserto de Atacama, no Chile, será meu provável “nunca imaginei um dia” do próximo ano.
E agora cometi a loucura jamais pensada, a insanidade que nunca me permiti, o ato que me faria merecer uma camisa-de-força: eu, que nunca me comovi “com bichos de estimação, adotei um gato de rua.
Ainda há muitas experiências a conferir. fazer compras pela internet, andar num balão, cozinhar dignamente, me tatuar, ler livros pelo kindie, viajar de navio e mais umas 400 coisas que nunca imaginei fazer um dia, mas que já não duvido. Pois tem essa também:
deixei de ser tão cética.
Já que é improvável que o próximo ano seja diferente de qualquer outro, que a novidade sejamos nós.
Medeiros, Martha. Nunca imaginei um dia. 2009. Disponível em: http://alagoinhaipaumirim.blogspot.com/2009/12/nunca- imaginei-um-dia-martha-medeiros.html. Acesso em: 10 fev. 2021.
Sobre pontuação é correto afirmar que
Questão 5 6308124
CN 2° Dia 2021Texto
Nunca imaginei um dia
Até alguns anos atrás, eu costumava dizer frases como “eu jamais vou fazer isso” ou “nem morta eu faço aquilo”, limitando minhas possibilidades de descoberta e emoção. Não é fácil libertar-se do manual de instruções que nos autoimpomos. Às vezes, leva-se uma vida inteira, e nem assim conseguimos viabilizar esse projeto. Por sorte, minha ficha caiu há tempo.
Começou quando iniciei um relacionamento com alguém completamente diferente de mim, diferente a um ponto radical mesmo: ele, por si só, foi meu primeiro “nunca imaginei um dia”. Feitos para ficarem a dois planetas de distância um do outro. Mas o amor não respeita a lógica, e eu, que sempre me senti tão confortável num mundo planejado, inaugurei a instabilidade emocional na minha vida. Prendi a respiração e dei um belo mergulho.
A partir daí, comecei a fazer coisas que nunca havia feito. Mergulhar, aliás, foi uma delas. Sempre respeitosa com o mar e chata para molhar os cabelos, afundei em busca de tartarugas gigantes e peixes coloridos no mar de Fernando de Noronha. Traumatizada com cavalos (por causa de um equino que quase me levou ao chão quando eu tinha oito anos), participei da minha primeira cavalgada depois dos 40, em São Francisco de Paula. Roqueira convicta e avessa a pagode, assisti a um show'do Zeca Pagodinho na Lapa. Para ver o Ronaldo Fenômeno jogar ao vivo, me infiltrei na torcida do Olímpico num -jogo entre Grêmio e Corinthians, mesmo sendo colorada.
Meu paladar deixou de ser monótono: comecei aprovar alimentos que nunca havia provado antes. E muitas outras coisas vetadas por causa do “medo do ridículo” receberam alvará de soltura. O ridículo deixou de existir na minha vida.
Não deixei de ser eu. Apenas abri o leque, me permitindo ser um “eu” mais amplo. E sinto que é um caminho sem volta.
Um mês atrás participei de outro capítulo da série “Nunca imaginei um dia”. Viajei numa excursão, eu que sempre rejeitei essa modalidade turística. Sigo preferindo viajar a dois ou sozinha, mas foi uma experiência fascinante, ainda mais que a viagem não tinha como destino um país do circuito Elizabeth Arden (Paris- Londres-Nova York), mas um país africano, muçulmano e desértico. Aliás, o deserto de Atacama, no Chile, será meu provável “nunca imaginei um dia” do próximo ano.
E agora cometi a loucura jamais pensada, a insanidade que nunca me permiti, o ato que me faria merecer uma camisa-de-força: eu, que nunca me comovi “com bichos de estimação, adotei um gato de rua.
Ainda há muitas experiências a conferir. fazer compras pela internet, andar num balão, cozinhar dignamente, me tatuar, ler livros pelo kindie, viajar de navio e mais umas 400 coisas que nunca imaginei fazer um dia, mas que já não duvido. Pois tem essa também:
deixei de ser tão cética.
Já que é improvável que o próximo ano seja diferente de qualquer outro, que a novidade sejamos nós.
Medeiros, Martha. Nunca imaginei um dia. 2009. Disponível em: http://alagoinhaipaumirim.blogspot.com/2009/12/nunca- imaginei-um-dia-martha-medeiros.html. Acesso em: 10 fev. 2021.
Assinale a opção que completa, corretamente, as lacunas do período abaixo.
"_____________alguns anos,_____________ ampliar suas descobertas e suas emoções, a autora passou a vivenciar __________inovações,_____________ foi a adoção de um gato de rua a ________comovente.”
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