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Questão 7 424041
IFSul - Rio-Grandense 2016/1Sem fugir do contexto, escolha a palavra que preenche corretamente cada lacuna.
Outro dia eu li que Israel bombardeou a Síria. O que ele tem __________ com isso? Israel entrou na guerra?
(1) a ver (2) haver
Uma parte do povo sírio quer a saída de Bahar al-Assad, um ditador que comanda o país _________ mais de 15 anos.
(3) a (4) há
Mais de 70 mil _____________ abandonaram a Síria, fugindo da guerra.
(5) emigrantes (6) imigrantes
A sequência correta, de cima para baixo, é
Questão 6 424035
IFSul - Rio-Grandense 2016/1Leia o texto, para responder à questão
TEXTO
Crônica parafraseada de uma Síria em guerra
[1] Ela abre os olhos. Não fosse o cheiro horrível de morte, o silêncio seria até agradável, mas
[2] o olfato a lembra que não há paz - nem pessoas, vizinhos, crianças. A trégua na manhãzinha não
[3] traz esperança. Tão somente lhe permite descansar o corpo, mas não a mente. As lembranças da
[4] noite anterior ainda produzem sobressaltos. Bombas, casas caindo e soldados gritando.
[5] Levanta-se, bebe o pouco da água que restou do copo ao lado da cama. Já não é tão
[6] limpa, nem farta como antes. Sempre um gosto amargo misturado com H20.
[7] Abre a geladeira, e só encontra comida enlatada e congelada. E mesmo não tão congelada
[8] assim, já que os cortes diários de eletricidade derretem as camadas de gelo.
[9] Os sobrinhos ainda dormem, e ela tenta orar. Não consegue. A mente desconcentra-se
[10] facilmente. Em uma prece fragmentada, pede a Deus descanso e trégua. E faz a oração sem
[11] pensar muito. Não precisa; é a mesma oração das últimas semanas.
[12] Ela não quer sair de casa. Não é teimosia, é falta de opção. “Para onde ir?”, pergunta, com
[13] uma voz desesperançosa. Está tão confusa que não consegue imaginar saídas.
[14] Nem a piedade de enterrar os mortos o governo permite. Cadáveres estão espalhados
[15] pelas ruas. As forças de Assad impediram de sepultar ou mesmo remover os restos mortais. Ou
[16] seja, mesmo viva, ela não tem como fugir da morte escancarada diante de seus olhos. Não é fácil
[17] acreditar na vida, quando a realidade grita o contrário.
[18] Se não podem sepultar os mortos, os sobreviventes tentam ao menos ajudar a curar as
[19] feridas dos machucados. Não podem levá-los aos hospitais da cidade, já que há um medo
[20] generalizado de que o governo prenda os feridos como se fossem prisioneiros de guerra. Resta
[21] improvisar atendimento nos campos. Não bastasse a precariedade do atendimento, não há
[22] medicamentos suficientes.
[23] Rebeca, de 32 anos, é trabalhadora autônoma. Ou melhor, era. Agora já não sabe mais o
[24] que é e o que faz em sua cidade Damasco, capital da Síria.
Crônica parafraseada do depoimento de uma moradora da capital da Síria (identificada apenas pela letra “R”) ao jornal Folha de São Paulo, de quarta-feira, dia 25. A Síria está em revolta há 16 meses contra a ditadura de Bashar al-Assad. Nos últimos dias, o confronto contra os rebeldes se acirrou e as mortes aumentaram.
Disponível em: Acesso em: 14 set. 2015.
Considerando a flexão das formas verbais impediram (linha 15) e era (linha 23), é correto afirmar que
Questão 10 424033
IFSul - Rio-Grandense 2016/2Texto
EMBARQUE IMEDIATO
Não basta passar pelos dias. Viva a partir de agora, com emoção
Por Márcia de Luca
Neste mundo de turbulências em que estamos vivendo, muitas vezes nos sentimos deprimidos. Em certos momentos, parece que tudo está perdido, não é mesmo? Achamos que tudo está diferente, que as pessoas estão ______________.
Mas aqui e agora, tome uma atitude firme em sua vida. Mude seu jeito negativo de ser, evitando que sua vida seja insignificante.
Perdoe erros que você considerava imperdoáveis, troque as pessoas insubstituíveis por gente mais leve e solta. O apego aos outros está obsoleto. Nada nem ninguém é insubstituível. Aceite a decepção que outros lhe causaram para que você também seja aceito. Sim, porque todos, inclusive nós, já decepcionamos alguém.
Antes de reagir por impulso, pare, respire fundo. E, só então, aja, com equilíbrio. Ame profundamente, _____risadas gostosas, abrace, proteja pessoas queridas, faça amigos. Pule de felicidade e não tenha medo de quebrar a cara – se isso acontecer, encare com leveza. Se perder alguém nesta vida, sofra comedidamente – e vá em frente, pois tudo passa.
Mas, sobretudo, não seja alguém que simplesmente passa pela vida. Viva intensamente. Abrace o mundo com a devida paixão que ele merece. Se perder, faça-o com classe, se vencer, que delícia! O mundo pertence a quem se atreve a ser feliz. Aproveite cada instante dessa grande aventura.
Agora mesmo, neste _____, sente-se confortavelmente na poltrona, com a coluna ereta e de olhos fechados. Faça vários ciclos de respiração profunda e sinta o ar entrando e saindo. Quando sentir seu corpo relaxado e sua mente mais calma, pense em sua nova vida, mais leve. Desta maneira você viverá mais facilmente.
Fonte: Revista Gol – Linhas áreas inteligentes
Texto
Puros
(Cidadão Quem)
Talvez não passe pela sua cabeça
Tudo que um dia passou
Coisas que achamos fortes, indispensáveis
O tempo veio e levou
Do que chamamos nossas prioridades
Escolho o que posso levar
Às vezes tento enxergar mais distante
Luto pra não me cegar
Somos tão cegos
Não vejo você
Somos tão surdos
Nós não escutamos você
Somos tão burros
Não penso em você
Nós somos puros
Demais pra entender
Talvez nem tudo
Seja assim importante
E na loucura eu vou
Fico surpreso ao ver
Que tudo é mutante
Este lugar onde estou
Do que chamamos nossas prioridades
Escolho o que posso levar
Às vezes tento enxergar mais distante
Luto pra não me cegar
Somos tão cegos
Não vejo você
Somos tão surdos
Nós não escutamos você
Somos tão burros
Não penso em você
Nós somos puros
Demais pra entender
Acerca dos dois textos, é correto afirmar que eles
Questão 4 424029
IFSul - Rio-Grandense 2016/1Leia o texto, para responder à questão
TEXTO
Crônica parafraseada de uma Síria em guerra
[1] Ela abre os olhos. Não fosse o cheiro horrível de morte, o silêncio seria até agradável, mas
[2] o olfato a lembra que não há paz - nem pessoas, vizinhos, crianças. A trégua na manhãzinha não
[3] traz esperança. Tão somente lhe permite descansar o corpo, mas não a mente. As lembranças da
[4] noite anterior ainda produzem sobressaltos. Bombas, casas caindo e soldados gritando.
[5] Levanta-se, bebe o pouco da água que restou do copo ao lado da cama. Já não é tão
[6] limpa, nem farta como antes. Sempre um gosto amargo misturado com H20.
[7] Abre a geladeira, e só encontra comida enlatada e congelada. E mesmo não tão congelada
[8] assim, já que os cortes diários de eletricidade derretem as camadas de gelo.
[9] Os sobrinhos ainda dormem, e ela tenta orar. Não consegue. A mente desconcentra-se
[10] facilmente. Em uma prece fragmentada, pede a Deus descanso e trégua. E faz a oração sem
[11] pensar muito. Não precisa; é a mesma oração das últimas semanas.
[12] Ela não quer sair de casa. Não é teimosia, é falta de opção. “Para onde ir?”, pergunta, com
[13] uma voz desesperançosa. Está tão confusa que não consegue imaginar saídas.
[14] Nem a piedade de enterrar os mortos o governo permite. Cadáveres estão espalhados
[15] pelas ruas. As forças de Assad impediram de sepultar ou mesmo remover os restos mortais. Ou
[16] seja, mesmo viva, ela não tem como fugir da morte escancarada diante de seus olhos. Não é fácil
[17] acreditar na vida, quando a realidade grita o contrário.
[18] Se não podem sepultar os mortos, os sobreviventes tentam ao menos ajudar a curar as
[19] feridas dos machucados. Não podem levá-los aos hospitais da cidade, já que há um medo
[20] generalizado de que o governo prenda os feridos como se fossem prisioneiros de guerra. Resta
[21] improvisar atendimento nos campos. Não bastasse a precariedade do atendimento, não há
[22] medicamentos suficientes.
[23] Rebeca, de 32 anos, é trabalhadora autônoma. Ou melhor, era. Agora já não sabe mais o
[24] que é e o que faz em sua cidade Damasco, capital da Síria.
Crônica parafraseada do depoimento de uma moradora da capital da Síria (identificada apenas pela letra “R”) ao jornal Folha de São Paulo, de quarta-feira, dia 25. A Síria está em revolta há 16 meses contra a ditadura de Bashar al-Assad. Nos últimos dias, o confronto contra os rebeldes se acirrou e as mortes aumentaram.
Disponível em: Acesso em: 14 set. 2015.
Sobre os sinais de pontuação, são feitas as seguintes afirmações:
I. As aspas, em “Para onde ir?” (linha 12), poderiam ser substituídas por um único travessão, o qual antecederia essa frase.
II. O travessão, em “ – nem pessoas, vizinhos, crianças.“ (linha 02), poderia ser substituído por ponto e vírgula, sem causar prejuízo gramatical e semântico.
III. A vírgula, em “Os sobrinhos ainda dormem, e ela tenta orar.”, foi usada para separar orações coordenadas, com sujeitos diferentes, unidas pela conjunção “e”.
IV. A vírgula, em “Agora já não sabe mais o que é e o que faz em sua cidade Damasco, capital da Síria.”, separa um vocativo.
Estão corretas as afirmativas
Questão 3 424028
IFSul - Rio-Grandense 2016/1Leia o texto, para responder à questão
TEXTO
Crônica parafraseada de uma Síria em guerra
[1] Ela abre os olhos. Não fosse o cheiro horrível de morte, o silêncio seria até agradável, mas
[2] o olfato a lembra que não há paz - nem pessoas, vizinhos, crianças. A trégua na manhãzinha não
[3] traz esperança. Tão somente lhe permite descansar o corpo, mas não a mente. As lembranças da
[4] noite anterior ainda produzem sobressaltos. Bombas, casas caindo e soldados gritando.
[5] Levanta-se, bebe o pouco da água que restou do copo ao lado da cama. Já não é tão
[6] limpa, nem farta como antes. Sempre um gosto amargo misturado com H20.
[7] Abre a geladeira, e só encontra comida enlatada e congelada. E mesmo não tão congelada
[8] assim, já que os cortes diários de eletricidade derretem as camadas de gelo.
[9] Os sobrinhos ainda dormem, e ela tenta orar. Não consegue. A mente desconcentra-se
[10] facilmente. Em uma prece fragmentada, pede a Deus descanso e trégua. E faz a oração sem
[11] pensar muito. Não precisa; é a mesma oração das últimas semanas.
[12] Ela não quer sair de casa. Não é teimosia, é falta de opção. “Para onde ir?”, pergunta, com
[13] uma voz desesperançosa. Está tão confusa que não consegue imaginar saídas.
[14] Nem a piedade de enterrar os mortos o governo permite. Cadáveres estão espalhados
[15] pelas ruas. As forças de Assad impediram de sepultar ou mesmo remover os restos mortais. Ou
[16] seja, mesmo viva, ela não tem como fugir da morte escancarada diante de seus olhos. Não é fácil
[17] acreditar na vida, quando a realidade grita o contrário.
[18] Se não podem sepultar os mortos, os sobreviventes tentam ao menos ajudar a curar as
[19] feridas dos machucados. Não podem levá-los aos hospitais da cidade, já que há um medo
[20] generalizado de que o governo prenda os feridos como se fossem prisioneiros de guerra. Resta
[21] improvisar atendimento nos campos. Não bastasse a precariedade do atendimento, não há
[22] medicamentos suficientes.
[23] Rebeca, de 32 anos, é trabalhadora autônoma. Ou melhor, era. Agora já não sabe mais o
[24] que é e o que faz em sua cidade Damasco, capital da Síria.
Crônica parafraseada do depoimento de uma moradora da capital da Síria (identificada apenas pela letra “R”) ao jornal Folha de São Paulo, de quarta-feira, dia 25. A Síria está em revolta há 16 meses contra a ditadura de Bashar al-Assad. Nos últimos dias, o confronto contra os rebeldes se acirrou e as mortes aumentaram.
Disponível em: Acesso em: 14 set. 2015.
Leia:” Levanta-se, bebe o pouco da água que restou do copo ao lado da cama.”.
Tomando-se a frase isoladamente do texto, caso o pronome “se” fosse substituído pelo pronome “te”, o verbo levantar
Questão 2 424026
IFSul - Rio-Grandense 2016/1Leia o texto, para responder à questão
TEXTO
Crônica parafraseada de uma Síria em guerra
[1] Ela abre os olhos. Não fosse o cheiro horrível de morte, o silêncio seria até agradável, mas
[2] o olfato a lembra que não há paz - nem pessoas, vizinhos, crianças. A trégua na manhãzinha não
[3] traz esperança. Tão somente lhe permite descansar o corpo, mas não a mente. As lembranças da
[4] noite anterior ainda produzem sobressaltos. Bombas, casas caindo e soldados gritando.
[5] Levanta-se, bebe o pouco da água que restou do copo ao lado da cama. Já não é tão
[6] limpa, nem farta como antes. Sempre um gosto amargo misturado com H20.
[7] Abre a geladeira, e só encontra comida enlatada e congelada. E mesmo não tão congelada
[8] assim, já que os cortes diários de eletricidade derretem as camadas de gelo.
[9] Os sobrinhos ainda dormem, e ela tenta orar. Não consegue. A mente desconcentra-se
[10] facilmente. Em uma prece fragmentada, pede a Deus descanso e trégua. E faz a oração sem
[11] pensar muito. Não precisa; é a mesma oração das últimas semanas.
[12] Ela não quer sair de casa. Não é teimosia, é falta de opção. “Para onde ir?”, pergunta, com
[13] uma voz desesperançosa. Está tão confusa que não consegue imaginar saídas.
[14] Nem a piedade de enterrar os mortos o governo permite. Cadáveres estão espalhados
[15] pelas ruas. As forças de Assad impediram de sepultar ou mesmo remover os restos mortais. Ou
[16] seja, mesmo viva, ela não tem como fugir da morte escancarada diante de seus olhos. Não é fácil
[17] acreditar na vida, quando a realidade grita o contrário.
[18] Se não podem sepultar os mortos, os sobreviventes tentam ao menos ajudar a curar as
[19] feridas dos machucados. Não podem levá-los aos hospitais da cidade, já que há um medo
[20] generalizado de que o governo prenda os feridos como se fossem prisioneiros de guerra. Resta
[21] improvisar atendimento nos campos. Não bastasse a precariedade do atendimento, não há
[22] medicamentos suficientes.
[23] Rebeca, de 32 anos, é trabalhadora autônoma. Ou melhor, era. Agora já não sabe mais o
[24] que é e o que faz em sua cidade Damasco, capital da Síria.
Crônica parafraseada do depoimento de uma moradora da capital da Síria (identificada apenas pela letra “R”) ao jornal Folha de São Paulo, de quarta-feira, dia 25. A Síria está em revolta há 16 meses contra a ditadura de Bashar al-Assad. Nos últimos dias, o confronto contra os rebeldes se acirrou e as mortes aumentaram.
Disponível em: Acesso em: 14 set. 2015.
Leia os seguintes trechos:
I. Não fosse o cheiro horrível de morte, ...
II. Não é fácil acreditar na vida, quando a realidade grita o contrário.
III. Em uma prece fragmentada, pede a Deus descanso e trégua.
IV. Cadáveres estão espalhados pelas ruas.
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