Questões de EFAF Português
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Questão 8361735
COTIL COTIL 2016 1 FaseU Gerais 2016
Entra governo, sai governo, um escândalo atrás do outro, uma verdadeira afronta ao nível de inteligência humana, sem o menor pudor. Apesar de tudo, não existe culpado e quando alguém consegue encontrá-lo, são necessários muitos anos para fazer valer o senso de justiça que, aliás, anda escasso nos dias de hoje.
Pessoas com ausência de responsabilidade possuem as justificativas na ponta da língua. O discurso será colocado em prática ao menor sinal de perigo. Não é comigo, eu fiz a minha parte, o problema são os outros, aqui sempre foi assim, isso não muda, no próximo ano a gente vê como é que faz, culpa do governo, não há nada que eu possa fazer. Esses e outros jargões são típicos de quem não assume a responsabilidade, sequer entende o conceito.
Culturas organizacionais com nível reduzido ou nulo de responsabilidade fomentam o cinismo, a falta de confiança e o desperdício de energia vital com manobras políticas constantes na tentativa de se defender ou transferir a culpa. Nesse caso, perde-se o bom senso, a capacidade de aprendizagem, a esperança de se reverter o caos.
A falta de responsabilidade depende de vários fatores enraizados desde a mais tenra infância: cultura familiar, relacionamentos, influência de pais e amigos, história pessoal, experiências negativas vivenciadas no passado. Embora não seja difícil identificar os fatores, considero a “síndrome da vítima” o principal de todos.
Omitir-se, fazer-se de vítima, transferir a culpa são armas de defesa dos fracos de espírito.
Pessoas com baixo nível de responsabilidade preferem se sentir insignificantes, dissimular, zoar, encontrar alguém para culpar em vez de exercitar a capacidade de assumir o controle sobre si mesmo e sobre suas ações.
No fim da história, a culpa é da sociedade, do pedestre atropelado, do menino assassinado, do eleitor mal informado, do paciente inconformado, do aluno despreparado, do professor mal remunerado, do infeliz desavisado. A culpa só não é do culpado, portanto, quando o chefe inescrupuloso estiver do seu lado, cuidado, você pode ser o próximo culpado. Independentemente da idade, cultura, nível de instrução e do meio onde você vive, jamais tente esquivar-se da parte que lhe cabe no mundo. Assumir a responsabilidade e aprender com os erros é coisa para gente grande, evoluída, capaz de dar a volta por cima e disposta a entender que os erros são parte integrante do crescimento pessoal e profissional.
Pense nisso e seja feliz!
(http://www.jeronimomendes.com.br/o-que-e-responsabilidade/#sthash.ndB7tPUY.dpuf)
Entra governo, sai governo, um escândalo atrás do outro, uma verdadeira afronta ao nível de inteligência humana, sem o menor pudor. Apesar de tudo, não existe culpado e quando alguém consegue encontrá-lo, são necessários muitos anos para fazer valer o senso de justiça que, aliás, anda escasso nos dias de hoje.
Pessoas com ausência de responsabilidade possuem as justificativas na ponta da língua. O discurso será colocado em prática ao menor sinal de perigo. Não é comigo, eu fiz a minha parte, o problema são os outros, aqui sempre foi assim, isso não muda, no próximo ano a gente vê como é que faz, culpa do governo, não há nada que eu possa fazer. Esses e outros jargões são típicos de quem não assume a responsabilidade, sequer entende o conceito.
Culturas organizacionais com nível reduzido ou nulo de responsabilidade fomentam o cinismo, a falta de confiança e o desperdício de energia vital com manobras políticas constantes na tentativa de se defender ou transferir a culpa. Nesse caso, perde-se o bom senso, a capacidade de aprendizagem, a esperança de se reverter o caos.
A falta de responsabilidade depende de vários fatores enraizados desde a mais tenra infância: cultura familiar, relacionamentos, influência de pais e amigos, história pessoal, experiências negativas vivenciadas no passado. Embora não seja difícil identificar os fatores, considero a “síndrome da vítima” o principal de todos.
Omitir-se, fazer-se de vítima, transferir a culpa são armas de defesa dos fracos de espírito.
Pessoas com baixo nível de responsabilidade preferem se sentir insignificantes, dissimular, zoar, encontrar alguém para culpar em vez de exercitar a capacidade de assumir o controle sobre si mesmo e sobre suas ações.
No fim da história, a culpa é da sociedade, do pedestre atropelado, do menino assassinado, do eleitor mal informado, do paciente inconformado, do aluno despreparado, do professor mal remunerado, do infeliz desavisado. A culpa só não é do culpado, portanto, quando o chefe inescrupuloso estiver do seu lado, cuidado, você pode ser o próximo culpado. Independentemente da idade, cultura, nível de instrução e do meio onde você vive, jamais tente esquivar-se da parte que lhe cabe no mundo. Assumir a responsabilidade e aprender com os erros é coisa para gente grande, evoluída, capaz de dar a volta por cima e disposta a entender que os erros são parte integrante do crescimento pessoal e profissional.
Pense nisso e seja feliz!
(http://www.jeronimomendes.com.br/o-que-e-responsabilidade/#sthash.ndB7tPUY.dpuf)
Considere os verbos destacados com seu respectivo complemento:
A falta de responsabilidade depende de vários fatores.
Embora não seja difícil identificar os fatores...
Fomentam o cinismo.
Em vez de exercitar a capacidade...
Substituindo os complementos verbais por um pronome pessoal, temos:
Questão 8361734
COTIL COTIL 2016 1 FaseU Gerais 2016
Entra governo, sai governo, um escândalo atrás do outro, uma verdadeira afronta ao nível de inteligência humana, sem o menor pudor. Apesar de tudo, não existe culpado e quando alguém consegue encontrá-lo, são necessários muitos anos para fazer valer o senso de justiça que, aliás, anda escasso nos dias de hoje.
Pessoas com ausência de responsabilidade possuem as justificativas na ponta da língua. O discurso será colocado em prática ao menor sinal de perigo. Não é comigo, eu fiz a minha parte, o problema são os outros, aqui sempre foi assim, isso não muda, no próximo ano a gente vê como é que faz, culpa do governo, não há nada que eu possa fazer. Esses e outros jargões são típicos de quem não assume a responsabilidade, sequer entende o conceito.
Culturas organizacionais com nível reduzido ou nulo de responsabilidade fomentam o cinismo, a falta de confiança e o desperdício de energia vital com manobras políticas constantes na tentativa de se defender ou transferir a culpa. Nesse caso, perde-se o bom senso, a capacidade de aprendizagem, a esperança de se reverter o caos.
A falta de responsabilidade depende de vários fatores enraizados desde a mais tenra infância: cultura familiar, relacionamentos, influência de pais e amigos, história pessoal, experiências negativas vivenciadas no passado. Embora não seja difícil identificar os fatores, considero a “síndrome da vítima” o principal de todos.
Omitir-se, fazer-se de vítima, transferir a culpa são armas de defesa dos fracos de espírito.
Pessoas com baixo nível de responsabilidade preferem se sentir insignificantes, dissimular, zoar, encontrar alguém para culpar em vez de exercitar a capacidade de assumir o controle sobre si mesmo e sobre suas ações.
No fim da história, a culpa é da sociedade, do pedestre atropelado, do menino assassinado, do eleitor mal informado, do paciente inconformado, do aluno despreparado, do professor mal remunerado, do infeliz desavisado. A culpa só não é do culpado, portanto, quando o chefe inescrupuloso estiver do seu lado, cuidado, você pode ser o próximo culpado. Independentemente da idade, cultura, nível de instrução e do meio onde você vive, jamais tente esquivar-se da parte que lhe cabe no mundo. Assumir a responsabilidade e aprender com os erros é coisa para gente grande, evoluída, capaz de dar a volta por cima e disposta a entender que os erros são parte integrante do crescimento pessoal e profissional.
Pense nisso e seja feliz!
(http://www.jeronimomendes.com.br/o-que-e-responsabilidade/#sthash.ndB7tPUY.dpuf)
Por coloquialismo entende-se um tipo de linguagem caracterizado pela utilização de aspectos informais, cotidianos, sem rigores gramaticais, enfim, um registro próprio da oralidade. Assinale a alternativa que não traz expressões da linguagem coloquial.
Entra governo, sai governo, um escândalo atrás do outro, uma verdadeira afronta ao nível de inteligência humana, sem o menor pudor. Apesar de tudo, não existe culpado e quando alguém consegue encontrá-lo, são necessários muitos anos para fazer valer o senso de justiça que, aliás, anda escasso nos dias de hoje.
Pessoas com ausência de responsabilidade possuem as justificativas na ponta da língua. O discurso será colocado em prática ao menor sinal de perigo. Não é comigo, eu fiz a minha parte, o problema são os outros, aqui sempre foi assim, isso não muda, no próximo ano a gente vê como é que faz, culpa do governo, não há nada que eu possa fazer. Esses e outros jargões são típicos de quem não assume a responsabilidade, sequer entende o conceito.
Culturas organizacionais com nível reduzido ou nulo de responsabilidade fomentam o cinismo, a falta de confiança e o desperdício de energia vital com manobras políticas constantes na tentativa de se defender ou transferir a culpa. Nesse caso, perde-se o bom senso, a capacidade de aprendizagem, a esperança de se reverter o caos.
A falta de responsabilidade depende de vários fatores enraizados desde a mais tenra infância: cultura familiar, relacionamentos, influência de pais e amigos, história pessoal, experiências negativas vivenciadas no passado. Embora não seja difícil identificar os fatores, considero a “síndrome da vítima” o principal de todos.
Omitir-se, fazer-se de vítima, transferir a culpa são armas de defesa dos fracos de espírito.
Pessoas com baixo nível de responsabilidade preferem se sentir insignificantes, dissimular, zoar, encontrar alguém para culpar em vez de exercitar a capacidade de assumir o controle sobre si mesmo e sobre suas ações.
No fim da história, a culpa é da sociedade, do pedestre atropelado, do menino assassinado, do eleitor mal informado, do paciente inconformado, do aluno despreparado, do professor mal remunerado, do infeliz desavisado. A culpa só não é do culpado, portanto, quando o chefe inescrupuloso estiver do seu lado, cuidado, você pode ser o próximo culpado. Independentemente da idade, cultura, nível de instrução e do meio onde você vive, jamais tente esquivar-se da parte que lhe cabe no mundo. Assumir a responsabilidade e aprender com os erros é coisa para gente grande, evoluída, capaz de dar a volta por cima e disposta a entender que os erros são parte integrante do crescimento pessoal e profissional.
Pense nisso e seja feliz!
(http://www.jeronimomendes.com.br/o-que-e-responsabilidade/#sthash.ndB7tPUY.dpuf)
Questão 8361733
COTIL COTIL 2016 1 FaseU Gerais 2016

(http://www.tempreguicanao.com.br/2011/06/historia-dos-tres-macacos-sabios.html)

(http://www.tempreguicanao.com.br/2011/06/historia-dos-tres-macacos-sabios.html)
Ao analisar a charge, entende-se que os macaquinhos caracterizam / demonstram, com seus gestos,
Questão 8 3180057
Colégio Pedro II 2016Texto

(Fonte: cantinholiterariososriosdobrasil.wordpress.com. Acesso 15/09/2018)
No texto, ao substituirmos a palavra “onça-pintada” por TIGRES, no 1° quadrinho, o comentário correto do Armandinho, no 2° quadrinho, será:
Questão 2 3179847
Colégio Pedro II 2016Texto
Após libertação de cavalos de uso no turismo, Ilha de Paquetá recebe “charretes elétricas”.
Fabio Chaves (Do Vista-se)
(20 de maio de 2010)
Uma excelente matéria de um canal de TV aberta mostrou na tarde desta segunda-feira (23) como foi a recepção do publico ao novo meio de transporte da Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. A tradição de charretes puxadas por cavalos que já durava mais de 100 anos foi modificada no ultimo fim de semana.
As “charretes elétricas”, como foram chamados os carrinhos elétricos adquiridos pela prefeitura, começaram a rodar pela ilha e desagradaram alguns moradores. Os saudosistas das charretes com cavalos chegaram a fazer protestos com cartazes para tentar impedir o funcionamento dos veículos.
A maioria da população e dos turistas, no entanto, esta eufórica com a noticia de que os cavalos estão no Santuário das Fadas”, que fica na região serrana do Rio de Janeiro. Os vídeos dos animais chegando ao santuário e correndo pela grama felizes comoveram os moradores que não aguentavam mais ver os animais puxando carroças cheias de turistas.
Até mesmo um carroceiro entrevistado pela equipe do canal de TV admitiu que tudo tende a melhorar. Embora ache que é triste que uma tradição se perca, o carroceiro esta feliz por não ter mais que desembolsar cerca de R$ 1.500,00 por mês para manter o cavalo que puxava a charrete com a qual ele trabalhava.
Com as “charretes elétricas”, os carroceiros terão mais lucro, não haverá mais crueldade com os animais e a questão sanitária também foi resolvida. É o começo de uma nova tradição na Ilha de Paquetá.
(Fonte: https://vista-se.com.br/ apos-libertacao-de-cavalos-de-uso-no-turismo- lha-de-pagueta-recebe-charretes-eletricas/ Adaptado. Acesso em 09/09/2010)
Vocabulário:
1Santuário das Fadas: O Santuário das Fadas é um projeto que tem como objetivo acolher e manter, num sitio localizado em Itaipava, no estado do Rio de Janeiro, animais vitimas de crueldade e exploração. Lã eles vivem em liberdade e são tratados com respeito e carinho.
Releia o trecho a seguir, destacado do texto: “Os saudosistas das charretes com cavalos chegaram a fazer protestos com cartazes para tentar impedir o funcionamento dos veículos." (2° paragrafo).
É comum, num texto, que um sinônimo seja usado para que não haja repetição de palavras.
Assinale a única alternativa que contém um sinônimo para o substantivo “veículos” no texto:
Questão 1 3179772
Colégio Pedro II 2016Texto
Após libertação de cavalos de uso no turismo, Ilha de Paquetá recebe “charretes elétricas”.
Fabio Chaves (Do Vista-se)
(20 de maio de 2010)
Uma excelente matéria de um canal de TV aberta mostrou na tarde desta segunda-feira (23) como foi a recepção do publico ao novo meio de transporte da Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. A tradição de charretes puxadas por cavalos que já durava mais de 100 anos foi modificada no ultimo fim de semana.
As “charretes elétricas”, como foram chamados os carrinhos elétricos adquiridos pela prefeitura, começaram a rodar pela ilha e desagradaram alguns moradores. Os saudosistas das charretes com cavalos chegaram a fazer protestos com cartazes para tentar impedir o funcionamento dos veículos.
A maioria da população e dos turistas, no entanto, esta eufórica com a noticia de que os cavalos estão no Santuário das Fadas”, que fica na região serrana do Rio de Janeiro. Os vídeos dos animais chegando ao santuário e correndo pela grama felizes comoveram os moradores que não aguentavam mais ver os animais puxando carroças cheias de turistas.
Até mesmo um carroceiro entrevistado pela equipe do canal de TV admitiu que tudo tende a melhorar. Embora ache que é triste que uma tradição se perca, o carroceiro esta feliz por não ter mais que desembolsar cerca de R$ 1.500,00 por mês para manter o cavalo que puxava a charrete com a qual ele trabalhava.
Com as “charretes elétricas”, os carroceiros terão mais lucro, não haverá mais crueldade com os animais e a questão sanitária também foi resolvida. É o começo de uma nova tradição na Ilha de Paquetá.
(Fonte: https://vista-se.com.br/ apos-libertacao-de-cavalos-de-uso-no-turismo- lha-de-pagueta-recebe-charretes-eletricas/ Adaptado. Acesso em 09/09/2010)
Vocabulário:
1Santuário das Fadas: O Santuário das Fadas é um projeto que tem como objetivo acolher e manter, num sitio localizado em Itaipava, no estado do Rio de Janeiro, animais vitimas de crueldade e exploração. Lã eles vivem em liberdade e são tratados com respeito e carinho.
Sobre as ideias contidas no texto, marque a alternativa correta.
06
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