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Questão 15 169370
IFMT 2017/1TEXTO

(Disponível: http://www.deliriosdaalma.com/2014/06/selfie-selfish-adeus-liberdade-adeus.html)
A QUESTÃO REFEREM-SE AO TEXTO.
O autor dessa charge tem como principal objetivo:
Questão 11 169366
IFMT 2017/1TEXTO I
“SELFIES” E A ERA DE NARCISO
Gianni Carta
[1] Somos todos animais sociais e precisamos ser “liked” pelos nossos “amigos”. E somos obcecados pela nossa
aparência. Para resolver essas questões, nada melhor do que um “selfie”, o termo mais popular deste ano de
2013, segundo os Oxford Dictionaries. Cerca de 17 mil pessoas usaram a nova palavra.
[...]
[2] Em busca da aprovação de amigos – e quiçá atrás de celebridade – as pessoas postam seus selfies no
Facebook, Twitter ou Instagram. No Facebook, de fato, internautas postam seus selfies com frequência.
[3] Vemos, por exemplo, uma moça que aparece à beira de uma piscina com um fantástico tanquinho. Até Justin
Bieber ficaria com inveja. Depois a vemos em outra ocasião também bastante sexy, desta feita com uma saia
em uma festa. Outros postam seus selfies que variam dependendo da fase: a intelectual – com óculos e
lendo; a esportiva – com uma raquete em uma quadra de tênis; a fase relaxada – em uma praia no Caribe
degustando um prato de frutos do mar. E por aí vai.
[4] Esse pessoal viciado em selfies é camaleão. E, em geral, é também bastante superficial. Quando são
adolescentes com egos do tamanho do Canadá, é mais compreensível, embora seus pais devessem ensiná-
los que tudo tem um limite. Mas e quando são mais velhos, e argumentam que só querem dividir suas vidas
com os “amigos” (mais sobre os “amigos” abaixo), seus objetivos ao postar selfies são mais questionáveis.
Independentemente da faixa etária do autor do selfie, a parte mais difícil é o veredicto. Uma avalanche de
likes fará o autor do selfie se sentir querido, bonito, bacana, cool (anglicismos são bem-vindos pelos adeptos
do selfie). Em suma, sentem que fazem parte da comunidade de uma determinada rede social.
[5] No entanto, uma escassez total de likes será o equivalente a uma punhalada nas costas. A pessoa em
questão sentirá que não tem amigos. Ou aqueles presentes na sua conta de rede social não gostam
realmente dele. Ou será que ele não deveria ter posado de maiô para mostrar a pele bronzeada e o tanquinho
na praia?
[7] O autorretrato remonta ao início da civilização. O homem sempre tentou se autorretratar em muros de pedra e
mais tarde em quadros. Com o advento da fotografia, na primeira metade do século XIX, várias pessoas
fizeram autorretratos. Depois, máquinas fotográficas passaram a oferecer o recurso self-timer, que permitia ao
fotógrafo ser fotografado. Ele acionava a máquina e corria por vezes para se inserir em um grupo já
preparado para a fotografia. A chegada da máquina compacta digital mudou o quadro. E o smartphone ainda
mais.
[6] Com as novas tecnologias, somadas às redes sociais, ganhou vida o selfie. As pessoas, especialmente as
celebridades, acham que têm controle sobre as fotos, pois podem deletar aquelas não apreciadas. Não é bem
assim. Podem controlar o que postam, mas as fotos não são vistas somente pelos “amigos”. Uma vez na
internet, esse campo selvagem, vai saber como essas fotos serão utilizadas? Atenção deve ser dada aos
futuros patrões.
[8] Em tempo: Narciso não estava interessado em divulgar sua imagem. Apaixonou-se por ele mesmo e não
estava preocupado com o parecer dos outros. [...]
[9] Narciso gostava tanto de si mesmo que não precisaria ter uma conta no Twitter ou no Facebook. Era
enamorado de si mesmo e não precisava provar nada a ninguém. De certa forma, Narciso é menos vaidoso
do que aqueles que vivem a postar seus selfies nas redes sociais.
(Disponível em http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/, acesso em 19/03/2015).
Assinale a frase em que a forma verbal faz referência a um fato anterior, porém não concluído.
Questão 10 169365
IFMT 2017/1TEXTO I
“SELFIES” E A ERA DE NARCISO
Gianni Carta
[1] Somos todos animais sociais e precisamos ser “liked” pelos nossos “amigos”. E somos obcecados pela nossa
aparência. Para resolver essas questões, nada melhor do que um “selfie”, o termo mais popular deste ano de
2013, segundo os Oxford Dictionaries. Cerca de 17 mil pessoas usaram a nova palavra.
[...]
[2] Em busca da aprovação de amigos – e quiçá atrás de celebridade – as pessoas postam seus selfies no
Facebook, Twitter ou Instagram. No Facebook, de fato, internautas postam seus selfies com frequência.
[3] Vemos, por exemplo, uma moça que aparece à beira de uma piscina com um fantástico tanquinho. Até Justin
Bieber ficaria com inveja. Depois a vemos em outra ocasião também bastante sexy, desta feita com uma saia
em uma festa. Outros postam seus selfies que variam dependendo da fase: a intelectual – com óculos e
lendo; a esportiva – com uma raquete em uma quadra de tênis; a fase relaxada – em uma praia no Caribe
degustando um prato de frutos do mar. E por aí vai.
[4] Esse pessoal viciado em selfies é camaleão. E, em geral, é também bastante superficial. Quando são
adolescentes com egos do tamanho do Canadá, é mais compreensível, embora seus pais devessem ensiná-
los que tudo tem um limite. Mas e quando são mais velhos, e argumentam que só querem dividir suas vidas
com os “amigos” (mais sobre os “amigos” abaixo), seus objetivos ao postar selfies são mais questionáveis.
Independentemente da faixa etária do autor do selfie, a parte mais difícil é o veredicto. Uma avalanche de
likes fará o autor do selfie se sentir querido, bonito, bacana, cool (anglicismos são bem-vindos pelos adeptos
do selfie). Em suma, sentem que fazem parte da comunidade de uma determinada rede social.
[5] No entanto, uma escassez total de likes será o equivalente a uma punhalada nas costas. A pessoa em
questão sentirá que não tem amigos. Ou aqueles presentes na sua conta de rede social não gostam
realmente dele. Ou será que ele não deveria ter posado de maiô para mostrar a pele bronzeada e o tanquinho
na praia?
[7] O autorretrato remonta ao início da civilização. O homem sempre tentou se autorretratar em muros de pedra e
mais tarde em quadros. Com o advento da fotografia, na primeira metade do século XIX, várias pessoas
fizeram autorretratos. Depois, máquinas fotográficas passaram a oferecer o recurso self-timer, que permitia ao
fotógrafo ser fotografado. Ele acionava a máquina e corria por vezes para se inserir em um grupo já
preparado para a fotografia. A chegada da máquina compacta digital mudou o quadro. E o smartphone ainda
mais.
[6] Com as novas tecnologias, somadas às redes sociais, ganhou vida o selfie. As pessoas, especialmente as
celebridades, acham que têm controle sobre as fotos, pois podem deletar aquelas não apreciadas. Não é bem
assim. Podem controlar o que postam, mas as fotos não são vistas somente pelos “amigos”. Uma vez na
internet, esse campo selvagem, vai saber como essas fotos serão utilizadas? Atenção deve ser dada aos
futuros patrões.
[8] Em tempo: Narciso não estava interessado em divulgar sua imagem. Apaixonou-se por ele mesmo e não
estava preocupado com o parecer dos outros. [...]
[9] Narciso gostava tanto de si mesmo que não precisaria ter uma conta no Twitter ou no Facebook. Era
enamorado de si mesmo e não precisava provar nada a ninguém. De certa forma, Narciso é menos vaidoso
do que aqueles que vivem a postar seus selfies nas redes sociais.
(Disponível em http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/, acesso em 19/03/2015).
Sobre a função sintática dos termos destacados nos trechos abaixo, é correto afirmar.
Questão 5 169359
IFMT 2017/1TEXTO I
“SELFIES” E A ERA DE NARCISO
Gianni Carta
[1] Somos todos animais sociais e precisamos ser “liked” pelos nossos “amigos”. E somos obcecados pela nossa
aparência. Para resolver essas questões, nada melhor do que um “selfie”, o termo mais popular deste ano de
2013, segundo os Oxford Dictionaries. Cerca de 17 mil pessoas usaram a nova palavra.
[...]
[2] Em busca da aprovação de amigos – e quiçá atrás de celebridade – as pessoas postam seus selfies no
Facebook, Twitter ou Instagram. No Facebook, de fato, internautas postam seus selfies com frequência.
[3] Vemos, por exemplo, uma moça que aparece à beira de uma piscina com um fantástico tanquinho. Até Justin
Bieber ficaria com inveja. Depois a vemos em outra ocasião também bastante sexy, desta feita com uma saia
em uma festa. Outros postam seus selfies que variam dependendo da fase: a intelectual – com óculos e
lendo; a esportiva – com uma raquete em uma quadra de tênis; a fase relaxada – em uma praia no Caribe
degustando um prato de frutos do mar. E por aí vai.
[4] Esse pessoal viciado em selfies é camaleão. E, em geral, é também bastante superficial. Quando são
adolescentes com egos do tamanho do Canadá, é mais compreensível, embora seus pais devessem ensiná-
los que tudo tem um limite. Mas e quando são mais velhos, e argumentam que só querem dividir suas vidas
com os “amigos” (mais sobre os “amigos” abaixo), seus objetivos ao postar selfies são mais questionáveis.
Independentemente da faixa etária do autor do selfie, a parte mais difícil é o veredicto. Uma avalanche de
likes fará o autor do selfie se sentir querido, bonito, bacana, cool (anglicismos são bem-vindos pelos adeptos
do selfie). Em suma, sentem que fazem parte da comunidade de uma determinada rede social.
[5] No entanto, uma escassez total de likes será o equivalente a uma punhalada nas costas. A pessoa em
questão sentirá que não tem amigos. Ou aqueles presentes na sua conta de rede social não gostam
realmente dele. Ou será que ele não deveria ter posado de maiô para mostrar a pele bronzeada e o tanquinho
na praia?
[7] O autorretrato remonta ao início da civilização. O homem sempre tentou se autorretratar em muros de pedra e
mais tarde em quadros. Com o advento da fotografia, na primeira metade do século XIX, várias pessoas
fizeram autorretratos. Depois, máquinas fotográficas passaram a oferecer o recurso self-timer, que permitia ao
fotógrafo ser fotografado. Ele acionava a máquina e corria por vezes para se inserir em um grupo já
preparado para a fotografia. A chegada da máquina compacta digital mudou o quadro. E o smartphone ainda
mais.
[6] Com as novas tecnologias, somadas às redes sociais, ganhou vida o selfie. As pessoas, especialmente as
celebridades, acham que têm controle sobre as fotos, pois podem deletar aquelas não apreciadas. Não é bem
assim. Podem controlar o que postam, mas as fotos não são vistas somente pelos “amigos”. Uma vez na
internet, esse campo selvagem, vai saber como essas fotos serão utilizadas? Atenção deve ser dada aos
futuros patrões.
[8] Em tempo: Narciso não estava interessado em divulgar sua imagem. Apaixonou-se por ele mesmo e não
estava preocupado com o parecer dos outros. [...]
[9] Narciso gostava tanto de si mesmo que não precisaria ter uma conta no Twitter ou no Facebook. Era
enamorado de si mesmo e não precisava provar nada a ninguém. De certa forma, Narciso é menos vaidoso
do que aqueles que vivem a postar seus selfies nas redes sociais.
(Disponível em http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/, acesso em 19/03/2015).
Analise as afirmativas abaixo referentes aos recursos gramaticais usados nesse artigo de opinião, e marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A fim de manter uma proximidade com o leitor, a autora recorre à primeira pessoa do plural no primeiro e segundo períodos do primeiro parágrafo.
( ) No trecho Com as novas tecnologias, somadas às redes sociais, ganhou vida o selfie, a forma verbal destacada, empregada no pretérito perfeito, indica uma ação ainda não concluída no tempo passado.
( ) Como se trata de um artigo de opinião, predomina o emprego de formas verbais no presente do indicativo.
( ) No trecho ... embora seus pais devessem ensiná-los que tudo tem um limite, a forma verbal destacada expressa uma possibilidade.
( ) No trecho Podem controlar o que postam , os verbos estão empregados na terceira pessoa do plural para indicar indeterminação do sujeito.
Assinale a sequência correta.
Questão 1 169355
IFMT 2017/1TEXTO I
“SELFIES” E A ERA DE NARCISO
Gianni Carta
[1] Somos todos animais sociais e precisamos ser “liked” pelos nossos “amigos”. E somos obcecados pela nossa
aparência. Para resolver essas questões, nada melhor do que um “selfie”, o termo mais popular deste ano de
2013, segundo os Oxford Dictionaries. Cerca de 17 mil pessoas usaram a nova palavra.
[...]
[2] Em busca da aprovação de amigos – e quiçá atrás de celebridade – as pessoas postam seus selfies no
Facebook, Twitter ou Instagram. No Facebook, de fato, internautas postam seus selfies com frequência.
[3] Vemos, por exemplo, uma moça que aparece à beira de uma piscina com um fantástico tanquinho. Até Justin
Bieber ficaria com inveja. Depois a vemos em outra ocasião também bastante sexy, desta feita com uma saia
em uma festa. Outros postam seus selfies que variam dependendo da fase: a intelectual – com óculos e
lendo; a esportiva – com uma raquete em uma quadra de tênis; a fase relaxada – em uma praia no Caribe
degustando um prato de frutos do mar. E por aí vai.
[4] Esse pessoal viciado em selfies é camaleão. E, em geral, é também bastante superficial. Quando são
adolescentes com egos do tamanho do Canadá, é mais compreensível, embora seus pais devessem ensiná-
los que tudo tem um limite. Mas e quando são mais velhos, e argumentam que só querem dividir suas vidas
com os “amigos” (mais sobre os “amigos” abaixo), seus objetivos ao postar selfies são mais questionáveis.
Independentemente da faixa etária do autor do selfie, a parte mais difícil é o veredicto. Uma avalanche de
likes fará o autor do selfie se sentir querido, bonito, bacana, cool (anglicismos são bem-vindos pelos adeptos
do selfie). Em suma, sentem que fazem parte da comunidade de uma determinada rede social.
[5] No entanto, uma escassez total de likes será o equivalente a uma punhalada nas costas. A pessoa em
questão sentirá que não tem amigos. Ou aqueles presentes na sua conta de rede social não gostam
realmente dele. Ou será que ele não deveria ter posado de maiô para mostrar a pele bronzeada e o tanquinho
na praia?
[7] O autorretrato remonta ao início da civilização. O homem sempre tentou se autorretratar em muros de pedra e
mais tarde em quadros. Com o advento da fotografia, na primeira metade do século XIX, várias pessoas
fizeram autorretratos. Depois, máquinas fotográficas passaram a oferecer o recurso self-timer, que permitia ao
fotógrafo ser fotografado. Ele acionava a máquina e corria por vezes para se inserir em um grupo já
preparado para a fotografia. A chegada da máquina compacta digital mudou o quadro. E o smartphone ainda
mais.
[6] Com as novas tecnologias, somadas às redes sociais, ganhou vida o selfie. As pessoas, especialmente as
celebridades, acham que têm controle sobre as fotos, pois podem deletar aquelas não apreciadas. Não é bem
assim. Podem controlar o que postam, mas as fotos não são vistas somente pelos “amigos”. Uma vez na
internet, esse campo selvagem, vai saber como essas fotos serão utilizadas? Atenção deve ser dada aos
futuros patrões.
[8] Em tempo: Narciso não estava interessado em divulgar sua imagem. Apaixonou-se por ele mesmo e não
estava preocupado com o parecer dos outros. [...]
[9] Narciso gostava tanto de si mesmo que não precisaria ter uma conta no Twitter ou no Facebook. Era
enamorado de si mesmo e não precisava provar nada a ninguém. De certa forma, Narciso é menos vaidoso
do que aqueles que vivem a postar seus selfies nas redes sociais.
(Disponível em http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/, acesso em 19/03/2015).
AS QUESTÕES DE 1 A 14 REFEREM-SE AO TEXTO I.
No gênero artigo de opinião, o autor defende um ponto de vista ao qual se dá o nome de tese. Marque a tese defendida pela autora nesse artigo de opinião.
Questão 10 169159
IFPE 2017
Sobre a linguagem dos personagens do TEXTO 5, da página do Facebook “Bode Gaiato”, avalie as assertivas abaixo.
I. O texto verbal, embora escrito, revela aproximação com a oralidade. A grafia da palavra “nãm” evidencia esse aspecto.
II. Os falantes se utilizam de uma linguagem com fortes marcas regionais, como, por exemplo, a escolha da palavra “mainha”.
III. O diálogo entre mãe e filho revela o registro formal da linguagem, como podemos perceber pela utilização das expressões “venha cá pra eu...” e “que nem...”.
IV. O vocábulo “boizin”, formado a partir da palavra inglesa “boy”, é uma marca linguística típica de grupos sociais de jovens e adolescentes.
V. Visto que todas as línguas naturais são heterogêneas, podemos afirmar que a fala de Júnio e sua mãe revelam preconceito linguístico.
Estão CORRETAS apenas as afirmações contidas nas assertivas
06
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