Questões de EFAF Português - Gramática
1.745 Questões
Questão 12 10520486
SENAI 1° Ano - CGE 2215 2023/2A canção abaixo se refere à questão.
Saudosa maloca
Se o senhor não está lembrado
Dá licença de contá
Que aqui onde agora está
Esse adifício arto
Era uma casa velha
Um palacete assobradado
Foi aqui seu moço
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construímos nossa maloca
Mas um dia, eu nem quero me alembrá
Veio os homis c'oas ferramenta
Que o dono mandô derrubá
(...)
Fonte: BARBOSA, A. Disponível em: https://www.letras.mus.br/adoniran-barbosa/43969/. Acesso em: 04 mar. 2020.
As palavras e as expressões destacadas foram utilizadas pelo autor com a intenção de
Questão 11 10520482
SENAI 1° Ano - CGE 2215 2023/2O texto abaixo se refere à questão.
José de Alencar em versão digital
Ele era o “inimigo do rei”, nas palavras de seu biógrafo, Lira Neto. Ou, ainda, “um romancista que colecionava desafetos, azucrinava D. Pedro II e acabou inventando o Brasil”. Assim era José de Alencar (1829-1877), o conhecido autor de O guarani e Iracema, tido como o pai do romance no Brasil. Além de criar clássicos da literatura brasileira com temas nativistas, indianistas e históricos, ele foi também folhetinista, diretor de jornal, autor de peças de teatro, advogado, deputado federal e até ministro da Justiça. Para ajudar na descoberta das múltiplas facetas desse personagem do século XIX, parte de seu acervo inédito será digitalizada.
Vindos de diversos acervos, 29 manuscritos – alguns com mais de 160 anos – serão colocados à disposição do público nos computadores da Casa de José de Alencar, em Fortaleza, em maio. Entre eles, há anotações, rascunhos, croquis, cadernos com trechos de romances e ensaios, e partes de seu primeiro livro, escrito quando tinha 18 anos e não concluído.
Localizada no bairro de Messejana, a Casa de José de Alencar foi a morada do escritor durante nove anos. Hoje, o local é aberto a visitas e pertence à Universidade Federal do Ceará.
Fonte: Disponível em: http://verapessota.blogspot.com/2012/03/jose-de-alencar-em-versao-digital.html?m=0. Acesso em: 03 out. 2019.
I. Em “inimigo do rei”, o emprego das aspas justifica-se porque o autor quis fazer uma citação direta.
II. Em “da Casa de José de Alencar”, o vocábulo Casa foi grafado com letra maiúscula porque, com o emprego da preposição “da”, configura o sentido figurado ou conotativo.
III. Em “da Casa de José de Alencar”, o vocábulo Casa foi grafado com letra maiúscula porque passa a adquirir uma conotação única, personificada.
IV. Em “– alguns com mais de 160 anos”, o emprego da letra minúscula após o travessão está correto porque se trata de uma explicação do narrador.
A alternativa que apresenta todas as afirmativas corretas é
Questão 10 10520476
SENAI 1° Ano - CGE 2215 2023/2A figura abaixo se refere à questão.

Fonte: Disponível em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/b/bf/Capa_de_Bem_Sertanejo.jpg.
Acesso em: 02 out. 2019.
O nome e o sobrenome do cantor, escritos na capa do CD, são
Questão 9 10520465
SENAI 1° Ano - CGE 2215 2023/2A figura abaixo se refere à questão.

Fonte: Disponível em: http://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/44493-nova-campanha-traz-historias-impactante-para-alertar-sobre-vacinacao. Acesso em: 20 out. 2019.
A escolha da expressão em destaque no texto acima, no contexto, evidencia a intencionalidade do autor em exaltar uma situação, referindo-se às
Questão 6 10520439
SENAI 1° Ano - CGE 2215 2023/2A figura abaixo se refere à questão.

Fonte: Disponível em: http://alvarosiviero.com. Acesso em: 07 abr. 2020.
Levando em consideração a norma culta da Língua Portuguesa, no que se refere à ortografia e à pontuação, assinale a alternativa que expressa a intenção do slogan da propaganda e a função de divulgar uma apresentação musical.
Questão 5 15404472
CEFET-RJ Técnico 2022Texto
Brasil
Eliane Potiguara
Que faço com a minha cara de índia?
E meus cabelos
E minhas rugas
E minha história
E meus segredos?
Que faço com a minha cara de índia?
E meus espíritos
E minha força
E meu tupã
E meus círculos?
Que faço com a minha cara de índia?
E meu Toré
E meu sagrado
E meus “cabocos”
E minha Terra?
Que faço com a minha cara de índia?
E meu sangue
E minha consciência
E minha luta
E nossos filhos?
Brasil, o que faço com a minha cara de índia?
Não sou violência
Ou estupro
Eu sou história
Eu sou cunhã
Barriga brasileira
Ventre sagrado
Povo brasileiro
Ventre que gerou
O povo brasileiro
Hoje está só...
A barriga da mãe fecunda
E os cânticos que outrora cantavam
Hoje são gritos de guerra
Contra o massacre imundo
Fonte: POTIGUARA, Eliane. Metade cara, metade máscara. Saõ Paulo: Global, 2004.
A estrofe final do poema é rica em recursos expressivos, como a antítese. A opção que apresenta dois pares de imagens antitéticas no texto é:
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