Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
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Questão 20 15408106
CAp-UERJ 8 ano 2020O ALUNO PERFEITO
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida e eles esperavam com
grande ansiedade o filho que iria nascer.
Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que
felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter!
[5] Deram-lhe o nome de “Memorioso” porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial
para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão muito bem
na escola e não têm problemas para passar no vestibular.
E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam.
Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que
[10] lhes eram ensinadas não faziam sentido.
Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair
raiz quadrada, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas
de eventos históricos, nomes de reis, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de
gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo
[15] cultural.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em
outdoors*. Na universidade foi a mesma coisa. Só tirava 10. Chegou, finalmente, o dia tão esperado:
a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores.
Depois da cerimônia acadêmica, foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça
[20] se aproximou de Memorioso e se apresentou: “Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?”. “Pode
fazer”, disse Memorioso, confiante. Sua memória continha todas as respostas.
Aí ela falou: “De tudo o que você memorizou, o que foi que você mais amou, que mais prazer
lhe deu?”.
Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz
[25] procurando a resposta. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu. E, de
repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua
cabeça, enquanto fumaça saía por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Depois apagou, entrou
em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido
estava irreparavelmente danificado.
[30] Há perguntas para as quais a memória, por perfeita que seja, não tem respostas. É que tais respostas
não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a felicidade...
RUBEM ALVES Adaptado de Quer que eu lhe conte uma estória? Campinas: Papirus, 2010.
Chegou, finalmente, o dia tão esperado: a formatura. (l. 17-18)
Os alunos decidiram dividir entre si o custo da festa de formatura. Perceberam que, se cada um contribuísse com R$ 500,00, pagariam a festa e sobrariam R$ 500,00.
Entretanto, se cada um contribuísse com R$ 450,00, faltariam R$ 450,00 para pagar a festa.
Pode-se concluir que o número exato de alunos que dividiram entre si o custo da festa foi igual a:
Questão 19 15408102
CAp-UERJ 8 ano 2020O ALUNO PERFEITO
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida e eles esperavam com
grande ansiedade o filho que iria nascer.
Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que
felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter!
[5] Deram-lhe o nome de “Memorioso” porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial
para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão muito bem
na escola e não têm problemas para passar no vestibular.
E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam.
Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que
[10] lhes eram ensinadas não faziam sentido.
Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair
raiz quadrada, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas
de eventos históricos, nomes de reis, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de
gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo
[15] cultural.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em
outdoors*. Na universidade foi a mesma coisa. Só tirava 10. Chegou, finalmente, o dia tão esperado:
a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores.
Depois da cerimônia acadêmica, foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça
[20] se aproximou de Memorioso e se apresentou: “Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?”. “Pode
fazer”, disse Memorioso, confiante. Sua memória continha todas as respostas.
Aí ela falou: “De tudo o que você memorizou, o que foi que você mais amou, que mais prazer
lhe deu?”.
Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz
[25] procurando a resposta. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu. E, de
repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua
cabeça, enquanto fumaça saía por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Depois apagou, entrou
em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido
estava irreparavelmente danificado.
[30] Há perguntas para as quais a memória, por perfeita que seja, não tem respostas. É que tais respostas
não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a felicidade...
RUBEM ALVES Adaptado de Quer que eu lhe conte uma estória? Campinas: Papirus, 2010.
A professora de matemática propôs à turma de Memorioso a seguinte questão:

A resposta correta, informada rapidamente por Memorioso, é:
Questão 18 15408101
CAp-UERJ 8 ano 2020O ALUNO PERFEITO
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida e eles esperavam com
grande ansiedade o filho que iria nascer.
Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que
felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter!
[5] Deram-lhe o nome de “Memorioso” porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial
para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão muito bem
na escola e não têm problemas para passar no vestibular.
E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam.
Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que
[10] lhes eram ensinadas não faziam sentido.
Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair
raiz quadrada, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas
de eventos históricos, nomes de reis, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de
gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo
[15] cultural.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em
outdoors*. Na universidade foi a mesma coisa. Só tirava 10. Chegou, finalmente, o dia tão esperado:
a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores.
Depois da cerimônia acadêmica, foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça
[20] se aproximou de Memorioso e se apresentou: “Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?”. “Pode
fazer”, disse Memorioso, confiante. Sua memória continha todas as respostas.
Aí ela falou: “De tudo o que você memorizou, o que foi que você mais amou, que mais prazer
lhe deu?”.
Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz
[25] procurando a resposta. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu. E, de
repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua
cabeça, enquanto fumaça saía por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Depois apagou, entrou
em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido
estava irreparavelmente danificado.
[30] Há perguntas para as quais a memória, por perfeita que seja, não tem respostas. É que tais respostas
não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a felicidade...
RUBEM ALVES Adaptado de Quer que eu lhe conte uma estória? Campinas: Papirus, 2010.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em outdoors. (l. 16-17)
O projeto do cartaz de propaganda, ilustrado abaixo, tinha 8 cm de altura por 24 cm de comprimento.

Os cartazes divulgados são retângulos semelhantes ao do projeto e têm 3 m de altura.
A medida do comprimento de cada cartaz corresponde, em metros, a:
Questão 17 15408099
CAp-UERJ 8 ano 2020O ALUNO PERFEITO
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida e eles esperavam com
grande ansiedade o filho que iria nascer.
Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que
felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter!
[5] Deram-lhe o nome de “Memorioso” porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial
para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão muito bem
na escola e não têm problemas para passar no vestibular.
E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam.
Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que
[10] lhes eram ensinadas não faziam sentido.
Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair
raiz quadrada, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas
de eventos históricos, nomes de reis, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de
gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo
[15] cultural.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em
outdoors*. Na universidade foi a mesma coisa. Só tirava 10. Chegou, finalmente, o dia tão esperado:
a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores.
Depois da cerimônia acadêmica, foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça
[20] se aproximou de Memorioso e se apresentou: “Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?”. “Pode
fazer”, disse Memorioso, confiante. Sua memória continha todas as respostas.
Aí ela falou: “De tudo o que você memorizou, o que foi que você mais amou, que mais prazer
lhe deu?”.
Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz
[25] procurando a resposta. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu. E, de
repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua
cabeça, enquanto fumaça saía por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Depois apagou, entrou
em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido
estava irreparavelmente danificado.
[30] Há perguntas para as quais a memória, por perfeita que seja, não tem respostas. É que tais respostas
não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a felicidade...
RUBEM ALVES Adaptado de Quer que eu lhe conte uma estória? Campinas: Papirus, 2010.
Memorioso entrou na escola com 3 anos e se formou na faculdade aos 15 anos. A reta abaixo indica alguns momentos importantes em sua vida acadêmica.

Nessa reta, a distância entre quaisquer dois pontos consecutivos equivale a um mesmo período de tempo.
O ponto dessa reta que corresponde ao momento em que Memorioso terminou o ensino fundamental, aos 9 anos de idade, é:
Questão 16 15408098
CAp-UERJ 8 ano 2020O ALUNO PERFEITO
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida e eles esperavam com
grande ansiedade o filho que iria nascer.
Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que
felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter!
[5] Deram-lhe o nome de “Memorioso” porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial
para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão muito bem
na escola e não têm problemas para passar no vestibular.
E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam.
Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que
[10] lhes eram ensinadas não faziam sentido.
Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair
raiz quadrada, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas
de eventos históricos, nomes de reis, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de
gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo
[15] cultural.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em
outdoors*. Na universidade foi a mesma coisa. Só tirava 10. Chegou, finalmente, o dia tão esperado:
a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores.
Depois da cerimônia acadêmica, foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça
[20] se aproximou de Memorioso e se apresentou: “Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?”. “Pode
fazer”, disse Memorioso, confiante. Sua memória continha todas as respostas.
Aí ela falou: “De tudo o que você memorizou, o que foi que você mais amou, que mais prazer
lhe deu?”.
Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz
[25] procurando a resposta. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu. E, de
repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua
cabeça, enquanto fumaça saía por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Depois apagou, entrou
em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido
estava irreparavelmente danificado.
[30] Há perguntas para as quais a memória, por perfeita que seja, não tem respostas. É que tais respostas
não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a felicidade...
RUBEM ALVES Adaptado de Quer que eu lhe conte uma estória? Campinas: Papirus, 2010.
Memorioso gostava de formas geométricas: procurava ângulos retos sempre que observava uma estrutura poligonal.
Em uma folha de papel quadriculado, cujos quadrados têm o mesmo tamanho, ele encontrou um pentágono ABCDE, como mostra a figura abaixo.

Ao analisar as medidas dos ângulos internos desse pentágono, Memorioso descobriu a quantidade exata de ângulos de 90º nele contidos.
Essa quantidade é igual a:
Questão 15 15408097
CAp-UERJ 8 ano 2020O ALUNO PERFEITO
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida e eles esperavam com
grande ansiedade o filho que iria nascer.
Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que
felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter!
[5] Deram-lhe o nome de “Memorioso” porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial
para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão muito bem
na escola e não têm problemas para passar no vestibular.
E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam.
Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que
[10] lhes eram ensinadas não faziam sentido.
Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair
raiz quadrada, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas
de eventos históricos, nomes de reis, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de
gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo
[15] cultural.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em
outdoors*. Na universidade foi a mesma coisa. Só tirava 10. Chegou, finalmente, o dia tão esperado:
a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores.
Depois da cerimônia acadêmica, foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça
[20] se aproximou de Memorioso e se apresentou: “Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?”. “Pode
fazer”, disse Memorioso, confiante. Sua memória continha todas as respostas.
Aí ela falou: “De tudo o que você memorizou, o que foi que você mais amou, que mais prazer
lhe deu?”.
Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz
[25] procurando a resposta. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu. E, de
repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua
cabeça, enquanto fumaça saía por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Depois apagou, entrou
em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido
estava irreparavelmente danificado.
[30] Há perguntas para as quais a memória, por perfeita que seja, não tem respostas. É que tais respostas
não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a felicidade...
RUBEM ALVES Adaptado de Quer que eu lhe conte uma estória? Campinas: Papirus, 2010.
No último parágrafo, diferentemente da maioria dos verbos já utilizados, passam a ser empregados verbos no tempo presente.
O uso desse tempo verbal altera o ponto de vista da história, passando a destacar a seguinte dimensão do texto:
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