Questões de EFAF Português
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Questão 15 618281
COTIL 1° Ano 2017Texto para a questão

http://www.euri.com.br/rede-social-na-vida-real/
Qual das alternativas abaixo reflete mais direta e adequadamente o contexto dos quadrinhos Rede Social na vida real?
Questão 14 618277
COTIL 1° Ano 2017Texto para a questão


O autor, Terêncio Horto, estabelece, através da utilização de adjetivo e advérbio, um distanciamento entre ele e os outros, aos quais ele se refere. Assim, pode-se perceber que as palavras que criam essa distância seriam:
Questão 12 618264
COTIL 1° Ano 2017Texto para a questão


https://www.tumblr.com/search/andr%C3%A9%20dahmer
Com base na leitura da tirinha, podemos afirmar que:
I – A frase “Ontem nos divertimos verdadeiramente.”, no primeiro quadro, remete a uma verdade, diferente da possível artificialidade nas informações postadas na internet, em redes sociais. Essa ideia, na tirinha, é reforçada na mensagem do último quadrinho: “...que ninguém tirou fotos”.
II – A frase: “Se posto uma selfie no Instagram e recebo dez likes, isso constrói meu caráter e minha persona.”, no segundo parágrafo do texto Mais self, menos selfie (pág. 1), contradiz a ideia expressa na tirinha.
III – A palavra “verdadeiramente”, que aparece no primeiro quadrinho, é intensificada no segundo quadrinho pela expressão “Tão verdadeiramente...”, e o terceiro quadrinho indica a causa da diversão.
Não é (são) informação(ões) incorretas:
Questão 11 618263
COTIL 1° Ano 2017Textos para a questão
Texto - Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se.
e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
Texto, de Zack Magiezi
João amava Teresa que curtia fotos
de Raimundo que seguia todos os
posts de Maria que adorava conversar
no whatsapp com Joaquim, que acha
perfeita a vida fotográfica de Lili, que
na verdade era uma solitária. João foi
para os Estados Unidos, Teresa
deletou sua conta, Raimundo criou
um perfil fake para continuar
seguidor, Maria foi bloqueada,
Joaquim sentiu-se invisível e Lili
cansou de falsificar felicidade que às
vezes está no simples encontro real.
Assinale a alternativa que não corresponde a uma leitura correta dos textos.
Questão 8 618244
COTIL 1° Ano 2017Textos para a questão
Posto, logo existo, de Martha Medeiros
Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em saturação social, inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do The New York Times que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido pelo Facebook, Twitter e agregados, e que hoje ele se vê diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou alguns desses hábitos digitais “que estão me comendo vivo”.
Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de software que restringem o acesso à web e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra. Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu cogito, ergo sum, pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo.
Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercadas não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.
Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento – numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o real pelo virtual, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização. Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, sua turma de amigos se comunica assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas para fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!
O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muitos jovens sem noção, que se deixam fotografar portanto armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre, desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser “ninguém” para se tornarem “alguém”, mesmo que alguém medíocre.
Casos avulsos, extremos, mas estão aí, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem aí.
(MEDEIROS, Martha. “Posto, logo existo”. O Globo: 25/03/2012.)
O texto emprega várias vezes o pronome relativo e sabemos que eles podem vir ou não regidos de preposição.
Preencha convenientemente as lacunas das frases seguintes, indicando o conjunto obtido.
A – A planta .............. frutos são venenosos foi derrubada, mas não evitou a contaminação do solo.
B – O escritor ...................... obra falei morreu ontem, embora tenha sido socorrido a tempo.
C – Este é o livro ......................... páginas sempre me referi durante as aulas nesta semana.
D – Este é o homem ......................... causa lutei, pois sempre acreditei nos seus ideais.
Questão 7 618241
COTIL 1° Ano 2017Textos para a questão
Posto, logo existo, de Martha Medeiros
Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em saturação social, inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do The New York Times que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido pelo Facebook, Twitter e agregados, e que hoje ele se vê diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou alguns desses hábitos digitais “que estão me comendo vivo”.
Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de software que restringem o acesso à web e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra. Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu cogito, ergo sum, pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo.
Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercadas não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.
Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento – numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o real pelo virtual, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização. Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, sua turma de amigos se comunica assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas para fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!
O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muitos jovens sem noção, que se deixam fotografar portanto armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre, desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser “ninguém” para se tornarem “alguém”, mesmo que alguém medíocre.
Casos avulsos, extremos, mas estão aí, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem aí.
(MEDEIROS, Martha. “Posto, logo existo”. O Globo: 25/03/2012.)
Muitos verbos fazem-se acompanhar de expressões indicativas de circunstâncias, tais como lugar, origem, modo, tempo, assunto. Marque a alternativa cujo grifo não indica circunstância para o verbo.
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