Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 2 15409839
CAp-UERJ 9 ano 2020A CASA QUE EDUCA
Escrevo para vocês, crianças! O Amyr Klink é um navegador. Navega num barco a vela. Vela é uma
armadilha para pegar o vento. O vento tem força. Os barcos a vela navegam movidos pela força do
vento. O vento vem, bate nas velas e empurra o barco. Mas, o que fazer quando o navegador quer
ir para o sul e o vento sopra para o norte? Antes das velas era preciso remar para o barco navegar.
[5] Dava muita canseira. Mas aí um dos nossos antepassados descobriu que o vento faria o serviço dos
remos e o homem poderia fazer outras coisas…
O Amyr Klink não é só navegador. Ele pensa sobre as escolas. Perguntaram ao Amyr Klink: “Qual é
a escola que você desejaria para os seus filhos?”. Ele respondeu: “Uma escola que há nas Ilhas Faroe,
entre a Inglaterra e a Islândia. Lá as crianças aprendem tudo o que devem aprender construindo uma
[10] casa viking…” Quem eram os vikings? Eram navegantes europeus, ousados, dos séculos VIII a XI.
O Amyr Klink disse que as crianças aprendem “construindo” uma casa. Concordo. Para aprender
uma coisa é preciso fazê-la. Mas não será muito difícil construir uma casa? É difícil. Mas há um truque:
a gente pode “imaginar” a casa que a gente quer construir. Tudo o que a gente faz começa na
imaginação: um quadro, um avião. Santos Dumont imaginou o 14-bis antes de construí-lo. Uma viagem,
[15] uma técnica cirúrgica, um foguete, uma música, um livro… – tudo começa na imaginação. Quando
vou fazer uma pipa, a primeira coisa é imaginá-la na minha cabeça: o seu tipo (há pipa do tamanho
de uma casa!), as suas cores, as ferramentas de que vou precisar e os materiais que vou usar, como
tesoura, canivete, serra, linha, cola, papel… O mesmo vale para uma casa. A primeira coisa é imaginar
a casa, como se estivesse pronta. Oscar Niemeyer, que planejou os edifícios fantásticos de Brasília,
[20] o que faz primeiramente é “desenhar” no papel o edifício que ele vê com os olhos da imaginação.
Imagine a casa que você gostaria de construir. Terá um ou dois andares? As telhas serão vermelhas?
Terá um jardim na frente? Para que lado estará virada? Na sua cidade, qual é a direção do sul? Onde
nasce o Sol? Onde se põe? Mas o Sol se põe? É importante saber onde estão os pontos cardeais por
causa da luz do Sol. Aí é preciso desenhar essa casa no papel, para que os pedreiros e carpinteiros
[25] saibam como a imaginei. O desenho torna a imaginação visível. Aí será preciso fazer uma lista dos
materiais que você terá de usar para construir sua casa. Começando com tijolo, cimento, areia, e
sem se esquecer dos pregos. Não se esqueça do dinheiro, sem o qual não se compra nada. Seu pai
e sua mãe terão prazer em ajudá-lo.
RUBEM ALVES Adaptado de revistaeducacao.com.br, 10/09/2011.
Escrevo para vocês, crianças! (l. 1)
Vela é uma armadilha para pegar o vento. (l. 1-2)
A preposição para expressa sentido diferente em cada frase acima.
Esses sentidos são, respectivamente:
Questão 1 15409831
CAp-UERJ 9 ano 2020A CASA QUE EDUCA
Escrevo para vocês, crianças! O Amyr Klink é um navegador. Navega num barco a vela. Vela é uma
armadilha para pegar o vento. O vento tem força. Os barcos a vela navegam movidos pela força do
vento. O vento vem, bate nas velas e empurra o barco. Mas, o que fazer quando o navegador quer
ir para o sul e o vento sopra para o norte? Antes das velas era preciso remar para o barco navegar.
[5] Dava muita canseira. Mas aí um dos nossos antepassados descobriu que o vento faria o serviço dos
remos e o homem poderia fazer outras coisas…
O Amyr Klink não é só navegador. Ele pensa sobre as escolas. Perguntaram ao Amyr Klink: “Qual é
a escola que você desejaria para os seus filhos?”. Ele respondeu: “Uma escola que há nas Ilhas Faroe,
entre a Inglaterra e a Islândia. Lá as crianças aprendem tudo o que devem aprender construindo uma
[10] casa viking…” Quem eram os vikings? Eram navegantes europeus, ousados, dos séculos VIII a XI.
O Amyr Klink disse que as crianças aprendem “construindo” uma casa. Concordo. Para aprender
uma coisa é preciso fazê-la. Mas não será muito difícil construir uma casa? É difícil. Mas há um truque:
a gente pode “imaginar” a casa que a gente quer construir. Tudo o que a gente faz começa na
imaginação: um quadro, um avião. Santos Dumont imaginou o 14-bis antes de construí-lo. Uma viagem,
[15] uma técnica cirúrgica, um foguete, uma música, um livro… – tudo começa na imaginação. Quando
vou fazer uma pipa, a primeira coisa é imaginá-la na minha cabeça: o seu tipo (há pipa do tamanho
de uma casa!), as suas cores, as ferramentas de que vou precisar e os materiais que vou usar, como
tesoura, canivete, serra, linha, cola, papel… O mesmo vale para uma casa. A primeira coisa é imaginar
a casa, como se estivesse pronta. Oscar Niemeyer, que planejou os edifícios fantásticos de Brasília,
[20] o que faz primeiramente é “desenhar” no papel o edifício que ele vê com os olhos da imaginação.
Imagine a casa que você gostaria de construir. Terá um ou dois andares? As telhas serão vermelhas?
Terá um jardim na frente? Para que lado estará virada? Na sua cidade, qual é a direção do sul? Onde
nasce o Sol? Onde se põe? Mas o Sol se põe? É importante saber onde estão os pontos cardeais por
causa da luz do Sol. Aí é preciso desenhar essa casa no papel, para que os pedreiros e carpinteiros
[25] saibam como a imaginei. O desenho torna a imaginação visível. Aí será preciso fazer uma lista dos
materiais que você terá de usar para construir sua casa. Começando com tijolo, cimento, areia, e
sem se esquecer dos pregos. Não se esqueça do dinheiro, sem o qual não se compra nada. Seu pai
e sua mãe terão prazer em ajudá-lo.
RUBEM ALVES Adaptado de revistaeducacao.com.br, 10/09/2011.
Navega num barco a vela. Vela é uma armadilha para pegar o vento. O vento tem força. Os barcos a vela navegam movidos pela força do vento. O vento vem, bate nas velas e empurra o barco. (l. 1-3)
A repetição de vela e vento produz um efeito sonoro que colabora para estabelecer, entre essas duas palavras, uma relação de:
Questão 20 15408106
CAp-UERJ 8 ano 2020O ALUNO PERFEITO
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida e eles esperavam com
grande ansiedade o filho que iria nascer.
Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que
felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter!
[5] Deram-lhe o nome de “Memorioso” porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial
para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão muito bem
na escola e não têm problemas para passar no vestibular.
E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam.
Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que
[10] lhes eram ensinadas não faziam sentido.
Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair
raiz quadrada, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas
de eventos históricos, nomes de reis, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de
gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo
[15] cultural.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em
outdoors*. Na universidade foi a mesma coisa. Só tirava 10. Chegou, finalmente, o dia tão esperado:
a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores.
Depois da cerimônia acadêmica, foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça
[20] se aproximou de Memorioso e se apresentou: “Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?”. “Pode
fazer”, disse Memorioso, confiante. Sua memória continha todas as respostas.
Aí ela falou: “De tudo o que você memorizou, o que foi que você mais amou, que mais prazer
lhe deu?”.
Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz
[25] procurando a resposta. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu. E, de
repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua
cabeça, enquanto fumaça saía por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Depois apagou, entrou
em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido
estava irreparavelmente danificado.
[30] Há perguntas para as quais a memória, por perfeita que seja, não tem respostas. É que tais respostas
não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a felicidade...
RUBEM ALVES Adaptado de Quer que eu lhe conte uma estória? Campinas: Papirus, 2010.
Chegou, finalmente, o dia tão esperado: a formatura. (l. 17-18)
Os alunos decidiram dividir entre si o custo da festa de formatura. Perceberam que, se cada um contribuísse com R$ 500,00, pagariam a festa e sobrariam R$ 500,00.
Entretanto, se cada um contribuísse com R$ 450,00, faltariam R$ 450,00 para pagar a festa.
Pode-se concluir que o número exato de alunos que dividiram entre si o custo da festa foi igual a:
Questão 19 15408102
CAp-UERJ 8 ano 2020O ALUNO PERFEITO
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida e eles esperavam com
grande ansiedade o filho que iria nascer.
Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que
felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter!
[5] Deram-lhe o nome de “Memorioso” porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial
para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão muito bem
na escola e não têm problemas para passar no vestibular.
E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam.
Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que
[10] lhes eram ensinadas não faziam sentido.
Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair
raiz quadrada, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas
de eventos históricos, nomes de reis, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de
gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo
[15] cultural.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em
outdoors*. Na universidade foi a mesma coisa. Só tirava 10. Chegou, finalmente, o dia tão esperado:
a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores.
Depois da cerimônia acadêmica, foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça
[20] se aproximou de Memorioso e se apresentou: “Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?”. “Pode
fazer”, disse Memorioso, confiante. Sua memória continha todas as respostas.
Aí ela falou: “De tudo o que você memorizou, o que foi que você mais amou, que mais prazer
lhe deu?”.
Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz
[25] procurando a resposta. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu. E, de
repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua
cabeça, enquanto fumaça saía por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Depois apagou, entrou
em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido
estava irreparavelmente danificado.
[30] Há perguntas para as quais a memória, por perfeita que seja, não tem respostas. É que tais respostas
não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a felicidade...
RUBEM ALVES Adaptado de Quer que eu lhe conte uma estória? Campinas: Papirus, 2010.
A professora de matemática propôs à turma de Memorioso a seguinte questão:

A resposta correta, informada rapidamente por Memorioso, é:
Questão 18 15408101
CAp-UERJ 8 ano 2020O ALUNO PERFEITO
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida e eles esperavam com
grande ansiedade o filho que iria nascer.
Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que
felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter!
[5] Deram-lhe o nome de “Memorioso” porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial
para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão muito bem
na escola e não têm problemas para passar no vestibular.
E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam.
Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que
[10] lhes eram ensinadas não faziam sentido.
Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair
raiz quadrada, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas
de eventos históricos, nomes de reis, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de
gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo
[15] cultural.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em
outdoors*. Na universidade foi a mesma coisa. Só tirava 10. Chegou, finalmente, o dia tão esperado:
a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores.
Depois da cerimônia acadêmica, foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça
[20] se aproximou de Memorioso e se apresentou: “Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?”. “Pode
fazer”, disse Memorioso, confiante. Sua memória continha todas as respostas.
Aí ela falou: “De tudo o que você memorizou, o que foi que você mais amou, que mais prazer
lhe deu?”.
Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz
[25] procurando a resposta. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu. E, de
repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua
cabeça, enquanto fumaça saía por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Depois apagou, entrou
em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido
estava irreparavelmente danificado.
[30] Há perguntas para as quais a memória, por perfeita que seja, não tem respostas. É que tais respostas
não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a felicidade...
RUBEM ALVES Adaptado de Quer que eu lhe conte uma estória? Campinas: Papirus, 2010.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em outdoors. (l. 16-17)
O projeto do cartaz de propaganda, ilustrado abaixo, tinha 8 cm de altura por 24 cm de comprimento.

Os cartazes divulgados são retângulos semelhantes ao do projeto e têm 3 m de altura.
A medida do comprimento de cada cartaz corresponde, em metros, a:
Questão 17 15408099
CAp-UERJ 8 ano 2020O ALUNO PERFEITO
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida e eles esperavam com
grande ansiedade o filho que iria nascer.
Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindo computador! Que
felicidade ter um computador como filho! Era o filho que desejavam ter!
[5] Deram-lhe o nome de “Memorioso” porque julgavam que uma memória perfeita é o essencial
para uma boa educação. Educação é memorização. Crianças com memória perfeita vão muito bem
na escola e não têm problemas para passar no vestibular.
E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que os professores ensinavam.
Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam, diziam que aquelas coisas que
[10] lhes eram ensinadas não faziam sentido.
Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade a maneira de extrair
raiz quadrada, fórmulas de física, acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas
de eventos históricos, nomes de reis, escritores, descobridores, cientistas, palavras novas, regras de
gramática, livros inteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre o mundo
[15] cultural.
Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele frequentara publicou sua fotografia em
outdoors*. Na universidade foi a mesma coisa. Só tirava 10. Chegou, finalmente, o dia tão esperado:
a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelos professores.
Depois da cerimônia acadêmica, foi a festa. E estavam todos felizes no jantar quando uma moça
[20] se aproximou de Memorioso e se apresentou: “Sou repórter. Posso lhe fazer uma pergunta?”. “Pode
fazer”, disse Memorioso, confiante. Sua memória continha todas as respostas.
Aí ela falou: “De tudo o que você memorizou, o que foi que você mais amou, que mais prazer
lhe deu?”.
Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com a velocidade da luz
[25] procurando a resposta. Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu. E, de
repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu um chiado estranho dentro de sua
cabeça, enquanto fumaça saía por suas orelhas. Memorioso primeiro travou. Depois apagou, entrou
em coma. Levado às pressas para o hospital de computadores, verificaram que seu disco rígido
estava irreparavelmente danificado.
[30] Há perguntas para as quais a memória, por perfeita que seja, não tem respostas. É que tais respostas
não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora a felicidade...
RUBEM ALVES Adaptado de Quer que eu lhe conte uma estória? Campinas: Papirus, 2010.
Memorioso entrou na escola com 3 anos e se formou na faculdade aos 15 anos. A reta abaixo indica alguns momentos importantes em sua vida acadêmica.

Nessa reta, a distância entre quaisquer dois pontos consecutivos equivale a um mesmo período de tempo.
O ponto dessa reta que corresponde ao momento em que Memorioso terminou o ensino fundamental, aos 9 anos de idade, é:
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