Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 7 306326
SESC 2018TEXTO lIl
HOWTOONS: QUADRINHOS PARA A PRÓXIMA GERAÇÃO MAKER
A nova série em quadrinhos que apresenta para as crianças o universo maker de forma simples e inserida em seu cotidiano

Em 360 páginas de descobertas, HOWTOONS: Ferramentas de Construção em Massa (tradução livre) apresenta para as crianças o universo maker de forma simples e inserida em seu cotidiano. O livro, co-criado por Saul Griffith, Joost Bonsen, Nick Dragotta e Ingrid Dragotta, apresenta o mundo de Celine e Tucker, irmãos corn espirito maker, que usam objetos do dia a dia para construur brinquedos, ensinando ciência na vida real e princípios de engenharia.
Diferente do entretenimento em massa, sem viés educacional, as histórias do Howtoons são criadas para encorajar as crianças a descobrirem o mundo por brincadeiras que importam, com diversão, criatividade e protagonismo, transformando o interesse dos pequenos em ação.
O livro estimula as crianças a criarem materiais, com conhecimento das ferramentas e do processo de criação. Na história os irmãos fazem uso de itens esquecidos no canto de sua garagem, encontrados em lojas de ferramentas, ou até mesmo no lixo, para criarem suas próprias aventuras. Aprendem a construir balanços em árvores, criam sua própria oficina, fazem sorvete sem freezer, constroem e lançam foguetes caseiros e muito mais.
HOWTOONS é o livro para a próxima geração de exploradores e makers. “Precisamos que a nova geração seja capaz de criar seu próprio mundo”, dizem os criadores na introdução.
Inédita no Brasil, a publicação e algumas sequências em revista em quadrinhos estão disponíveis no site da Image Comics.
Fonte: http:/lwwwexperímentoría.com.br/quadrinhos-maker/texto adaptado
No TEXTO III, a linguagem conotativa está presente em:
Questão 6 306325
SESC 2018TEXTO lIl
HOWTOONS: QUADRINHOS PARA A PRÓXIMA GERAÇÃO MAKER
A nova série em quadrinhos que apresenta para as crianças o universo maker de forma simples e inserida em seu cotidiano

Em 360 páginas de descobertas, HOWTOONS: Ferramentas de Construção em Massa (tradução livre) apresenta para as crianças o universo maker de forma simples e inserida em seu cotidiano. O livro, co-criado por Saul Griffith, Joost Bonsen, Nick Dragotta e Ingrid Dragotta, apresenta o mundo de Celine e Tucker, irmãos corn espirito maker, que usam objetos do dia a dia para construur brinquedos, ensinando ciência na vida real e princípios de engenharia.
Diferente do entretenimento em massa, sem viés educacional, as histórias do Howtoons são criadas para encorajar as crianças a descobrirem o mundo por brincadeiras que importam, com diversão, criatividade e protagonismo, transformando o interesse dos pequenos em ação.
O livro estimula as crianças a criarem materiais, com conhecimento das ferramentas e do processo de criação. Na história os irmãos fazem uso de itens esquecidos no canto de sua garagem, encontrados em lojas de ferramentas, ou até mesmo no lixo, para criarem suas próprias aventuras. Aprendem a construir balanços em árvores, criam sua própria oficina, fazem sorvete sem freezer, constroem e lançam foguetes caseiros e muito mais.
HOWTOONS é o livro para a próxima geração de exploradores e makers. “Precisamos que a nova geração seja capaz de criar seu próprio mundo”, dizem os criadores na introdução.
Inédita no Brasil, a publicação e algumas sequências em revista em quadrinhos estão disponíveis no site da Image Comics.
Fonte: http:/lwwwexperímentoría.com.br/quadrinhos-maker/texto adaptado
Em relação à linguagem utilizada no TEXTO lll, pode-se afirmar que
Questão 5 306324
SESC 2018TEXTO II
Cultura Maker é tema de encontro na Casa do Saber do Rio
Por Beto Largman
Em 22/06/2015

Você pode não saber, mas já tem um montão de pessoas pelo Brasil afora construindo, consertando, modificando e fabricando os mais diversos tipos de objetos e produtos com as próprias mãos. O Brasil tem uma tradição nessa área: afinal, somos o país da gambiarra. Com o acesso cada vez mais fácil e barato a ferramentas variadas e a informações sobre tecnologia e técnicas na internet, os “fazedores” brasileiros já contam com espaços e comunidades (virtuais e presenciais) específicos, incluindo escolas, em várias cidades brasileiras.
O bate-papo que vai rolar na nona edição do ciclo de encontros Feira Moderna, na Casa do Saber Rio, moderado por este que vos escreve, será sobre o chamado movimento Maker, que está se espalhando pelo mundo e pelo país. Vou receber um time da primeiríssima divisão da cena Maker brasileira, como Gabi Agustini, Marcela Sabino e Dado Sutter, na próxima segunda-feira, dia 29, às 2oh, para que eles contem suas experiências no evento que tem o nome Feira Moderna #8: faça você mesmo, versão 2.0.
Se você quer saber mais sobre o assunto, esta será uma excelente oportunidade! A Casa do Saber do Rio de Janeiro tica na Av. Epitácio Pessoa, 1.164, Lagoa. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas através do telefone (21) 2227-2237, de segunda a sexta, das 11h às 20h. Vagas limitadas.
Fonte: blogs.oglobo.globo.com/.../cultura-maker-tema-de-encontro-na-casa-do-saber-do-rio.
Dos trechos destacados do 2º parágrafo do TEXTO II, indique aquele no qual a palavra que apresenta classificação gramatical diferente das demais:
Questão 2 306003
SESC 2018TEXTO I
A Cultura Maker
O Movimento Maker combina características de uma sociedade acostumada com as formas de autogestão, autossuficiência e autodidatismo que o mundo virtual expandiu. A Internet, afinal, possibilitou que seus usuários conduzissem, digitalmente, seus próprios processos, alterando softwares, criando aplicativos, fazendo downloads de informações e, em seguida, realizando uploads para compartilhar os estágios de criação com outros interessados em aprender e/ou contribuir.
O que ocorria no mundo dos bits agora avança para o mundo dos átomos: impressoras 3D, cortadoras a laser, smartphones multifuncionais e peças robóticas cada vez mais acessíveis impressionam pela facilidade em aprender a usa-las e pela aplicabilidade cotidiana.
Os adeptos da Cultura Maker, unidos por ferramentas e técnicas de construção, ameaçam o modelo industrial vigente, propondo que a inovação de cima para baixo, conduzida pelas maiores empresas do mundo, ocorra de baixo para cima, promovida por empreendedores amadores verdadeiramente conectados com as demandas de cada comunidade. E, ainda, operando com projetos (desenhos, cálculos e experimentos) sempre abertos, disponíveis para que todos possam acessar, os makers reduzem as propriedades intelectuais que mantêm com exclusividade alguns conhecimentos, frequentemente convertidos em produtos de grife com altíssimos preços de mercado.
De certa forma, somos todos makers, nascemos com o desejo de desenhar, de montar/ acoplar blocos, de inventar personagens e histórias, mas trocamos essa capacidade pelas ofertas de prateleiras dos shoppings centers. O Movimento Maker pede que nos afastemos do hiperconsumismo e retomemos a força da autenticidade e da originalidade que possuem as coisas feitas por nós mesmos. Experimentando, errando, acertando, construindo, gravando e postando. Sempre nos modos cooperativo e sustentável. Fica o convite: #VamosFazer.
Adaptado de FERREIRA, André. (Org.) Educação Híbrida. Rio de Janeiro: Escola Sesc de Ensino Médio, 2017. (Coleção Formação Docente).
“O Movimento Maker pede que nos afastemos do hiperconsumismo e retomemos a força da autenticidade e da originalidade que possuem as coisas feitas por nós mesmos.” (4º parágrafo)
Com relação a concordância verbal, assinale a reescritura do trecho em destaque que man- têm o sentido original:
Questão 1 305996
SESC 2018TEXTO I
A Cultura Maker
O Movimento Maker combina características de uma sociedade acostumada com as formas de autogestão, autossuficiência e autodidatismo que o mundo virtual expandiu. A Internet, afinal, possibilitou que seus usuários conduzissem, digitalmente, seus próprios processos, alterando softwares, criando aplicativos, fazendo downloads de informações e, em seguida, realizando uploads para compartilhar os estágios de criação com outros interessados em aprender e/ou contribuir.
O que ocorria no mundo dos bits agora avança para o mundo dos átomos: impressoras 3D, cortadoras a laser, smartphones multifuncionais e peças robóticas cada vez mais acessíveis impressionam pela facilidade em aprender a usa-las e pela aplicabilidade cotidiana.
Os adeptos da Cultura Maker, unidos por ferramentas e técnicas de construção, ameaçam o modelo industrial vigente, propondo que a inovação de cima para baixo, conduzida pelas maiores empresas do mundo, ocorra de baixo para cima, promovida por empreendedores amadores verdadeiramente conectados com as demandas de cada comunidade. E, ainda, operando com projetos (desenhos, cálculos e experimentos) sempre abertos, disponíveis para que todos possam acessar, os makers reduzem as propriedades intelectuais que mantêm com exclusividade alguns conhecimentos, frequentemente convertidos em produtos de grife com altíssimos preços de mercado.
De certa forma, somos todos makers, nascemos com o desejo de desenhar, de montar/ acoplar blocos, de inventar personagens e histórias, mas trocamos essa capacidade pelas ofertas de prateleiras dos shoppings centers. O Movimento Maker pede que nos afastemos do hiperconsumismo e retomemos a força da autenticidade e da originalidade que possuem as coisas feitas por nós mesmos. Experimentando, errando, acertando, construindo, gravando e postando. Sempre nos modos cooperativo e sustentável. Fica o convite: #VamosFazer.
Adaptado de FERREIRA, André. (Org.) Educação Híbrida. Rio de Janeiro: Escola Sesc de Ensino Médio, 2017. (Coleção Formação Docente).
A opção que melhor expressa a ideia central do TEXTO I é:
Questão 47 305381
ETEC 2018/2Leia o texto para responder à questão.
“O punk sempre teve essa consciência do ‘faça você mesmo’, que vai contra a lógica burguesa de consumir, que é &#%!, sabe?”, explicou João Gordo, vocalista da banda Ratos de Porão, ressaltando que sua preocupação com o meio ambiente não nasceu ontem. “São Paulo hoje parece com aquele livro do Ignácio de Loyola Brandão! Sem paranoia nenhuma nisso, cara”, afirmou, referindo-se a um de seus romances favoritos, Não Verás País Nenhum, de 1981, no qual o autor apresenta um futuro distópico* para o país, com surtos de doenças estranhas que ninguém entende, água e ar poluídos, congestionamentos infinitos e mudanças climáticas assassinas. “E já não é assim mesmo? Um retrato do que já é a realidade do desmatamento, das pessoas se alimentando de comidas artificiais cheias de aditivos químicos (...)?”
(...) O apresentador e sua mulher também têm se interessado pelo “freeganismo”, filosofia que vem da junção das palavras em inglês free e vegan. Os “freeganos”, avessos ao desperdício, costumam reaproveitar e consumir alimentos que foram ou serão descartados por restaurantes e supermercados. “A Vivi é bem mais radical. Ela e a mãe às vezes vão ao Ceagesp para pegar frutas, verduras e coisas do tipo que, embora estejam boas, não foram compradas e os vendedores preferem jogar no lixo antes mesmo de estragar – porque os caminhões refrigerados são caros e o preço para armazenar não compensa.”
Júlio Lamas. Punk Verde.
*Distópico: relativo à distopia**.
**Distopia: qualquer representação ou descrição de uma organização social futura caracterizada por condições de vida insuportáveis, com o objetivo de criticar tendências da sociedade atual, ou parodiar utopias, alertando para os seus perigos.
Antonio Houaiss e Mauro de Salles Villar. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
Os termos “freeganismo” e “freegano” são neologismos formados a partir da junção de dois radicas: “free” e “vegan”.
O processo de formação dessa palavra também ocorre
06
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