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Questão 3 391286
IFMT 2018/2As mulheres que roubam a cena em Pantera Negra
Ok, você já ouviu que o filme Pantera Negra é um show de diversidade: com elenco praticamente e completamente negro, dirigido, produzido e escrito por negros, ele manda um beijo para o racismo. Mas é preciso falar também do poder feminino da produção.
O protagonista é homem, todos sabem, mas por trás dele, há um verdadeiro exército de mulheres incríveis e poderosas. A história do filme acompanha como o novo rei T´Challa (Chadwick Boseman) precisa encarar alguns vilões para proteger seu reino, Wakanda, um paraíso supermoderno na África. E para vencer o mal, ele conta com muitas minas ao seu lado
A começar por sua irmã Shuri, que é vivida por Letitia Wright — uma das atrizes em que devemos ficar de olho esse ano. Shuri é simplesmente a grande mente do país, responsável pelo laboratório que desenvolve toda a modernidade que aparece no filme.
Na produção, a proteção do herói é feita por uma guarda de mulheres. As guerreiras carecas, munidas de lanças, dão shows de luta em cena e quem as comanda é a general Okoye, interpretada por Danai Gurira, que rouba todas as cenas em que aparece.
Quem luta ao seu lado é Lupita Nyong´o, vivendo Nakia, uma das mais letais guardiãs do rei e também seu amor.
Além delas, Angela Basset marca presença como a matriarca do clã dos Panteras, Ramonda.
Outra coisa que não passa desapercebida no filme é o país onde vive Pantera Negra, Wakanda. Misto de paraíso e universo futurista, é a ideia de um país Africano que não teria sofrido a influência do colonialismo, podendo se desenvolver completamente. Lá, homens e mulheres vivem em igualdade.
Quem tornou real esse universo dos quadrinhos foi a designer de produção Hannah Bechler, que também atuou no premiado Moonlight. Para criar a Wakanda das telas, Hannah visitou a África em busca de inspiração
(Fonte: https://estilo.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/17/as-mulheres-que-roubam-a-cena-em-pantera-negra.htm)
No fragmento “[...] ele manda um beijo para o racismo.” (1º parágrafo), o pronome em destaque retoma no texto o substantivo:
Questão 20 379738
IFSC 2018/1Texto
'Obsessão por dietas estraga alimentação perfeita do brasileiro', diz Rita Lobo
[1] Apresentadora critica moda de 'substituir uma coisa pela outra' e defende valorização da
[2] 'comida de verdade' e do arroz e feijão contra epidemia de obesidade no Brasil: 'População
[3] foi ficando obesa à medida que se afastou da cozinha'.
[4] Por BBC
[5] Atualizado 30/08/2017 07h33
[6] Obsessão por dietas da moda, por contagem de calorias e por "substituir uma comida
[7] pela outra" são sintomas do nosso distanciamento da comida de verdade e da cozinha, diz
[8] a chef e apresentadora Rita Lobo, que defende a importância do arroz com feijão como o
[9] "alimento perfeito" para o brasileiro. A ex-modelo envolveu-se com comida 20 anos atrás,
[10] quando estudou gastronomia em Nova York e, desde então, popularizou-se com o site de
[11] receitas Panelinha (que deu origem a seis livros de culinária) e como apresentadora de
[12] televisão (seu programa no GNT, Cozinha Prática, estreou neste mês a nona temporada).
[13] Um dos projetos de Rita, 42, chama-se justamente Comida de Verdade, com
[14] consultoria do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, órgão
[15] que criou o Guia Alimentar da População Brasileira - documento oficial do Ministério da
[16] Saúde. O Comida de Verdade ensina, em vídeos disponíveis no YouTube, a diferenciar
[17] comidas naturais (ou "verdadeiras") das ultraprocessadas -- que costumam ser ricas em
[18] conservantes, açúcares e sal, mas pobres em nutrientes. Uma nova etapa do projeto
[19] começará em novembro, voltada à introdução alimentar de bebês.
[20] "Comida de verdade é a que tem origem na natureza, seja animal ou vegetal -- todas
[21] as frutas, verduras, grãos, cereais, carnes -- e derivados desses alimentos, mas sem
[22] nenhum tipo de aditivo químico. E, para quem mora no Brasil, não tem dieta melhor do que
[23] a brasileira", afirma Rita Lobo, que conversou com a BBC Brasil a respeito de alimentação,
[24] dietas e hábitos gastronômicos.
[25] Rita traça paralelos entre a combinação clássica do Brasil -- o "pê-efe", com arroz,
[26] feijão e acompanhamentos -- e famosas dietas internacionais, como a mediterrânea, a
[27] japonesa ou a francesa. "São centenas de anos (durante os quais) essa nossa dieta tem
[28] sido testada. Não é à toa que o arroz é servido com o feijão. Falta um aminoácido no feijão
[29] que justamente o arroz tem e, juntos, eles formam uma potência nutricional que quase não
[30] precisa de mais nada."
[31] Rita tampouco é adepta da ideia de "substituir isso por aquilo" -- popularizada pela
[32] chef Bela Gil e pela ideia de trocar um alimento calórico por um menos calórico. Ficou
[33] famoso o tuíte de fevereiro de Rita que, ao ser instada por um leitor a ensinar a preparar
[34] "maionese de óleo de coco e iogurte", respondeu: "1) Isso não é maionese; 2) Trate seu
[35] distúrbio alimentar". Compartilhado quase 2 mil vezes, o tuíte rendeu tanto elogios por
[36] levantar o debate sobre comida real, quanto críticas por fazer menção ao sensível tema de
[37] distúrbios alimentares.
Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/obsessao-por-dietas-estraga-alimentacao perfeita-do-brasileirodiz- rita-lobo.ghtml (adaptado). Acesso em: 20 Set, 2017.

Em relação à resposta de Rita Lobo, “2) trate seu distúrbio alimentar”, apresentada no no tuíte acima, marque (V) para o que for verdadeiro e (F) para o que for falso.
( ) A resposta da apresentadora contém uma ordem expressa ao leitor, marcada pelo uso do verbo “tratar”, utilizado no modo imperativo afirmativo.
( ) Se Rita Lobo utilizasse a frase Gostaria que você tratasse seu distúrbio alimentar no lugar de “trate seu distúrbio alimentar”, sua ordem se tornaria um pedido, pois a frase teria um tom mais cordial.
( ) Como Rita Lobo é uma apresentadora de TV, ela tem poder para dar ordens aos leitores; logo, preferiu utilizar a forma verbal “trate”.
( ) A inclusão da expressão “Por favor” no início da sentença (Por favor, trate seu distúrbio alimentar.) amenizaria o tom de ordem que acompanha a oração.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de respostas, de cima para baixo.
Questão 19 379727
IFSC 2018/1Texto
'Obsessão por dietas estraga alimentação perfeita do brasileiro', diz Rita Lobo
[1] Apresentadora critica moda de 'substituir uma coisa pela outra' e defende valorização da
[2] 'comida de verdade' e do arroz e feijão contra epidemia de obesidade no Brasil: 'População
[3] foi ficando obesa à medida que se afastou da cozinha'.
[4] Por BBC
[5] Atualizado 30/08/2017 07h33
[6] Obsessão por dietas da moda, por contagem de calorias e por "substituir uma comida
[7] pela outra" são sintomas do nosso distanciamento da comida de verdade e da cozinha, diz
[8] a chef e apresentadora Rita Lobo, que defende a importância do arroz com feijão como o
[9] "alimento perfeito" para o brasileiro. A ex-modelo envolveu-se com comida 20 anos atrás,
[10] quando estudou gastronomia em Nova York e, desde então, popularizou-se com o site de
[11] receitas Panelinha (que deu origem a seis livros de culinária) e como apresentadora de
[12] televisão (seu programa no GNT, Cozinha Prática, estreou neste mês a nona temporada).
[13] Um dos projetos de Rita, 42, chama-se justamente Comida de Verdade, com
[14] consultoria do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, órgão
[15] que criou o Guia Alimentar da População Brasileira - documento oficial do Ministério da
[16] Saúde. O Comida de Verdade ensina, em vídeos disponíveis no YouTube, a diferenciar
[17] comidas naturais (ou "verdadeiras") das ultraprocessadas -- que costumam ser ricas em
[18] conservantes, açúcares e sal, mas pobres em nutrientes. Uma nova etapa do projeto
[19] começará em novembro, voltada à introdução alimentar de bebês.
[20] "Comida de verdade é a que tem origem na natureza, seja animal ou vegetal -- todas
[21] as frutas, verduras, grãos, cereais, carnes -- e derivados desses alimentos, mas sem
[22] nenhum tipo de aditivo químico. E, para quem mora no Brasil, não tem dieta melhor do que
[23] a brasileira", afirma Rita Lobo, que conversou com a BBC Brasil a respeito de alimentação,
[24] dietas e hábitos gastronômicos.
[25] Rita traça paralelos entre a combinação clássica do Brasil -- o "pê-efe", com arroz,
[26] feijão e acompanhamentos -- e famosas dietas internacionais, como a mediterrânea, a
[27] japonesa ou a francesa. "São centenas de anos (durante os quais) essa nossa dieta tem
[28] sido testada. Não é à toa que o arroz é servido com o feijão. Falta um aminoácido no feijão
[29] que justamente o arroz tem e, juntos, eles formam uma potência nutricional que quase não
[30] precisa de mais nada."
[31] Rita tampouco é adepta da ideia de "substituir isso por aquilo" -- popularizada pela
[32] chef Bela Gil e pela ideia de trocar um alimento calórico por um menos calórico. Ficou
[33] famoso o tuíte de fevereiro de Rita que, ao ser instada por um leitor a ensinar a preparar
[34] "maionese de óleo de coco e iogurte", respondeu: "1) Isso não é maionese; 2) Trate seu
[35] distúrbio alimentar". Compartilhado quase 2 mil vezes, o tuíte rendeu tanto elogios por
[36] levantar o debate sobre comida real, quanto críticas por fazer menção ao sensível tema de
[37] distúrbios alimentares.
Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/obsessao-por-dietas-estraga-alimentacao perfeita-do-brasileirodiz- rita-lobo.ghtml (adaptado). Acesso em: 20 Set, 2017.
Marque a alternativa CORRETA, de acordo com o Texto.
Questão 15 379713
IFSC 2018/1TEXTO
A geração smartphone, que bebe menos álcool, faz menos sexo e não está preparada para a vida adulta
[1] Jovens que cresceram na era dos smartphones estão menos preparados para a vida adulta,
[2] segundo uma pesquisa americana. A chamada "geração smartphone", daqueles que nasceram após
[3] 1995, vem amadurecendo mais lentamente do que as anteriores.
[4] Eles são menos propensos a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool, de acordo com
[5] Jean Twenge, professora de Psicologia da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados
[6] Unidos. Suas conclusões estão no recém-publicado livro iGen: Why Today's Super-Connected Kids
[7] are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy - and Completely Unprepared for
[8] Adulthood (iGen: Por que as crianças superconectadas estão crescendo menos rebeldes, mais
[9] tolerantes, menos felizes - e completamente despreparadas para a vida adulta, em tradução livre),
[10] com os resultados de uma investigação baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens
[11] americanos e entrevistas em profundidade.
[12] Em entrevista à BBC Mundo, o serviço da BBC em espanhol, Twenge explicou que esses
[13] jovens cresceram em um ambiente mais seguro e se expõem menos a situações de risco. Mas, por
[14] outro lado, chegam à universidade e ao mundo do trabalho com menos experiências, mais
[15] dependentes e com dificuldade de tomar decisões. "Os de 18 anos agem como se tivessem 15 em
[16] gerações anteriores", comenta Twenge. Ela diz que isto tem relação com a superconectividade típica
[17] desta geração, que passa em média seis horas por dia conectada à internet, enviando mensagens e
[18] jogando jogos online.
[19] Por conta disto, acabam passando menos tempo com amigos, o que pode afetar o
[20] desenvolvimento de suas habilidades sociais. O estudo mostrou ainda que quanto mais tempo o
[21] jovem passa na frente do computador, maiores os níveis de infelicidade. "O que me impressionou na
[22] pesquisa foi que os adolescentes estavam bastante cientes dos efeitos negativos dos celulares",
[23] comentou a pesquisadora. "E um estudo com 200 universitários que fizemos mostrou que quase
[24] todos prefeririam ver seus amigos pessoalmente", continua.
[25] Essa consciência, no entanto, não se traduz na prática. A Geração Smartphone, segundo a
[26] pesquisa com base no universo americano, sofre com altos níveis de ansiedade, depressão e
[27] solidão. A taxa de suicídio, por exemplo, triplicou na última década entre meninas de 12 a 14 anos.
[28] Mas, ao mesmo tempo, trata-se de uma geração mais realista com o mercado de trabalho e
[29] mais disposta a trabalhar duro, o que Twenge vê como "boa notícia para empresas". "Eles não têm
[30] grandes expectativas como as que tinham os millennials (a geração anterior, dos nascidos após
[31] 1980)", compara. "Eles estão mais preocupados em estar física e emocionalmente seguros. Bebem
[32] menos e não gostam de riscos."
[33] Segundo o livro, por terem uma infância mais protegida, têm um crescimento mais lento.
[34] Para Twenge, "não gostam de fazer coisas nas quais não se sintam seguras, o que fazem é adiar os
[35] prazeres e as responsabilidades". Embora as principais conclusões pareçam acenar para um sinal
[36] de alerta, a pesquisadora comenta que a geração smartphone é tolerante com pessoas diferentes e
[37] ativa na defesa de direitos LGBT e da população. "E mais ainda que as gerações anteriores, eles
[38] acreditam que as pessoas devem ser o que são", completa.
Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/geral-41080541. Acesso em: 29 Ago, 2017.
Considere as afirmações quanto aos termos em destaque:
I. Em “com os resultados de uma investigação baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens americanos e entrevistas em profundidade” (linhas 10- 11) as palavras em destaque são substantivos.
II. Em “A taxa de suicídio, por exemplo, triplicou na última década entre meninas de 12 a 14 anos” (linha 27), a expressão em destaque é um vocativo.
III. Em “Eles não têm grande expectativas como as que tinham os millennials” (linhas 29-30), as palavras em destaque são artigos.
IV. Em “Eles estão mais preocupados em estar física e emocionalmente seguros. Bebem menos e não gostam de riscos” (linhas 31-32), as palavras em destaque são verbos.
V. Em “não gostam de fazer coisas nas quais não se sintam seguras, o que fazem é adiar os prazeres e responsabilidades” (linhas 34-35), as palavras em destaque são adjetivos.
Assinale a alternativa CORRETA.
Questão 14 379709
IFSC 2018/1TEXTO
A geração smartphone, que bebe menos álcool, faz menos sexo e não está preparada para a vida adulta
[1] Jovens que cresceram na era dos smartphones estão menos preparados para a vida adulta,
[2] segundo uma pesquisa americana. A chamada "geração smartphone", daqueles que nasceram após
[3] 1995, vem amadurecendo mais lentamente do que as anteriores.
[4] Eles são menos propensos a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool, de acordo com
[5] Jean Twenge, professora de Psicologia da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados
[6] Unidos. Suas conclusões estão no recém-publicado livro iGen: Why Today's Super-Connected Kids
[7] are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy - and Completely Unprepared for
[8] Adulthood (iGen: Por que as crianças superconectadas estão crescendo menos rebeldes, mais
[9] tolerantes, menos felizes - e completamente despreparadas para a vida adulta, em tradução livre),
[10] com os resultados de uma investigação baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens
[11] americanos e entrevistas em profundidade.
[12] Em entrevista à BBC Mundo, o serviço da BBC em espanhol, Twenge explicou que esses
[13] jovens cresceram em um ambiente mais seguro e se expõem menos a situações de risco. Mas, por
[14] outro lado, chegam à universidade e ao mundo do trabalho com menos experiências, mais
[15] dependentes e com dificuldade de tomar decisões. "Os de 18 anos agem como se tivessem 15 em
[16] gerações anteriores", comenta Twenge. Ela diz que isto tem relação com a superconectividade típica
[17] desta geração, que passa em média seis horas por dia conectada à internet, enviando mensagens e
[18] jogando jogos online.
[19] Por conta disto, acabam passando menos tempo com amigos, o que pode afetar o
[20] desenvolvimento de suas habilidades sociais. O estudo mostrou ainda que quanto mais tempo o
[21] jovem passa na frente do computador, maiores os níveis de infelicidade. "O que me impressionou na
[22] pesquisa foi que os adolescentes estavam bastante cientes dos efeitos negativos dos celulares",
[23] comentou a pesquisadora. "E um estudo com 200 universitários que fizemos mostrou que quase
[24] todos prefeririam ver seus amigos pessoalmente", continua.
[25] Essa consciência, no entanto, não se traduz na prática. A Geração Smartphone, segundo a
[26] pesquisa com base no universo americano, sofre com altos níveis de ansiedade, depressão e
[27] solidão. A taxa de suicídio, por exemplo, triplicou na última década entre meninas de 12 a 14 anos.
[28] Mas, ao mesmo tempo, trata-se de uma geração mais realista com o mercado de trabalho e
[29] mais disposta a trabalhar duro, o que Twenge vê como "boa notícia para empresas". "Eles não têm
[30] grandes expectativas como as que tinham os millennials (a geração anterior, dos nascidos após
[31] 1980)", compara. "Eles estão mais preocupados em estar física e emocionalmente seguros. Bebem
[32] menos e não gostam de riscos."
[33] Segundo o livro, por terem uma infância mais protegida, têm um crescimento mais lento.
[34] Para Twenge, "não gostam de fazer coisas nas quais não se sintam seguras, o que fazem é adiar os
[35] prazeres e as responsabilidades". Embora as principais conclusões pareçam acenar para um sinal
[36] de alerta, a pesquisadora comenta que a geração smartphone é tolerante com pessoas diferentes e
[37] ativa na defesa de direitos LGBT e da população. "E mais ainda que as gerações anteriores, eles
[38] acreditam que as pessoas devem ser o que são", completa.
Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/geral-41080541. Acesso em: 29 Ago, 2017.
Ainda em relação ao Texto e, considerando o trecho “Mas, ao mesmo tempo, trata-se de uma geração mais realista com o mercado de trabalho e mais disposta a trabalhar duro, o que Twenge vê como ‘boa notícia para as empresas’” (linhas 28 e 29), assinale a alternativa CORRETA.
Questão 13 379706
IFSC 2018/1TEXTO
A geração smartphone, que bebe menos álcool, faz menos sexo e não está preparada para a vida adulta
[1] Jovens que cresceram na era dos smartphones estão menos preparados para a vida adulta,
[2] segundo uma pesquisa americana. A chamada "geração smartphone", daqueles que nasceram após
[3] 1995, vem amadurecendo mais lentamente do que as anteriores.
[4] Eles são menos propensos a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool, de acordo com
[5] Jean Twenge, professora de Psicologia da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados
[6] Unidos. Suas conclusões estão no recém-publicado livro iGen: Why Today's Super-Connected Kids
[7] are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy - and Completely Unprepared for
[8] Adulthood (iGen: Por que as crianças superconectadas estão crescendo menos rebeldes, mais
[9] tolerantes, menos felizes - e completamente despreparadas para a vida adulta, em tradução livre),
[10] com os resultados de uma investigação baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens
[11] americanos e entrevistas em profundidade.
[12] Em entrevista à BBC Mundo, o serviço da BBC em espanhol, Twenge explicou que esses
[13] jovens cresceram em um ambiente mais seguro e se expõem menos a situações de risco. Mas, por
[14] outro lado, chegam à universidade e ao mundo do trabalho com menos experiências, mais
[15] dependentes e com dificuldade de tomar decisões. "Os de 18 anos agem como se tivessem 15 em
[16] gerações anteriores", comenta Twenge. Ela diz que isto tem relação com a superconectividade típica
[17] desta geração, que passa em média seis horas por dia conectada à internet, enviando mensagens e
[18] jogando jogos online.
[19] Por conta disto, acabam passando menos tempo com amigos, o que pode afetar o
[20] desenvolvimento de suas habilidades sociais. O estudo mostrou ainda que quanto mais tempo o
[21] jovem passa na frente do computador, maiores os níveis de infelicidade. "O que me impressionou na
[22] pesquisa foi que os adolescentes estavam bastante cientes dos efeitos negativos dos celulares",
[23] comentou a pesquisadora. "E um estudo com 200 universitários que fizemos mostrou que quase
[24] todos prefeririam ver seus amigos pessoalmente", continua.
[25] Essa consciência, no entanto, não se traduz na prática. A Geração Smartphone, segundo a
[26] pesquisa com base no universo americano, sofre com altos níveis de ansiedade, depressão e
[27] solidão. A taxa de suicídio, por exemplo, triplicou na última década entre meninas de 12 a 14 anos.
[28] Mas, ao mesmo tempo, trata-se de uma geração mais realista com o mercado de trabalho e
[29] mais disposta a trabalhar duro, o que Twenge vê como "boa notícia para empresas". "Eles não têm
[30] grandes expectativas como as que tinham os millennials (a geração anterior, dos nascidos após
[31] 1980)", compara. "Eles estão mais preocupados em estar física e emocionalmente seguros. Bebem
[32] menos e não gostam de riscos."
[33] Segundo o livro, por terem uma infância mais protegida, têm um crescimento mais lento.
[34] Para Twenge, "não gostam de fazer coisas nas quais não se sintam seguras, o que fazem é adiar os
[35] prazeres e as responsabilidades". Embora as principais conclusões pareçam acenar para um sinal
[36] de alerta, a pesquisadora comenta que a geração smartphone é tolerante com pessoas diferentes e
[37] ativa na defesa de direitos LGBT e da população. "E mais ainda que as gerações anteriores, eles
[38] acreditam que as pessoas devem ser o que são", completa.
Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/geral-41080541. Acesso em: 29 Ago, 2017.
Assinale (V) para as afirmações verdadeiras (F) para as falsas, de acordo com o Texto.
( ) Uma das características da geração smartphone é a conexão à internet por um elevado número de horas por dia.
( ) O estudo da professora Twenge demonstrou que, quanto mais tempo passa conectado à internet, maior é o grau de felicidade do jovem da geração smartphone.
( ) A pesquisa da Universidade de San Diego demonstrou que os jovens americanos preferem interagir virtualmente com seus amigos.
( ) Segundo a pesquisa, uma das causas dos altos índices de ansiedade, depressão e solidão entre os jovens da geração smartphone são os relacionamentos virtuais.
( ) Grande parte dos estudantes universitários entrevistados prefere as amizades virtuais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA das respostas, de cima para baixo.
06
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