Questões de EFAF Português
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Questão 11 622150
COTUCA 2018Carlos Alberto Soffredini foi um escritor brasileiro, autor de diversas peças teatrais, dentre elas, Na carrêra do divino, cujo principal objetivo é caracterizar o caipira brasileiro. Para isso, realizou uma pesquisa específica antes da escrita desse texto, por não ser falante do dialeto caipira. Leia a seguir um trecho dessa peça, para responder à questão.
Cena I
A querência – O Rancho
[...]
JECA – Tô fazeno, tô fazeno...
[...]
MONTEIRO LOBATO (NARRADOR) – “Em três dias uma choça1, que por eufemismo chamam casa, brota da terra como um urupê2”.
JECA – Tá pronta, muié.
NHÁ RITA – (vendo) Eita fremosura!
JECA – Baldeia pra cá as trapizonga3 mór da gente pindurá...
MONTEIRO LOBATO (NARRADOR) – “Tiram tudo do lugar: os esteios, os caibros, as ripas, os barrotes, o cipó que os liga, o barro das paredes e a palha do teto.”
JECA - ... [...] a enchada... e o santinho pindura naquela parede lá qu’ié pr’ele escorá. Aquela num tá lá muito bem barrotada...
NHÁ RITA – Vai caí?
JECA – C’o santinho escorano? Vê lá se ela tem corage...
MONTEIRO LOBATO (NARRADOR) – “Tão íntima é a comunhão dessas palhoças4 com a terra local que dariam ideia de coisa nascida do chão por obra espontânea da natureza – se a natureza fosse capaz de criar coisas tão feias.”
Adaptado de Soffredini: obras principais: Na carrêra do divino. Organização de Renata Soffredini e Lígia Balista. São Paulo: Giostri, 2017. p. 26-27.
Vocabulário:
1 Construção precária, revestida de palha ou de folhas.
2 Espécie de cogumelo.
3 Conjunto de coisas confusas ou desordenadas.
4 Casa coberta de palha.
Sobre a composição da peça, Soffredini afirmou, em depoimento, que, por não ser caipira, e usar a linguagem urbana, litorânea, precisou estudar muito para compor as falas da peça. Na construção das falas das personagens da obra, temos representada a:
Questão 10 622149
COTUCA 2018Carlos Alberto Soffredini foi um escritor brasileiro, autor de diversas peças teatrais, dentre elas, Na carrêra do divino, cujo principal objetivo é caracterizar o caipira brasileiro. Para isso, realizou uma pesquisa específica antes da escrita desse texto, por não ser falante do dialeto caipira. Leia a seguir um trecho dessa peça, para responder à questão.
Cena I
A querência – O Rancho
[...]
JECA – Tô fazeno, tô fazeno...
[...]
MONTEIRO LOBATO (NARRADOR) – “Em três dias uma choça1, que por eufemismo chamam casa, brota da terra como um urupê2”.
JECA – Tá pronta, muié.
NHÁ RITA – (vendo) Eita fremosura!
JECA – Baldeia pra cá as trapizonga3 mór da gente pindurá...
MONTEIRO LOBATO (NARRADOR) – “Tiram tudo do lugar: os esteios, os caibros, as ripas, os barrotes, o cipó que os liga, o barro das paredes e a palha do teto.”
JECA - ... [...] a enchada... e o santinho pindura naquela parede lá qu’ié pr’ele escorá. Aquela num tá lá muito bem barrotada...
NHÁ RITA – Vai caí?
JECA – C’o santinho escorano? Vê lá se ela tem corage...
MONTEIRO LOBATO (NARRADOR) – “Tão íntima é a comunhão dessas palhoças4 com a terra local que dariam ideia de coisa nascida do chão por obra espontânea da natureza – se a natureza fosse capaz de criar coisas tão feias.”
Adaptado de Soffredini: obras principais: Na carrêra do divino. Organização de Renata Soffredini e Lígia Balista. São Paulo: Giostri, 2017. p. 26-27.
Vocabulário:
1 Construção precária, revestida de palha ou de folhas.
2 Espécie de cogumelo.
3 Conjunto de coisas confusas ou desordenadas.
4 Casa coberta de palha.
A utilização do chamado dialeto caipira na obra acontece:
Questão 4 622128
COTUCA 2018Leia os dois textos a seguir para responder à questão.
NO MEIO DO CAMINHO
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
Carlos Drummond de Andrade. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 2006. p. 16

Sérgio Vaz. Disponível em https://www.facebook.com/poetasergio.vaz2 Acesso em 29/08/2017.
Observe os tempos verbais apresentados nos dois textos e escolha a alternativa que melhor os analisa.
Questão 3 622125
COTUCA 2018Leia os dois textos a seguir para responder à questão.
NO MEIO DO CAMINHO
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
Carlos Drummond de Andrade. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 2006. p. 16

Sérgio Vaz. Disponível em https://www.facebook.com/poetasergio.vaz2 Acesso em 29/08/2017.
O texto de Sérgio Vaz foi escrito inspirado no de Carlos Drummond de Andrade. Analise qual das alternativas a seguir melhor se refere à relação estabelecida entre os dois textos.
Questão 2 622122
COTUCA 2018Leia o cartum a seguir para responder à questão.

Quino. Que presente inapresentável. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2010. p. 79.
Sobre a construção da fala do soldado:
Questão 47 618204
COTIL 1° Ano 2018Gisele Bündchen participou junto com Ivete Sangalo do primeiro dia do “Rock in Rio” e discursou sobre criar um mundo melhor. Seu objetivo foi divulgar
06
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