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Questão 8429467
ENCCEJA (PPL) ENCCEJA (PPL) 2018 1 FaseU EM-LIN 2018Brasileiros são os profissionais mais estressados do mundo
Uma pesquisa feita por uma empresa de recrutamento revelou que os brasileiros são os profissionais mais estressados do mundo. Mais de 40% dos trabalhadores sofrem frequentemente de estresse e ansiedade em seu emprego, enquanto a média mundial ficou em .
O estudo entrevistou diretores de Recursos Humanos de países, sendo do Brasil. Se forem contabilizados os diretores de RH que trabalham com profissionais que sofrem estresse e ansiedade às vezes, o índice brasileiro sobe para . Apenas não se sentem estressados e 4% sentem os sintomas poucas vezes.
Disponível em: http://economia.uol.com.br. Acesso em: 4 set. 2013 (adaptado).
O título do texto traz o resultado de uma pesquisa sobre os trabalhadores brasileiros. A principal estratégia utilizada pelo autor para levar o leitor a acreditar nessa informação consiste na
Questão 8360612
CFN CFN 2018 1 FaseU Gerais 2018TEXTO 4

Questão 8360611
CFN CFN 2018 1 FaseU Gerais 2018TEXTO 1
Fuga
Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.
— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar.
Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.
— Pois então para de empurrar a cadeira.
— Eu vou embora — foi a resposta.
Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras , no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.
A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante . De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino . Deu com a porta da rua aberta , correu até o portão :
— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua , sentado no meio-fio.
— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele.
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro . A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia a distância.
— Meu filho, cuidado!
O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:
— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.
— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. — Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas.
— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.
— Me larga . Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.
— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando .
— Fico, mas vou empurrar esta cadeira.
E o barulho recomeçou .
SABINO, Fernando. Fuga. In: SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Record, 2008.
TEXTO 2
PROFUNDAMENTE
Quando ontem adormeci
Na noite de São João
Havia alegria e rumor
Estrondos de bombas luzes de
Bengala
Vozes cantigas e risos
Ao pé das fogueiras acesas(2).
No meio da noite despertei
Não ouvi mais vozes nem risos
Apenas balões
Passavam errantes
Silenciosamente
Apenas de vez em quando
O ruído de um bonde
Cortava o silêncio
como um túnel.
Onde estavam os que há pouco
Dançavam
Cantavam
E riam
Ao pé das fogueiras acesas?
(4)— Estavam todos deitados
Dormindo
Profundamente
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver(1) o fim da festa de
São João
Porque adormeci
(3)Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?
(5)— Estão dormindo
Estão todos deitados
Dormindo
profundamente.
(Manuel Bandeira)
TEXTO 3
Os principais problemas da agricultura brasileira referem-se muito mais à diversidade dos impactos causados pelo caráter da modernização, do que à persistência de segmentos que dela teriam ficado imunes(1). Se hoje existem milhões de estabelecimentos agrícolas marginalizados, isso se deve muito mais à natureza do próprio processo de modernização, do que à sua suposta falta de abrangência.
(Folha de São Paulo, 13/09/94, 2-2)
TEXTO 4

Os textos , , e podem ser classificados, respectivamente, como
Questão 8360608
CFN CFN 2018 1 FaseU Gerais 2018TEXTO 3
Os principais problemas da agricultura brasileira referem-se muito mais à diversidade dos impactos causados pelo caráter da modernização, do que à persistência de segmentos que dela teriam ficado imunes. Se hoje existem milhões de estabelecimentos agrícolas marginalizados, isso se deve muito mais à natureza do próprio processo de modernização, do que à sua suposta falta de abrangência.
(Folha de São Paulo, 13/09/94, 2-2)
Segundo o texto , é correto afirmar que
Questão 8360607
CFN CFN 2018 1 FaseU Gerais 2018TEXTO 1
Fuga
Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.
— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar.
Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.
— Pois então para de empurrar a cadeira.
— Eu vou embora — foi a resposta.
Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras , no ato de juntar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.
A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante . De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino . Deu com a porta da rua aberta , correu até o portão :
— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua , sentado no meio-fio.
— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele.
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro . A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia a distância.
— Meu filho, cuidado!
O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:
— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.
— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. — Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas.
— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai.
— Me larga . Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.
— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando .
— Fico, mas vou empurrar esta cadeira.
E o barulho recomeçou .
SABINO, Fernando. Fuga. In: SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Record, 2008.
TEXTO 3
Os principais problemas da agricultura brasileira referem-se muito mais à diversidade dos impactos causados pelo caráter da modernização, do que à persistência de segmentos que dela teriam ficado imunes. Se hoje existem milhões de estabelecimentos agrícolas marginalizados, isso se deve muito mais à natureza do próprio processo de modernização, do que à sua suposta falta de abrangência.
Adaptado. Folha de São Paulo, 13 set. 1994.
Tome como referência as seguintes frases: “— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.” (texto , (ref. 15)) e “Os principais problemas da agricultura brasileira referem-se muito mais à diversidade dos impactos causados pelo caráter da modernização do que à persistência de segmentos que dela teriam ficado imunes” (texto , (ref. 1)). É possível observar que o registro da linguagem utilizado em ambos os trechos foi diferente, podendo ser classificados, respectivamente, como registros
Questão 8360606
CFN CFN 2018 1 FaseU Gerais 2018TEXTO 2
Profundamente
Quando ontem adormeci
Na noite de São João
Havia alegria e rumor
Estrondos de bombas luzes de
Bengala
Vozes cantigas e risos
Ao pé das fogueiras acesas .
No meio da noite despertei
Não ouvi mais vozes nem risos
Apenas balões
Passavam errantes
Silenciosamente
Apenas de vez em quando
O ruído de um bonde
Cortava o silêncio
como um túnel.
Onde estavam os que há pouco
Dançavam
Cantavam
E riam
Ao pé das fogueiras acesas?
() — Estavam todos deitados
Dormindo
Profundamente
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de
São João
Porque adormeci
(3) Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?
— Estão dormindo
Estão todos deitados
Dormindo
profundamente.
BANDEIRA, Manuel. Profundamente.
TEXTO 3
Os principais problemas da agricultura brasileira referem-se muito mais à diversidade dos impactos causados pelo caráter da modernização, do que à persistência de segmentos que dela teriam ficado imunes. Se hoje existem milhões de estabelecimentos agrícolas marginalizados, isso se deve muito mais à natureza do próprio processo de modernização, do que à sua suposta falta de abrangência.
(Folha de São Paulo, 13/09/94, 2-2)
Nos textos e , respectivamente, a função da linguagem é
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