Questões de EFAF Português
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Questão 17 10779919
IFMT 2018/1O texto abaixo serve de base para responder à questão.

(Fonte: cantinholiterariososriosdobrasil.wordpress.com. Acesso em 15/09/2016)
No texto, ao substituirmos no 1º quadrinho a palavra “onça-pintada” por "tigres", o comentário correto do Armandinho, no 2º quadrinho, seria:
Questão 5 10779865
IFMT 2018/1O texto abaixo serve de base para responder à questão.

No texto as palavras "polígamo" e "esferográfica" recebem acentos agudos, pois são:
Questão 15 10778371
IFMG 2018/1Leia o texto.
TEXTO
O poema XIX
O rio que fazia uma volta atrás de nossa casa era a
imagem de um vidro mole que fazia uma volta atrás
de casa.
Passou um homem depois e disse: Essa volta que o
rio faz por trás de sua casa se chama enseada.
Não era mais a imagem de uma cobra de vidro que
fazia uma volta atrás de casa.
Era uma enseada.
Acho que o nome empobreceu a imagem.
BARROS, Manoel de. O Livro das Ignorãças. 12. ed. São Paulo: Record, 2006.
Um dos recursos poéticos muito utilizados por Manoel de Barros, em seus poemas, é a sinestesia – mistura de sensações e sentidos provocada pela combinação inusitada de palavras.
No texto, ocorre sinestesia na expressão
Questão 6 10778302
IFMG 2018/1TEXTO
O poeta da roça
Sou fio das mata, cantô da mão grossa,
Trabaio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
[5] Só fumo cigarro de páia de mio.
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.
[10] Não tenho sabença, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre,
E o fio do pobre não pode estudá.
Meu verso rastêro, singelo e sem graça,
[15] Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça,
Nas pobre paioça, da serra ao sertão.
Só canto o buliço da vida apertada,
Da lida pesada, das roça e dos eito
[20] E às vêz, recordando a feliz mocidade,
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Eu canto o caboco com suas caçada,
Nas noite assombrada que tudo apavora,
Por dentro da mata, com tanta corage
[25] Topando as visage chamada caipora.
Eu canto o vaquêro vestido de côro,
Brigando com o tôro no mato fechado,
Que pega na ponta do brabo novio,
Ganhando lugio do dono do gado.
[30] Eu canto o mendigo de sujo farrapo,
Coberto de trapo e mochila na mão,
Que chora pedindo o socorro dos home,
E tomba de fome, sem casa e sem pão,
E assim, sem cobiça dos cofre luzente,
[35] Eu vivo contente e feliz com a sorte,
Morando no campo, sem vê a cidade,
Cantando as verdade das coisa do Norte.
ASSARÉ, Patativa do. Patativa do Assaré. Antologia poética. Organização e prefácio de Gilmar de Carvalho. 8. ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2010, p. 19.
A variedade linguística encontrada no texto retrata
Questão 6 10774198
COLUNI/UFV 1° Dia 2018Leia o seguinte excerto que exemplifica a linguagem coloquial do livro de Carolina Maria de Jesus:
“15 de julho de 1955 Aniversário da minha filha Vera Eunice. Eu pretendia comprar um par de sapatos para ela. Mas o custo dos generos alimenticios nos impede a realização dos nossos desejos. Atualmente somos escravos do custo de vida. Eu achei um par de sapatos no lixo, lavei e remendei para ela calçar.
Eu não tinha um tostão para comprar pão. Então eu lavei 3 litros e troquei com o Arnaldo. Ele ficou com os litros e deu- me pão. Fui receber o dinheiro do papel. Recebi 65 cruzeiros. Comprei 20 de carne. 1 quilo de toucinho e um 1 de açucar e seis cruzeiros de queijo. E o dinheiro acabou-se.” (p.11)
Na estruturação sintática da linguagem no excerto acima, há predominância de:
Questão 13 10768618
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2018Leia a fábula para responder à questão.
A baratinha velha subiu pelo pé do copo quase cheio de vinho, que tinha sido largado a um canto da cozinha, desceu pela parte de dentro e começou a lambiscar o vinho. Dada a pequena distância que nas baratas vai da boca ao cérebro, o álcool lhe subiu logo a este. Bêbada, a baratinha caju dentro do copo. Debateu-se, bebeu mais vinho, ficou mais tonta, debateu-se mais, bebeu mais, tonteou mais e já quase morria quando deparou com o carão do gato doméstico que sorria de sua aflição, no alto do copo.
- Gatinho, meu gatinho - pediu ela -, me salva, me salva. Me salva que assim que eu sair eu deixo você me engolir inteirinha, como você gosta. Me salva. - Você deixa mesmo eu engolir você?- disse o gato. - Me saaalva! - implorou a baratinha. - Eu prometo.
o gato virou o copo com uma patada, o líquido escorreu e com ele a baratinha que, assim que se viu no chão, saju correndo para o buraco mais perto, onde caju na gargalhada.
- Que é isso? - perguntou o gato. - Você não vai sair daí e cumprir sua promessa? Você disse que deixava eu comer você inteira.
- Ah, ah, ah! - ria então a barata, sem poder se conter.
- E você é tão imbecil a ponto de acreditar na promessa de uma barata velha e bêbada?
(Millôr Fernandes. o gato e a barata. www.uol.com.br)
Assinale a alternativa cujo predicado da oração, formulado com verbo de ligação, indica o estado da barata.
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