Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 4 11299196
IFMS 2018Bom conselho
Chico Buarque
Ouça um bom conselho
Que eu lhe dou de graça
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado, quem espera nunca alcança
Venha, meu amigo
Deixe esse regaço
Brinque com meu fogo
Venha se queimar
Faça como eu digo
Faça como eu faço
Aja duas vezes antes de pensar
Corro atrás do tempo
Vim de não sei onde
Devagar é que não se vai longe
Eu semeio o vento
Na minha cidade
Vou pra rua e bebo a tempestade
(Disponível em: www.letras.mus.br/chico-buarque. Acesso em: 10 nov. 2017.)
Na letra da música, Chico Buarque optou por parodiar os ditos populares, invertendo seus significados e atribuindo-lhes novos sentidos.
Pode-se identificar a relação direta com os seguintes ditos populares, exceto:
Questão 14 11011776
IFES 2018Texto

Fonte: http://bit.ly/2APRavF. Acesso: Nov. 2017
Sobre “Leitura alimenta”, na peça publicitária, é INCORRETO afirmar que
Questão 12 11011770
IFES 2018Texto
Por que os brasileiros não leem?
A falta de tempo é o principal motivo alegado por não leitores (32%), leitores (43%) e não
estudantes (50%) – que gostariam de ter lido mais (3/4 dos leitores). Entre os não leitores, a
falta de gosto pela leitura é mencionada por 28%.
[5] Mas a principal barreira para a promoção da leitura e a formação leitora está identificada
nas respostas de não leitores. Somente 33% deles respondem que não encontram nenhuma
dificuldade para ler. A cada edição da pesquisa aumenta o número dos que afirmam ter alguma
dificuldade para ler. Quando comparamos com os resultados das edições anteriores, surge uma
preocupação que coloca em suspenso a avaliação positiva sobre os indicadores de leitura: em
[10] 2007, 48% dos não leitores disseram não ter dificuldades, e, em 2011, 43%. Estamos piorando?
Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler. Entre
eles, 17% indicam algum problema físico (o que muitas vezes é argumento para não confessar
que não sabe ler). Apesar dessa dificuldade ter sido mais citada nesta edição, os demais (60%)
indicam dificuldade de compreensão ou habilidade leitora.
[15] O tempo livre dos brasileiros – O que concorre com a leitura
Os brasileiros – leitores e não leitores – continuam preferindo ver TV, conforme informaram
na edição anterior (73% em 2015 e 85%, em 2011), mas essa preferência está cedendo lugar
para o uso da internet (47%) e para outras atividades no computador ou no telefone celular:
redes sociais (35%) e WhatsApp (43%), especialmente na faixa de 14 a 29 anos.
[20] Essas atividades concorrem com a leitura do livro e de outros materiais, que receberam
somente 24% das citações.
Outro resultado que reflete o uso da internet: escrever teve um incremento importante
em citações, passando de 18% para 40%. Esse uso da escrita certamente está associado à
comunicação (escrita) nas redes sociais.
[25] Na comparação sobre o uso do tempo livre por leitores e não leitores, uma revelação importante:
leitores têm um repertório mais diversificado de atividades culturais e sociais. Ocupam
seu tempo livre de maneira mais frequente e variada que não leitores, inclusive praticando
exercícios físicos ou encontrando amigos, o que evidencia, também, maior disposição para
vivenciar e ocupar o próprio tempo com uma maior diversificação de atividades sociais e
[30] culturais. Essa mobilização e esse protagonismo revelam o poder da leitura.
Essa disposição e essa ampliação do repertório de atividades de diferentes naturezas entre si
também estão associadas à escolaridade e ao perfil de renda.
A maior escolaridade do indivíduo indica uma maior diversidade de materiais lidos e a
relação que ele estabelece com a leitura. Pessoas com maior nível de escolaridade tendem a
[35] ter maior habilidade leitora, o que lhes permite desenvolver outras relações com a leitura para
além do seu uso instrumental.
Adaptado de FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016, p. 36-37.
Indique a parte do texto em que há advérbio alterando o significado de um adjetivo.
Questão 9 11011755
IFES 2018Texto
Por que os brasileiros não leem?
A falta de tempo é o principal motivo alegado por não leitores (32%), leitores (43%) e não
estudantes (50%) – que gostariam de ter lido mais (3/4 dos leitores). Entre os não leitores, a
falta de gosto pela leitura é mencionada por 28%.
[5] Mas a principal barreira para a promoção da leitura e a formação leitora está identificada
nas respostas de não leitores. Somente 33% deles respondem que não encontram nenhuma
dificuldade para ler. A cada edição da pesquisa aumenta o número dos que afirmam ter alguma
dificuldade para ler. Quando comparamos com os resultados das edições anteriores, surge uma
preocupação que coloca em suspenso a avaliação positiva sobre os indicadores de leitura: em
[10] 2007, 48% dos não leitores disseram não ter dificuldades, e, em 2011, 43%. Estamos piorando?
Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler. Entre
eles, 17% indicam algum problema físico (o que muitas vezes é argumento para não confessar
que não sabe ler). Apesar dessa dificuldade ter sido mais citada nesta edição, os demais (60%)
indicam dificuldade de compreensão ou habilidade leitora.
[15] O tempo livre dos brasileiros – O que concorre com a leitura
Os brasileiros – leitores e não leitores – continuam preferindo ver TV, conforme informaram
na edição anterior (73% em 2015 e 85%, em 2011), mas essa preferência está cedendo lugar
para o uso da internet (47%) e para outras atividades no computador ou no telefone celular:
redes sociais (35%) e WhatsApp (43%), especialmente na faixa de 14 a 29 anos.
[20] Essas atividades concorrem com a leitura do livro e de outros materiais, que receberam
somente 24% das citações.
Outro resultado que reflete o uso da internet: escrever teve um incremento importante
em citações, passando de 18% para 40%. Esse uso da escrita certamente está associado à
comunicação (escrita) nas redes sociais.
[25] Na comparação sobre o uso do tempo livre por leitores e não leitores, uma revelação importante:
leitores têm um repertório mais diversificado de atividades culturais e sociais. Ocupam
seu tempo livre de maneira mais frequente e variada que não leitores, inclusive praticando
exercícios físicos ou encontrando amigos, o que evidencia, também, maior disposição para
vivenciar e ocupar o próprio tempo com uma maior diversificação de atividades sociais e
[30] culturais. Essa mobilização e esse protagonismo revelam o poder da leitura.
Essa disposição e essa ampliação do repertório de atividades de diferentes naturezas entre si
também estão associadas à escolaridade e ao perfil de renda.
A maior escolaridade do indivíduo indica uma maior diversidade de materiais lidos e a
relação que ele estabelece com a leitura. Pessoas com maior nível de escolaridade tendem a
[35] ter maior habilidade leitora, o que lhes permite desenvolver outras relações com a leitura para
além do seu uso instrumental.
Adaptado de FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016, p. 36-37.
A ideia introduzida pelo emprego de quando em “Quando comparamos com os resultados das edições anteriores, surge uma preocupação que coloca em suspenso a avaliação positiva sobre os indicadores de leitura [...]”, linhas 08 e 09, é a de
Questão 8 11011752
IFES 2018Texto
Por que os brasileiros não leem?
A falta de tempo é o principal motivo alegado por não leitores (32%), leitores (43%) e não
estudantes (50%) – que gostariam de ter lido mais (3/4 dos leitores). Entre os não leitores, a
falta de gosto pela leitura é mencionada por 28%.
[5] Mas a principal barreira para a promoção da leitura e a formação leitora está identificada
nas respostas de não leitores. Somente 33% deles respondem que não encontram nenhuma
dificuldade para ler. A cada edição da pesquisa aumenta o número dos que afirmam ter alguma
dificuldade para ler. Quando comparamos com os resultados das edições anteriores, surge uma
preocupação que coloca em suspenso a avaliação positiva sobre os indicadores de leitura: em
[10] 2007, 48% dos não leitores disseram não ter dificuldades, e, em 2011, 43%. Estamos piorando?
Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler. Entre
eles, 17% indicam algum problema físico (o que muitas vezes é argumento para não confessar
que não sabe ler). Apesar dessa dificuldade ter sido mais citada nesta edição, os demais (60%)
indicam dificuldade de compreensão ou habilidade leitora.
[15] O tempo livre dos brasileiros – O que concorre com a leitura
Os brasileiros – leitores e não leitores – continuam preferindo ver TV, conforme informaram
na edição anterior (73% em 2015 e 85%, em 2011), mas essa preferência está cedendo lugar
para o uso da internet (47%) e para outras atividades no computador ou no telefone celular:
redes sociais (35%) e WhatsApp (43%), especialmente na faixa de 14 a 29 anos.
[20] Essas atividades concorrem com a leitura do livro e de outros materiais, que receberam
somente 24% das citações.
Outro resultado que reflete o uso da internet: escrever teve um incremento importante
em citações, passando de 18% para 40%. Esse uso da escrita certamente está associado à
comunicação (escrita) nas redes sociais.
[25] Na comparação sobre o uso do tempo livre por leitores e não leitores, uma revelação importante:
leitores têm um repertório mais diversificado de atividades culturais e sociais. Ocupam
seu tempo livre de maneira mais frequente e variada que não leitores, inclusive praticando
exercícios físicos ou encontrando amigos, o que evidencia, também, maior disposição para
vivenciar e ocupar o próprio tempo com uma maior diversificação de atividades sociais e
[30] culturais. Essa mobilização e esse protagonismo revelam o poder da leitura.
Essa disposição e essa ampliação do repertório de atividades de diferentes naturezas entre si
também estão associadas à escolaridade e ao perfil de renda.
A maior escolaridade do indivíduo indica uma maior diversidade de materiais lidos e a
relação que ele estabelece com a leitura. Pessoas com maior nível de escolaridade tendem a
[35] ter maior habilidade leitora, o que lhes permite desenvolver outras relações com a leitura para
além do seu uso instrumental.
Adaptado de FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016, p. 36-37.
Ainda com relação ao trecho da questão anterior, aponte entre as alternativas aquela em que a reescrita segue as regras de concordância verbal da norma-padrão do português.
Questão 6 11011740
IFES 2018Texto
Por que os brasileiros não leem?
A falta de tempo é o principal motivo alegado por não leitores (32%), leitores (43%) e não
estudantes (50%) – que gostariam de ter lido mais (3/4 dos leitores). Entre os não leitores, a
falta de gosto pela leitura é mencionada por 28%.
[5] Mas a principal barreira para a promoção da leitura e a formação leitora está identificada
nas respostas de não leitores. Somente 33% deles respondem que não encontram nenhuma
dificuldade para ler. A cada edição da pesquisa aumenta o número dos que afirmam ter alguma
dificuldade para ler. Quando comparamos com os resultados das edições anteriores, surge uma
preocupação que coloca em suspenso a avaliação positiva sobre os indicadores de leitura: em
[10] 2007, 48% dos não leitores disseram não ter dificuldades, e, em 2011, 43%. Estamos piorando?
Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler. Entre
eles, 17% indicam algum problema físico (o que muitas vezes é argumento para não confessar
que não sabe ler). Apesar dessa dificuldade ter sido mais citada nesta edição, os demais (60%)
indicam dificuldade de compreensão ou habilidade leitora.
[15] O tempo livre dos brasileiros – O que concorre com a leitura
Os brasileiros – leitores e não leitores – continuam preferindo ver TV, conforme informaram
na edição anterior (73% em 2015 e 85%, em 2011), mas essa preferência está cedendo lugar
para o uso da internet (47%) e para outras atividades no computador ou no telefone celular:
redes sociais (35%) e WhatsApp (43%), especialmente na faixa de 14 a 29 anos.
[20] Essas atividades concorrem com a leitura do livro e de outros materiais, que receberam
somente 24% das citações.
Outro resultado que reflete o uso da internet: escrever teve um incremento importante
em citações, passando de 18% para 40%. Esse uso da escrita certamente está associado à
comunicação (escrita) nas redes sociais.
[25] Na comparação sobre o uso do tempo livre por leitores e não leitores, uma revelação importante:
leitores têm um repertório mais diversificado de atividades culturais e sociais. Ocupam
seu tempo livre de maneira mais frequente e variada que não leitores, inclusive praticando
exercícios físicos ou encontrando amigos, o que evidencia, também, maior disposição para
vivenciar e ocupar o próprio tempo com uma maior diversificação de atividades sociais e
[30] culturais. Essa mobilização e esse protagonismo revelam o poder da leitura.
Essa disposição e essa ampliação do repertório de atividades de diferentes naturezas entre si
também estão associadas à escolaridade e ao perfil de renda.
A maior escolaridade do indivíduo indica uma maior diversidade de materiais lidos e a
relação que ele estabelece com a leitura. Pessoas com maior nível de escolaridade tendem a
[35] ter maior habilidade leitora, o que lhes permite desenvolver outras relações com a leitura para
além do seu uso instrumental.
Adaptado de FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016, p. 36-37.
Marque a alternativa em que a referência entre os elementos do texto está corretamente indicada.
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)