Questões de EFAF Português
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Questão 12 611504
IF Sertão 2019Leia o texto para responder à questão.
AQUECIMENTO GLOBAL PODE DEIXAR O PÃOZINHO MAIS CARO
As pragas agrícolas se reproduzem mais rápido- e o preço do trigo cresce junto.
Hoje, entre 5% e 20% das plantações de cereais como o trigo são atingidas por pragas agrícolas. Isso significa que, em média, insetos comem um em cada oito pãezinhos antes mesmo que eles cheguem ao forno. Em lugares quentes, é ainda pior: o metabolismo dos pequenos artrópodes acelera, o apetite aumenta e eles se reproduzem mais rápido. Pensando nisso, cientistas da Universidade de Washington calcularam o impacto que o aumento das temperaturas ao redor do mundo terá no seu café da manhã. Eles descobriram que cada 1ºC que sobe no termômetro leva os insetos a comer entre 10% e 25% mais grãos. Se até 2100 a temperatura subir 4ºC – previsão plausível, segundo vários modelos climáticos – o problema vai dobrar: dois em cada oito pãezinhos não chegarão à padaria. A única salvação é que a mudança se replique pela cadeira alimentar – e o número de predadores desses insetos aumente no mesmo ritmo, mantendo o placar zerado.
(Revista Superinteressante. Edição 394-out/2018)
“Pensando nisso, cientistas da Universidade de Washington calcularam o impacto que o aumento das temperaturas ao redor do mundo terá no seu café da manhã”. Assinale a opção a que o termo grifado se refere.
Questão 11 611501
IF Sertão 2019Leia o texto para responder à questão.
AQUECIMENTO GLOBAL PODE DEIXAR O PÃOZINHO MAIS CARO
As pragas agrícolas se reproduzem mais rápido- e o preço do trigo cresce junto.
Hoje, entre 5% e 20% das plantações de cereais como o trigo são atingidas por pragas agrícolas. Isso significa que, em média, insetos comem um em cada oito pãezinhos antes mesmo que eles cheguem ao forno. Em lugares quentes, é ainda pior: o metabolismo dos pequenos artrópodes acelera, o apetite aumenta e eles se reproduzem mais rápido. Pensando nisso, cientistas da Universidade de Washington calcularam o impacto que o aumento das temperaturas ao redor do mundo terá no seu café da manhã. Eles descobriram que cada 1ºC que sobe no termômetro leva os insetos a comer entre 10% e 25% mais grãos. Se até 2100 a temperatura subir 4ºC – previsão plausível, segundo vários modelos climáticos – o problema vai dobrar: dois em cada oito pãezinhos não chegarão à padaria. A única salvação é que a mudança se replique pela cadeira alimentar – e o número de predadores desses insetos aumente no mesmo ritmo, mantendo o placar zerado.
(Revista Superinteressante. Edição 394-out/2018)
Observe o termo grifado na frase: “Se até 2100 a temperatura subir 4ºC – previsão plausível, segundo vários modelos climáticos –, o problema vai dobrar...” . Assinale a opção em que a palavra “segundo” foi utilizada de forma equivalente.
Questão 8 611489
IF Sertão 2019Leia o texto:
Exercício de Redação
Cecília Meireles
Mariazinha fez sete anos e foi matriculada na escola.
A escola fica bastante longe de casa, e Mariazinha faz uma longa caminhada, todas as manhãs, carregando uma ardósia, um lápis, uma cartilha e um caderno.
O único defeito de Mariazinha é ser muito pobre (isso é defeito, professora?).
Por ser muito pobre, Mariazinha recebe merenda e uniforme da escola. Se a escola pudesse, dava-lhe um par de sapatos, porque os seus estão muito velhos.
A professora gosta muito de Mariazinha. Ela tem lindos olhos castanhos, cabelos crespos, e está mudando os dentes, o que a torna muito engraçada.
Os pais de Mariazinha também gostam muito da escola e da professora, porque, além de ganhar uniforme e merenda, a menina aprendeu várias letras em três meses e está na lista dos que vão ser alfabetizados este ano.
Está, não – estava: porque aconteceu uma coisa muito triste.
Ontem, Mariazinha foi para a escola, como de costume, acompanhada por uma vizinha que leva, todos os dias, várias crianças.
Mariazinha estava muito animada. Fez um exercício muito caprichado.
Apenas uma coisa a incomodava: é que a presilha do sapato estava descosida e o sapato caía do pé.
A professora ainda disse: “Você vai ganhar um par de sapatos, Mariazinha”. E ela sorriu, encantada (um par de sapatos custa trinta cruzeiros).
Quando Mariazinha saiu da escola, as outras crianças, suas companheiras, foram andando com o portador; mas, como o sapato saía do pé, Mariazinha abaixou-se à porta da escola para ver se consertava ainda uma vez a presilha.
Foi quando o policial apitou. O automóvel não pôde parar, deu uma volta pela rua, apanhou Mariazinha, jogou-lhe para longe a ardósia, o lápis, o caderno e a cartilha. Mariazinha morreu no hospital.
O motorista disse que a culpa foi do guarda, que apitou quando o automóvel já vinha perto demais.
O guarda disse que a culpa foi do motorista, porque vinha com excesso de velocidade.
Os vizinhos disseram que a culpa foi da rua, porque não tem sinal de parada, que se aviste de longe.
As outras crianças disseram que a culpa foi de Mariazinha, porque ficou sentada na pedra, em lugar de ir logo para casa.
Os pais de Mariazinha não disseram nada, porque ficaram como loucos, sem entender como é que a menina podia estar morta.
A professora de Mariazinha achou que a culpa foi da presilha do sapato, que estava descosida e não a deixava andar. E dizia, inconsolável: “Por que não lhe dei logo um par de sapatos? Por que não consertei aquela presilha? Por que não temos uma agulha grossa, para dar um ponto no sapato? Por que não acreditamos que as pequenas coisas podem ter grandes efeitos?”
Mas houve outras pessoas que acharam que o que tem de acontecer tem muita força, e que o sapato tinha de estar descosido, para Mariazinha morrer daquela maneira.
A escola é muito pobre. Não pode distribuir calçado.
As crianças levaram flores para Mariazinha morta. Custaram cinquenta cruzeiros.
(https://gustibuseconomia.com/2015/07/14/exercicio-de-redacaouma-bela-cronica-de-cecilia-meireles/)
“Por que não lhe dei logo um par de sapatos?”. Na oração transcrita, a expressão grifada introduz frase interrogativa, o que determina a forma com que ela está escrita.
Observa-se que não houve adequação da grafia na palavra destacada em:
Questão 6 611486
IF Sertão 2019Leia o texto:
Exercício de Redação
Cecília Meireles
Mariazinha fez sete anos e foi matriculada na escola.
A escola fica bastante longe de casa, e Mariazinha faz uma longa caminhada, todas as manhãs, carregando uma ardósia, um lápis, uma cartilha e um caderno.
O único defeito de Mariazinha é ser muito pobre (isso é defeito, professora?).
Por ser muito pobre, Mariazinha recebe merenda e uniforme da escola. Se a escola pudesse, dava-lhe um par de sapatos, porque os seus estão muito velhos.
A professora gosta muito de Mariazinha. Ela tem lindos olhos castanhos, cabelos crespos, e está mudando os dentes, o que a torna muito engraçada.
Os pais de Mariazinha também gostam muito da escola e da professora, porque, além de ganhar uniforme e merenda, a menina aprendeu várias letras em três meses e está na lista dos que vão ser alfabetizados este ano.
Está, não – estava: porque aconteceu uma coisa muito triste.
Ontem, Mariazinha foi para a escola, como de costume, acompanhada por uma vizinha que leva, todos os dias, várias crianças.
Mariazinha estava muito animada. Fez um exercício muito caprichado.
Apenas uma coisa a incomodava: é que a presilha do sapato estava descosida e o sapato caía do pé.
A professora ainda disse: “Você vai ganhar um par de sapatos, Mariazinha”. E ela sorriu, encantada (um par de sapatos custa trinta cruzeiros).
Quando Mariazinha saiu da escola, as outras crianças, suas companheiras, foram andando com o portador; mas, como o sapato saía do pé, Mariazinha abaixou-se à porta da escola para ver se consertava ainda uma vez a presilha.
Foi quando o policial apitou. O automóvel não pôde parar, deu uma volta pela rua, apanhou Mariazinha, jogou-lhe para longe a ardósia, o lápis, o caderno e a cartilha. Mariazinha morreu no hospital.
O motorista disse que a culpa foi do guarda, que apitou quando o automóvel já vinha perto demais.
O guarda disse que a culpa foi do motorista, porque vinha com excesso de velocidade.
Os vizinhos disseram que a culpa foi da rua, porque não tem sinal de parada, que se aviste de longe.
As outras crianças disseram que a culpa foi de Mariazinha, porque ficou sentada na pedra, em lugar de ir logo para casa.
Os pais de Mariazinha não disseram nada, porque ficaram como loucos, sem entender como é que a menina podia estar morta.
A professora de Mariazinha achou que a culpa foi da presilha do sapato, que estava descosida e não a deixava andar. E dizia, inconsolável: “Por que não lhe dei logo um par de sapatos? Por que não consertei aquela presilha? Por que não temos uma agulha grossa, para dar um ponto no sapato? Por que não acreditamos que as pequenas coisas podem ter grandes efeitos?”
Mas houve outras pessoas que acharam que o que tem de acontecer tem muita força, e que o sapato tinha de estar descosido, para Mariazinha morrer daquela maneira.
A escola é muito pobre. Não pode distribuir calçado.
As crianças levaram flores para Mariazinha morta. Custaram cinquenta cruzeiros.
(https://gustibuseconomia.com/2015/07/14/exercicio-de-redacaouma-bela-cronica-de-cecilia-meireles/)
Identifique a alternativa que contém o mesmo tipo de sujeito presente na seguinte oração transcrita do texto “Exercício de redação”: “As crianças levaram flores para Mariazinha morta. Custaram cinquenta cruzeiros.”
Questão 5 611485
IF Sertão 2019Leia o texto:
Exercício de Redação
Cecília Meireles
Mariazinha fez sete anos e foi matriculada na escola.
A escola fica bastante longe de casa, e Mariazinha faz uma longa caminhada, todas as manhãs, carregando uma ardósia, um lápis, uma cartilha e um caderno.
O único defeito de Mariazinha é ser muito pobre (isso é defeito, professora?).
Por ser muito pobre, Mariazinha recebe merenda e uniforme da escola. Se a escola pudesse, dava-lhe um par de sapatos, porque os seus estão muito velhos.
A professora gosta muito de Mariazinha. Ela tem lindos olhos castanhos, cabelos crespos, e está mudando os dentes, o que a torna muito engraçada.
Os pais de Mariazinha também gostam muito da escola e da professora, porque, além de ganhar uniforme e merenda, a menina aprendeu várias letras em três meses e está na lista dos que vão ser alfabetizados este ano.
Está, não – estava: porque aconteceu uma coisa muito triste.
Ontem, Mariazinha foi para a escola, como de costume, acompanhada por uma vizinha que leva, todos os dias, várias crianças.
Mariazinha estava muito animada. Fez um exercício muito caprichado.
Apenas uma coisa a incomodava: é que a presilha do sapato estava descosida e o sapato caía do pé.
A professora ainda disse: “Você vai ganhar um par de sapatos, Mariazinha”. E ela sorriu, encantada (um par de sapatos custa trinta cruzeiros).
Quando Mariazinha saiu da escola, as outras crianças, suas companheiras, foram andando com o portador; mas, como o sapato saía do pé, Mariazinha abaixou-se à porta da escola para ver se consertava ainda uma vez a presilha.
Foi quando o policial apitou. O automóvel não pôde parar, deu uma volta pela rua, apanhou Mariazinha, jogou-lhe para longe a ardósia, o lápis, o caderno e a cartilha. Mariazinha morreu no hospital.
O motorista disse que a culpa foi do guarda, que apitou quando o automóvel já vinha perto demais.
O guarda disse que a culpa foi do motorista, porque vinha com excesso de velocidade.
Os vizinhos disseram que a culpa foi da rua, porque não tem sinal de parada, que se aviste de longe.
As outras crianças disseram que a culpa foi de Mariazinha, porque ficou sentada na pedra, em lugar de ir logo para casa.
Os pais de Mariazinha não disseram nada, porque ficaram como loucos, sem entender como é que a menina podia estar morta.
A professora de Mariazinha achou que a culpa foi da presilha do sapato, que estava descosida e não a deixava andar. E dizia, inconsolável: “Por que não lhe dei logo um par de sapatos? Por que não consertei aquela presilha? Por que não temos uma agulha grossa, para dar um ponto no sapato? Por que não acreditamos que as pequenas coisas podem ter grandes efeitos?”
Mas houve outras pessoas que acharam que o que tem de acontecer tem muita força, e que o sapato tinha de estar descosido, para Mariazinha morrer daquela maneira.
A escola é muito pobre. Não pode distribuir calçado.
As crianças levaram flores para Mariazinha morta. Custaram cinquenta cruzeiros.
(https://gustibuseconomia.com/2015/07/14/exercicio-de-redacaouma-bela-cronica-de-cecilia-meireles/)
O texto também revela que o ato de narrar está condicionado à perspectiva adotada pelo autor quando:
Questão 4 611484
IF Sertão 2019Leia o texto:
Exercício de Redação
Cecília Meireles
Mariazinha fez sete anos e foi matriculada na escola.
A escola fica bastante longe de casa, e Mariazinha faz uma longa caminhada, todas as manhãs, carregando uma ardósia, um lápis, uma cartilha e um caderno.
O único defeito de Mariazinha é ser muito pobre (isso é defeito, professora?).
Por ser muito pobre, Mariazinha recebe merenda e uniforme da escola. Se a escola pudesse, dava-lhe um par de sapatos, porque os seus estão muito velhos.
A professora gosta muito de Mariazinha. Ela tem lindos olhos castanhos, cabelos crespos, e está mudando os dentes, o que a torna muito engraçada.
Os pais de Mariazinha também gostam muito da escola e da professora, porque, além de ganhar uniforme e merenda, a menina aprendeu várias letras em três meses e está na lista dos que vão ser alfabetizados este ano.
Está, não – estava: porque aconteceu uma coisa muito triste.
Ontem, Mariazinha foi para a escola, como de costume, acompanhada por uma vizinha que leva, todos os dias, várias crianças.
Mariazinha estava muito animada. Fez um exercício muito caprichado.
Apenas uma coisa a incomodava: é que a presilha do sapato estava descosida e o sapato caía do pé.
A professora ainda disse: “Você vai ganhar um par de sapatos, Mariazinha”. E ela sorriu, encantada (um par de sapatos custa trinta cruzeiros).
Quando Mariazinha saiu da escola, as outras crianças, suas companheiras, foram andando com o portador; mas, como o sapato saía do pé, Mariazinha abaixou-se à porta da escola para ver se consertava ainda uma vez a presilha.
Foi quando o policial apitou. O automóvel não pôde parar, deu uma volta pela rua, apanhou Mariazinha, jogou-lhe para longe a ardósia, o lápis, o caderno e a cartilha. Mariazinha morreu no hospital.
O motorista disse que a culpa foi do guarda, que apitou quando o automóvel já vinha perto demais.
O guarda disse que a culpa foi do motorista, porque vinha com excesso de velocidade.
Os vizinhos disseram que a culpa foi da rua, porque não tem sinal de parada, que se aviste de longe.
As outras crianças disseram que a culpa foi de Mariazinha, porque ficou sentada na pedra, em lugar de ir logo para casa.
Os pais de Mariazinha não disseram nada, porque ficaram como loucos, sem entender como é que a menina podia estar morta.
A professora de Mariazinha achou que a culpa foi da presilha do sapato, que estava descosida e não a deixava andar. E dizia, inconsolável: “Por que não lhe dei logo um par de sapatos? Por que não consertei aquela presilha? Por que não temos uma agulha grossa, para dar um ponto no sapato? Por que não acreditamos que as pequenas coisas podem ter grandes efeitos?”
Mas houve outras pessoas que acharam que o que tem de acontecer tem muita força, e que o sapato tinha de estar descosido, para Mariazinha morrer daquela maneira.
A escola é muito pobre. Não pode distribuir calçado.
As crianças levaram flores para Mariazinha morta. Custaram cinquenta cruzeiros.
(https://gustibuseconomia.com/2015/07/14/exercicio-de-redacaouma-bela-cronica-de-cecilia-meireles/)
Mariazinha estava muito animada. Fez um exercício muito caprichado.” Se os dois períodos transcritos fossem relacionados num só, qual possibilidade não estabeleceria relações lógicas de significado?
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