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Questão 8379262
AUTORAIS POR 6AF 010 ENU004 2019Confira entrevista exclusiva com Pierre Coffin, o criador dos divertidos minions
Por Elaine Guerini, de Paris
Os Minions, criaturas amarelas e endiabradas que falam uma língua ininteligível, saíram da imaginação do francês Pierre Coffin. “Eles são a combinação perfeita de inocência e mau comportamento’’, disse o diretor e animador que iniciou a carreira na unidade de Londres da Amblimation, de Steven Spielberg. Os escravos do protagonista Gru, o vilão dublado por Steve Carell (com sotaque próximo do russo), voltam às telas nacionais nesta sexta-feira, em Meu Malvado Favorito 2.
Em 2014, os personagens sempre em busca de confusão ainda ganharão um filme próprio.
Como surgiram os diabólicos Minions?
No roteiro original, os Minions tinham uma participação pequena. A princípio, eles seriam grandes monstros a serviço do mal. Para aumentar a simpatia de Gru junto ao público é que eles se tornaram criaturas pouco espertas e muito incompetentes. Acabamos com pena de Gru por se cercar de ajudantes tão débeis mentais (risos).
Como criou a linguagem quase incompreensível dos personagens?
Gostaria de dizer que inventei um idioma e uma gramática próprios para os personagens. Algo como fizeram em “Avatar’’. Mas não seria verdade. Sou preguiçoso demais para isso (risos). É tudo aleatório. Eu faço uma mistura de línguas, priorizando os sons mais engraçados. Muitas vezes eu posso colocar uma palavra conhecida e um tanto ridícula, como batata, porque não me vem outra coisa à cabeça na hora. E acabo deixando por ser algo tão idiota (risos).
Sempre quis ser o dublador dos pestinhas?
Não. Como eu estava acostumado a colocar as vozes quando fazia comerciais em animação, só para dar uma ideia do que queria na dublagem, emprestei a minha voz nos testes. O problema é que um dos produtores de “Meu Malvado Favorito’’ gostou e me encarregou de fazer tudo.
Como reagiu diante da tradução dos Minions em alguns territórios do mercado internacional, onde os personagens passaram a falar normalmente?
Fiquei irritado quando vi os Minions traduzidos no Youtube em algumas línguas. Alguns países mudaram os seus diálogos ininteligíveis, inventando coisas que eles pudessem estar dizendo. Mas não é essa a ideia. Quero que a plateia entenda o que está acontecendo pela situação e não necessariamente pelos diálogos. A tradução deve ter acontecido por medo dos distribuidores de que os espectadores não entenderiam. Mas é justamente aí que está a graça. Parte da mágica da animação está no fato de o espectador poder se lançar mais na cena, pela ausência de diálogos. Você se pergunta: O que é isso" O que ele está dizendo"
O que pode adiantar sobre o filme dos Minions? (Aqui Coffin divide a direção com Kyla Balda, de “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida’’.)
Não muito. Só posso dizer que tentaremos decifrar a origem dos diabólicos personagens. Eles sempre têm como propósito servir o mestre mais desprezível que puderem encontrar (desta vez, eles estarão sob o comando de Scarlett Overkil, uma vilã dos anos 60 com voz de Sandra Bullock.)
Como define o seu humor?
Ele é mais britânico ou francês tradicional, como o de Jacques Tati, que se comunicava mais por gestos. Quando vemos a personagem Lucy colocar Gru, desmaiado, no porta-malas do carro, tudo é feito com um respiro maior, para que o espectador possa saborear os aspectos puramente visuais. Um diretor de animação mais tradicional provavelmente teria cortado a cena por ela não fazer a ação avançar. Eu faço o contrário, buscando esse humor mais visual.
Além de Tati, quem mais o influenciou em seu humor que não precisa necessariamente de palavras?
Os astros de filmes mudos que fizeram parte da minha infância. Cresci vendo Charles Chaplin, Buster Keaton e Tati, que é praticamente mudo na pele do atrapalhado Monsieur Hulot. Também adoro o personagem Mr. Bean, de Rowan Atkinson, e os filmes de Blake Edwards da série “A Pantera Cor-de-rosa”, em que Peter Sellers vivia o inspetor Jacques Clouseau. Enfim, todos os filmes com piadas visuais, onde o humor é mais orgânico, nascendo das situações. Se os estúdios deixassem, meus personagens não falariam praticamente nada (risos).
(Disponível em: http://revistamonet.globo.com/coluna/blog/animacao/confira-entrevista-exclusiva-com-pierre-coffin-o-criador-dos-divertidosminions/.)
Vocabulário:
*ininteligível: que não se pode entender.
Leias as frases abaixo e assinale a alternativa em que se classificam corretamente as palavras em destaque:
“Acabamos pena de Gru por se cercar de ajudantes tão débeis mentais (risos).”
“ Parte da mágica da animação está fato de o espectador poder se lançar mais na cena, pela ausência de diálogos.”
” é justamente aí que está a graça.”
Questão 8379255
AUTORAIS POR 6AF 010 ENU004 2019Confira entrevista exclusiva com Pierre Coffin, o criador dos divertidos minions
Por Elaine Guerini, de Paris
Os Minions, criaturas amarelas e endiabradas que falam uma língua ininteligível, saíram da imaginação do francês Pierre Coffin. “Eles são a combinação perfeita de inocência e mau comportamento’’, disse o diretor e animador que iniciou a carreira na unidade de Londres da Amblimation, de Steven Spielberg. Os escravos do protagonista Gru, o vilão dublado por Steve Carell (com sotaque próximo do russo), voltam às telas nacionais nesta sexta-feira, em Meu Malvado Favorito 2.
Em 2014, os personagens sempre em busca de confusão ainda ganharão um filme próprio.
Como surgiram os diabólicos Minions?
No roteiro original, os Minions tinham uma participação pequena. A princípio, eles seriam grandes monstros a serviço do mal. Para aumentar a simpatia de Gru junto ao público é que eles se tornaram criaturas pouco espertas e muito incompetentes. Acabamos com pena de Gru por se cercar de ajudantes tão débeis mentais (risos).
Como criou a linguagem quase incompreensível dos personagens?
Gostaria de dizer que inventei um idioma e uma gramática próprios para os personagens. Algo como fizeram em “Avatar’’. Mas não seria verdade. Sou preguiçoso demais para isso (risos). É tudo aleatório. Eu faço uma mistura de línguas, priorizando os sons mais engraçados. Muitas vezes eu posso colocar uma palavra conhecida e um tanto ridícula, como batata, porque não me vem outra coisa à cabeça na hora. E acabo deixando por ser algo tão idiota (risos).
Sempre quis ser o dublador dos pestinhas?
Não. Como eu estava acostumado a colocar as vozes quando fazia comerciais em animação, só para dar uma ideia do que queria na dublagem, emprestei a minha voz nos testes. O problema é que um dos produtores de “Meu Malvado Favorito’’ gostou e me encarregou de fazer tudo.
Como reagiu diante da tradução dos Minions em alguns territórios do mercado internacional, onde os personagens passaram a falar normalmente?
Fiquei irritado quando vi os Minions traduzidos no Youtube em algumas línguas. Alguns países mudaram os seus diálogos ininteligíveis, inventando coisas que eles pudessem estar dizendo. Mas não é essa a ideia. Quero que a plateia entenda o que está acontecendo pela situação e não necessariamente pelos diálogos. A tradução deve ter acontecido por medo dos distribuidores de que os espectadores não entenderiam. Mas é justamente aí que está a graça. Parte da mágica da animação está no fato de o espectador poder se lançar mais na cena, pela ausência de diálogos. Você se pergunta: O que é isso" O que ele está dizendo"
O que pode adiantar sobre o filme dos Minions? (Aqui Coffin divide a direção com Kyla Balda, de “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida’’.)
Não muito. Só posso dizer que tentaremos decifrar a origem dos diabólicos personagens. Eles sempre têm como propósito servir o mestre mais desprezível que puderem encontrar (desta vez, eles estarão sob o comando de Scarlett Overkil, uma vilã dos anos 60 com voz de Sandra Bullock.)
Como define o seu humor?
Ele é mais britânico ou francês tradicional, como o de Jacques Tati, que se comunicava mais por gestos. Quando vemos a personagem Lucy colocar Gru, desmaiado, no porta-malas do carro, tudo é feito com um respiro maior, para que o espectador possa saborear os aspectos puramente visuais. Um diretor de animação mais tradicional provavelmente teria cortado a cena por ela não fazer a ação avançar. Eu faço o contrário, buscando esse humor mais visual.
Além de Tati, quem mais o influenciou em seu humor que não precisa necessariamente de palavras?
Os astros de filmes mudos que fizeram parte da minha infância. Cresci vendo Charles Chaplin, Buster Keaton e Tati, que é praticamente mudo na pele do atrapalhado Monsieur Hulot. Também adoro o personagem Mr. Bean, de Rowan Atkinson, e os filmes de Blake Edwards da série “A Pantera Cor-de-rosa”, em que Peter Sellers vivia o inspetor Jacques Clouseau. Enfim, todos os filmes com piadas visuais, onde o humor é mais orgânico, nascendo das situações. Se os estúdios deixassem, meus personagens não falariam praticamente nada (risos).
(Disponível em: http://revistamonet.globo.com/coluna/blog/animacao/confira-entrevista-exclusiva-com-pierre-coffin-o-criador-dos-divertidosminions/.)
Vocabulário:
*ininteligível: que não se pode entender.
Releia o fragmento da entrevista:
“Fiquei irritado quando vi os Minions traduzidos no Youtube em algumas línguas. Alguns países mudaram os seus diálogos , inventando coisas que eles pudessem estar dizendo. Mas não é essa a ideia.”
Considerando o fragmento, assinale a alternativa em que se identifica corretamente a classe gramatical da palavra “ininteligíveis”.
Questão 8379243
AUTORAIS POR 6AF 010 ENU002 2019João e Maria
Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava o rock para as matinês
Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigado a ser feliz
E você era a princesa que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país
Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido
Vem, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade acho que a gente nem tinha nascido
Agora era fatal
Que o faz de conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim?
Vocabulário:
Bodoque: estilingue
Bedel: inspetor
BUARQUE, Chico. João e Maria. [S. l.]: Philips, 1977.
Analise as proposições abaixo e assinale a alternativa correta.
Em "Agora eu era o ", o termo destacado é uma palavra oxítona, finalizada pelo ditongo aberto "ói".
Em "juiz", "coroar", "nua" e "país", os encontros vocálicos devem ser classificados como hiato.
As palavras "nascido", "bicho" e "bodoque" apresentam encontro consonantal.
As palavras "gente", "linda", "andava", "conta" e "mundo" apresentam dígrafo vocálico.
Questão 8376741
AUTORAIS POR 6AF 018 ENU005 2019Assinale a alternativa que está com todas as palavras escritas incorretamente e corrija-as.
Questão 8376701
AUTORAIS POR 6AF 018 ENU005 2019Observe:
O amor é eterno.
Quero aquelas rosas.
Quando você partiu, minha vida ficou sem alegria.
Cheguei, jantei e fui dormir.
Sobre as frases acima, é correto afirmar:
Questão 8376690
AUTORAIS POR 6AF 018 ENU004 2019
O filme conta a história de Malévola (Angelina Jolie), a protetora do reino dos Moors. Desde pequena, essa garota com chifres e asas mantém a paz entre dois reinos diferentes, até se apaixonar pelo garoto Stefan (Sharlto Copley). Os dois iniciam um romance, mas Stefan abandona Malévola para conquistar seus planos. A garota torna-se uma mulher vingativa e amarga, que decide amaldiçoar a filha recém-nascida de Stefan, Aurora (Elle Fanning). Aos poucos, no entanto, Malévola começa a desenvolver sentimentos de amizade em relação à jovem e pura Aurora.
ORLANDIN, Gabi. Resenha do filme: Malévola. Fluffy. [S. l.], 14 maio 2015. Disponível em: https://fluffy.com.br/resenha-do-filme-malevola/. Acesso em: 13 abr. 2023.
Nas palavras a seguir, quantas letras e quantos fonemas existem? Assinale a alternativa correta.
06
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