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Questão 8384503
AUTORAIS POR 7AF 008 ENU002 2019
SONHO DE CARREIRA CIRCENSE FAZ JOVENS BUSCAREM PROFISSIONALIZAÇÃO
Ficou no passado a ideia de que para ser artista era preciso pertencer a uma família tradicional de circo.
Toda criança já pensou em ser advogado, jogador de futebol, modelo, astronauta, jornalista ou professor. Mas será que alguém sonhou em ser um artista circense? Pelo visto sim. É cada vez maior a procura de jovens interessados em se profissionalizar nesta área. E pensar que até pouco tempo essa era uma profissão restrita à tradição familiar, passada de pai para filho. [...]
(PORTUGAL, Juliana. O Estado de São Paulo. 28/10/2007.)
Glossário:
circense – relativo a circo;
restrito – encurtado, limitado.
Segundo o texto, pode-se afirmar que a carreira circense é uma profissão:
Questão 8384501
AUTORAIS POR 7AF 008 ENU002 2019Oi, Pedro,
vou te avisando: você não me conhece.
Quem me falou em você foi a Malu, que eu conheci nas últimas férias, em Cabo Frio. A gente estava pegando umas ondas e reparou que tinha um cara olhando.
Perguntei se ela conhecia, disse que não. Eu também não. Aí, ela falou: "ele é parecido com um amigo meu. Só que o meu amigo é mais baixo".
Aquele cara não era alto, sabe, Pedro" Fico imaginando, então, que você é meio baixinho. Ou não"
Eu sou. Nem um e sessenta. Uma desgraça. Moro aqui em Sampa, tenho quase 17 anos, gosto de ficar de conversa fiada no telefone, de namorar vitrines e papelarias. Ah! Adoro ler.
Achei legal conhecer a Malu. Ela me deu seu endereço, na horinha em que a gente se despediu. Brincando, eu disse a ela que te desse um abraço. "Naquele seu amigo baixinho", falei. "Qual"", ela perguntou. "Aquele mais baixo que o cara da praia", falei. "Ah", ela riu. "Quer o endereço dele" Olha aqui, escreve para ele, garanto que ele vai gostar.
Estou escrevendo, mesmo sem saber se você vai gostar.
Se você responder, te juro que vou adorar. Adoro carta. Até coleciono. Cartas e lápis. Você coleciona alguma coisa?
Um abraço. O segundo, porque o primeiro a Malu já deve ter dado. A "amiga" desconhecida,
Anna T.
No trecho “O segundo, porque o primeiro a Malu já deve ter dado” (último parágrafo), as palavras destacadas referem-se a:(VIANA, V. de Assis e CLAVER, Ronald. Ana e Pedro: Cartas. São Paulo: Atual, 2009.)
Questão 8384500
AUTORAIS POR 7AF 008 ENU002 2019Oi, Pedro,
vou te avisando: você não me conhece.
Quem me falou em você foi a Malu, que eu conheci nas últimas férias, em Cabo Frio. A gente estava pegando umas ondas e reparou que tinha um cara olhando.
Perguntei se ela conhecia, disse que não. Eu também não. Aí, ela falou: "ele é parecido com um amigo meu. Só que o meu amigo é mais baixo".
Aquele cara não era alto, sabe, Pedro" Fico imaginando, então, que você é meio baixinho. Ou não"
Eu sou. Nem um e sessenta. Uma desgraça. Moro aqui em Sampa, tenho quase 17 anos, gosto de ficar de conversa fiada no telefone, de namorar vitrines e papelarias. Ah! Adoro ler.
Achei legal conhecer a Malu. Ela me deu seu endereço, na horinha em que a gente se despediu. Brincando, eu disse a ela que te desse um abraço. "Naquele seu amigo baixinho", falei. "Qual"", ela perguntou. "Aquele mais baixo que o cara da praia", falei. "Ah", ela riu. "Quer o endereço dele" Olha aqui, escreve para ele, garanto que ele vai gostar.
Estou escrevendo, mesmo sem saber se você vai gostar.
Se você responder, te juro que vou adorar. Adoro carta. Até coleciono. Cartas e lápis. Você coleciona alguma coisa?
Um abraço. O segundo, porque o primeiro a Malu já deve ter dado. A "amiga" desconhecida,
Anna T.
No texto, o uso de expressões como “pegando umas ondas”, “ficar de conversa fiada” e “Achei legal” marca o uso da linguagem:(VIANA, V. de Assis e CLAVER, Ronald. Ana e Pedro: Cartas. São Paulo: Atual, 2009.)
Questão 8384499
AUTORAIS POR 7AF 008 ENU002 2019O plano de Júlia
Quando o relógio bateu seis e vinte, Osmar, já sem o seu uniforme de vigilante, despediu-se dos colegas com um aceno de mão e saiu do Paço Imperial por uma das portas laterais. Dona Olga, Júlia, André e Rachid, que permaneciam no pátio interno fingindo conversar amenidades, foram disfarçadamente atrás dele.
Osmar embrenhou-se pelas calçadas das amplas avenidas do centro, repletas de prédios, árvores e muitas lojas, fechadas naquele início de noite de sábado. O movimento de veículos e pedestres, em geral intenso num dia normal de trabalho, era pequeno.
Dona Olga e a turma atravessaram a larga e opulenta Avenida Rio Branco, uma das mais importantes da cidade. Osmar caminhava apenas uns poucos metros à frente e eles rezavam para que o vigilante não resolvesse, de repente, olhar para os lados. [...]
(MATTA, Luis Eduardo. Roubo no Paço Imperial. São Paulo: Ática, 2008.)
Glossário:
Paço Imperial – prédio no Centro da cidade do Rio de Janeiro, local dos principais acontecimentos políticos e sociais da Corte, entre eles a aclamação de D. João VI;
opulenta – luxuosa;
amenidades – assuntos leves, divertidos.
O fato que marca a situação inicial da história é:
Questão 8384495
AUTORAIS POR 7AF 008 ENU002 2019
(Revista O Globo, 23/08/2015)
O texto serve para:
Questão 8384493
AUTORAIS POR 7AF 008 ENU001 2019PARTIR
Naquela mesma noite fui acordado diversas vezes por ondas que golpeavam o barco com impressionante violência. O mar parecia ter enlouquecido e não havia mais nada que eu pudesse fazer a não ser permanecer deitado e rezar. Choques tremendos, um barulho assustador, tudo escuro: adormeci. E acordei, deitado no teto, quase me afogando em sacolas e roupas que me vieram à cabeça. Tudo ao contrário: eu havia capotado. Indescritível sensação. Estaria sonhando ainda?
Não. Alguns segundos, outra onda e tudo voltava à posição normal em total desordem!
(KLINK, Amyr. Cem dias entre o céu e o mar. 3 ed. SP: Cia das Letras, 1995.)
O narrador afirma que “ ... não havia mais nada que eu pudesse fazer...”, porque:
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