Questões de EFAF Português
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Questão 8384550
AUTORAIS POR 8AF 008 ENU002 2019Arte de ser criança
No jardim de infância, em Belo Horizonte, nossas tarefas consistiam em sonhar, imaginar, colorir, desenhar, moldar em argila estranhas figuras, empilhar cubos de madeira que, sobrepostos, se transformavam em casas, pontes, prédios, castelos. Dispostos em linha reta, viravam ferrovias, carruagens, estradas. Em círculos, viravam arenas circenses, represas ou lagos.
Esse entrelaçar de tato, visão e imaginação organizava meu mundo interior. Bastavam uns poucos apetrechos para meus sentimentos encontrarem expressão nos objetos manipulados ou nas linhas de meus desenhos. [...] Os pássaros falam linguagens que só eles entendem; dragões, bruxas e duendes, que povoavam o meu imaginário, não eram pessoas como meus pais, nem coisas como os paralelepípedos que calçavam as ruas, e sim entidades espirituais [...] com as quais mantinha relações de temor, reverência e fascínio.
O melhor da infância é o mistério.
As lembranças de infância do narrador referem-se ao tempo em que:(FREI BETTO. Revista o GLOBO, 11 de novembro de 2012. (fragmento))
Questão 8384549
AUTORAIS POR 8AF 008 ENU002 2019Arte de ser criança
No jardim de infância, em Belo Horizonte, nossas tarefas consistiam em sonhar, imaginar, colorir, desenhar, moldar em argila estranhas figuras, empilhar cubos de madeira que, sobrepostos, se transformavam em casas, pontes, prédios, castelos. Dispostos em linha reta, viravam ferrovias, carruagens, estradas. Em círculos, viravam arenas circenses, represas ou lagos.
Esse entrelaçar de tato, visão e imaginação organizava meu mundo interior. Bastavam uns poucos apetrechos para meus sentimentos encontrarem expressão nos objetos manipulados ou nas linhas de meus desenhos. [...] Os pássaros falam linguagens que só eles entendem; dragões, bruxas e duendes, que povoavam o meu imaginário, não eram pessoas como meus pais, nem coisas como os paralelepípedos que calçavam as ruas, e sim entidades espirituais [...] com as quais mantinha relações de temor, reverência e fascínio.
O melhor da infância é o mistério.
O tema do texto é:(FREI BETTO. Revista o GLOBO, 11 de novembro de 2012. (fragmento))
Questão 8384548
AUTORAIS POR 8AF 008 ENU002 2019

(Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/_u3PFHTa9_iw/S8j38QgggAI/AAAAAAAAGrc/wF w8c7rR4mQ/s1600/iguais.png>)

(Disponível em: <http://3.bp.blogspot.com/_u3PFHTa9_iw/S8j4Ck368dI/AAAAAAAAGrk/jvw GtUpYfhA/s1600/diferentes.png>)
(ZIRALDO. Os Direitos Humanos (Cartilha). Brasília: UNESCO, Ministério da Educação e Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2008.)
Na pergunta do menino “Como é, então" É pra ser igual ou pra ser diferente"” (2ª ilustração), o termo em destaque indica:

(Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/_u3PFHTa9_iw/S8j38QgggAI/AAAAAAAAGrc/wF w8c7rR4mQ/s1600/iguais.png>)

(Disponível em: <http://3.bp.blogspot.com/_u3PFHTa9_iw/S8j4Ck368dI/AAAAAAAAGrk/jvw GtUpYfhA/s1600/diferentes.png>)
(ZIRALDO. Os Direitos Humanos (Cartilha). Brasília: UNESCO, Ministério da Educação e Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2008.)
Questão 8384547
AUTORAIS POR 8AF 008 ENU002 2019

(Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/_u3PFHTa9_iw/S8j38QgggAI/AAAAAAAAGrc/wF w8c7rR4mQ/s1600/iguais.png>)

(Disponível em: <http://3.bp.blogspot.com/_u3PFHTa9_iw/S8j4Ck368dI/AAAAAAAAGrk/jvw GtUpYfhA/s1600/diferentes.png>)
(ZIRALDO. Os Direitos Humanos (Cartilha). Brasília: UNESCO, Ministério da Educação e Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2008.)
Nas ilustrações (linguagem não verbal), o direito às diferenças individuais é representado:

(Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/_u3PFHTa9_iw/S8j38QgggAI/AAAAAAAAGrc/wF w8c7rR4mQ/s1600/iguais.png>)

(Disponível em: <http://3.bp.blogspot.com/_u3PFHTa9_iw/S8j4Ck368dI/AAAAAAAAGrk/jvw GtUpYfhA/s1600/diferentes.png>)
(ZIRALDO. Os Direitos Humanos (Cartilha). Brasília: UNESCO, Ministério da Educação e Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2008.)
Questão 8384527
AUTORAIS POR 8AF 008 ENU002 2019
OS MEUS BALÕES
Karen Acioly
Cena I: Abertura
Em sombras projetadas em tecido leve e translúcido ao fundo do palco, pássaros voam no céu. Alberto contempla os voos absolutamente encantado. Está com os braços abertos, sentado num trem de brinquedo, também projetado na cortina, causando a sensação de que tudo está suspenso no ar. Sua irmã, Virgínia, ao lado, o observa. Aos poucos Alberto se levanta, balançando os braços abertos e olhando para cima, como se desejasse tocar no céu. Esse movimento provoca no público a sensação de que Alberto está voando sob os pássaros.
VIRGÍNIA – O meu irmão, o Beto, vive sempre a imaginar.
ALBERTO (Lendo em voz alta, como a interpretar “Cinco semanas num balão”, um dos mais célebres livros de Júlio Verne, do qual Alberto nunca se desgruda.) – “Para mim agora é só balão!... Nem se sente a viagem e toda a natureza vai se desenrolando aos nossos olhos! Que espetáculo! Parece sonho de tão maravilhoso!”
(Alberto solta a corda imaginária que o liga a um balão, também imaginário.)
BÁ (entrando) – Crianças, é hora do lanche.
ALBERTO – É, nas alturas dá uma fome imensa, as alturas abrem o apetite.
BÁ – Beto e Gínia, o pão está quentinho!
VIRGÍNIA – Vamos, Beto, eu tô com fome.
ALBERTO – Mas ainda é preciso descer o meu balão... (Desce o balão imaginário.) Pronto! Acabo de descer meu balão. Podemos ir, Gínia!
VIRGÍNIA – Vamos, Beto, antes que eu morra de fome!!!
ALBERTO – Espera aí, meu balão, que depois do lanche eu volto!
(ACIOLY, Karen. Os meus balões. Rio de Janeiro: Rocco Jovens Leitores, 2009.)
Glossário
translúcido – opaco, que permite a passagem de luz, sem que se veja o que está por trás.
OBS.: No texto, Alberto é o primeiro nome de Santos Dumont, inventor brasileiro, considerado o Pai da Aviação. JULIO VERNE ou Jules Verne, é o escritor francês, considerado o inventor da ficção científica, que escreveu histórias de aventuras, como “Cinco semanas em um balão”, “Viagem ao centro da Terra e ”A volta ao mundo em 80 dias” .
O traço de personalidade mais marcante do personagem Alberto é ser:
OS MEUS BALÕES
Karen Acioly
Cena I: Abertura
Em sombras projetadas em tecido leve e translúcido ao fundo do palco, pássaros voam no céu. Alberto contempla os voos absolutamente encantado. Está com os braços abertos, sentado num trem de brinquedo, também projetado na cortina, causando a sensação de que tudo está suspenso no ar. Sua irmã, Virgínia, ao lado, o observa. Aos poucos Alberto se levanta, balançando os braços abertos e olhando para cima, como se desejasse tocar no céu. Esse movimento provoca no público a sensação de que Alberto está voando sob os pássaros.
VIRGÍNIA – O meu irmão, o Beto, vive sempre a imaginar.
ALBERTO (Lendo em voz alta, como a interpretar “Cinco semanas num balão”, um dos mais célebres livros de Júlio Verne, do qual Alberto nunca se desgruda.) – “Para mim agora é só balão!... Nem se sente a viagem e toda a natureza vai se desenrolando aos nossos olhos! Que espetáculo! Parece sonho de tão maravilhoso!”
(Alberto solta a corda imaginária que o liga a um balão, também imaginário.)
BÁ (entrando) – Crianças, é hora do lanche.
ALBERTO – É, nas alturas dá uma fome imensa, as alturas abrem o apetite.
BÁ – Beto e Gínia, o pão está quentinho!
VIRGÍNIA – Vamos, Beto, eu tô com fome.
ALBERTO – Mas ainda é preciso descer o meu balão... (Desce o balão imaginário.) Pronto! Acabo de descer meu balão. Podemos ir, Gínia!
VIRGÍNIA – Vamos, Beto, antes que eu morra de fome!!!
ALBERTO – Espera aí, meu balão, que depois do lanche eu volto!
(ACIOLY, Karen. Os meus balões. Rio de Janeiro: Rocco Jovens Leitores, 2009.)
Glossário
translúcido – opaco, que permite a passagem de luz, sem que se veja o que está por trás.
OBS.: No texto, Alberto é o primeiro nome de Santos Dumont, inventor brasileiro, considerado o Pai da Aviação. JULIO VERNE ou Jules Verne, é o escritor francês, considerado o inventor da ficção científica, que escreveu histórias de aventuras, como “Cinco semanas em um balão”, “Viagem ao centro da Terra e ”A volta ao mundo em 80 dias” .
Questão 8384525
AUTORAIS POR 8AF 008 ENU002 2019O sonho de Ícaro
Filho do sábio grego, Dédalo, e de Náucrate, uma escrava do rei Minos, o jovem Ícaro tinha, como o pai, grande talento para imaginar, criar e trabalhar com artes em geral. O grande sonho de Ícaro era voar. O jovem sonhador imaginava-se abraçando o infinito, conquistando alturas, aonde nenhum mortal jamais havia chegado. Em uma tarde de primavera, deitado sobre a relva da montanha, observava um velho pedaço de pano que o vento fazia rodopiar sobre a sua cabeça; de repente, teve uma brilhante ideia:
– Como não pensei nisso antes?! Primeiro, descubro como fazer voar pequenas coisas, depois ficará mais fácil eu mesmo voar.
No caminho para casa, correndo feito um louco, Ícaro foi visto por garotos da vizinhança.
– No mínimo, esse boboca está tentando levantar voo. Só pensa nisso! – disse um deles. Em casa, ele separou todo o material necessário para construir sua invenção. Com madeira fez uma armação e nela prendeu tecido. Depois, amarrou uma linha e correu novamente para a montanha.
Lá do alto, soltou sua invenção que, em poucos segundos, o vento suspendeu no ar. – Deu certo! Deu certo! – gritava todo feliz, segurando a outra ponta da linha.
De longe, os garotos assistiam a tudo, boquiabertos.
Na fala de Ícaro “– Como não pensei nisso antes?!” (2º parágrafo), a palavra em destaque se refere:(BERNARDINO, Adriana. O sonho de Ícaro. São Paulo: FTD, 1997 (Col. Contos da Mitologia). (Fragmento))
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