Questões de EFAF Português - Ortografia
329 Questões
Questão 16 10555065
SENAI 1° Ano - CGE 2137 2017/2O texto abaixo se refere à questão.
Conheça quais as frutas exóticas que turbinam a saúde
Diariamente, nosso corpo pede substâncias extraídas de frutas e legumes, para nos manter com saúde. Frutas ricas em anti-oxidantes, que trazem excelentes resultados para pele, sistema imunológico cérebro, podemos encontrá-los nas mais exóticas.
(...)
Cambuci:
Encontrada principalmente no estado de São Paulo, é pequena, com poupa bem fibrosa e poucas sementes. Como a maioria das frutas ácidas, é rica em vitaminas A e C. Versátil, pode virar sorvete, suco, geleia, doce em calda e também aromatizar bebidas alcoólicas, como licores e cachaças.
(...)
Fonte: adaptado de: Disponível em: http://guiame.com.br/vida-estilo/saude/conheca-quais-frutas-exoticas-que-turbinam-saude.html. Acesso em: 19 jan. 2016.
O texto necessita de correções quanto à ortografia e à pontuação.
Assinale a alternativa que corrige o texto adequadamente, de acordo com as regras-padrão da Língua Portuguesa.
Questão 13 10554988
SENAI 1° Ano - CGE 2137 2017/2O trecho abaixo se refere à questão.
O ____ comum aponta a feijoada como um prato brasileiro criado por escravos____ Esse é um
engano. Na realidade, o prato ____ na Europa e acabou sendo ____ no Brasil.
Fonte: adaptado de: Disponível em: http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/05/13/de-zumbi-heroi-a-origem-da-feijoada-7-mitos-sobre-a-escravidao-no-brasil.htm. Acesso em: 13 maio 2015.
As lacunas acima podem ser preenchidas, de acordo com a norma padrão de ortografia da Língua Portuguesa, pelas seguintes palavras e sinal de pontuação:
Questão 6 10123471
CMSM 1° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2017Leia o texto para responder ao item.
Entrevista: Michael Pollan, o defensor da comida de vó
Por Mariana Weber
01 Michael Pollan criou uma das frases mais usadas hoje por quem se importa com saúde
alimentar: “Comida é aquilo que a sua avó chamaria de comida”. Para o jornalista americano,
especializado em alimentação e que trava uma guerra contra ___ comida industrializada, o mero
ato de cozinhar tem o poder de nos tornar mais saudáveis.
05 Autor de várias obras sobre o assunto, entre elas O Dilema do Onívoro, Pollan falou___
SUPER sobre seu livro Cozinhar — Uma História Natural da Transformação, em que vestiu O
avental de cozinheiro para investigar métodos de cozimento e também a importância de pilotar o
próprio fogão.
SUPER: A comida de muitas avós também tinha muito açúcar, gordura, sal e até
10 processados, como leite condensado. Somos nostálgicos sobre a comida do passado?
Em alguns casos, sim. De modo geral, havia menos produtos processados, mas farinha branca é
bastante usada desde 1870. Elas faziam comidas doces, como bolos, para ocasiões especiais. Já
as corporações ficam felizes de servir sobremesa toda noite. Há comidas muito atrativas, como
batatas fritas, que dão trabalho para fazer. Mas as companhias tornam simples comer isso todo
15 dia. No livro Regras da Comida, eu digo que você pode comer toda a junk food que puder
cozinhar. O ato de cozinhar regula a alimentação.
Como cozinhar nos transformou como espécie?
Sempre foi um mistério como desenvolvemos cérebros tão grandes e um sistema digestivo
menor. A mais interessante e persuasiva teoria diz que foi quando começamos ___ cozinhar.
20 Comida cozida dá mais energia. O fogo começa o processo de digestão, além de remover
toxinas dos alimentos. Ele diminui a necessidade de mastigar, o que nos liberou tempo, é nos
fez mais sociais. Antes, os homens não se sentavam € compartilhavam o alimento. Assim,
tivemos que aprender os rudimentos da civilização, como dividir, esperar.
Se cozinhar nos tornou humanos, como deixar de cozinhar nos afeta?
25 Os países em que se cozinha mais têm menos obesidade. Quanto menos se cozinha, mais fast
food se consome. Em casa, as pessoas deixam de comer juntas. O adolescente come uma pizza
congelada; a mãe, uma salada; o pai, um pedaço de carne pré-preparada;, as crianças comem
enquanto fazem outra atividade, como lição de casa ou TV. À vida familiar tende ___ desunião.
E há mesmo um efeito na civilidade. Nas refeições, as crianças aprendem a arte de viver em
30 sociedade: a dividir, esperar a vez, discutir sem brigar.
Como reverter a tendência mundial de cozinhar menos?
Como jornalistas, contando histórias que estimulem as pessoas a voltar para a cozinha. Aprendo
tanto sobre a natureza ao manusear animais e plantas: aprendo sobre transformações, sobre
química, física, biologia. E também cultura, porque você está trabalhando com tradições. E um
35 dos jeitos mais intelectualmente absorventes de passar o tempo. Por que precisamos de
bactérias? Como transformar açúcar em álcool? Essas transformações são milagres, mas a
maioria não pensa sobre isso.
Ao mesmo tempo em que muita gente já não cozinha tanto nem se senta para comer em
família, um monte de fotos de comida é postada nas redes sociais...
40 Esse contato não é tão íntimo. Não contempla a habilidade de conectar com todos os nossos
sentidos. As pessoas estão muito interessadas em comida e em cozinhar, mas não cozinham. É
uma cultura do espectador, de ver mais do que fazer. A indústria prefere assim, pois pode fazer
por nós.
Fonte: https://super.abril.com.br/comportamento/entrevista-michael-pollan-o-defensor-da-comida-de-vo/. Acesso em 01/09/2017. Adaptado e modificado.
Glossário:
Junk food — comida lixo; besteiras; expressão pejorativa para alimentos com alto teor calórico, com níveis reduzidos de nutrientes.
Fast food — comida rápida; lanches.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas com traço contínuo das linhas 03, 05,19 e 28, na ordem em que aparecem.
Questão 9 422985
IFSul - Rio-Grandense 2017/2Texto
Leia o texto, para responder à questão.
Onde mora sua muiteza?
A infância é um lugar complexo. Para quem já cresceu, foi aquele espaço em que
moramos quando ainda não tínhamos muita memória. Aqueles dias e noites que se sucediam sem
grandes planos em um corpo que mudava diariamente. Muito grande. Muito pequeno. Muito alto.
Muito baixo.
[5] Quando criança, entediada, Alice seguiu um coelho até sua toca e lá se viu em um espaço
totalmente novo. Um espaço onírico que reproduzia suas ansiedades e ensinava-lhe a buscar
dentro de si mesma recursos que lhe permitissem seguir em frente. Tentando fazer sentido do
espaço onde se encontrava, Alice foi protagonista de uma experiência fantástica de descoberta.
Ela descobriu que viver não é fácil, às vezes a vida é um jogo, mas mesmo assim vale a pena.
[10] Anos mais tarde, já adulta, prestes a embarcar em um casamento arranjado, com um
noivo patético, Alice se deixa conduzir novamente a esse espaço que lhe é familiar, mas do qual
não lembra quase nada. É um lugar que fica no jardim, no buraco de uma árvore e, pasmem,
onde mora um coelho de cartola e relógio!
É lá que ela, lembrando aos poucos de que já os conhecia, encontra velhos amigos que
[15] são rápidos em tecer críticas a seu respeito, dizendo, inclusive, que ela é a Alice “errada”. Mas é
a crítica do Chapeleiro Maluco que a atinge em cheio: você não é a mesma de antes, você era
muito mais “muita”, você perdeu sua muiteza. Lá dentro. Falta alguma coisa. De todas as coisas
que Alice esqueceu de compreender desse lugar, talvez essa seja a que faça mais sentido. Talvez
isso explique tudo. Talvez tenha sido isso que ela fora até lá buscar.
[20] A criança que fomos ocupa um espaço dentro de nós, nesse acúmulo de experiências que
é a vida. É nesse espaço que guardamos os joelhos ralados, as descobertas, os medos, a alegria
e a força que nos impulsiona para a frente. Há espaços mais sombrios, outros mais claros. Muitos
de nós já esqueceram o caminho para esse lugar. Estamos ocupados demais com as coisas
grandes para tentar encontrar uma toca de coelho que nos leve para dentro da terra. Então
[25] vivemos assim, sempre muito ocupados, sempre muito atrasados, com coisas sérias e
importantes a fazer. E vagamos. Vagamos pelo mundo com alguma coisa faltando. Lá dentro.
É na infância que mora a nossa muiteza. E é para lá que devemos voltar para encontrá-la,
sempre que essa pantomima a qual chamamos de vida adulta nos puxa e empurra forte demais.
LHULLIER, Luciana. Onde mora sua muiteza? In: No coração da floresta (blog). 08 out. 2013 (adaptado). Original disponível em: . Acesso: 05 ago. 2016.
Vocabulário:
Onírico: de sonho e/ou relativo a sonho.
Pantomima: representação teatral baseada na mímica (ou seja, em gestos corporais); por extensão, situação falsa, representação, ilusão, fraude.Patético: que provoca sentimento de piedade ou tristeza; indivíduo digno da piedade alheia.
Observe esta frase retirada do texto.
“É nesse espaço que guardamos os joelhos ralados, as descobertas, os medos, a alegria e a força que nos impulsiona para a frente.” (linhas 21 e 22)
Se a frase for reescrita, substituindo-se o trecho destacado por “É esse o espaço reservado...”, fazendo as devidas adaptações, em qual das alternativas NÃO há nenhuma incorreção quanto ao emprego da crase?
Questão 8 416014
IFAL 2017TEXTO

(Foto produzida diretamente do produto)
Para efeito de marketing, a empresa que vende o produto que se apresenta nesse rótulo infringe, propositadamente, a ortografia do português padrão.
Em que palavra isso ocorre?
Questão 12 399067
IFSulDeMinas 2017O novo Acordo Ortográfico fez algumas alterações quanto ao uso do hífen. Analise a tirinha abaixo e assinale a alternativa INCORRETA quanto ao uso da regra mencionada na fala do personagem.

Disponível em: http://secjr.blogspot.com.br/2012/01/o-que-voce-precisa-saber-sobre-nova.html. Acesso em 25 ago. 2016
06
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