Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 8 10116051
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2020Texto
Brasileira ganha bolsa para estudar em Harvard.
Uma gonçalense de 18 anos é a única estudante brasileira aprovada para estudar na Universidade de Harvard, nos EUA, este ano. E com bolsa integral.
Uma gonçalense de 18 anos é a única estudante brasileira aprovada para estudar na Universidade de Harvard, no EUA, este ano. E com bolsa integral. A façanha de Flávia Medina da Cunha é considerada tão especial que será tema de palestra de orientadores educacionais, nesta quarta-feira de manhã (19 de agosto de 2009), no auditório do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Na mesma época dos exigentes exames para Harvard, ela passou nos vestibulares da UFRJ, UFF e UERJ e na prova de admissão da Academia da Força Aérea (AFÃ). "Estudei tantas horas que perdi a conta de quantas", confessa Flávia, que vai cursar Engenharia Química. Ela já havia começado o curso na UFRJ.
Fã da obra de Machado de Assis, ela precisou se debruçar sobre livros especializados na cultura norte-americana. Flávia obteve ainda 90% de bolsa na Universidade da Pensilvânia. "Fiquei na lista de esperada Yale University, Duke University, Rice University e Tufts", enumerou Flávia, cujos dois irmãos estudam na Escola Naval. Os pais, que são professores, estão orgulhosos, mas não escondem a preocupação. "O coração está apertado, mas ela é perseverante e carismática", conta a mãe, Gilza da Cunha, 57 anos. Em Harvard, a estudante terá alojamento, refeição e receberá US$ 3mil (R$ 5,3 mil) por mês, além da oportunidade de emprego no campus. Flávia embarca hoje à noite no voo 860 da United Airlines. Na bagagem, a bandeira do Brasil e a medalha de Santo António. No coração, a saudade de casa. "Não vou chorar", avisa Flávia. "Muita gente sonha em ir à Disney e realiza o sonho. Por que não sonhar em aprimorar os conhecimentos no exterior?", lança o desafio o gerente de pesquisas do escritório da Harvard no Brasil, Tomás Amorim. (...)
(Adaptado de https://www.mundovestibular.com.br/vestibular /noticias/brasileira-ganha-bolsa-para-estudar-em-harvard/ Acessado em: 02/09/2020)
A fim de compor estruturas mais complexas e dependentes, o autor do texto utiliza-se do período - "Estudei tantas horas que perdi a conta de quantas."- cuja oração em destaque é classificada sintaticamente como uma
Questão 6 10116038
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2020Quando pensamos em EXPERIÊNCIAS ESTUDANTIS NO EXTERIOR, automaticamente relacionamos o tema aos melhores aspectos positivos possíveis, como a vivência na língua, na cultura, na culinária, entre outros. Contudo, há outros aspectos relevantes - positivos e negativos - que esta prova deseja também abordar. Somos seres humanos em construção e interligados pela intensa globalização do século XXI. Assim, a escolha desse tema se dá pelo desejo de acrescentar reflexões importantes ao cotidiano de nossos jovens estudantes.
Texto
Busca por graduação no exterior cresce 38% entre estudantes brasileiros.
Um terço dos alunos que foram estudar fora são de São Paulo; entre os países mais procurados estão Portugal e Canadá.
Mais de 50.000 brasileiros começaram uma graduação internacional apenas em 2018, 37,7% a mais do que em 2017, segundo dados da pesquisa Selo Belta 2019, da Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta), divulgada neste domingo. Ainda segundo o levantamento, 36,6% dos universitários que foram para o exterior são de São Paulo, cerca de um em cada três estudantes. Os levantamentos quantitativos da Belta, integrando 75% do mercado nacional, se dividem em duas partes: a primeira com agências e a outra com estudantes. (...)
Acessíveis à classe média
Carla Gama, diretora-geral da Experimento Intercâmbio Cultural, ressalta que à medida em que a competição por empregos no Brasil se torna mais acirrada, cresce o interesse em especializações internacionais, afirmando que "os cursos estão mais acessíveis à classe média."
"Muitas pesquisas indicam que até 2030 uma parcela relevante das profissões que conhecemos deixará de existir e, de outro lado, o mercado vem migrando suas exigências, deixando de lado apenas diplomas, para exigir habilidades", corrobora Abdul Nasser, professor da FGV In company e do Ibmec no Rio. "As famílias perceberam que investir em educação no exterior amplia os horizontes e possibilita a formação de um networking globalizado."
(...)
Pré-requisitos
Ser estudante da América Latina, ter ótimas notas no colégio e na prova de proficiência em inglês, praticar esportes, fazer trabalho voluntário, ter determinada condição socioeconômica, tudo pode contar na hora de pedir bolsa a uma instituição de ensino superior nos Estados Unidos. "Acho bem democrático o processo de bolsa nos Estados Unidos. Diferentes aspectos vão agregando para o aluno obter bolsa", explica Maura. (...)
Mesmo idioma
Uma via alternativa e sem a barreira da linguagem, Portugal também ganhou a atenção dos estudantes brasileiros. Do ano letivo 2017/18 para o 2018/19, a alta na venda de cursos para o país foi de 32%, segundo a Direção Geral de Estatísticas da Educação e da Ciência, que não dispõe do total só em cursos de graduação. (...)
Entre os principais pontos de atração do país estão o idioma, a cultura, a aceitação das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para o ingresso de algumas universidades e os bons preços das anuidades, como destaca Tomás Furtado de Souza, de 20 anos, aluno de Gastronomia no Politécnico de Coimbra desde 2019. (...)
(Fonte: https://veia.abril.com.br/brasil/busca-Dor-araduacao -no-exterior-cresce-377-entre-estudantes-brasileiros/ Acessado em: 02/09/2020)
No trecho a seguir, extraído do texto, a especialista ressalta
"(...) que à medida em que a competição por empregos no Brasil se torna mais acirrada, cresce o interesse em especializações internacionais, afirmando que "os cursos estão mais acessíveis à classe média."
Apesar da incorreção em relação à norma-culta ao utilizar a locução conjuntiva "à medida em que", característica da fala informal, o efeito de sentido decorrente de sua utilização é o de:
Questão 4 10108351
CMSM 1° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2020Observe a charge a seguir para responder o item.

Fonte: https://socialcomics. com.br/covid19
No trecho "Vamos, pessoal!" você observou o emprego da vírgula.
Assinale a alternativa em que há um caso do emprego da vírgula pelo mesmo motivo.
Questão 3 10108348
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2020Texto
Brasileira ganha bolsa para estudar em Harvard.
Uma gonçalense de 18 anos é a única estudante brasileira aprovada para estudar na Universidade de Harvard, nos EUA, este ano. E com bolsa integral.
Uma gonçalense de 18 anos é a única estudante brasileira aprovada para estudar na Universidade de Harvard, no EUA, este ano. E com bolsa integral. A façanha de Flávia Medina da Cunha é considerada tão especial que será tema de palestra de orientadores educacionais, nesta quarta-feira de manhã (19 de agosto de 2009), no auditório do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Na mesma época dos exigentes exames para Harvard, ela passou nos vestibulares da UFRJ, UFF e UERJ e na prova de admissão da Academia da Força Aérea (AFÃ). "Estudei tantas horas que perdi a conta de quantas", confessa Flávia, que vai cursar Engenharia Química. Ela já havia começado o curso na UFRJ.
Fã da obra de Machado de Assis, ela precisou se debruçar sobre livros especializados na cultura norte-americana. Flávia obteve ainda 90% de bolsa na Universidade da Pensilvânia. "Fiquei na lista de esperada Yale University, Duke University, Rice University e Tufts", enumerou Flávia, cujos dois irmãos estudam na Escola Naval. Os pais, que são professores, estão orgulhosos, mas não escondem a preocupação. "O coração está apertado, mas ela é perseverante e carismática", conta a mãe, Gilza da Cunha, 57 anos. Em Harvard, a estudante terá alojamento, refeição e receberá US$ 3mil (R$ 5,3 mil) por mês, além da oportunidade de emprego no campus. Flávia embarca hoje à noite no voo 860 da United Airlines. Na bagagem, a bandeira do Brasil e a medalha de Santo António. No coração, a saudade de casa. "Não vou chorar", avisa Flávia. "Muita gente sonha em ir à Disney e realiza o sonho. Por que não sonhar em aprimorar os conhecimentos no exterior?", lança o desafio o gerente de pesquisas do escritório da Harvard no Brasil, Tomás Amorim. (...)
(Adaptado de https://www.mundovestibular.com.br/vestibular /noticias/brasileira-ganha-bolsa-para-estudar-em-harvard/ Acessado em: 02/09/2020)
O texto reporta a façanha da aluna Flávia Medina da Cunha em ter múltiplas aprovações em vestibulares por meio de sua intensa aplicação aos estudos.
Pode-se afirmar que, além deste objetivo, outro importante propósito comunicativo desse texto apresentado pelo 2° parágrafo é o de
Questão 13 9547322
IFSul - Rio-Grandense Verão 2020Leia o texto a seguir para responder à questão.
Só o ensino superior salva
Sou do tipo que chora. Batizado, casamento*, mas principalmente formatura. Como é bonita a
chance e o cumprimento do estudo. Pra todo mundo, universal mesmo. Imagina a oportunidade a
quem só poderia se formar em escola pública. De arrepiar. Por isso comemoro aqui o diploma de
mais 423 alunos da URCA, a Universidade Regional do Cariri, conforme leio no site “Miséria”, o
[5] jornal da minha aldeia universalíssima. A festa foi nesta quinta (08/08) e haja orgulho na gente
de pequenas cidades e da roça nos arredores da Chapada do Araripe. São 12,5 mil alunos nesta
escola mantida pelo governo cearense.
Sou do tipo que chora com o ensino público e gratuito e a chance para quem vem lá do
mato. Na formatura da URCA, haja primos, pense num povo metido, né, ave palavra, que orgulho
[10] enquadrado na parede. Pense numa “balbúrdia”, esse povo “lá de nós”, como na bendita
linguagem caririense, formada em Artes Visuais, Biologia, Ciências Econômicas, Ciências Sociais,
Direito, Enfermagem, Educação Física, Engenharia de Produção, Física, Geografia, História,
Letras, Matemática, Pedagogia, Teatro e Tecnologia da Construção Civil. Pense!
E mais orgulhosamente ainda vos digo: a URCA, segundo o Instituto Nacional de Estudos e
[15] Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), viva o gênio Anísio Teixeira, tem a menor taxa de
evasão universitária do Brasil, apenas 4,47%. Como a turma dá valor ao candeeiro iluminista
sertões adentro. Choro um Orós inteiro e ainda derramo minhas lágrimas no Jaguaribe, rio que
constava nos meus livros didáticos como o “rio mais seco do mundo”. Desculpa aí, hoje só venho
com as grandezas.
[20] Hoje, se eu pudesse, faria você também refletir com um discurso na linha do David Foster
Wallace (1962-2008). Aquela sua fala como paraninfo de uma turma de formandos americanos
do Kenyon College, em 2005, Gambier, Ohio. Ele escreveu uma singularíssima fábula sobre —
repare só! — dois peixinhos e a água. Recomendo a leitura. O texto está no livro Ficando longe
do fato de já estar meio que longe de tudo (Companhia das Letras).
[25] De Ohio ao Cariri. Além da URCA, em 2013 conquistamos (nada é de graça) a UFCA, a
brava Universidade Federal do Cariri. Era um facho, uma fogueira, era um candeeiro, era uma
lamparina, era uma luminária a gás butano, fez-se a luz, pardon matriz iluminista, perdão Paris,
mas o mundo e o futuro será de um certo Cariri que peleja, aprende a preservar e estuda, somos
a própria ideia viva de Patrimônio Universal da Humanidade, só falta o referendo da Unesco —
[30] escuto os mestres do Reizado ao fundo, que batuque afro-indígena-futurista.
[...]
Só deixo o meu Cariri, no último pau-de-arara. Qual o quê, corri léguas rodoviárias, rumo
ao Recife, a bordo da viação Princesa do Agreste, ainda no comecinho dos anos 1980. Espírito
beatnik, por desejo e necessidade, deixei Juazeiro — onde morava —, o Crato de nascença, a
[35] Santana (Sítio das Cobras) afetiva de infância e a Nova Olinda das primeiras letras. Seria o
primeiro representante do clã (risos rurais amarcodianos) dos Sá-Menezes-Freire-Novais, família
meio pernambucana meio cearense, a chegar ao ensino superior. Um Xicobrás, diria, 100%
escolha pública, do primário ao campus da UFPE. Hoje tenho uma penca de primos a cada nova
formatura, sem precisar sequer sair dos arredores de casa.
[40] E pensar que não havia a ideia de universidade no meu terreiro. Nada disso do que hoje
comemoro com os formandos da URCA e UFCA. [...].
Só nos resta defender [...]. Sem sequer o direito ao VAR (olho no lance) da história.
jmmmmmmmmmmmkk kkll l çnçççlllçlxsp. Eita, desculpa, caro leitor, pela incompreensão da
escrita, é que minha filha Irene invadiu esta crônica — tentando ver a Pepa Pig — e dedilhou
[45] involuntariamente estas mal-traçadas linhas. [...]
Texto adaptado de Xico Sá, publicado em 10 ago. 2019. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/10/opinion/1565450440_001442.html. Acesso em: 14 ago. 2019
* Os termos sublinhados neste texto representam hyperlinks no texto original publicado no sítio eletrônico do jornal El País. Conforme o dicionário Michaelis, hyperlink é, “no contexto da hipermídia e do hipertexto, endereço que aparece em destaque (geralmente sublinhado ou apresentado em uma cor diferente)”.
No trecho “Por isso comemoro aqui o diploma de mais 423 alunos da URCA, a Universidade Regional do Cariri…”, verifica-se que alunos assistidos pelo ensino público têm obtido êxito nos seus estudos. Suponha que o número de alunos diplomados por essa escola até o ano de 2021 seja o valor do lado de um quadro (multiplicado por mil), cujos valores do lado, da diagonal e da área estão em progressão aritmética nessa ordem.
Qual é o número aproximado de alunos?
Questão 12 9547312
IFSul - Rio-Grandense Verão 2020Leia o texto a seguir para responder à questão.
Só o ensino superior salva
Sou do tipo que chora. Batizado, casamento*, mas principalmente formatura. Como é bonita a
chance e o cumprimento do estudo. Pra todo mundo, universal mesmo. Imagina a oportunidade a
quem só poderia se formar em escola pública. De arrepiar. Por isso comemoro aqui o diploma de
mais 423 alunos da URCA, a Universidade Regional do Cariri, conforme leio no site “Miséria”, o
[5] jornal da minha aldeia universalíssima. A festa foi nesta quinta (08/08) e haja orgulho na gente
de pequenas cidades e da roça nos arredores da Chapada do Araripe. São 12,5 mil alunos nesta
escola mantida pelo governo cearense.
Sou do tipo que chora com o ensino público e gratuito e a chance para quem vem lá do
mato. Na formatura da URCA, haja primos, pense num povo metido, né, ave palavra, que orgulho
[10] enquadrado na parede. Pense numa “balbúrdia”, esse povo “lá de nós”, como na bendita
linguagem caririense, formada em Artes Visuais, Biologia, Ciências Econômicas, Ciências Sociais,
Direito, Enfermagem, Educação Física, Engenharia de Produção, Física, Geografia, História,
Letras, Matemática, Pedagogia, Teatro e Tecnologia da Construção Civil. Pense!
E mais orgulhosamente ainda vos digo: a URCA, segundo o Instituto Nacional de Estudos e
[15] Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), viva o gênio Anísio Teixeira, tem a menor taxa de
evasão universitária do Brasil, apenas 4,47%. Como a turma dá valor ao candeeiro iluminista
sertões adentro. Choro um Orós inteiro e ainda derramo minhas lágrimas no Jaguaribe, rio que
constava nos meus livros didáticos como o “rio mais seco do mundo”. Desculpa aí, hoje só venho
com as grandezas.
[20] Hoje, se eu pudesse, faria você também refletir com um discurso na linha do David Foster
Wallace (1962-2008). Aquela sua fala como paraninfo de uma turma de formandos americanos
do Kenyon College, em 2005, Gambier, Ohio. Ele escreveu uma singularíssima fábula sobre —
repare só! — dois peixinhos e a água. Recomendo a leitura. O texto está no livro Ficando longe
do fato de já estar meio que longe de tudo (Companhia das Letras).
[25] De Ohio ao Cariri. Além da URCA, em 2013 conquistamos (nada é de graça) a UFCA, a
brava Universidade Federal do Cariri. Era um facho, uma fogueira, era um candeeiro, era uma
lamparina, era uma luminária a gás butano, fez-se a luz, pardon matriz iluminista, perdão Paris,
mas o mundo e o futuro será de um certo Cariri que peleja, aprende a preservar e estuda, somos
a própria ideia viva de Patrimônio Universal da Humanidade, só falta o referendo da Unesco —
[30] escuto os mestres do Reizado ao fundo, que batuque afro-indígena-futurista.
[...]
Só deixo o meu Cariri, no último pau-de-arara. Qual o quê, corri léguas rodoviárias, rumo
ao Recife, a bordo da viação Princesa do Agreste, ainda no comecinho dos anos 1980. Espírito
beatnik, por desejo e necessidade, deixei Juazeiro — onde morava —, o Crato de nascença, a
[35] Santana (Sítio das Cobras) afetiva de infância e a Nova Olinda das primeiras letras. Seria o
primeiro representante do clã (risos rurais amarcodianos) dos Sá-Menezes-Freire-Novais, família
meio pernambucana meio cearense, a chegar ao ensino superior. Um Xicobrás, diria, 100%
escolha pública, do primário ao campus da UFPE. Hoje tenho uma penca de primos a cada nova
formatura, sem precisar sequer sair dos arredores de casa.
[40] E pensar que não havia a ideia de universidade no meu terreiro. Nada disso do que hoje
comemoro com os formandos da URCA e UFCA. [...].
Só nos resta defender [...]. Sem sequer o direito ao VAR (olho no lance) da história.
jmmmmmmmmmmmkk kkll l çnçççlllçlxsp. Eita, desculpa, caro leitor, pela incompreensão da
escrita, é que minha filha Irene invadiu esta crônica — tentando ver a Pepa Pig — e dedilhou
[45] involuntariamente estas mal-traçadas linhas. [...]
Texto adaptado de Xico Sá, publicado em 10 ago. 2019. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/10/opinion/1565450440_001442.html. Acesso em: 14 ago. 2019
* Os termos sublinhados neste texto representam hyperlinks no texto original publicado no sítio eletrônico do jornal El País. Conforme o dicionário Michaelis, hyperlink é, “no contexto da hipermídia e do hipertexto, endereço que aparece em destaque (geralmente sublinhado ou apresentado em uma cor diferente)”.
No parágrafo “E pensar que não havia a ideia de universidade no meu terreiro. Nada disso do que hoje comemoro com os formandos da URCA e UFCA.”, percebe-se a importância que tem na vida das pessoas a possibilidade de uma formação gratuita e de qualidade.
Considerando que o determinante da matriz
revela o número de estudantes (em milhões) que se formarão no ano de 2020 em universidades e institutos federais, esse número corresponde a,
06
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