Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 3 10413056
CPM 2020Leia o texto Da inutilidade da infância, de Rubem Alves, para responder à questão.
“O pai orgulhoso e sólido olha para o filho saudável e imagina o futuro.
‘Que é que você vai ser quando crescer?’ Pergunta inevitável, necessária, previdente, que ninguém questiona.
‘Ah! Quando eu crescer, acho que vou ser médico!’
A profissão não importa muito, desde que ela pertença ao rol dos rótulos respeitáveis que um pai gostaria de ver colados ao nome do seu filho (e ao seu, obviamente)... Engenheiro, diplomata, advogado, cientista...
Imagino um outro pai, diferente, que não pode fazer perguntas sobre o futuro. Pai para quem o filho não é uma entidade que ‘vai ser quando crescer’, mas que simplesmente é, por enquanto... É que ele sofre de leucemia e, por isto mesmo, não vai ser nem médico, nem mecânico e
nem ascensorista. Que é que seu pai lhe diz? Penso que o pai, esquecido de todos ‘os futuros possíveis e gloriosos’ e dolorosamente consciente da presença física, corporal da criança, se aproxima dela com toda a ternura e lhe diz: ‘Se tudo correr bem, iremos ao jardim zoológico no próximo domingo...’
É, são duas maneiras de se pensar a vida de uma criança.
São duas maneiras de se pensar aquilo que fazemos com uma criança.’’
Disponível em: https://institutorubemalves.org.br/wp- content/uploads/2018/08/1982.12.05.pdf. Acesso em: 25 ago. 2019.
Rubem Alves é um autor brasileiro de grande importância e muito sensível.
A interpretação correta que se pode atribuir ao seu texto Da inutilidade da infância é que, segundo o autor,
Questão 15 10308662
ONC NÍVEL A: 8º ANO (ANULADA) 2020/1Em 1883, o editorial da revista Science, uma das revistas científicas de maior prestígio no mundo, afirmava: “Os brasileiros têm, com poucas exceções honoráveis, ficado satisfeitos em receber o conhecimento sobre ciências naturais do seu país em segunda mão e, raramente, empreendem esforços, por conta própria, para complementar e corrigir o trabalho de naturalistas estrangeiros, os quais são necessariamente incompletos e errôneos”
Tradução do original em inglês “The present state of science in Brazil” ou “O estado atual da ciência no Brasil”, Science, 1883.
A visão compartilhada na revista Science reforça uma percepção sobre o desenvolvimento da ciência no Brasil, que perdurou até recentemente, e que pode ser entendida como:
Questão 1 10246865
OBR 1° Ano - Nível 5 Fase 1 2020Amazon amplia serviço de entrega com robôs nos EUA
Em um futuro não muito distante, poderemos receber nossas encomendas da Amazon por meio de robôs, pelo menos esse é o plano da multinacional americana. O serviço de entrega de encomendas com robôs está em expansão nos Estados Unidos para avaliar se a modalidade pode ou não ter futuro.
Lançado em janeiro de 2019, o projeto Amazon Scout começou os testes no condado de Snohomish, no norte de Seattle. Ainda em agosto do ano passado, os testes foram ampliados para a cidade de Irvine, na Califórnia. Agora é a vez da Amazon ampliar as entregas autônomas para outras localidades: Atlanta, na Geórgia, e Franklin, no Tennessee.
O serviço funciona com um robô de 6 rodas capaz de levar pequenas encomendas, como livros, por exemplo, a determinados locais previamente selecionados. O robô é capaz de mapear as ruas e usar serviços de geolocalização para chegar aos clientes.
O chefe do projeto Amazon Scout, Sean Scott, disse que a pandemia de Covid-19 não interrompeu os serviços e ajudou a empresa a cumprir os prazos de entrega das encomendas.
"O Amazon Scout continuou a operar durante a pandemia e nos ajudou a atender à demanda crescente dos clientes, complementando nossa rede de transporte (...) A adição de Atlanta às nossas operações dá aos dispositivos Scout a oportunidade de operar em bairros variados com climas diferentes dos que operam atualmente, disse Scott.
Além do projeto Amazon Scout, a empresa também trabalha em um carrinho de compras que possui sensores que identificam os itens que são colados nele. Depois de realizar as compras, basta passar em um caixa especial que realiza a cobrança automaticamente na sua conta Amazon sem a necessidade de retirar os produtos para registro.
(Texto extraído de https://olhardigital.com.br/noticia/amazon-amplia-servico-de-entrega-com-robos-nos-eua/103839)
Considerando o texto apresentado: “Amazon amplia serviço de entrega com robôs nos EUA”, assinale a(s) afirmativa(s) correta(s):
Questão 10 10184117
CMM 1° Ano - Prova de Português 2020TEXTO I
Jogo Eletrônico: amigo ou vilão?
- Meu filho, há quanto tempo você está na frente desse joguinho? Vamos desligar, rápido! E não joga mais até o fim de semana, escutou??
Quem de vocês nunca ouviu essas palavras da mamãe ou do papai? Os jogos eletrônicos são uma febre nos dias de hoje, quase todas as crianças tiveram ou têm acesso a jogos de videogame ou de computador. E, cá entre nós, quase todas gostam muito, não é mesmo?
Os pais é que costumam ficar muito apreensivos com esse tipo de diversão de seus pequenos, porque acham que jogar videogame não ensina nada de bom a seus filhos. Mas você sabia que especialistas enxergam muitos pontos positivos na cultura digital?
O professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, na área de Tecnologias na Educação, Gilberto Lacerda, diz que não dá para negar que os jogos eletrônicos fazem parte da cultura do jovem hoje em dia, lembrando que cada vez crianças mais novas, de 4, 5 anos, já se dão muito bem nos joguinhos, deixando muitos adultos no chinelo.
Longe de ser contrário a essa cultura, Gilberto Lacerda diz que os jogos eletrônicos contribuem para que os jovens desenvolvam várias habilidades, como raciocínio lógico e resolução rápida de problemas.
Quando os jogos são online, Lacerda diz que os jovens vivenciam um momento da capacidade de comunicação. Henry Jenkins, especialista em jogos de aprendizado, diz que os jogos eletrônicos encorajam as crianças a adquirirem riscos intelectuais sem grandes medos de fracasso.
“Unir o lúdico e o educativo é o grande desafio dos jogos eletrônicos”, destaca o professor Gilberto Lacerda.
Até aí tudo bem. O problema, diz o professor Gilberto, é quando os jogos de computador se tornam a única forma de lazer da criança. Aí, cabe aos pais – ou quem estiver cuidando da criança – estabelecer limites para os jogos eletrônicos. [...]
Mas ainda existem correntes educacionais que não valorizam tanto a associação entre crianças e jogos eletrônicos ou computadores, principalmente nos sete primeiros anos de vida. As escolas que seguem a pedagogia Waldorf têm como proposta pedagógica o foco no desenvolvimento humano e nas atividades manuais, como o preparo do lanche de cada dia. Ela, ainda, considera fundamental a alternância sadia e equilibrada entre atividade intelectual e prática.
O professor Valdemar W. Setzer, da Universidade de São Paulo, é adepto da pedagogia Waldorf. Para ele, crianças deveriam ficar longe dos computadores porque o aparelho forçaria um pensamento matemático próprio dos adultos, o que seria prejudicial a essa fase da vida dos pequenos.
Observe-se uma criança usando um computador: ela está numa atitude infantil ou adulta?, questiona o professor, que decreta: “deixem as crianças serem infantis, não lhes deem acesso a TV, jogos eletrônicos e computador!”. Ele também diz que o ser humano deve pensar antes de fazer algo, avaliando as consequências de seus atos.
E se os joguinhos forem violentos, aí as críticas são maiores. Eles podem trazer aumento de comportamento agressivo, baixa autoestima, vício e introversão.
Fonte: http://www.plenarinho.gov.br/noticias/reportagem-especial/jogo-eletronico-amigo-ou-vilao. Adaptado.
TEXTO II
Como os videogames podem ser aliados da educação
Eles são constantemente associados a efeitos negativos, como vício, sedentarismo e isolamento. Mas será que merecem mesmo a fama de vilão? Alguns educadores provam que, quando bem utilizados, os videogames são um eficiente recurso pedagógico, guiando um aprendizado mais interessante e significativo.
Assim como os jogos tradicionais, os games ensinam regras, exercitam a tomada de decisão e ampliam a visão espaço-temporal e psicomotoras. A diferença que cativa é a alta tecnologia na produção de ação, sons, cores e imagens.
“Os jogos eletrônicos têm um nível de interatividade, de imersão e de operatividade que seduz os jogadores das diferentes faixas etárias. Eles garantem protagonismo e oportunidade para que o usuário seja autor do processo”, define Lynn Alves, doutora em Educação e Comunicação e coordenadora do núcleo Comunidades Virtuais, da Universidade do Estado da Bahia. [...]
Fonte: http://fundacaotelefonicavivo.org.br/educacao-do-seculo-xxi/como-os-videogames-podem-ser-aliados-da- educacao/. Adaptado.
No trecho “Alguns educadores provam que, quando bem utilizados, os videogames são um eficiente recurso pedagógico, guiando um aprendizado mais interessante e significativo.” (1º Parágrafo), há:
Questão 9 10173820
CMC 1° Ano Prova de Portugues 2020TEXTO

Disponível em: htips://www.goosle.com/armandinho+tirinha/ Acesso em 23 set.2020.
O efeito de humor foi um recurso utilizado pelo autor da tirinha no texto, para mostrar que o Armandinho:
Questão 7 10173648
CMC 1° Ano Prova de Portugues 2020TEXTO I
Os riscos da infância na rede
Livro discute o uso da tecnologia pelas crianças e alerta para os perigos da dependência virtual
Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a
média mundial na internet, o que as tornam perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e
tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em
restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste
cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de
funcionar? Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.
Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos
dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade
destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar,
se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora
se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro,
“A tecnologia está super disponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito
novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível
retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na
infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today
and Tomorrow — Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks,
valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países
desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.
Disponível em: http:/istoe.com.br/os-riscos-da-infancia-na-rede Acesso em 23 set.2020.
TEXTO II
Perfis de redes sociais são retratos ideais de nós mesmos
Desde as priscas eras do Orkut, em minhas perambulações pelas redes sociais, noto o fenômeno. Entro no
perfil de uma moça e começo a olhar suas fotos: encontro-a ali ainda criança, vestida de odalisca, num Camaval
do século 20; a vejo com seu cachorro, numa praia, recentemente; com uma turma na piscina de um sítio, no
final da adolescência; numa 3x4 com o namorado, espremida na mesma cabine, talvez numa viagem à Europa.
Então, sem que eu me dê conta, um retrato puxa o meu olhar. Minha reação imediata, naquele interregno
mental em que as pupilas já captaram a imagem, mas o cérebro ainda não teve tempo de processá-la, é de
surpresa: como ela saiu bem nessa foto! Só um segundo depois percebo o engano: quem saiu bem não foi a
garota do perfil, mas a Penélope Cruz, Marilyn Monroe, Sarah Jessica Parker ou outra atriz famosa, cuja
imagem foi contrabandeada para aquele álbum por conta de alguma semelhança com sua dona. Olho as outras
fotos. Comparo. E da distância — às vezes menor, às vezes maior — entre a estrela de cinema e a mulher do
Facebook, surgem sentimentos contraditórios.
De início, topar com a destoante atriz me dava certa pena: afinal, por mais bonita que fosse a moça, nunca
alcançava a musa. “Será que ela acredita mesmo ser parecida com a Sharon Stone?”, eu pensava com uma
pitada de vergonha alheia, como se estivesse diante de uma pessoa incapaz de lidar com a realidade, uma
pessoa com delírios de grandeza, com delírios de beleza.
Aos poucos, contudo, fui chegando à constatação óbvia de que todo perfil de rede social é um retrato
ideal de nós mesmos. Se ponho um link para um filme de Woody Allen, se cito uma frase de Nietzsche; mesmo
quando posto uma foto de um churrasco, não estou eu, também, editando-me? Tentando pegar esse aglomerado
de defeitos, qualidades, ansiedades, desejos e frustrações e emoldurá-lo de modo a valorizar o quadro —
engraçado, profundo, hedonista?
Pensando bem, nem precisamos ir até o exagero das redes sociais — essa versão caricaturada de nós
mesmos. Toda vez que nos vestimos, que abrimos a boca para emitir uma opinião, toda vez que empurramos o
mundo pra baixo e o corpo pra frente, dando um passo, de peito aberto, ombros curvados, de nariz empinado ou
de olhos pro chão, estamos travando esta negociação entre o real e o ideal. Estamos enviando aos outros e a nós
mesmos a soma de nossos fardos e de nossas aspirações.
Há pobres que se vestem de ricos e ricos que se vestem de pobres, magrelos que andam de braços
arqueados, como se fossem musculosos, feiosos que entram em um restaurante crentes que são o George
Clooney e possíveis galãs e divas que, ignorantes ou culpados por suas belezas, caminham por aí mais
parecidos com Tims Burtons e Zezé de Macedos. No fim, acabamos sendo um meio-termo entre o ator e o
roteiro que tentamos escrever.
Hoje, portanto, admiro as moças que colocam fotos de belas atrizes entre as suas. Vejo ali um pouco de
ousadia, um pouco de esperança, e, acima de tudo, algo oposto ao que eu via antes: não um delírio, a tentativa
de fugir de si próprias, mas a capacidade de aceitarem-se na harmoniosa mistura entre o que são e o que
gostariam de ser.
Antônio Prata
Disponível em: littp:/wwwl folha .vol.com.br/ Acesso em 23 set.2020.
TEXTO III
Selfies
Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já seria
Tuim. Mas servem também para tirar fotografias, e com isso somos invadidos no Facebook com imagens de
gatos subindo na cortina, focinhos de cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo, brownie e feijoada.
Se depender do que vejo com meus filhos — dez e 12 anos -, o tempo dos “selfies” está de todo modo
chegando ao fim. Eles já começam a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmo em qualquer ocasião.
Torna-se até um motivo de preconceito para com os colegas.
“Fulaninha? Tira fotos na frente do espelho.” Hábito que pode ser compreensível, contudo. Imagino
alguém dedicado a melhorar sua forma física, registrando seus progressos semanais. Ou apenas entregue, no
início da adolescência, à descoberta de si mesmo.
A bobeira se revela em outras situações: é o caso de quem tira um “selfie” tendo ao fundo a torre Eiffel,
ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou Cauã Reymond.
Seria apenas o registro de algo importante que nos acontece — e tudo bem. O problema fica mais
complicado se pensarmos no caso das fotos de comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma espécie de
degradação da experiência. Ou seja, é como se aquilo que vivemos de fato — uma estadia em Paris, o jantar num
restaurante — não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.
Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na viagem, em vez de simplesmente viajar, posso — estar
fugindo das minhas próprias sensações. Desdobro o meu “self” (cabe bem a palavra) em duas entidades
distintas: aquela pessoa que está em Paris, e aquela que tira a foto de quem está em Paris.
Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo não precisa viajar para lugar nenhum. À complicação não
surge do sujeito, surge do objeto. O que me incomoda é a torre Eiffel; o que fazer com ela? O que fazer de
minha relação com a torre Eiffel?
Poderia unir-me à paisagem, sentir como respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e nuvem, deixar
que meu olhar atravesse o seu duro rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir entre as quatro vigas
curvas daquela catedral sem clero e sem paredes.
Perco tempo no centro imóvel desse mecanismo, que é como o ponteiro único de um relógio que tem seu
mostrador na circunferência do horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem, há ruídos e crianças.
Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no visor
do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo uma careta idiota; dou de costas para o monumento, mas estou
na verdade dando as costas para a vida.[...]
Talvez as coisas não sejam tão desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos, depois de uma guerra
atômica e de uma catástrofe climática que destruam o mundo civilizado, um pesquisador recupere os “selfies” e
as fotos de batata frita.
“Como as pessoas eram felizes naquela época!” A alternativa seria dizer: “Como eram tontas!”.
Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador.
Marcelo Coelho
Disponível em: http://marcelocoelho. blogfolha.uol.com br/2014/04/23/selfies.shtml Acesso em 23 set.2020.
A regência verbal é elemento essencial da língua, enquanto o verbo é o regente, objetos (direto e indireto) e adjuntos adverbiais são os termos regidos.
Sobre a regência verbal, verifique qual das alternativas está corretamente justificada:
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