Questões de EFAF Português - Sintaxe
1.422 Questões
Questão 6 10187469
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo 2016Para responder à questão, leia o texto a seguir.
Meus irmãos e minhas irmãs, eu conheço um camponês que foi à floresta capturar um filhote de águia. O camponês o capturou e o trouxe para casa, deixando-o crescer no galinheiro com as demais galinhas. O filhote foi se tornando galinha. Ciscava como as galinhas, comia o milho que era ali jogado, embora andasse mal, porque a águia foi feita para voar, acabou se transformando numa galinha."
Fonte: A Notícia. Santa Catarina. Trecho de entrevista com Leonardo Boff
Na oração "Meus irmãos e minhas irmãs, eu conheço um camponês...", o termo destacado tem a função de
Questão 8362851
CFN CFN 2016 1 FaseU Gerais 2016TEXTO 2

Considere esta frase:
Depende da hora que você toma.
A forma verbal “toma” está no singular, pois concorda com o sujeito, que também está no singular. Assinale a frase em que há um erro de concordância verbal exatamente por NÃO respeitar essa relação.
Questão 8362139
UNESP UNESP 2016 1 Fase1 Gerais 2016Art. São direitos básicos do consumidor:
A proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;
A educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;
A informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;
A proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;
A modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;
A efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;
O acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;
A facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;
A adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.
Art. Os direitos previstos neste código não excluem outros decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja signatário, da legislação interna ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades administrativas competentes, bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito, analogia, costumes e equidade.
Parágrafo único. Tendo mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo.
Nos trechos “asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade das contratações” (inciso II) e “assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados” (inciso VII), a análise das concordâncias dos adjetivos em destaque permite afirmar queDisponível em: www.planalto.gov.br
Questão 8361773
CN CN 2015 1 FaseU Demais 2016Quando se pergunta à população brasileira, em uma pesquisa de opinião, qual seria o problema fundamental do Brasil, a maioria indica a precariedade da educação.(8) Os entrevistados costumam apontar que o sistema educacional brasileiro não é capaz de preparar os jovens para a compreensão de textos simples, elaboração de cálculos aritméticos de operações básicas,(11) conhecimento elementar de física e química, e outros fornecidos pelas escolas fundamentais.
[...]
Certa vez, participava de uma reunião de pais e professores em uma escola privada brasileira de destaque e notei que muitos pais expressavam o desejo de ter bons professores,(19) salas de aula com poucos alunos, mas não se sentiam responsáveis para participarem ativamente das atividades educacionais,(27) inclusive custeando os seus serviços. Se os pais não conseguiam entender que esta aritmética não fecha e que a sua aspiração estaria no campo do milagre,(23) parece difícil que consigam transmitir aos seus filhos o mínimo de educação.(17)
Para eles, a educação dos filhos não se baseia no aprendizado dos exemplos dados pelos pais.(9)
Que esta educação seja prioritária e ajude a resolver os outros(20) problemas de uma sociedade(29) como a brasileira parece lógico. No entanto, não se pode pensar que a sua deficiência(1) depende somente(22) das autoridades.(12) Ela começa com os próprios pais, que não podem simplesmente terceirizar(3) essa responsabilidade.(18)
Para que haja uma mudança neste quadro(28) é preciso que a sociedade como um todo esteja convencida(16) de que todos precisam contribuir para tanto,(5) inclusive elegendo representantes que partilhem desta convicção(2) e não estejam(21) pensando somente nos seus benefícios(30) pessoais.(25)
Sobre a educação formal, aquela que pode ser conseguida nos muitos cursos que estão se tornando disponíveis(14) no Brasil, nota-se que muitos estão se convencendo de que eles ajudam na sua ascensão social,(6) mesmo sendo precários. O número daqueles que trabalham para obter o seu sustento e ajudar a sua família, e ao mesmo tempo se dispõe a fazer um sacrifício adicional frequentando cursos até noturnos, parece estar aumentando.
A demanda por cursos técnicos que elevam suas habilidades para o bom(7) exercício da profissão está em alta.(10) É tratada como prioridade tanto no governo como em instituições representativas das empresas. O mercado observa a carência de pessoal qualificado para elevar a eficiência do trabalho.(26)
Muitos reconhecem que o Brasil é um dos países emergentes que estão melhorando, a duras penas, a sua distribuição(13) de renda.(24) Mas, para que este processo de melhoria do bem-estar da população seja sustentável,(4) há que se conseguir um aumento da produtividade do trabalho, que permita, também, o aumento(15) da parcela da renda destinada à poupança, que vai sustentar os investimentos indispensáveis.
A população que deseja melhores serviços das autoridades precisa ter a consciência de que uma boa educação, não necessariamente formal, é fundamental para atender melhor as suas aspirações.(31)
Em qual opção as normas de concordância verbal e nominal estão inteiramente respeitadas?(YOKOTA, Paulo. Os problemas da educação no Brasil. Em http://www,cartacapital.com.br/ educacao/os-problemas-da-educacao-no-brasil- 657.html - Com adaptações)
Questão 9 1384792
CN 2° Dia 2016Texto para a questão.
O desaparecimento dos livros na vida cotidiana e a diminuição da leitura é preocupante quando sabemos que os livros são dispositivos fundamentais na formação subjetiva das pessoas. Nos perguntamos sobre o que os meios de comunicação fazem conosco: da televisão ao computador, dos brinquedos ao telefone celular, somos formados por objetos e aparelhos.
Se em nossa época a leitura diminui vertiginosamente, ao mesmo tempo, cresce o elogio da lgnorância, nossa velha conhecida. Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância em relação às quais os livros são potentes ou impotentes. Uma é a ignorância filosófica, aquela que em Sócrates se expunha na ironia do "sei-que-nada-sei". Aquele que não sabe e quer saber pode procurar os livros, esses objetos que guardam tantas informações, tantos conteúdos, que podemos esperar deles muita coisa: perguntas e, até mesmo, respostas. A outra é a ignorância prepotente, à qual alguns filósofos deram o nome de "burrice". Pela burrice, essa forma cognitiva impotente e, contudo, muito prepotente, alguém transforma o não saber em suposto saber, a resposta pronta é transformada em verdade. Nesse caso, os livros são esquecidos. Eles são desnecessários como "meios para o saber". Cancelada a curiosidade, como sinal de um desejo de conhecimento, os livros tornam-se inúteis. Assim, a ignorância que nos permite saber se opõe à que nos deforma por estagnação. A primeira gosta dos livros, a segunda os detesta.
[...]
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes em silêncio, quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. É lamentável que as pessoas sucumbam ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos afastam-se dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem - compreensão e diálogo - que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo - e ela mesma - é algo bem diferente.
(TIBURI, Márcia. Potência do pensamento: por uma filosofia política da leitura. Disponível em http://revistacult .uol.com.br —- 31 de jan. 2016 = com adaptações)
Assinale a opção em que o termo sublinhado tem o mesmo valor sintático que a oração destacada em "E lamentável que as pessoas sucumbam ao clima programado da cultura" (4º§).
Questão 6 624101
COTUCA 2016Leia a tirinha abaixo para responder à questão.


No segundo quadrinho, a palavra “já” constrói o sentido de:
06
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